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O País – A verdade como notícia

O prognóstico do Instituto Nacional de Meteorologia ( INAM), aponta para  ocorrência de chuvas nas três regiões do país, com temperaturas máximas  a variarem de 25 a 33 graus.

As cidades de Nampula, Pemba e Lichinga, na região norte do país, poderão registar ceu nublado, chuvas fracas a moderadas locais e vento a soprar de  sueste a noroeste  fraco a moderado, por vezes, com rajadas.

Assim, para Nampula, Pemba e Lichinga prevêem-se máximas de 31, 32 e 25 e mínimas de 22, 25 e 17 graus, respectivamente.

Para as cidades da zona centro do país, Chimoio, Beira, Tete e Quelimane, a previsão meteorológica aponta que poderão, igualmente, registar céu muito nublado,  aguaceiros ou queda de chuvas fracas, localmente fortes, acompanhadas de trovoadas e vento a soprar de  sueste  a sudoeste fraco a moderado.

Em graus Celsius, Chimoio, Beira, Tete e Quelimane apontam para máximas de 27, 29, 33 e 29 e mínimas de 18, 23, 20 e 23, respectivamente.

Já para as cidades de Maputo, Xai-Xai, Inhambane e Vilankulo, na zona sul do país, o prognóstico indica que poderão registar céu nublado,  neblinas ou nevoeiros matinais, aguaceiros ou queda de chuvas fracas a moderadas e vento a soprar de  sueste  a noroeste fraco a moderado.

Para as quatro urbes, Maputo, Xai-Xai, Inhambane e Vilankulo, as máximas previstas são de 31, 30, 31 e 32 e mínimas de 21, 29

, 23 e 21  graus Celsius, respectivamente.

Noventa e oito pessoas morreram, este ano, vítimas da malária. A informação foi revelada, hoje, em Maputo, pelo director do Plano Nacional do Combate à Malária.

Eram seis horas, deste sábado, quando se começou a caminhada pela Avenida Marginal, na cidade de Maputo, rumo ao local da feira de saúde, realizada pelo Ministério da Saúde e o Conselho Municipal de Maputo, no âmbito do dia Mundial de Luta Contra a Malária, que se assinala a 25 de abril, segunda-feira.

No evento, o director do Plano Nacional do Combate à malária revelou dados preocupantes de uma doença que, apesar de ser possível prevenir, continua a matar. “Nós terminámos o ano em 2021 com um registo de 411 óbitos e, agora, até aos primeiros três meses deste ano, nós já registamos 98”, revelou Baltazar Candrinho, director do Plano Nacional do Combate à Malária.

A ideia é reduzir o número de mortes por malária e para tal há aspectos que devem ser tomados em conta. “Para evitar que as pessoas morram por malária, nós temos que garantir um diagnóstico e tratamento atempado, disponibilidade de medicamento em todas as unidades sanitárias e, também, nas comunidades. Juntando-se a isso, nós colocámos algumas intervenções para controlar o mosquito vector da malária, como redes mosquiteiras, pulverização intra-domiciliária e outra que tem a ver com o medicamento”, apontou Baltazar Candrinho.

O ministro Armindo Tiago, não só participou da feira, como também fez exercícios físicos como forma de mostra o benefício dos mesmos para a saúde.

Afinal, não foi criado nenhum centro de acomodação para as vítimas das inundações na cidade de Maputo. A assistência às famílias, a que a edilidade fez referência, era a alocação de motobombas escoar a água estagnada em algumas residências.

O grito de socorro é recorrente a cada vez que chove torrencialmente. E, na semana passada, não foi diferente. O Conselho Municipal da Cidade de Maputo disse, entretanto, que ouviu o clamor das vítimas das inundações urbanas e não ficou de braços cruzados.

“Estão a ser socorridas essas pessoas. Nós estamos a trabalhar com o INGD, temos um pelouro de Acção Social que sempre que isto acontece arregaça mangas e, agora, que estamos a falar há equipas no terreno que estão a dar apoio a estas famílias”, revelou Silva Magaia, porta-voz do Conselho Municipal de Maputo, na passada quinta-feira, 21 de Abril.

Questionado sobre se a edilidade tinha aberto alguns centros de acolhimento, Silva Magaia respondeu nos seguintes termos: “Sim [temos centros abertos], mas não tenho a lista desses locais”.

Silva Magia não tinha a lista dos locais porque, efectivamente, os centros sequer existem.

“Até ao momento, não verificada a necessidade, em termos de impacto, de abertura de centros de acomodação a nível da cidade e temos estado a fazer um trabalho muito próximo das famílias para verificar o impacto e garantir que a solução da sucussão possa ser direcionada para os locais onde a quantidade de água é muito elevada”, afirmou Alice de Abreu, contrariando a informação e Silva Magaia.

