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O País – A verdade como notícia

Falhou o prazo para a retoma da circulação da embarcação que liga a Cidade de Maputo e Ilha de KaNyaca. Ao contrário da promessa do município de Maputo, a reparação ainda não terminou.

O presidente do Conselho Municipal de Maputo fez a promessa no dia 25 de Agosto, durante uma sessão da Assembleia Municipal de Maputo.

Na altura, Eneas Comiche garantiu que até a semana antepassada os técnicos sul-africanos já teriam concluído a montagem da caixa de velocidade e do motor no sentido de a embarcação voltar a transportar passageiros.

Entretanto, a promessa não passou de palavras. A embarcação continua paralisada.

Sem gravar entrevista, uma fonte do Município de Maputo disse, à Stv, que o trabalho não foi concluído porque uma das peças importadas da África do Sul foi devolvida à retificadora. A mesma começou a ser montada nesta segunda-feira.

Enquanto os trabalhos não terminam, as viagens da Cidade de Maputo para KaNyaca continuam condicionadas.

O FIPAG diz que os danos são avultados e estão estimados em cerca de cinco milhões de Meticais. Em termos de reposição, Faquira Massalo, director do Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) fez saber que serão necessários perto de sete milhões de Meticais. A reposição dos trabalhos poderá durar pouco mais de dois dias.

Os treze mil clientes afectados na distribuição de água em Quelimane são provenientes de um total de 21 bairros, designadamente Administrativo, Kansa 1 e 2, Aeroporto 1 e 2, Piloto, Janeiro, 1 de Maio, Canecos, Chirangano, Coalane 1 e 2, Manhua, Santagua, Chuabo Dembe, Incidua, Sinacura, Torone Velho, Torone Novo, Popular e 17 de Setembro.

Os técnicos estão a trabalhar, desde o início da manhã deste domingo, ao longo da noite para a reposição da tubagem. O director do FIPAG em Quelimane falou dos prejuízos.

“Em termos de perda, podemos avançar, contando com os dias que vamos ficar parados na distribuição e fornecimento, cerca de cinco milhões de Meticais. Já em termos de reposição, estamos a avaliar, numa média, seis a sete milhões de Meticais. São danos cujos trabalhos serão extremamente delicados e sem momento certo para a sua conclusão, embora acreditemos que, dentro de 48 horas, os técnicos farão a devida reposição e aí a retoma na canalização da água aos nossos clientes”, disse Faquira Massalo, director da Área Operacional de Quelimane.

A tubagem que registou avaria está no entroncamento das avenidas Heróis de Libertação Nacional e 25 de Junho, nas proximidades do Mercado Central.

No terreno, as máquinas estão a roncar, as várias frentes estão em desdobramento, visando assegurar, o mais rápido possível, o fornecimento de água nos 21 bairros de Quelimane afectados. “A conduta é a principal, sai do maior centro distribuidor da cidade e garante água a toda Zona Cimento e alguns bairros da periferia da urbe”, precisou Massalo, a quem a empresa pede compreensão dos clientes, porquanto os trabalhos vão precisar de muita ginástica até à sua conclusão.

Aliás, num comunicado emitido pela empresa e que passamos a citar: “Pelos transtornos que esta situação poderá causar, o FIPAG pede a compreensão de todos os consumidores e reforça o seu compromisso na reposição breve do serviço de fornecimento de água às zonas afectadas até às 12 horas desta segunda-feira”.

Sabe-se que a tubagem em causa, de fibrocimento colocada na era colonial, carece de requalificação.

A província de Nampula registou o primeiro ataque terrorista na última sexta-feira. Até aqui, não há registo de mortos ou feridos, mas os insurgentes incendiaram um centro de saúde, uma escola e destruíram casas.

Desde que se iniciaram as incursões terroristas na província de Cabo Delgado, há cinco anos, é a primeira vez em que se regista um ataque em Nampula atribuído àquele grupo. As vítimas foram os populares do povoado de Kutua, localidade de Odinepa, posto administrativo de Namapa, no distrito de Eráti.

