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O País – A verdade como notícia

Sunderland não desiste de Geny Catamo

O Sunderland não está perto de desistir de tentar contratar Geny Catamo ao Sporting, mas a verdade é que o preço pode ser um entrave

Sunderland não desiste de Geny Catamo

O Sunderland não está perto de desistir de tentar contratar Geny Catamo ao Sporting, mas a verdade é que o preço pode ser um entrave

O Ferroviário da Beira perdeu, ontem, com o City Oilers do Uganda por 96-75, em jogo da quinta jornada da Conferência Nilo da Liga Africana de Basquetebol.

 Uma entrada em força do Ferroviário da Beira com roubo de bola e concretização de dois pontos, é um tiro exterior de Ismael Nurmamad não faziam prever um primeiro quarto caracterizado por fraca pontuação, fechando com parcial de 23-16.É que, depois, os ugandeses cresceram no jogo e fecharam a vencer pelo parcial de 23-16.

Muito bem a girar a bola e a colocar na zona dos 6, 75 metros, o City Oileres do Uganda entrou melhor no segundo quarto. Mas os campeões nacionais melhoraram a sua prestação e dominaram com um parcial de 24-15.

Os campeões nacionais melhoraram já no terceiro quarto, com notável jogo interior. Os ugandeses ajustaram defensivamente, e terminaram e lideraram a marcha do marcador com um parcial de 27-21, fechando a etapa a vencer por 74-52.

Equilibradissimo, o último quarto foi disputado com muita intensidade com as duas equipas a procurarem ser mais assertivas no ataque. Venceu o Ferroviário da Beira com parcial de 23-23.

Moçambique acolhe, entre os dias 7 e 13 de Maio, a primeira Reunião do Conselho do Desporto da União Africana da Região 5, evento que vai contar com a presença de dez países-membros da região.

Depois do sucesso ano passado dos Jogos da Região 5, evento do qual o Presidente da República, Filipe Nyusi, testemunhou a cerimónia de abertura, a capital do país será palco de um encontro que vai debater as estratégias e planos de desenvolvimento a curto, médio e longo prazo, visando o desenvolvimento do desporto. Regional.

Os temas a serem abordados no encontro servirão para a tomada de decisões por parte do Conselho de Ministros do Desporto da Região 5.

Dez países membros da região irão participar no evento, designadamente Moçambique, anfitrião, Botswana, Zimbabwe, África do Sul, Angola, eSwatini, Lesoto, Malawi, Namíbia e Zâmbia.

Está, por outro lado, confirmada a participação dos membros do Secretariado-Executivo da Região 5, os Secretários Permanentes dos Ministérios do Desporto da região, Directores Nacionais e Gerais, e técnicos especialistas de várias áreas.

Moçambique é membro do Conselho do Desporto da União Africana, Região 5 , entidade que tem como objectivo utilizar o desporto como um veículo de integração, desenvolvimento desportivo regional e promoção da paz, sendo que nos termos dos Estatutos do Órgão, o país tem a obrigatoriedade de acolher reuniões e outros eventos da AUSC R5.

Moçambique acolhe, entre os dias 7 e 13 de Maio, a 1.ª Reunião do Conselho do Desporto da União Africana da Região 5 – AUSC R5 –, evento que vai contar com a presença de dez países-membros da região.

A capital do país vai sediar, durante sete dias, a reunião da AURS5, que vai colocar em cima da mesa as estratégias e planos de desenvolvimento a curto, médio e longo prazo, visando o desenvolvimento do desporto.

Os temas a serem abordados no encontro servirão para a tomada de decisões por parte do Conselho de Ministros do Desporto da Região 5.

Em nota enviada ao “O País”, a Secretaria de Estado do Desporto confirma que dez países membros da região irão participar no evento, designadamente Moçambique (anfitrião), Botswana, Zimbabwe, África do Sul, Angola, eSwatini, Lesoto, Malawi, Namíbia e Zâmbia.

