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O Camões – Centro Cultural Português em Maputo, o Centro de Língua Portuguesa na Universidade Pedagógica de Maputo (UP-Maputo) e a Faculdade de Ciências da Linguagem, Comunicação e Artes da UP-Maputo promovem, entre os dias 06 de março e 21 de abril de 2023, a 20.ª Edição do Prémio Eloquência Camões.

Dando continuidade ao modelo seguido nas edições anteriores, o Prémio Eloquência Camões 2023 desenvolver-se-á em três momentos. Numa primeira fase, que decorrerá entre os dias 06 e 31 deste mês, serão aceites e seleccionados os melhores textos argumentativos/discursos produzidos por estudantes universitários inscritos em cursos de licenciatura. Numa segunda fase, que decorrerá entre os dias 17 e 20 de Abril, os autores dos 10 melhores textos participarão numa Oficina de Oralidade dinamizada pela actriz Ana Magaia. No dia 21 de Abril, realizar-se-á, no Centro Cultural Português em Maputo, a grande Final do Prémio Eloquência Camões, onde serão apurados os discursos vencedores.

Os estudantes universitários que não tenham participado nas edições anteriores poderão concorrer através da apresentação de discursos que não ultrapassem as 400 palavras e subordinados a temas como (i) a igualdade de géneros, (ii) o saneamento do meio e a preservação do ambiente, (iii) as redes sociais, as tecnologias e o seu papel na educação dos jovens e (iv) o contributo dos jovens para o desenvolvimento de Moçambique e para o bem-estar social.

Os vencedores do Prémio Eloquência Camões 2023 receberão, para além da formação em técnica oratória ministrada pela actriz Ana Magaia, prémios monetários e material didático.

Este Prémio conta com o apoio da Plural Editores Moçambique.

 

O Governo diz que já existe dinheiro para compensar os transportadores de passageiros na área metropolitana do Grande Maputo, mas o ministro dos Transportes e Comunicações não avança data para o arranque do pagamento.

Trata-se de uma promessa antiga, que tarda a ser concretizada, alegadamente, por falta de dinheiro, segundo admite o Governo.

Mateus Magala, ministro dos Transportes e Comunicações, assumiu que o Governo não tem recursos e foi por isso que demorou a pagar aos transportadores que tiveram de manter a tarifa de transporte de passageiros, perante a subida do preço dos combustíveis e de acessórios de manutenção dos seus carros.

Entretanto, o ministro dos Transportes e Comunicações diz já ter uma garantia de fundos.

“Reunimo-nos com a FEMATRO durante o último fim-de-semana para resolver esta situação e também tive a oportunidade de falar com o ministro da Economia e Finanças, Max Tonela, que garantiu que já há disponibilidade financeira. Portanto, muito em breve, vamos pagar as compensações aos transportadores semicolectivos de passageiros”, prometeu Mateus Magala.

Tal compensação, prometida pelo Executivo no ano passado, visa aliviar os custos de operação das transportadoras da área metropolitana do Grande Maputo, agravado pela subida do preço dos combustíveis.

Com a nova promessa do Governo, os transportadores dizem estar expectantes. Castigo Nhamane, presidente da FEMATRO, disse que o Conselho de Ministros agendou este assunto para hoje e que existe a expectativa de o Governo pagar ainda este mês as compensações aos transportadores.

Lembre-se que a tarifa do transporte de passageiro foi agravada, semana passada, no Grande Maputo, mas tal ainda não satisfaz os transportadores.

 

 

PORTO DE MAPUTO TERÁ INTERPOSTO PARA CAMIÕES EM MOAMBA

O Porto de Maputo vai criar um interposto para camiões, na Província de Maputo, para reduzir o congestionamento na Estrada Nacional Número Quatro. O interposto terá entre 10 e 15 hectares e estará localizado no distrito de Moamba. As obras das instalações deverão ser custeadas pela empresa concessionária do Porto de Maputo, com uma duração prevista de três meses.