Para quem sai de Cabo Delgado e segue pela Estrada Nacional n°1, Eráti é o primeiro distrito em Nampula, pelo que é o mais próximo da zona com histórico de ataques terroristas que se iniciaram a 5 de Outubro de 2017.

A população de Odinepa disse à nossa reportagem que os insurgentes entraram no seu povoado por volta das 15 horas, posicionaram-se sem criar alaridos e, por volta das 22 horas, começaram a incendiar casas; fizeram o mesmo no posto de saúde local (que ficou totalmente destruído) e atearam fogo, igualmente, num bloco de salas de aula de uma escola construída com base em material local.

“Passaram só cinco minutos e começamos a ouvir o som das armas”, explicou Antumane Samuel, um dos aldeões, e acrescentou que ainda não tiveram notícia de feridos, mortos ou raptados.

A população está em pânico. Ao longo do troço de pouco mais de 60 km de estrada de terra batida que sai da vila de Namapa até ao povoado atacado, encontrámos famílias inteiras com trouxas na cabeça, a fazerem a caminhada de fuga para Namapa. Algumas crianças denotavam cansaço, mas, porque a insegurança é enorme, nem os pais davam espaço para descanso.

Já foram posicionados militares no terreno para garantirem a segurança. E o administrador de Eráti, Manuel Manusso, assegurou que o inimigo está a ser perseguido nas matas.

“Há trabalhos das Forças de Defesa e Segurança que estão a trabalhar no sentido de corrigir esta situação. Não estaria a exagerar se dissesse que há perseguição incessante dos malfeitores que queimaram a aldeia de Kutua”.

Com estes últimos acontecimentos, as três províncias do Norte de Moçambique já registam ataques terroristas, depois de Cabo Delgado e Niassa. O que resta saber é se são grupos que se estão a alastrar devido ao apertar da segurança ou se são pequenos elementos em fuga.

Pacientes internados no Hospital Geral José Macamo dizem estar a passar fome. As refeições chegam tarde e em quantidades reduzidas.

A denúncia chegou ao “O País” através dos funcionários da unidade sanitária, que contaram que a situação se agravou, na última semana, com a redução da quantidade de açúcar e o corte do pão no chá.

Disseram que há pacientes cujo chá e papa, feita à base da farinha de milho, chegam sem açúcar. O jornal “O País” visitou o hospital para aferir a denúncia e, dos pacientes, a queixa era a mesma; até numa conversa entre duas pacientes que estavam internadas.

“A comida daqui nem agrada”, dizia uma e a outra respondia: “O problema é que não põem sal e eu preciso de consumir muito sal por causa da minha doença, mas o pior é o chá e a papa… não põem açúcar”.

A última vez em que tomaram chá foi na quinta-feira e uma delas pediu aos seus familiares para providenciarem um termo e açúcar para poder dividir com as suas colegas.

Escapa quem tem familiares que visitam, mas os que não têm, tal como João, nome fictício de um doente que está internado desde domingo, passa mal.

“O pequeno-almoço só chega por volta das 08h ou 09h, enquanto acordamos às 05h para medicar. O nosso corpo fica sem forças e, assim, é difícil melhorar. Morremos à fome, jantar servem às 16h, enquanto tomamos medicamentos às 21h e temos a refeição subsequente no dia seguinte às 08h”, reclamou o paciente.

As queixas vão mais longe, outros disseram que “pelo menos eu, desde que cheguei no domingo, só como, no almoço, feijão e, no jantar, peixe. Se alguém me visitasse, eu não comeria isto, mas não tenho opção; o meu organismo já não aguenta…”

Disseram que as quantidades da comida também são reduzidas. Quem tem um acompanhante deve dividir o seu prato de comida.