Está, por outro lado, confirmada a participação dos membros do Secretariado e do Secretário Executivo da Região 5, os Secretários Permanentes dos Ministérios do Desporto da região, Directores Nacionais e Gerais, e técnicos especialistas de várias áreas.

Moçambique é membro do Conselho do Desporto da União Africana, Região 5 (AUSC R5), entidade que tem como objectivo utilizar o desporto como um veículo de integração, desenvolvimento desportivo regional e promoção da paz, sendo que nos termos dos Estatutos do Órgão, o país tem a obrigatoriedade de acolher reuniões e outros eventos da AUSC R5.

De recordar que, em Julho do ano passado, o Governo moçambicano, através da Secretaria do Estado de Desporto, assumiu a intenção de sediar em 2024 XI Edição dos Jogos Regionais em 2024. O acordo para o efeito foi rubricado pela Secretaria de Estado de Desporto e o Conselho de Desporto da União Africana da Região 5.

A 1ª edição dos jogos foi em 2004, sendo que vinte anos depois o país poderá testemunhar esta feita da juventude. Durante a estadia em Moçambique, uma equipa do Conselho Superior do Desporto da União Africana Região 5 visitou o campo do Costa do Sol e o Complexo Desportivo da Black Bulls e o pavilhão do Maxaquene.

Lembre-se que a organização desta competição consta do “Projecto da XI Edição consta no Plano Quinquenal do Governo 2020–2024, na Prioridade I, “Desenvolver o Capital Humano e a Justiça Social”,  no que tange à promoção da participação da sociedade, em especial, da juventude nas actividades socioculturais, desportivas e económicas.

Com Dwane Wade, ex-astro da NBA e indicado para o “Hall of Fame” a 12 de Agosto de 2023, e sua esposa Gabrielle Union, estrela de Hollywood a acompanharem o jogo, o Ferroviário da Beira venceu ontem o Cape Town Tigers, por 82-76, e qualificou-se para a “Elite 8”- fase final – da Liga Africana de Basquetebol. Ismael “Timo” Nurmamad a evidenciou-se com 20 pontos em 33: 14 minutos na quadra no duelo com Zaire Wade, filho de Dwane Wade.

Momentos decisivos, jogadores incisivos. Com 02:08 por se jogar no “Dr Hassan Moustafa Sports Hall”, e o marcador a indicar 73-72 a favor do Cape Town Tigers, Ismael “Timo” Nurmamad, ele que é dono de uma fabulosa mudança de direcção, penetrou pelo corredor central e largou para dois pontos que colocaram o Ferroviário da Beira em vantagem.

Timo voltou a libertar a equipa e toda a turba que a acompanha no pavilhão e através da transmissão televisiva ao converter um tiro curto que deixou os campeões nacionais de basquetebol a liderarem o marcador (76-75) com 01:31 por se jogar. Ruía as unhas, bem mesmo na zona VIP próximo a quadra, o ex-astro da NBA Dwane Wade que foi ver o seu filho Zaire (que reforçou o Cape Town Tigers) jogar. Não foi apenas Dwane Wade, que no próximo dia 12 de Agosto vai entrar no Hall of Fame da NBA, a render-se às qualidades do extremo do CFvB.

A sua esposa Gabrielle Union, estrela de “Hollywood” e destaque dos filmes “Bad Boys II” e “Contra o Tempo”, viu ainda Ismael “Timo” Nurmamad fazer uma assistência mortífera para Bourama Sidibe concretizar dois pontos: 78-75. Nurmamad foi, por assim dizer, influente no derradeiro quarto em que a equipa moçambicana foi buscar o resultado.

Timo contabilizou 20 pontos em 33: 14 minutos na quadra, destacando-se ainda com 7 em 13 lançamentos de campo (53%), 2 em 3 tiros exteriores (66%) e 4 em 5 na linha de lances livres (80%).

Najael Young, maliano, foi também decisivo com um duplo-duplo, ou seja, 26 pontos e 13ressaltos (sete defensivos e seis ofensivos) em 36:26 minutos na quadra.