O trânsito de viaturas na EN4 tem sido um martírio, muitas vezes por causa do congestionamento criado por camiões vindos da África do Sul, tendo como destino o Porto de Maputo. Para discutir o assunto, o ministro dos Transportes e Comunicações recebeu o governador da Província de Maputo, Júlio Parruque, e a solução não tardou: o Porto de Maputo vai criar um interposto para camiões, em Moamba, para reduzir o congestionamento na EN4.

Mateus Magala revelou que, em média, passam, por dia, 1200 camiões pela EN4 vindo da África do Sul, sobretudo com carvão e ferrocrómio.

Por seu turno, o governador da Província de Maputo, Júlio Parruque, disse que é uma grande novidade para a população da província que dirige, pois há muitos transtornos devido ao congestionamento da via, provocado por camiões que se fazem à EN4.

O Governo vai também proibir a circulação de camiões nas horas de ponta. Neste sentido, o ministro dos Transportes e Comunicações disse que a ideia é proibir a circulação de caimões das seis às oito horas, durante as manhãs, e das 16 às 18 horas.

A longo prazo, o Governo pretende que a carga transportada por camiões seja passada para comboios, um trabalho que deve ser feito pelos Caminhos de Ferro de Moçambique e a empresa concessionária do Porto de Maputo.

Um dos mais notáveis juristas e activista sul-africano dos direitos humanos, Albie Sachs, visitou, última sexta-feira, as instalações da X-Hub – Incubadora de Negócios Criativos, na Cidade de Maputo. “Um dos autores da primeira constituição da República da África do Sul democrática, esteve em Moçambique no quadro das celebrações do 42º aniversário da invasão do regime do apartheid à cidade da Matola”, lê-se na nota de imprensa da X-Hub.

Nas instalações da X-Hub, Albie Sachs conheceu a missão, a visão e os propósitos da primeira iniciativa de género ao nível dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

Dirigindo-se à direcção, avança a nota de imprensa, e aos colaboradores da X-Hub, Sachs disse que a arte e cultura de Moçambique e da África do Sul têm todas condições criadas para a sua afirmação no mundo. Acrescentou que a história comum dos dois países deve inspirar as novas gerações a encontrarem melhores caminhos para honrarem o legado dos fundadores das nações. “Disse que a arte é um importante instrumento de construção da harmonia, e não tem dúvidas que seria um antídoto para o combate a fenómenos que dividem os povos africanos, citando como exemplo a xenofobia”.

Paulo Chibanga, Director-Geral da X-Hub, descreve a visita da figura histórica da África do Sul do Congresso Nacional Africano (ANC), como sendo a elevação dos ideais do projecto. “Assumimos esta visita como um importante incentivo para que continuemos a juntar sinergias, e contribuirmos para um país melhor através da arte. O percurso de Albie Sachs ensina-nos que a persistência e o trabalho em grupo são dois factores importantes para o sucesso”, disse Chibanga, citado na nota de imprensa da X-Hub.

 

 

Às 18 horas desta terça-feira, no Centro de Línguas da Universidade Pedagógica de Maputo, o escritor Lex Mucache vai lançar a sua mais recente obra literária.

Intitulada Encontro em Rosebank, a nova proposta de Lex Mucache é uma história de um jovem moçambicano que se apaixona por uma escritora sul-africana. Em algum momento do enredo, a personagem envolve-se num triângulo amoroso com uma secretária, o que sustenta o interesse de o autor explorar aspectos culturais dos dois países. “Este livro resulta de uma série de viagens que fiz, para Rosebank, Joanesburgo, na África do Sul. Essas viagens permitiram-me criar as personagens que fazem parte da história”, afirmou, esta segunda-feira, Lex Mucache.

Com 180 páginas, a escrita do romance Encontro em Rosebank foi, para Lex Mucache, um exercício muito positivo porque pôde reviver boas memórias e ainda compreender aspectos da vida real que por algum motivo ignorou enquanto ser existencial. Portanto, a ficção ajudou a iluminar algumas zonas de penumbra, dando sentido ao meio circundante do autor e das personagens.