O pão é dividido para quatro pessoas e, assim, as refeições não matam a fome. Os funcionários disseram que já questionaram os motivos e a resposta foi clara: há falta de comida no Hospital José Macamo.

“O meu doente comia, mas já não aceita comer feijão e peixe; sinto que só está a piorar, porque só come de manhã. Se eu tivesse familiares aqui, em Maputo, a situação estaria melhor”, desabafou a mãe de um paciente internado.

Sem gravar entrevista, a Direcção do Hospital José Macamo reconheceu que está a passar por problemas financeiros e está a tentar criar condições, para que os funcionários, na escala, e os doentes internados tenham o que comer.

Voltou a circular o comboio que liga Maputo e distrito de Chicualacuala, na província de Gaza, depois de dois anos paralisado devido à COVID-19. A empresa Caminhos de Ferro de Moçambique diz que a retoma vai dinamizar a vida da população.

O comboio de passageiros que liga Maputo e distrito de Chicualacuala, na província de Gaza, retomou, esta semana, dois anos após a paralisação devido à eclosão da pandemia da COVID-19.

A partir da estação central dos Caminhos de Ferro de Moçambique, na Cidade de Maputo, Helena Pedro, passageira, disse que se sente mais segura em viajar de comboio, com destino a Chicualacuala, cerca de 500 quilómetros de distância.

“A retoma é bem-vinda, até porque estamos mais seguros viajando de comboio, além de este meio ser mais barato”, disse Helena Pedro.

Comparativamente ao transporte rodoviário, o comboio é, para os utentes, mais barato. “Chapa ou machimbombo para ir a Chicualacuala está muito caro. Então, com o comboio, podemos economizar dinheiro, e isso é um alívio para todos os passageiros”, referiu Alberto Cossa.

Por outro lado, os passageiros dizem-se aliviados com a retoma da circulação do comboio, tendo em conta o índice de sinistralidade rodoviária.

A retoma do comboio, que liga Maputo e Chicualacuala, foi possível com a aquisição de mais carruagens, que permitem transportar cerca de 1800 passageiros.

“No distrito de Chicualacuala, muitas pessoas dependem deste comboio para poder desenvolver os seus negócios e ter uma fonte de sobrevivência. Então, durante o período de paralisação, viveram momentos muito difíceis”, explicou Iara Ponpisky, chefe dos Transportes de Passageiros, dos CFM.

Este ano, a empresa CFM adquiriu outros 90 veículos que serão distribuídos pelo país.

O presidente do Tribunal Supremo considera crítica a superlotação do Estabelecimento Penitenciário de Maputo. Adelino Muchanga fez esta constatação durante os encontros mantidos, recentemente, com os órgãos de Administração da Justiça, no âmbito da visita de trabalho efectuada à Província de Maputo.

O Estabelecimento Penitenciário de Maputo, superlotado, conta com uma população reclusória de três mil prisioneiros, mas a sua capacidade é de 800. Este cenário deixou, sobremaneira, preocupado o presidente do Tribunal Supremo.

“Uma vez que são vários factores que interferem para a superlotação das cadeias, temos que resolver em cadeia. Os vários factores têm que ser abordados”, disse Adelino Muchanga.

Adelino Muchanga constatou ainda que muitos reclusos, no Estabelecimento Penitenciário de Maputo, já foram julgados e condenados.

O presidente do Tribunal Supremo efectuou, esta semana, uma visita de monitoria aos Tribunais Judiciais da Província de Maputo.

Na sua deslocação, Adelino Muchanga escalou o Estabelecimento Penitenciário de Maputo e os Tribunais Judiciais dos Distritos de Boane e Matola, e reuniu-se com magistrados, oficiais de Justiça e assistentes de oficiais de Justiça e funcionários das carreiras do regime geral dos Tribunais Judiciais da Província de Maputo e com a Comissão da Coordenação da Legalidade e Justiça da Província de Maputo.

