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O País – A verdade como notícia

O Presidente da República acaba de falar à Nação, no âmbito da situação actual da COVID-19. Filipe Nyusi manteve todas as medidas anunciadas na última comunicação, mas há oito alterações, entre as quais se destaca a não obrigatoriedade do uso da máscara.

Entretanto, a máscara não é dispensável para pessoas com sintomas sugestivos para COVID-19, nos hospitais, laboratórios, farmácias, lares de idosos e aviões comerciais. Em relação aos transportes públicos, o Estadista apela para o bom senso.

“Não é obrigatório usar máscara, mas cada um sabe que os transportes públicos são locais fechados e é preciso ter cuidado”, apelou.

Ainda hoje, Nyusi anunciou que deixa de haver limite de participantes nas cerimónias fúnebres. “Mas, nos casos em que a vítima tenha morrido por COVID-19, há limite”, realçou.

Em relação aos viajantes que chegam ao país, devem apresentar certificado de vacinação ou teste negativo de 72 horas de validade ou vão fazer teste de despiste. Mas crianças até 11 anos de idade estão isentas de apresentar teste negativo da COVID-19 para entrar no país.

Antes de terminar a sua comunicação, o Chefe do Estado apelou para a adesão à vacinação. “Contamos com todos os moçambicanos para continuar a travar esta batalha contra a COVID-19 no nosso país”, disse.

Na comunicação anterior, em Abril passado, Filipe Nyusi anunciou o fim da Situação de Calamidade Pública.

Nos próximos dois anos e meio, o Governo vai desembolsar três biliões de Meticais para requalificar os laboratórios de produção de vacinas e campos de multiplicação de sementes, segundo o Presidente da República, que falava na abertura do Primeiro Simpósio de Pesquisa Agrária.

Até ao fim deste mandato, o Governo vai, de forma faseada, desembolsar três biliões de Meticais para melhorar a vacinação de animais e a multiplicação de sementes. O Presidente da República diz que “este investimento parte da convicção de que a transformação deste sector começa com a ligação da investigação e produção por meio dos extensionistas.

Filipe Nyusi acrescentou: “Uma parte desse valor, cerca de 5%, já está a circular nos laboratórios. A qualquer momento, voltaremos a fazer entrega de laboratórios modernos. Não temos muito tempo, temos de correr como estafetas”, concluiu.

O Chefe de Estado reconhece que os prazos estabelecidos para a requalificação dos laboratórios são curtos.

“Temos a consciência de que não vamos resolver em dois anos e meio, mas temos de começar a correr.”

Segundo o Presidente da República, as províncias de Manica e Niassa vão começar a produzir trigo, depois de terem sido feitas pesquisas do potencial de produtividades em Lichinga, Sussundenga e Báruè.

Filipe Nyusi falou, ainda, das actividades do SUSTENTA e disse que as críticas feitas ao programa são necessárias.

O Presidente da República falava esta quarta-feira, na abertura do Primeiro Simpósio de Pesquisa Agrária, organizado Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural, em KaTembe.

O preço do transporte aumentou 60 Meticais na rota Xipamanine-Magude, em Maputo. O novo preço é 260 Meticais. Segundo os transportadores a tarifa foi aprovada em 2021 mas não era aplicada.

Primeiro, os transportadores da rota inter-distrital Xipamanine-Magude decidiram parquear as suas viaturas, na sexta-feira, por considerarem a tarifa cobrada insustentável. E, nesta terça-feira, não viram outro caminho senão agravar o preço.

Silvestre Ntimane, um dos fiscais alocados a esta rota confirmou a nossa reportagem que o problema já foi resolvido e que já é aplicada uma nova tarifa.

“Os nossos superiores reuniram no dia da paralisação e no sábado começamos com os novos preços, conbraNdos actualmente 200 Meticais. Até agora tudo voltou ao normal”, avançou.

Já os passageiros ficaram surpresos com o agravamento.

“Eu cheguei aqui sem saber mas porque queria viajar tive que pagar. Este aumento do preço do chapa não ajuda”, disse António Raul, nome fictício, e acrescentou: “quem chega aqui sem saber do novo preço, eles não transportam”.

A situação fica mais difícil para quem viaja, diariamente, por razões laborais. É o caso de Alfredo Rafael, que vai passar a gastar 520 Meticais, mas não só “ ao chegar em Magude pego outro transporte e lá também sobem os preços”.

O novo preço foi aprovado em 2021 pelo governo distrital de Magude, mas ainda não tinha entrado em vigor. Quem o diz é a Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO), ainda insatisfeita com a nova tarifa.

