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Salim Valá, presidente da Bolsa de Valores de Moçambique, entende que só se garante um presente e futuro melhores apostando-se na juventude, até porque é nesta faixa etária onde existe ainda energia e talento por se explorar.

A Bolsa de Valores de Moçambique, que é um dos parceiros do projecto Mozefo Young Leaders, entende que a juventude é o pilar do país e que por isso é preciso explorar a sua energia e talento para o bem da nação. Esta instituição defende que só é possível gerar mudanças, apostando-se nos jovens.

Na voz do presidente da Bolsa, Salim Valá, a instituição justifica que a parceria com o Mozefo Young Leaders surge por entender ser pertinente apostar-se na juventude. “Nós como parceiros da iniciativa estamos nela porque acreditamos que os jovens são um pilar fundamental no desenvolvimento do nosso país. Eles representam acima de 33.5 por cento da população e se juntarmos com aquela população de zero aos 14 anos de idade são mais 44 por cento da população. E os jovens estão no cume da árvore da vida. A sua energia e o seu talento são o motor para o crescimento da economia e o desenvolvimento da sociedade”, afirma Valá.

Destaca, também, ganhos para a Bolsa de Valores. “Nós como Bolsa de Valores estamos apostados em pavimentar uma cultura bolsista em Moçambique. Não tínhamos como não apostar neste segmento estratégico da população que é o ponto vital para provocar mudanças no presente e no futuro. Portanto, estar presente no Mozefo Young Leaders, participar activamente, passar a mensagem, mas também aprender com os jovens com as suas experiências, com os seus desafios, também vai potenciar a instituição para melhor focalizarmos a nossa acção no futuro em prol do desenvolvimento de um mercado de capitais, de um sistema financeiro dinâmico e sustentável em Moçambique”, disse o presidente da Bolsa de Valores de Moçambique.

E porque a Bolsa é também parceira da Associação de Estudantes Universitários de Moçambique, a mesma que vai exibir uma feira de projectos no Mozefo Young Leaders, Salim Valá aponta a relevância desta iniciativa de feira aos universitários. “Olhamos com muito interesse esta Feira Nacional de Projectos que vai permitir que vários estudantes finalistas provenientes de vários pontos do país apresentem suas ideias, seus projectos e ali estarão presentes empresários, parceiros financeiros que poderão comprar estes projectos e assegurando que possam ser financiados e implementados”, refere Salim Valá.

Associação de Jovens Bancários interessada em participar do Mozefo Young Leaders para criar sinergias

A Associação Moçambicana de Jovens Bancários diz que quer participar do Mozefo Young Leaders para criar sinergias que tragam benefícios à juventude. Os jovens defendem que o evento desperta ideias para a solução dos desafios da sociedade. A visibilidade do projecto, o impacto e a possibilidade de troca de ideias são, entre muitas, algumas das razões que fazem com os jovens bancários queiram estar no Mozefo Young Leaders. E porque trata-se de uma associação de bancários, o presidente da agremiação aponta alguns dos desafios que os jovens enfrentam no mercado financeiro. “Pensamos que ainda continua a ser obstáculo aceder ao crédito. Em relação as pequenas e médias empresas, cujos maiores detentores são os jovens, dar o nosso contributo em relação ao fundo de garantia juvenil”, disse Emílio Fernando, presidente da Associação Moçambicana de Jovens Bancários.

A Associação adverte a juventude para estar sempre atenta às oportunidades do mercado.

 

 

Alcino Michaque,  um dos convidados a ser orador do Mozefo Young Leaders, lamenta que os jovens não tenham a cultura de poupar e diz que tal deriva da falta de experiência de fazer poupança com poucos recursos. O orador do Mozefo Young Leaders diz esperar que a juventude saia do evento mais inspirado para implementar projectos.

Literacia Financeira é o tema que Alcino Michaque leva ao Mozefo Young Leaders, onde espera partilhar com os participantes experiências sobre poupança.

“Infelizmente os nossos indicadores mostram que os níveis de poupança de nós os moçambicanos ainda são muito baixos. Mais ainda quando se trata de jovens. Então penso que esse vai ser um espaço em que poderei transmitir essa experiência da necessidade de fazer mais poupança”, afirma Alcino Michaque, quadro da Bolsa de Valores de Moçambique, que entende que “nós os jovens precisamos não apenas de poupar como hábito, mas devemos entender a importância de fazer poupança”.

Contudo, o orador do Mozefo Young Leaders espera que o evento sirva de inspiração à juventude e que o fim último seja desenvolver o país.

“Espero que os jovens saiam mais inspirados e que tenham sido potenciadas aquilo que são as suas diversas expectativas e que possam, acima de tudo, trocar experiências com os diversos empreendedores de vários quadrantes que estarão lá (no evento) e que saiam motivados para implementar projectos”, afirma Michaque.

Michaque espera maior adesão ao evento, para que mais jovens possam, através de troca de experiências, tornarem-se líderes.