Em 2019, o Serviço Nacional Penitenciário (SERNAP) divulgou dados que indicavam que estavam, na altura, nas cadeias do país, mais de 19 800 reclusos em 139 estabelecimentos prisionais.

Nos cálculos dos serviços penitenciários, deveriam estar encarcerados, nestes estabelecimentos prisionais, cerca de 8400.

O Gabinete Provincial de Combate à Corrupção da Zambézia (GPCCZ)  está a investigar um caso de alegado desvio de dinheiro, que estava destinado a pagamento de comparticipação aos fiscais florestais e faunísticos, resultante de diversas multas aplicadas no período 2014–2020.

Suspeita-se que o valor tenha sido desviado para aquisição de uma viatura protocolar da delegação provincial da Agência Nacional de Controlo da Qualidade Ambiental (AQUA). Em causa, segundo apurou o “O País”, estão três milhões de Meticais.

Inicialmente, os fundos de comparticipação dos fiscais saíam da Direcção Provincial do Plano e Finanças para a Direcção da Agricultura, instituição que geria os fiscais florestais e faunísticos. Sucede que, com a entrada do programa de governação descentralizada, os fiscais que pertenciam ao sector da agricultura passaram para a Direcção Provincial de Terra e Ambiente. Mais tarde, passaram à tutela da AQUA, instituição para onde supostamente foram canalizados os referidos valores.

Suspeita-se que, em vez de se fazer o pagamento aos fiscais beneficiários, num valor na ordem de três milhões de Meticais, proveniente do Fundo de Comparticipação dos fiscais da  AQUA da Zambézia, se tenha desviado o mesmo para compra de uma viatura protocolar.

Uma petição a que “O País”  teve acesso  deu entrada ao Gabinete Provincial de Combate à Corrupção da Zambézia com detalhes sobre os factos ocorridos, sendo que ao todo são dois processos que correm o seu termo.

“Recebemos uma participação de funcionários da AQUA, mas não trazia elementos contundentes, pelo que decorrem diligências no sentido de se averiguar se tais factos correspondem à verdade. Correspondendo à verdade, vai-se apurar o grau de envolvimento e determinar que tipo de ilicitude existe nestas práticas”, disse o porta-voz do Gabinete Provincial de Combate à Corrupção da Zambézia, Edson Pen.

O “O País” sabe que são cerca de 50 fiscais que clamam pelo pagamento de seus ordenados no período compreendido entre 2014 e 2020.

Contactado pelo “O País” para dar a sua versão, o delegado da Agência Nacional de Controlo da Qualidade Ambiental na Zambézia recusou-se a falar sobre este assunto.

“Existem dois processos relacionados com a AQUA que correm termos no Gabinete Provincial de Combate à Corrupção. Todos os processos estão na fase de instrução com vista à recolha de elementos de prova. Dos dois processos, um está relacionado com a contratação pública. Neste capítulo, fala-se de irregularidades para aquisição desta mesma viatura. O outro tem a ver com supostas interferências de figuras cujos nomes não são referenciados nas actividades dos fiscais e envolve funcionários da AQUA”, explicou Edson Pen.

Devido à corrupção na Função Pública, o Estado perdeu, no primeiro semestre deste ano, mais de 20 milhões de Meticais.

O Hospital Central de Maputo (HCM) está preocupado com o aumento de doenças não transmissíveis, devido à má nutrição. Alguns pacientes chegam à unidade sanitária em estado grave.

Lacerda Júnior, internada no Hospital Central de Maputo (HCM), devido a doenças cardiovasculares, visitou a feira de nutrição para saber dos cuidados com a alimentação.

“Vim cá para ter explicação de como posso alimentar-me estando com doença cardiovascular. Explicaram-me que tenho de evitar comer carnes com gordura e tirar pele da carne; fiquei satisfeita com a explicação”, disse Lacerda Júnior.