O Cape do Town Tigers contou com exibição de bom nível de Zaire Wade que contabilizou, em 34:06 minutos na quadra, 17 pontos, 5 assistências e 3 ressaltos. Num jogo de carácter decisivo, o primeiro quarto revelou-se equilibrado com um parcial de 23-22.

Papel químico do primeiro quarto diante do Al Ahly do Egipto, no jogo de estreia, o Ferroviário da Beira teve uma fraca pontuação ao contabilizar 16 pontos contra 17 dos sul-africanos. O eternamente (?) crítico terceiro quarto não foi de todo bom para o conjunto moçambicano que não teve esclarecimento ofensivo, sendo os 17 pontos contabilizados (contra os 26 dos sul-africanos) é disso revelador. O Cape Tonw Tigers fugiu no resultado para 11 pontos no final desta etapa. Com áurea de glória, no último quarto, o conjunto de Luis Lopes Hernandez controlou o jogo e fechou com parcial de 26-11, assegurando, desta forma, a presença na fase final da Liga Africana de Basquetebol, competição a realizar-se de 20 a 27 de Maio, em Kigali, Ruanda. Com a missão cumprida, o Ferroviário da Beira ainda vai jogar este sábado com o City Oilers do Uganda, em desafio inserido na 5ª e ultima jornada da Conferência Nilo.

 

Está aí o primeiro passo da Comissão de Gestão da Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo para espantar fantasmas, e, em momento de euforia, acelerar para devolver as provas oficiais à então moribunda capital do país. Temos, sábado, o Torneio 12 horas de basquetebol numa maratona que vai movimentar todos os escalões.

Paredes e meia, os pavilhões do Maxaquene (catedral do basquetebol moçambicano com previsão de ter energia antes de sábado) e do Desportivo Maputo testemunha, sábado, o “renascer” da modalidade da bola ao cesto na capital do país. Renascer, pois, estava tudo parado por conta de uma dívida de 130 mil Meticais com os árbitros, assim como a falta de pagamento de taxa de filiação dos clubes. É um movimento em estado urgência em marcha. Mas qual o cardápio para sábado?

Uma maratona de jogos que irão perfazer 12 horas de basquetebol em todos os escalões. Isso mesmo. Promovido pela Comissão de Gestão da Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo, elevada após destituição do elenco interino no passado dia 23 de Abril, o evento tem como jogo de cartaz Costa do Sol vs Ferroviário de Maputo, campeão e vice-campeão da cidade, respectivamente. Ainda que em fase de arranque de temporada, este duelo é sempre apelativo até pela rivalidade entre “canarinhos” e “locomotivas” que bipolarizam o panorama do basquetebol na capital do país.

Ademais, as duas formações renovam ainda para esta temporada as perspectivas de lutarem para a conquista de todas as provas em que estarão envolvidas. Cada uma, claro, com as suas armas. A anteceder esta partida, os anfitriões – Maxaquene – batem-se com a A Politécnica, num duelo onde a juventude irá rivalizar na quadra. José “Matilo” Macuácua e Hermínio Changule (o rasta) vão apresentar os seus argumentos, depois de alguns jogos já realizados no “Torneio o Treinador”.

Ainda em seniores, mas, no quadro feminino, o campeão nacional Costa do Sol vai jogar com a A Politécnica, no “replay” de um jogo recentemente disputado entre as duas formações também no “Torneio o Treinador”.

Enquanto não se dá o “restart” do basquetebol na capital, discute-se, no gabinete, os caminhos para dinamizar a modalidade. Amanhã, na sede social do Comité Olímpico de Moçambique, a Comissão de Gestão da Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo (ABCM) reúne-se com os clubes para apresentar o projecto de actividades para a presente época. Consta ainda da agenda a apresentação do orçamento para levar a cabo, sem soluços, as competições já definidas. Os clubes devem dar o seu parecer sobre os planos da referida Comissão de Gestão da Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo.