O porta-voz do Município e a vereadora de Saúde e Acção Social trabalham na mesma instituição e falam sobre o mesmo problema, mas parecem estar desarticulados nas suas declarações.

Até houve retirada de famílias dos bairros mais inundados, mas não para os centros de acomodação, pois estes não foram abertos. “Fez-se assistência àquelas famílias que, por conta das chuvas, não era possível permanecerem nas suas residências. Uma parte dessas famílias preferiu acomodar-se em casas de familiares e outras, de forma temporária, enquanto se fazia a sucussão das águas, foram alocadas em alguns locais, quer seja em círculos e secretarias dos bairros ou em escolas”, esclareceu Alice de Abreu.

O escoamento das águas estagnadas é, se calhar, a única assistência directa prestada pela edilidade. Todavia, não é feita em simultâneo nos bairros inundados.

“Fizemos assistência às famílias através do bombeamento da água, quer por motobombas ou por camiões cisterna colocados a nível dos distritos municipais para que pudessem minimizar os impactos das chuvas a nível das famílias”, disse a directora municipal da Saúde e Acção Social, acrescentando que a Cidade de Maputo tem 63 bairros “e a capacidade instalada não é suficiente para responder prontamente de forma abrangente no mesmo dia a todos estes bairros”.

O Conselho Municipal da Cidade de Maputo identificou 84 famílias que, ciclicamente, são afectadas pelas inundações e o seu reassentamento é urgente. “O que nós temos verificado nesse processo de negociação com as famílias é que a preocupação é levantada durante o período da chuva em que nós fazemos esse levantamento, indicou Alice de Abreu, chamando à atenção para o facto de “quando vamos trabalhar para retirar as famílias para zonas seguras que já foram identificadas, quer seja do distrito municipal da KaTembe ou fora, na província de Maputo, as famílias não se mostram disponíveis para saírem para estas zonas, mas a preocupação é levantada quando estamos dentro da época chuvosa”.

Ao todo, na Cidade de Maputo, cerca de 1.800 famílias foram afectadas pelas inundações, sendo os distritos municipais de Chamanculo, KaMavota, KaMubukwana, KaMaxaquene os que mais se ressentiram do impacto da última chuva. E todos os anos tem sido assim.

Duas casas foram parcialmente destruídas nos bairros de Inhagoia e Hulene.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), o fenómeno será caracterizado pela continuação de ocorrência de chuvas fortes, localmente muito fortes (mais de 100 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas e ventos com rajadas.

Num comunicado de imprensa, o INAM diz que as chuvas far-se-ão sentir com mais impacto na província de Cabo Delgado, principalmente nos distritos de Mecufi, Chiure, Metuge, Ancuabe, Quissanga e Cidade de Pemba; província de Nampula, principalmente nos distritos de Moma, Larde, Angoche, Mogovolas, Liúpo, Meconta, Murrupula, Mongincual, Mossuril, Monapo, Muecate, Ilha de Mocambique, Nacala, Nacaroa, Memba, Erati e Cidade de Nampula.

A província da Zambézia, no centro do país, também será afetada, concretamente nos distritos de Luabo, Chinde, Inhanssunge, Mopeia, Nicoadala, Maquival, Namacurra, Maganja da Costa, Mocubela, Pebane, Mocuba, Mulevala, Gilé e Cidade de Quelimane e a província de Sofala principalmente nos distritos de Cheringoma e Marromeu.

Face a esta situação, o Instituto Nacional de Meteorologia apela para a tomada de precauções.

Os transportadores de passageiros ameaçam paralisar as actividades se o preço do combustível voltar a subir. Para evitar a situação, a Federação Moçambicana das Associações dos Transportes Rodoviários (Fematro) entende que o Governo deve subsidiar o sector.

Na quinta-feira, a Associação Moçambicana de Empresas Petrolíferas voltou a queixar-se da insustentabilidade do negócio e avisou que as gasolineiras podem suspender o fornecimento do combustível.

Por sua vez, a Federação Moçambicana das Associações dos Transportes Rodoviários, que há muito reclama de altos custos para continuar a transportar os cidadãos, ouviu as empresas petrolíferas e, também, considerou que só o Executivo pode evitar a paralisação da actividade. “Se voltar a subir o preço do combustível e o Estado não puder ajudar, o sector de transporte vai ter que parar”, Afirmou.

Falando no programa Noite Informativa da STV, o porta-voz da Fematro, Alexandre Gove, disse que a população deve se preparar para enfrentar dias difíceis. “O que nós devemos dizer é que a preparação deve ser em como fazer para andar se de facto não podermos ter a resposta”.

Alexandre Gove sustentou a posição da sua agremiação com alguns cálculos. “Nós em 2017 tivemos um aumento do preço do transporte no valor de quatro meticais, mas nem dois meses ficamos o preço do combustível também aumentou, e nesse aumento perdemos automaticamente sete meticais do preço anterior. Este ano o aumento do transporte foi de três meticais e dos combustíveis nove, e perdemos automaticamente seis meticais.