O romance estreia de Lex Mucache foi seleccionado na primeira chamada literária da Editorial Fundza, ano passado.

Lex Mucache é pseudónimo de Heráclito Alexandre Mucache. O escritor nasceu na cidade de Maputo em 1980. É professor e desenvolve actividades de leitura e escrita criativa nas escolas primárias. Além de Encontro em Rosebank, é autor do livro de contos Asas decepadas (2020), obra finalista do Prémio 10 de Novembro de 2019. Tem obra dispersa em vários jornais e revistas.

O Museu Mafalala, localizado no bairro com o mesmo nome, na Cidade de Maputo, vai receber um espectáculo de angariação de donativos para as vítimas das cheias em Boane, Província de Maputo. O evento está marcado para sexta-feira, a partir das 18 horas.

Segundo uma nota de imprensa, trata-se de uma iniciativa organizada pela Associação dos Bailarinos Moçambicanos (ABAM), em parceria com o Museu Mafalala e o Conselho Nacional do Voluntariado (CNV), através da qual se pretende prestar ajuda às vítimas das inundações que, num passado muito recente, mataram pessoas, desalojaram famílias e deixaram em risco os sonhos de muitas crianças.

“Ciente da vulnerabilidade em que se encontram as pessoas afectadas pelas inundações, sobretudo em Boane, a organização do evento estabeleceu que bens e produtos de primeira necessidade, tais como: água potável, alimentos não perecíveis, material escolar, itens de higiene básica (fraldas, pensos higiénicos, sabão, pastas dentífricas, etc), roupas, cobertores, entre outros, correspondem aos ingressos para o show”, lê na nota de imprensa.

Entre os que se associam ao evento, destacam-se grupos de dança e associações culturais, como as associações culturais Xindiro; Milorho; Hodi; Wuchene; Comunichiv; os grupos: Maquinista e Esculturas Humanas; a Khani Khedi e a Companhia de Artes Makwerhu. O mote é, através da arte, chamar a sociedade para dar as mãos em prol das vítimas da fúria das águas, em Boane.

“Haverá, em palco, uma rica diversidade de danças, para além de teatro e muito mais. O espectáculo faz parte de um programa de actividades lúdicas, sob responsabilidade de uma equipa conjunta que, na manhã do mesmo dia (24/02), vai trabalhar no terreno, dinamizando iniciativas de apoio psicossocial, de modo a reduzir os impactos do abalo das inundações nas pessoas afectadas directamente”, avança a organização.

O peixe que sonhava comprar um barco é o título da nova proposta literária do poeta Japone Arijuane. O livro infanto-juvenil será apresentado pelo jornalista Elton Pila com leitura encenada de Guilherme Roda. A sessão de lançamento está marcada para esta quinta-feira, a partir das 18 horas, no Instituto Guimarães Rosa/ Centro Cultural Brasil-Moçambique, Cidade de Maputo.

 

Ao longo dos anos, Japone Arijuane sempre ouviu os amigos, colegas de escrita, a defender que escrever para os mais novos é algo complexo e muito responsável. Verdade ou não, o poeta desafiou-se a escrever para as crianças. Porque sim. No entanto, os primeiros ensaios não resultaram em publicação. Ficaram trancados em alguma gaveta lá de casa. Ainda assim, a alma do artista não esmoreceu. Pelo contrário, aventurou-se numa nova tentativa, a que intitulou O peixe que sonhava comprar um barco.

Na verdade, quando terminou de escrever esse texto, abandonou-o em algumas páginas word do computador. Até que há mais ou menos um ano, teve o conhecimento de que a Editorial Fundza tinha lançado a primeira chamada literária. Como tentar não faz mal a ninguém, o poeta submeteu o texto e, depois de ter sido apreciado por um júri constituído para seleccionar as melhores propostas literárias, ao invés de terminar numa grelha, temperado com alho e limão, O peixe que sonhava comprar um barco ganhou peso e consistência. Por isso, a Fundza juntou o poeta a escritora Angelina Neves, de modo que o resultado final fosse o melhor possível. “Com a colaboração da Angelina, a sua atenção e revisão, tornamos o texto mais infanto-juvenil”, admitiu Japone Arijuane.