A judoca moçambicana Jacira Ferreira segue, sexta-feira, para Doha, Qatar, onde irá participar no Campeonato do Mundo de Judo, prova a realizar-se de 7 a 14 de Maio. A judoca, que vai competir na categoria dos + 52kg, assegurou a presença neste certame depois de ter conseguido manter-se entre os 100 melhores atletas do mundo, em resultado dos 50 pontos contabilizados na última competição. Jacira Ferreira está, desde modo, na 70ª posição no ranking da Federação Internacional de Judo.

Ferreira, que será orientada por Edson Madeira, vai conhecer a 6 de Maio, data do sorteio, a primeira adversária nesta competição.

Bruno Luzia, antigo praticante da modalidade, será o chefe da delegação moçambicana no Campeonato do Mundo de Judo.

Uma das mais cotadas judocas da actualidade, Jacira Ferreira conquistou, em Março último, a medalha de bronze no Open de Argel, depois de ter perdido com a senegalesa Lea Buet.

Ferreira esteve isenta dos oitavos-de-final, tendo, nos “quartos”, vencido com categoria a argelina Chir Abdellaoui. Esta competição contava para as qualificações para o Campeonato do Mundo de Doha bem como para os Jogos Olímpicos Paris 2024.

Nos Jogos da Commonwealth, em 2022, a judoca moçambicana terminou a prova na 4ª posição. No combate de atribuição da medalha de bronze, Jacira Ferreira perdeu com a irlandesa Jasmin Javadian.

ATLETA DOMINADORA INTERNAMENTE

Jacira Ferreira é campeã nacional dos últimos 7 anos e é actualmente a atleta número 1 do judo feminino em Moçambique, na categoria de “52Kg”, e a segunda melhor no ranking para a qualificação dos jogos olímpicos de 2021.

Com 17 anos, em 2015, Jacira Ferreira tornou-se a primeira mulher judoca a participar nos Jogos de Congo Brazaville. Mais tarde, com 19 anos de idade, Jacira Ferreira participou também no campeonato Mundial de Seniores em Budapeste – Hungria.

A atleta foi ainda a 1ª mulher Judoca a participar no Campeonato Mundial de Judo em 2017, em 3 Campeonatos Mundiais e também já esteve presente por duas vezes nos Jogos Africanos.

No seu currículo consta ainda com uma medalha de bronze no African Judo Open de Yaoundé, nos Camarões, uma medalha de prata nos Jogos da AUSC (Region 5), 2 medalhas de bronze no SAJC (Campeonato de Judo da Zona 6) e ainda 2 medalhas de ouro e 4 de prata no Judo South Africa Open (SA Open). Recentemente, em Luanda, Angola, Jacira Ferreira ocupou o 5.º lugar na categoria dos menos 52 kg, após perder no combate com a senegalesa Diodio Sonko. Ainda assim, a judoca moçambicana foi repescada e depois perdeu com Djamila Silva de Cabo Verde.

A antiga internacional basquetebolista Clarisse Machanguana fez parte, fim-de-semana último, no Cairo, Egipto, de um painel da sessão da Basketball Africa League (Bal) – denominado “BAL4Her program” – que abordou temas como a contínua inspiração, capacitação e elevação da nova geração de mulheres líderes africanas.

Figura de proa da WNBA, maior liga feminina de basquetebol do mundo, Clarisse Machanguana continua a ser, diga-se, valorizada em África e no Mundo pelo seu brilhante percurso como atleta e acção que a sua fundação tem desenvolvido em prol das raparigas.

A título de exemplo, no fim-de-semana de 28 a 30 de Maio, a mais bem-sucedida basquetebolista do país foi convidada pelo “staff” da “Basketball Africa League” para abordar temas como a importância da igualdade de direitos de participação em todos os sectores de influência no desporto.

Machanguana partilhou o painel com Yasmin Helal, estratega sénior de negócios e operações da NBA Egipto e antiga jogadora profissional de basquetebol do Clube Gezira.