A reclamação da Fematro tem igualmente a ver com o custo de acessórios para os transportes.

A Ministra da Educação e Desenvolvimento Humano referiu-se, esta sexta-feira, em Maputo, ao papel que a escola deve desempenhar para que o livro e a leitura sejam factores de desenvolvimento intelectual dos alunos.

O livro é um instrumento fundamental para a aprendizagem, para o desenvolvimento cognitivo, intelectual e cultural das crianças, jovens e adultos. Por isso mesmo, o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano não deixou passar a efeméride do Dia Mundial do Livro e dos Direitos do Autor em branco. Na Escola Solidariedade, Bairro Mavalane, na Cidade de Maputo, Carmelita Namashulua dirigiu-se aos alunos, pais e encarregados de educação e aos professores, de modo que todos colaborem na promoção da leitura.

Namashulua disse que o MINEDH está alinhado ao mundo na assunção de que o livro é um instrumento fundamental para o exercício da cidadania, dos direitos civis, políticos e sociais, razão pela qual concebeu o Plano Nacional de Acção de Leitura e Escrita, com o objectivo de promover a melhoria dos níveis de aprendizagem da leitura e escrita, através da criação de condições favoráveis para o desenvolvimento do gosto pela leitura na escola, na família e na comunidade.

Nessa perspectiva, o MINEDH, em coordenação com os Serviços Provinciais de Assuntos Sociais e os seus parceiros de cooperação, tem capacitado promotores de leitura e escrita nas escolas para que possam contribuir na dinamização do hábito de leitura e escrita dos alunos, com o envolvimento dos Conselhos de Escola entre outros membros da comunidade escolar. “Queremos convidar, mais uma vez, aos professores, pais e encarregados de educação para que ofereçam livros às crianças, criem nelas o hábito de frequentarem as bibliotecas, contribuindo assim para a criação do gosto de leitura na escola, em casa, na comunidade e em todos os locais”.

Na véspera do Dia Mundial do Livro e dos Direitos do Autor, esta sexta-feira, dia 22 de Abril, na Escola Solidariedade, no Bairro Mavalane, a Ministra Carmelita Namashulua disse ainda que incluir o livro e a leitura no dia-a-dia do aluno, na rotina familiar e na comunidade de leitores é um contributo essencial para fortalecer a unidade na diversidade cultural do povo moçambicano, considerando o rico mosaico cultural e linguístico do país.

Discursando na Escola Solidariedade, Carmelita Namashulua observou que os livros e a leitura constituem ferramentas importantes para a aprendizagem, já que facilita o trabalho dos professores no desenvolvimento das actividades pedagógicas: “um aluno que lê vários livros desenvolve os seus conhecimentos com muita facilidade e amplia a sua cultura geral, tornando-se criativo e inovador e passa a utilizar de forma efectiva a informação em todas as dimensões da vida”. E, dirigindo-se directamente aos alunos, disse: “Meninos, quero aqui exortar a todos vós para se empenharem e massificarem o hábito de leitura, pois é através dela que logramos vários benefícios, como sejam a ampliação da capacidade de aprender mais, aumenta o coeficiente de inteligência, aumenta a cultura geral e desenvolve a capacidade de busca de soluções para a vida no dia-a-dia. Um aluno que lê aprende com muita facilidade, daí que tira boas notas, fica sempre em vantagem do que aquele que não lê”.

Para a Ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, é importante que a escola coordene acções ou crie lugares dedicados à leitura, ou clubes de leitura nos espaços escolares ou perto que incentivem a leitura e escrita, com os animadores, para que se possa estabelecer uma articulação entre a escola e as famílias, grupos de interesse e outras instituições.

Por fim, sublinhou a Ministra, “este dia especial da leitura e do livro, queremos render homenagem aos nossos percursores da arte de escrever e não só, designadamente, António Rui de Noronha, Noémia de Sousa, Rui Nogar, José Craveirinha, Marcelino dos Santos, Luis Bernardo Honwana, Machado da Graça, Fátima Langa, Mia Couto, Ungulani ba ka Khosa, Paulina Chiziane, Calane da Silva, entre outros”.

De acordo com o prognóstico do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), espera-se que o dia de hoje seja de temperatura fria a fresca em quase todo o país, com máximas entre 25 e 30 graus. Na mesma sequência, o prognóstico aponta para a possibilidade de queda de chuva e vento a soprar, por vezes, com rajadas em algumas capitais provinciais.

Em graus Celsius, as cidades de Maputo, Xai-Xai, Inhambane e Vilanculo, na zona sul do país, poderão registar temperaturas máxima de 27, 28, 29 e 29 e mínimas de 19, 17,  22 e 21, respectivamente.