Ao mesmo tempo que o poeta trabalhava com Angelina Neves, o texto ia sendo ilustrado por Walter Zand. “Uma das melhores surpresas foi a ilustração do Walter. Fiquei maravilhado! O trabalho dele superou as minhas expectativas”.

Apesar de se tratar de um livro infanto-juvenil, o poeta previne o leitor: “No fundo está aqui o Japone de outros livros. A minha essência como poeta está aqui”.

Ainda assim, por se tratar de um livro para os mais novos, o poeta adianta que sentiu a necessidade de investir mais no ritmo, na imagem e na musicalidade dos poemas. Afinal, entende, desse modo também se pode prender o leitor de todas as idades.

A mezzo-soprano moçambicana vai cantar numa das salas mais emblemáticas de Espanha. Na capital da Catalunha, Mariana Carrilho vai actuar com a conceituada Orquestra de Guitarras de Barcelona, próxima sexta-feira.

 

Contextualização. Palau de la Música Catalana ou Palácio da Música Catalã é um dos expoentes máximos da arquitectura modernista catalã. É um edifício projectado por Lluís Domènech i Montaner, com várias salas de concerto. Aliás, por aquelas salas de concertos passaram e passam grandes músicos a nível internacional, tanto da música clássica como da música popular. Trata-se de um espaço com muita história e tradição, conhecido em todo o mundo. Por isso mesmo, Mariana Carilho sente-se muito privilegiada e agradecida por poder actuar num lugar tão emblemático.

Não obstante a importância do local do concerto, para Mariana Carrilho, cantar com a Orquestra de Guitarras de Barcelona no Palau de la Música Catalana já é como estar em casa. E desenvolve: “Começamos a trabalhar juntos em 2019, quando dava os meus primeiros passos na vida profissional, e desde então fomos construindo uma parceria musical sólida. Com a OGB [Orquestra de Guitarras de Barcelona] pude cantar em vários países e palcos europeus e aprendi muito sobre a música espanhola”, contou a artista moçambicana que vive em Espanha há vários anos.

Com a Orquestra de Guitarras de Barcelona, Mariana Carrilho vai actuar num concerto que se vai dividir em duas partes. A primeira parte vai dedicar-se a danças do mundo e a segunda parte à música espanhola, sobretudo a do compositor Manuel de Falla. “Eu participo nesta parte e cantarei várias obras deste, das quais se destaca ‘El Amor Brujo’, uma das suas obras mais conhecidas”.

Dito isso, a mezzo soprano também reconheceu que cantando com a Orquestra de Guitarras de Barcelona aprendeu muito sobre a música espanhola e como expressá-la: sentimentos e nuances. “Agradeço infinitamente ao Sergi Vicente, director da orquestra, que sempre confiou em mim e foi muito generoso na partilha de conhecimentos sobre esta música”.

Segundo disse Mariana Carrilho, no Palau de la Música Catalana vai cantar para duas mil pessoas ao longo de hora e meia. “É um dos palcos mais emblemáticos e com mais tradição onde terei actuado até agora (e acredito ser a primeira cantora lírica moçambicana a actuar neste palco)”.

Quanto à Orquestra de Guitarras de Barcelona, é uma das melhores orquestras de guitarras do mundo e percorre um repertório clássico espanhol de grande virtuosismo. Fundada há 30 anos pelo guitarrista espanhol Sergi Vicente, esta formação orquestral já realizou mais de 700 espectáculos, interpretando um vasto repertório que inclui obras de compositores de todos os períodos da história da música. Ao longo dos anos, mais de 150 guitarristas de várias nacionalidades fizeram parte da Orquestra.