Segundo o vice-presidente da FEMATRO, Sancho Mavunja a tarifa é temporária. “Reunimos com o administrador de Magude e ele foi solidário com a nossa situação por isso voltamos a aplicar a tarifa de 2021 por enquanto”.

O preço ideal segundo os transportadores é de 280 Meticais, mais 20 face ao que entrou em vigor.

A produção da tilápia, na província da Zambézia, vai baixar este ano devido aos efeitos dos ciclones Ana e Gombe, que assolaram a província no início deste ano. As intempéries destruíram alguns tanques e gaiolas já povoados de 19 dos 22 distritos que se dedicam à produção de peixe. 

A província da Zambézia conta com pelo menos mil produtores de tilápia em cativeiro. Nos últimos anos, o número de produtores aumentou, facto que animou o sector da aquacultura. Só este ano, as previsões apontavam para uma produção de mais de 370 toneladas de peixe, mas, devido às intempéries, a produção não irá para além de 270 toneladas. Ou seja, a província da Zambézia perdeu 100 toneladas de peixe cultivadas em cativeiro.

De acordo com o chefe do Departamento Provincial de Promoção e Desenvolvimento da Aquacultura na Direcção Provincial da Agricultura e Pesca, Amândio Mandara, os ciclones Ana e Gombe destruíram tanques e gaiolas que estavam totalmente povoados.

“Com ventos fortes, muitos tanques sofreram o arrastamento dos solos e de alevinos em cativeiro. Isso fez com que a produção reduzisse em 100 toneladas este ano. Mas, na verdade, nada está perdido, até porque os níveis de produção em termos de qualidade são animadores e, por isso, continuamos a incentivar os nossos produtores a avançar”, afiançou o responsável.

Mandara fez saber ainda que, anualmente, o sector da aquacultura investe, na província da Zambézia, acima de MZM dois milhões para construir gaiolas, compra de alevinos e ração para os produtores.

O investimento, explicou, é feito, sobretudo, para aqueles produtores que pretendem iniciar a actividade, mas não tem capacidade para arrancar.

“Aplicámos os investimentos na abertura de tanques, compra de alevinos e ração numa fase inicial. Sentimos que os valores são exíguos, mas é o que o Estado pode dar neste momento. Talvez, um dia, os fundos possam vir a ser incrementados e, aí, podemos aumentar os níveis de capacidade dos tanques”, precisou Amândio Mandara.

Fernando Ngonde, que iniciou a produção de peixe tilápia este ano com quatro tanques, povoou nove mil alevinos.

O produtor conta que, como consequência das intempéries, perdeu parte da sua criação. “Estimava produzir 2000 quilogramas, mas, com as intempéries, este ano, a produção poderá atingir 1200 quilos”, lamentou.

Ngonde está animado com a produção de peixe, mas não deixa de lamentar o facto de estar a enfrentar grandes dificuldades para aquisição de ração para os animais. “Inicialmente, tive que comprar ração em Maputo. Os gastos de operações foram enormes, até porque, ao nível da província, não temos unidades de produção de ração capazes de satisfazer o mercado. Hoje, compro ração na província de Nampula, onde já existem unidades de produção capazes de satisfazer o mercado”, disse o produtor.  O Departamento Provincial de Promoção e Desenvolvimento da Aquacultura na Direcção Provincial de Agricultura e Pesca da Zambézia encoraja a produção de peixe no modelo e regime de gaiolas flutuantes. 

O Presidente da República, Filipe Nyusi, exigiu, hoje, da Electricidade de Moçambique (EDM), que as ligações de energia sejam feitas nas casas das pessoas e não apenas nas sedes distritais.

É um facto e o próprio Presidente reconheceu: Moçambique nunca antes tinha tido a taxa de crescimento de acesso à energia como a que está a ser registada nos últimos anos.

“Neste percurso de quatro décadas, a actual taxa de acesso da população à energia passou de menos de 2% para 41%, mesmo com as várias conjunturas extremamente difíceis. Ainda assim, esta taxa corresponde a 12 milhões de moçambicanos, o que revela que, apesar do excelente trabalho que a EDM está a realizar, ainda há muito trabalho por fazer”, descreveu o Presidente.

O Chefe de Estado não deixa de entender que a EDM deve ser motivo de orgulho de todos e, quiçá, por isso, ser acarinhada. Porém, Filipe Nyusi diz ser necessário que não se perca o que ainda se tem em termos de trabalho.

“Estamos a 23% de ligar energia em todas as sedes dos postos administrativos, conforme nos comprometemos e isso vai acontecer até 2014. Até lá, mais dez milhões de moçambicanas terão energia nas suas casas e comunidades pela primeira vez”, assegurou.