Para as cidades da Beira, Chimoio, Tete e Quelimane prevêem-se máximas de 27,25, 28 e 30 e mínimas de 24, 16, 24 e 25 graus Celsius, respectivamente.

As cidades da Nampula, Pemba  e Lichinga poderão registar máximas de 25, 30 e 25 e mínimas de 21, 23  e 14 graus, respectivamente.

A COVID-19 agudizou a situação de violência contra a mulher e dos casamentos prematuros, quer em Moçambique, quer na República do Malawi, segundo deram a conhecer, esta sexta-feira, as Primeiras-Damas dos dois países. Para Isaura Nyusi e Mónica Chakwera, as igrejas devem promover a mudança de comportamentos e ao Governo cabe a retenção da rapariga na escola.

A violência contra a mulher e criança é um mal que transcende fronteiras, por isso, buscando estratégias e partilhando experiências de vivências e políticas, esta sexta-feira, numa única sala, homens e mulheres religiosos de Moçambique e do Malawi juntaram as suas vozes para dizer basta à violência doméstica.

“Entre as acções realizadas, inclui-se a aprovação de instrumentos jurídicos, sobre matérias como a Lei de Combate à Violência Doméstica, praticada contra a mulher, e Lei de Combate às Uniões Prematuras”, disse a Primeira-Dama de Moçambique, durante o seu discurso.

Apresar da existência destes instrumentos legais, Isaura Nyusi reconheceu ainda haver violência contra a mulher e o facto agudizou-se devido à pandemia da COVID-19, por conta do confinamento a que as mulheres e crianças, na sua maioria, estavam sujeitas. Por isso, apelou para maior envolvimento das confissões religiosas.

“A religião é um veículo para a formação técnica e de amor e, neste aspecto, as confissões religiosas assumem um papel fundamental a este respeito. Queremos continuar a contar convosco nesta batalha”, instou Isaura Nyusi.

Chamada a intervir, a Primeira-Dama da República do Malawi, Mónica Chakwera, disse que a protecção da mulher é também preocupação do seu país e que é preciso ultrapassar algumas crenças religiosas que colocam a mulher numa posição de vulnerabilidade.

Algumas comunidades normalizam a violência contra a mulher e os casamentos prematuros com base nalgumas crenças, por isso o seu país tem apostado na divulgação de políticas que influenciem as raparigas a apostarem na educação.

“Como eu disse, é uma questão cultural, mas devemos aprender que, mesmo se a rapariga estiver grávida, ela deve estar na escola. É no que estamos a trabalhar no nosso país. É difícil, mas está a surtir efeito e há avanços”, partilhou a Primeira-Dama malawiana, para depois acrescentar: “Elas devem ir o mais longe que puderem, porque, quando terminam o ensino secundário, estarão em condições de tomar uma decisão correcta”.

As duas Primeiras-Damas falavam, esta sexta-feira, durante o simpósio inter-religioso sobre o papel das confissões religiosas na prevenção e combate à violência doméstica contra a mulher e às uniões prematuras.

A presença de Mónica Chakwera no referido evento enquadra-se na visita presidencial de Lazarus Chakwera a Moçambique.

O Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos quer acabar com as igrejas clandestinas no país, com a aprovação, pelo Conselho de Ministros, da Proposta de Lei de Liberdade Religiosa e de Culto.

Moçambique assiste, a cada dia que passa, ao surgimento de igrejas e seitas religiosas, com finalidades pouco claras, funcionando, algumas delas, ilegalmente.

Para frear o mal, o Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos quer acabar com as igrejas clandestinas no país e, para tal, o Conselho de Ministros já aprovou a Proposta de Lei de Liberdade Religiosa e de Culto.

“Entendemos que é um instrumento necessário e que só peca por chegar tarde. Este vem dizer quais são os procedimentos para que se criem as confissões religiosas; onde elas devem operar e quem deve dirigi-las; e quais são os requisitos para dirigir uma igreja. Então, a Lei vem responder a algumas destas questões”, explicou Helena Kida, ministra da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos.

Helena Kida disse ainda que existem confissões religiosas que apresentam dados falsos para confundir a justiça e agir contra a Lei.

“Nos papéis, vem tudo claro dizendo onde elas querem operar e onde terão a sua sede, mas, depois, nos apercebemos de que não estão a proceder no local previamente indicado. Então, esta Lei vem, de certa forma, blindar a justiça desta fragilidade, que até dificulta o nosso papel. Nós, como Governo, não determinamos como vão e o que vão orar; temos, sim, o papel de ordenar, saber quem são, onde estão e o que é que estão a fazer”, explicou.

Kida garante que a proposta de Lei de Liberdade Religiosa e de Culto, ora aprovada, será submetida à Assembleia da República, ainda na presente legislatura, para apreciação.

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