No evento, que teve como lema  “jogando pela igualdade, pela representação e pela valorização”, a antiga basquetebolista jogadora das San Jose Lasers; Los Angels Sparks e Charlotte Sting falou da importância de se continuar a inspirar, capacitar e elevar a próxima geração de mulheres líderes africanas.

A patrona da Fundação Clarisse Machanguana transmitiu, por outro lado, valores sobre gestão de carreira e como singrar dentro de um quadro cada vez mais exigente a jovens com sonho de se (a)afirmarem na modalidade da bola ao cesto.

Participaram desta acção 50 jovens profissionais e 12 especialistas da indústria desportiva com cotação internacional com destaque para a directora de inovação e experiência da Ignite, Deana Shabaan; directora de Responsabilidade Social e programas de jogadores da BAL, Marie-Laurence Archambault; jornalista e comentadora da BAL, Usher Komughisha; e a líder de Marketing da BAL, Acha Diop.

A propósito do “workshop”, Yasmin Helal manifestou no seu sítio no “facebook” que estava “grata pelo acampamento organizado pela BAL em parceria com a Federação de Basquetebol do Egipto, apresentando alguns de nossos melhores talentos egípcios e treinados pela lenda Clarisse Machanguana junto com treinadores excepcionais. Super orgulhosa de todas as meninas que apareceram e jogaram com extremo entusiasmo”.

A maior prova de combates no ringue, o boxe, já arrancou. Moçambique já se estreou no Mundial que decorre em Tashkent, na Uzbequistão, e venceu. O feito inicial foi alcançado, hoje, por Albino Gabriel, na categoria dos 80-86 KG, diante do pugilista de Turcomenistão, Taganmyrat Gurbanov.

Gabriel conseguiu somar a pontuação de todo jurado, vencendo por unanimidade, depois de um primeiro assalto menos conseguido e os restantes dois de grande qualidade, a prometer mais vitórias nos próximos combates.

No primeiro assalto, o pugilista moçambicano esteve em desvantagem, ao somar nove pontos de cada um dos membros do júri. Aliás, nesse assalto, Gabriel teve que ser assistido pela equipa médica da competição depois de ter sofrido um golpe, o que contribuiu para a pontuação que teve.

No segundo assalto, e já conhecendo as fragilidades do seu adversário, Albino Gabriel foi mais impiedoso e, com golpes duros, fez sangrar o pugilista de Turcomenistão e terminou a somar a pontuação máxima de todos jurados, ou seja, 10 de cada um, enquanto Gurbanov somava 9-8-9-8-9.

O terceiro assalto era decisivo e de desempate. Albino Gabriel mostrava-se mais fresco que o turcominês e continuava a dar golpes penosos no adversário.

No fim, os cinco membros do júri – da Estónia, Argentina, Marrocos, Mongólia e Irlanda – deram a pontuação máxima ao moçambicano, tendo alcançado, no somatório dos três assaltos, 29 pontos de cada um, enquanto Taganmyrat Gurbanov somou 26-25-27-26-25 pontos.

Para já, o próximo pugilista moçambicano a entrar em acção será Tiago Muxanga, esta quarta-feira, quando defrontar o anfitrião Saidjamshid Jafarov, ainda a contar para as primeiras eliminatórias, na categoria dos 67-71KG.

Este combate terá início no grupo que sobe ao ringue a partir das 18h de Uzbequistão, 15h de Maputo.

Os restantes dois pugilistas moçambicanos só entram em cena mais tarde, com Armando Sigaúque a defrontar o pugilista de Tajiquistão, Asror Vohidov, esta sexta-feira, para os oitavos-de-final.

Sigaúque esteve isento da primeira eliminatória, enquanto o tajiquistão teve que superar o correano Yechan Lee.

Já Yassine Nordine fica à espera do vencedor do combate entre o cubano Claro Alejandro e o arménio Harutyunyan Baregham. O vencedor deste combate defronta o pugilista moçambicano no dia 8 de Maio, para os oitavos-de-final.