A situação da má nutrição nos pacientes que chegam ao HCM é descrita como preocupante. “Infelizmente, a situação não é muito boa, os números são cada vez mais crescentes, não é só em Moçambique ou África, mas no mundo inteiro. Isto é um problema de saúde pública que preocupa todos. Temos tido casos de doenças não transmissíveis derivados de má nutrição”, avançou Orlanda Dias, responsável do Serviço de Alimentação, Nutrição e Diética no HCM.

A feira de nutrição, que decorreu no recinto do HCM, é alusivo à celebração do Dia do Nutricionista que se assinala a cada 31 de Agosto.

O Conselho Municipal da Cidade de Maputo pretende montar depósitos de máscaras usadas, a serem recicladas e transformadas em objectos para beneficiar a população.

A máscara de protecção facial já foi um dos principais meios de defesa contra COVID-19. Entretanto, com o passar do tempo, grande parte das máscaras foi sendo descartada de forma inadequada, causando, deste modo, a poluição ambiental, marinha e não só.

Segundo o ambientalista Rui Silva, as máscaras descartáveis levam cerca de 400 anos para se decompor e contêm pequenas partículas de plástico, que, quando consumidas pelos peixes, terminam no organismo humano.

“Quando a máscara, à semelhança do resto do plástico, entra, por exemplo, nos oceanos, subdivide-se em microplásticos ou nanoplástico. Estas partículas entram na nossa cadeia alimentar quando o peixe que consumimos tenha consumido este plástico. O mesmo ocorre com o sal marinho. Estima-se que 90% do sal marinho, em todo o mundo, tenha pequenas partes de plásticos. Há estudos que mostram a existência de nanoplástico no nosso organismo, mas o mais grave é que cerca de 10% do plástico que ingerimos chega à nossa corrente sanguínea, o que pode originar doenças graves”, detalhou Silva.

Para reduzir a poluição causada pelas máscaras descartáveis, o Conselho Municipal da Cidade de Maputo pretende montar pontos de descarte, como forma de sensibilizar a sociedade a pautar por acções amigas do ambiente.

Na cerimónia de apresentação do projecto, foram colocados dois exemplos em dois postes de transformação eléctrica, no fim da avenida Guerra Popular. A vereadora de Saúde e Acção Social no Município de Maputo, Alice de Abreu, explica como vai funcionar o processo, desde a recolha até ao produto fruto da reciclagem.

“Temos técnicos capacitados para fazer a recolha segura destas marcas. Após a recolha, as máscaras serão transportadas para um destino intermédia onde aguardaram até passar o período de risco de contaminação. Depois disso, as máscaras passarão por processos técnicos, até se obter objectos comercializáveis”, explicou Alice de Abreu.

A vereadora de Saúde e Acção Social no Município de Maputo esclareceu ainda que a iniciativa vai gerar fontes de renda para os munícipes, pois a comunidade é que vai aplicar preço e vai fazer a venda, permitindo geração de renda.

A edilidade espera montar, até ao fim deste mês, cerca de cem unidades do equipamento em todos os bairros do Distrito Municipal KaMpfumo, mas, a longo prazo, espera-se abranger toda a capital.

Os munícipes apreciam positivamente a iniciativa, visto que servirá para consciencializar as pessoas e proteger o ambiente.

“A ideia é boa e interessante, pois não é bom descartar a máscara em locais inadequados, como no chão”, disse Aurora Cumbane, munícipe.

“A ideia é de louvar, porque assim incentivamos as pessoas ao optarem pelo descarte correcto da máscara, como são estes pontos distribuídos pela cidade”, concordou Valéria Rinaldine, outra munícipe.

Para o ambientalista Rui Silva, ainda que o projecto tenha sido implementado depois de o Presidente da República ter anunciado, esta quarta-feira, o fim do uso obrigatório de máscaras de protecção facial, em todos os espaços públicos fechados, excepto nos transportes de passageiros, hospitais, farmácias e outros locais, será bem-sucedido, pois ainda haverá muitas máscaras a circular no país.

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