Titos Munhequete, um dos oradores do Mozefo Young Leaders na sua segunda edição, a acontecer esta semana, defende a mudança de mentalidade dos jovens sobre a inovação. Munhequete diz que a juventude não deve se limitar à formação tradicional, mas que é preciso explorar conhecimentos através de várias plataformas existentes. Desafios da inovação em Moçambique é o tema que Munhequete leva aos participantes do Mozefo Young Leaders.

O orador vai falar de uma área onde entende haver ainda desafios e que defende mudança de atitude dos jovens.

“O maior desafio é o acesso a mão-de-obra qualificada. Sendo uma área das TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação), é muito difícil encontrar pessoas que têm o know-how que a gente precisa. É verdade que tem havido maior formação nessa área. Mas Moçambique, particularmente, ainda não consegue fornecer uma mão-de-obra que vá de encontro a aquilo que são nossas visões, nossos planos em termos de soluções”, afirma Munhequete.

O orador diz, por outro lado, que a juventude deve estar atenta à novas oportunidades para empreender. Este jovem empreendedor quer mudanças após a realização do Mozefo Young Leaders. “Acredito que vai contribuir para maior consciencialização do que é empreendedorismo, inovação, os desafios que estão a volta destes temas. Os debates vão ajudar as pessoas a perceberem que há desafios e acima de tudo será um fórum no qual a juventude vai se inspirar. Precisamos a cada a mais de jovens líderes que tragam soluções inovadoras para os desafios enfrentados”, afirma.

Organizadores e participantes da Feira Internacional de Turismo de Moçambique, baptizada pelo nome “FIKANI”, fazem balanço positivo da sexta edição do evento, que terminou neste sábado.

A feira que aconteceu na cidade de Maputo e  co-organizada pelo Governo e sector privado, visava promover o potencial turístico de Moçambique, com destaque para a gastronomia, arte e destinos turísticos de excelência.

O diretor-executivo da Federação Moçambicana de Turismo e Hotelaria, Mateus Tembe destacou que o número de visitantes e expositores ultrapassou o limite que esperava.

 “Foi um desafio  que assumimos e sabíamos, no que ia resultar no fim, agrada-nos perceber que as metas que traçamos, ultrapassaram, os limites daquilo que esperávamos”, acrescentou.

Para Fredson Bacar, director da Cultura e Turismo de Inhambane participar do FIKANI, permite o alargamento do “escopo na atracção de investimentos, e de demanda do movimento turístico”, para a província de Inhambane.

“Esta edição esteve melhor que às anteriores. A organização e o intercâmbio foi de louvar. Inhambane é um destino turístico quase que obrigatório e representa 60 por cento da demanda do turismo no em Moçambique”, acrescentou Bacar.

Diferente das edições anteriores, a Feira Internacional de Turismo de Moçambique privilegiou o sector privado como grande braço neste evento.

O comité sindical das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) quer impedir que a companhia Ethiopian Airlines passe a ter uma subsidiária a fazer voos domésticos em Moçambique.

Contra todas as expectativas, e até contra aquilo que a empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) vem defendendo, o comité sindical desta companhia quer travar as investidas da Ethiopian Airlines no espaço aéreo moçambicano.

“Os trabalhadores da LAM pedem a quem de direito que reponha a legalidade e tome medidas no sentido de que sejam salvaguardados os interesses nacionais”, lê-se no comunicado, em poder de “O País”.

Mas o comité vai mais longe, “a Ethiopian Airlines não pretende servir os objetivos da economia nacional moçambicana”, mas sim, “alimentar e robustecer a economia etíope, através de um plano de expansão predatória”.

O grupo refere que a LAM deve ser preservada e defendida e nota que a nova gestão, empossada em Julho passado, “está a dar sinais de melhoria na operação da empresa”, até então prejudicada por atrasos e falhas nos voos.

Recorde-se que até 2017, só as Linhas Aéreas de Moçambique podia fazer voos domésticos, mas uma revisão à lei passou a permitir a entrada de outros operadores, o primeiro dos quais foi a Fastjet, que desde há um ano faz voos entre Maputo e algumas capitais provinciais.

O objectivo da alteração a lei da aviação civil, era tornar o sector mais competitivo e conseguir que os passageiros possam ter mais opções de escolha no momento de viajar.

O Banco de Moçambique (BM) diz que a zona económica especial de Mocuba regista baixo crescimento.

A informação foi divulgada na última sexta-feira, em Quelimane, no enceramento da reunião do 43° Conselho Consultivo do BM.   

A reunião passou em revista várias matérias sobre zonas económicas especiais e o Conselho Consultivo do BM na ocasião apresentou um estudo. No estudo, o Banco Central deu a conhecer que a zona económica especial de Mocuba criada em 2014 está a registar fraco crescimento, quando comparado com a zona de Nacala criada em 2007 e a zona económica de kigali no Ruanda criada em 2013.

Desde a sua criação, Mocuba atraiu apenas 36.5 milhões de dólares de investimentos, num total de sete empresas. Previa-se a criação de 467 postos de trabalhos mas foram criados apenas 259.

São apontados como factores para o fraco crescimento as cheias de 2015 e tensão político-militar.