O Campeonato do Mundo de Boxe de Uzbequistão, que vai durar 14 dias, conta com um total de 538 pugilistas de 107 países e termina a 14 de Maio corrente.

Ferroviário da Beira defronta amanhã, às 20h30, o Cape Town Tigers da África do Sul, em jogo inserido na 4ª jornada da Conferência Nilo da Basketball Africa League (BAL). É um jogo para vencer ou vencer, porquanto está em causa a luta acesa pela qualificação para a fase final da prova em Kigali, no Ruanda.

Dois conjuntos que se conhecem, dois conjuntos com foco na vitória para não perderem a corrida à fase final da Liga Africana de Basquetebol (BAL). No “Dr Hassan Moustafa Sports Hall”, amanhã, somente uma equipa pode vencer, pelo que a batalha na quadra se advinha renhida.

Manter acesa a chama de qualificação para a Elite 8 da BAL é “mister” para o conjunto orientado pelo espanhol Luis Lopes Hernandez.

Mas é preciso que, na quadra, a equipa moçambicana se apresente com elevados níveis de concentração, esclarecimento ofensivo e agressividade defensiva. Os campeões nacionais devem condicionar o seu adversário na acção ofensiva, tal como o Petro de Luanda fez forçando-o a marcar apenas 48 pontos.

Ademais, ao Ferroviário da Beira recomenda-se uma boa percentagem de tiros exteriores e curtos. É outrossim fundamental que a sua média seja positiva na linha de lances livres e, na luta das tabelas, consigam fazer a diferença.

O adversário dos “locomotivas” do Chiveve entra nas contas de qualificação na sequência da vitória alcançada sobre o SLAC da Guiné-Conacri, por 75-68. Evans Ganap e Joshua Hall combinaram 30 pontos (com 15 pontos cada um), tendo sido determinantes para a vitória. O jogo exterior, recorrendo a “boxe score”, dá indicações de ter sido fraco com 5 tiros concretizados em 20 tentados (média de 25,0%).

Na segunda partida, porém, os sul-africanos estiveram muito fracos ao contabilizarem apenas 24 pontos nos dois primeiros quartos. Muito pouco para um conjunto com ambições de chegar longe nesta prova organizada pela FIBA e NBA. Joshua Hall voltou a ser o melhor cestinha da equipa com 14 pontos contabilizados em 32:04 minutos na quadra.

Olhando para os dados estatísticos desta formação, neste jogo, há a assinalar o facto de, mais uma vez, a equipa sul-africana se ter apresentado com fraco aproveitamento nos lançamentos exteriores (22,2%) ao concretizar 4 em 18 tentados. Na linha de lances livres, destaque-se a média de 42,3% (12 lançamentos concretizados em 26 tentados).

Esta não é a primeira vez em que Ferroviário da Beira e Cape Town Tigers duelam na Liga Africana de Basquetebol. A 10 de Dezembro de 2021, em Joanesburgo, o Ferroviário da Beira venceu os sul-africanos por 77-75 nas meias-finais da Divisão Este de acesso à BAL.

Este resultado colocou a equipa moçambicana na fase final da Liga Africana de Basquetebol. Ismael “Timo” Nurmamad foi decisivo com 24 pontos e três assistências em 28:04 minutos na quadra, tendo sido secundado por Jermel Michele Kennedy, que contabilizou 17 pontos e 7 ressaltos (dois ressaltos ofensivos e cinco defensivos).

Antes, precisamente em Outubro do mesmo ano, os campeões nacionais perderam com os sul-africanos, 85-86, no jogo da 3ª jornada da fase de apuramento da zona VI da Basketball Africa League (BAL), em UJ Soweto Campus, em Joanesburgo. Os 22 pontos de Jermel Michele Kennedy, e 18 de William Perry, foram insuficientes para o conjunto moçambicano sair vitorioso.

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