 

O autor de A Reinvenção do Ser e a dor da pedra foi convidado a fazer parte do  “Rentrée littéraire du Mali”, a realizar-se de 21 a 25 deste mês, na Cidade de Bamaco, no Mali.

Na edição deste ano, o evento vai decorrer sob o lema “Reconectando África por dentro” e deverá reunir criadores dos diferentes países e áreas linguísticas do continente, em particular, os vencedores dos prémios literários nacionais. “Através deste tema, os participantes vão debater sobre fronteiras, sua invenção, desconstrução, marcadas no espaço ou no imaginário. As línguas e a tradução, o movimento das pessoas, dos autores e seus livros, suas ideias, seus mundos ocuparão um espaço importante nos debates e troca de experiências”, afirmou Armando Artur.

Segundo lembra o poeta do “ser” e do “amor”, a questão da necessidade de “desconstruir” fronteiras, erguidas ou imaginadas, não é nova em África pós-colonial. Políticos, intelectuais, escritores, entre outros, em encontros similares têm vindo a debater esta problemática há já várias décadas. Logo, entende o poeta, eis o momento de passar das constatações e/ou lamentações à acção prática, que passa, por exemplo, pelas traduções, circulação do livro e dos seus autores,  dentro do continente africano. “E é justamente isto que vamos discutir. Penso que é um encontro que vai trazer soluções concretas para o início da tal almejada ‘descompartimentação’ do nosso continente”.

 

Vários alunos ficaram sem aulas, na Escola Primária Completa 3 de Fevereiro, devido à falta de água na Cidade de Maputo. Também na Escola Primária Completa Especial Número 2, houve suspensão para o turno da tarde, esta terça-feira.

As restrições de água, que vão desde a semana passada na Cidade e Província de Maputo, obrigaram à suspensão de aulas, esta semana, em algumas escolas da capital do país.

Na Escola Especial Número 2, os estudos tinham sido suspensos para o turno da tarde, na última terça-feira, mas já na manhã de quarta-feira haviam sido retomadas todas as actividades.

Já na Escola Primária Completa 3 de Fevereiro, os dois reservatórios disponíveis não foram suficientes para manter a higiene e garantir a hidratação dos alunos ao longo da semana. De acordo com a directora da instituição de ensino, o calor intenso que se faz sentir na capital, nos últimos dias, agravou a situação.

“[A situação] estava a ficar muito desconfortável para as crianças, porque algumas não conseguiam trazer água de casa, mas tinham necessidade de bebê-la. Nós tivemos que abrir alguns tanques que estavam encerrados, mas a água não era própria para o consumo. Algumas crianças estavam, mesmo assim, a consumi-la e por medo que elas obtivessem algum tipo de doença”, explicou a directora da escola, Custódia Zucula.

Sem mais recursos para fazer face à situação, a direcção da Escola Primária Completa 3 de Fevereiro viu-se obrigada a suspender as aulas desta quinta-feira.

“Na segunda-feira, quando chegámos, notámos que não estava a jorrar água e a alternativa foi abrir tanques e tentar encher tambores e recipiente que temos usado na escola, e quando, no final do dia da quarta-feira, vimos que os reservatórios já não tinham água, coordenamos com os serviços de educação da cidade, que autorizaram e nós dispensamos as crianças no dia de hoje”, disse Zucula.

Também na Escola Secundária Josina Machel, não houve aulas. Sem gravar entrevista, algumas pessoas confirmaram o facto e acrescentaram que, na manhã desta quinta-feira, a água já começava a jorrar nas torneiras da instituição de ensino.

Nas escolas 3 de Fevereiro e Josina Machel, já foi restabelecido o abastecimento de água e, esta sexta-feira, os alunos deverão retornar às salas de aula.

As restrições de água em Maputo resultam das chuvas, que, na semana passada, afectaram a rede de distribuição do líquido, causando falta, também, na cidade de Matola e na vila de Boane.

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