Entretanto, para Filipe Nyusi, o valor desta meta não está em fazer chegar a energia às sedes distritais ou postos administrativos, e sim nos impacto que terá na vida das pessoas. “Podemos pensar que estamos a distribuir, estamos a transportar, mas estava eu em contacto, porque estou sempre no campo… há postos administrativos aonde chegou a energia, mas tem de chegar lá na casa da pessoa, na sua serralharia ou restaurante; não chegar à vila e dizer que já chegou; temos de ir ao encontro, porque ele é cliente e deve pagar por isso”, exigiu.

CORRUPÇÃO NA EDM

Enquanto 2024 não chega e as promessas não se concretizam, o Presidente da República lembra que há um desafio actual que afecta instituições e várias empresas públicas: a corrupção, da qual a EDM se deve distanciar.

“A EDM deve pautar pelos princípios de honestidade na contratação de serviços, distanciando-se das práticas do nepotismo ou de troca de favores e de outros comportamentos que lesam o bom nome da empresa e a sua prosperidade”, acautelou.

MATRIZ ENERGÉTICA DIVERSA

Num contexto em que o mundo inteiro fala do abandono completo de energias fósseis, o Presidente da República pediu que a EDM seja proactiva na criação de fontes alternativas.

“Estamos numa posição demasiadamente vantajosa. Todo o tipo de energia que se produz no mundo, nós podemos produzir. Não produzimos de carvão por respeito à natureza, mas, se for necessário… Mas produzimos de água, produzimos com sol, com gás a partir daqui da Sasol e também podemos produzir com o vento”, pelo que o Presidente da República não vê espaço para que não se aposte na diversificação da matriz energética.

Aquando da criação da EDM, a 27 de Agosto de 1977, apenas 15 distritos é que tinham corrente eléctrica da rede nacional. Neste momento, todas as 154 sedes distritais já têm energia e a meta é, até 2030, todos os moçambicanos estarem ligados à rede nacional de energia eléctrica. 

O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) diz que ainda é cedo para estimar o dinheiro necessário para fazer face à época chuvosa que se inicia em Outubro próximo. A instituição reuniu-se ontem, em Maputo, com o INAM e outras entidades.

A época chuvosa e ciclónica 2022/2023 começa no mês de Outubro. Faltam aproximadamente 35 dias. Ainda assim, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres, INGD, diz que ainda é cedo para avançar qualquer dado sobre o plano de acção para evitar o drama e os estragos comuns em todos os anos.

“É ainda muito prematuro fazermos esta estimativa porque, primeiro, temos que ter as previsões climáticas sazonais para sabermos quais são os locais que poderão estar em risco de serem afectados e, dentro desses locais, qual é a população em risco, o que lá existe em termos de infra-estruturas que podem ser afectadas, qual é a sua quantificação, qual é o défice e as necessidades. Portanto, é a partir destes elementos que quantificamos o que é necessário.”

Já o director-geral do Instituto Nacional de Meteorologia refere que ainda está a trabalhar nas previsões e só a partir da próxima semana poderá partilhar informação com outros sectores, incluindo o INGD.

“Os técnicos ainda estão a trabalhar com a previsão sazonal. Muitos dados estão a ser colectados para produzir a informação meteorológica. Mas, em Setembro, na segunda semana, a previsão será divulgada para o consumo público.”

Em 2021, o Governo aprovou o Plano de Contingência quase duas semanas depois do início da época chuvosa.

É um número preocupante, de tal forma que a Procuradoria Provincial de Inhambane já manifestou a sua preocupação. Este ano, a província de Inhambane teve um registo de 7590 processos criminais relacionados com homicídios, violência doméstica e assaltos.

Os dados foram apresentados pela porta-voz da Procuradoria Provincial de Inhambane, Juliana Boa, que assegurou que o Ministério Público está a trabalhar com as comunidades locais, com vista a estancar a onda de criminalidade naquele ponto do país.

“Em Inhambane, é preocupante o número de homicídios e, nesse acto, do papel que temos feito, para sensibilizar as pessoas a não pautarem por essas vias de criminalidade, o nosso forte são mesmo as palestras. Este ano, já foram proferidas 26 palestras em toda a província”, disse Juliana Boa, para quem o “o número pode ser baixo e estamos a trabalhar no sentido de melhorarmos ou termos mais palestras”.

Do trabalho de sensibilização a ser realizado, segundo a porta-voz da Procuradoria Provincial de Inhambane, “o nosso grupo-alvo tem sido a comunidade e as escolas, porque sabemos que alguns desses infractores são estudantes”, afirmou Juliana Boa, sempre citada pela Rádio Moçambique.