Já para Abdul Carimo, burocracia, custo de energia ditam mau ambiente de negócio em Moçambique.  
 

Sem dúvida, o Mozefo Young Leaders é uma oportunidade de trabalhar com alguns jovens incríveis que, sem dúvida, serão os líderes de amanhã para o povo de Moçambique e de África, enquanto o país e o continente ocupam o seu lugar no mundo como empreendedores, inovadores e visionários.

Vinte e cinco anos de trabalho com a empresa mais criativa e inovadora do mundo. A Walt Disney Company, onde eu era mais recentemente chefe de Inovação e Criatividade, ajudando as equipas da Pixar, Lucas Films, Marvel e Imagineering a criar histórias e experiências incríveis para pessoas de todo o mundo.

 “Se você acha que pode ou acha que não pode, provavelmente está certo”, Henry Ford.

“Eu não sou particularmente talentoso. Eu sou apenas curioso por natureza”, Albert Einstein.
“Stay Hungry. Stay Foolish”, Steve Jobs.

“Não existe algo impossível. É soletrado. I’m Possible!”, Audrey Hepburn.

“Eu nunca falhei. Acabei de encontrar 10 000 maneiras que não funcionam”, Thomas Edison.
“Se você pode sonhar, você pode fazer isso”, Walt Disney.

Espero que o MYL seja uma plataforma de encontro e inspiração para jovens moçambicanos. Um espaço físico onde jovens com histórias excepcionais possam partilhar as suas experiências, sonhos e ideias, de modo a inspirar a sociedade a alavancar o desenvolvimento sustentável e inclusivo do país.

Espero igualmente que seja um espaço de debate de ideias entre gerações dos mais jovens e dos menos jovens, de modo a que se possam chegar a acções concretas para mitigar alguns dos desafios que afligem Moçambique, no geral, e os jovens, em particular, como é o caso do desemprego, entre outras. Todos os participantes devem empenhar-se para dar seguimento ao que for discutido no MYL. A iniciativa não pode acabar após o discurso de encerramento, mas sim começar.

O que vai acontecer depois do MYL, com as ideias que forem lá geradas, é que irá determinar o sucesso da iniciativa.  Partilharei a minha experiência de jovem moçambicano líder de uma das maiores empresas multinacionais do mundo.

Darei destaque aos anos passados a estudar e trabalhar fora de Moçambique, mais concretamente em Portugal, Holanda, Angola e África do Sul e as principais lições aprendidas. Os participantes poderão ainda descobrir as minhas experiências de voluntariado a nível global, que permitiram que conseguisse estabelecer no país a maior organização mundial para a liderança jovem, permitindo assim que milhares de jovens moçambicanos pudessem ter acesso a experiências internacionais.

Partilharei histórias da minha carreira profissional numa multinacional, das aprendizagens que consegui obter nos mais de 70 países onde trabalhei e visitei. Falarei das motivações que me fizeram voltar para Moçambique, acreditando que o futuro do país são os jovens.

O MYL poderá ajudar os jovens a descobrir novas oportunidades e perspectivas diferentes, através de histórias inspiradoras de jovens locais.  Partilhando histórias “de jovens para jovens”, vamos apoiar a força criativa e o espírito empreendedor desta geração.

"Não foi um plano da Banca comercial pagar a Bizfirst para o restabelecimento da Rede SIMO, se alguém vos disse isso é uma mentira e não corresponde a verdade, é uma mentira".
 
Foi assim como reagiu o governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, face a eventual possibilidade de ser a Banca comercial que de forma unilateral pagou a empresa Bizfirst para o restabelecimento do sistema de transações eletrónicas depois do apagão verificada semana finda afectando as caixas automáticas e terminais de pagamento electrónico.
 
Rogério Zandamela esclarece que não há mecanismo possível da Bizfirst ou de qualquer outro fornecedor reactivar os sistemas sem a colaboração do Banco central, o regulador. "É impossível tecnologicamente isso acontecer. Nós tivemos que autorizar as senhas para entrar no sistema e foi um trabalho intenso de todos para que isso acontecesse".
 
Zandamela deu a conhecer que logo que se verificou o apagão da rede SIMO semana finda, orientou uma reunião de emergência com todos os PCA'S da banca comercial para a solução do problema, o que permitiu acelerar o processo e por isso foi restabelecido.
 
Ainda assim o Governador do Banco comercial diz que a solução Bizfirst é temporária. Disse que nem todos os bancos estão alinhados com a solução daquele provedor por isso segundo suas palavras o Banco central junto com os bancos comerciais estão a trabalhar para procurar um provedor que garanta segurança e cobertura do sistema para que não se sofra vulnerabilidades, risco e precariedades tal como ocorreu com a Bizfirst.
 
"Disse e repito que Bizfirst é uma empresa insignificante e pequena mas não tendo solução e ela sendo a primeira a apresentar a solução seria ingénuo, seria irresponsabilidade do regulador não cooperar para essa solução" disse Rogério Zandamela afirmando que pediu pessoalmente a banca comercial para encontrar solução através da Bizfirst para o bem do povo moçambicano. 

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