SUICÍDIOS PREOCUPAM GAZA

Enquanto isso, as autoridades estão preocupadas com a onda crescente de suicídios na província de Gaza.

A título de exemplo, foram registados, há dias, dois casos sendo que o primeiro foi no distrito de Bilene, onde uma jovem de 24 anos se enforcou.

Já o segundo ocorreu no distrito de Limpopo, onde, uma vez mais com recurso a uma corda, um cidadão de 25 anos tirou a sua vida.

O chefe das Relações Públicas no Comando Provincial da Polícia da República de Moçambique, Carlos Macuácua, citado pela RM, apela às comunidades para pautarem pelo diálogo permanente nas famílias para resolver diferendos, que, na sua maioria, terminam em luto.

Edis de cinco municípios da província de Cabo Delgado, sob gestão do partido no poder, dizem que não poderão não cumprir os planos previstos para o presente mandato, devido à insurgência naquele ponto do país.

Os ataques terroristas, que sacodem a província de Cabo Delgado desde Outubro de 2017, provocaram mais de dois mil mortos, deslocados e destruição de infra-estruturas sociais e económicas público-privadas.

A insurgência afecta directa e indirectamente os planos de desenvolvimento definidos pelas autarquias, dada a fuga do seu pessoal e debandada das populações que, normalmente, procuram por abrigos seguros.

A situação é considerada grave em Mocímboa da Praia, onde ocorreu o primeiro ataque dos insurgentes há cinco anos. A vila, tomada por terroristas em Agosto de 2020 até que o exército moçambicano pusesse fim à situação quase um ano depois, está destruída e o presidente da autarquia passou quase todo o mandato fora da vila. Cerca de 62 mil pessoas abandonaram a vila costeira devido à violência armada.

“Eu tive muitas realizações, tal como a construção de estradas e alguns trabalhos que deviam ter um grande impacto na governação. Infelizmente, aconteceu o que aconteceu. O terrorismo forçou-me a abandonar a vila. Tínhamos um plano por cumprir, mas tal pode não ser cumprido por conta dos ataques”, explicou Carlos Momba, edil da Mocímboa da Praia, situado a 70 quilómetros a sul da área de construção do projecto de exploração de gás natural, em Afungi, Palma.

Ideia não diferente foi partilhada por Manuel Alavalane, presidente do Conselho Municipal de Mueda, que lamenta a situação que se vive em Cabo Delgado e que precipitou a saída de vários agentes económicos.

“Alguns empreiteiros fugiram. Os bancos fecharam e os comerciantes abandonaram Mueda. As bombas de combustível fecharam”, lamentou Manuel Alavalave, edil de Mueda.

Para o edil de Montepuez, Ecílio Chabane, os ataques terroristas trouxeram retrocesso no processo de desenvolvimento da autarquia.

“O nosso plano era construir cinco salas de aula por ano. Hoje, estamos a precisar do triplo. Temos um trabalho de limpeza de resíduos sólidos diariamente, mas hoje precisamos também de reforçar este trabalho”, notou o edil de Montepuez.

O possível incumprimento das promessas e dos planos de governação autárquica em Cabo Delgado foi anunciado durante a reunião de avaliação do desempenho dos municípios governados pela Frelimo ao nível da província.

Pemba, Montepuez, Mueda e Mocímboa da Praia são os quatro dos cinco Municípios de Cabo Delgado governados pela Frelimo.

Dezassete moçambicanos partiram, hoje, para França, onde serão formados em diferentes ramos, entre os quais petróleo e gás, Engenharia Eléctrica e Química. A iniciativa é da TotalEnergies e Embaixada da França em Moçambique.

Os primeiros 17 dos 22 estudantes moçambicanos que se beneficiam de bolsas de estudos para os níveis de licenciatura e mestrado, concedidas pela TotalEnergies, partiram, esta terça-feira, para França.

Na ocasião, os beneficiários mostraram-se satisfeitos e prometeram dar o melhor de si.

“Espero poder adquirir conhecimentos científico-técnicos, na área de Engenharia Química para, de seguida, vir aplicar no desenvolvimento de novas indústrias aqui, em Moçambique”, disse Milena Viegas, estudante beneficiária da bolsa.

“Vou fazer Engenharia Mecânica, focada no sector industrial. Assim, pretendo vir ajudar a desenvolver o ramo e o país”, reiterou Escina Cossa, estudante beneficiária da bolsa.

Juduson Matusso, natural da Beira, vai frequentar o curso de Engenharia Eléctrica e espera obter ferramentas para ajudar na expansão de energia no país.

“Escolhi a Engenharia Eléctrica, exactamente com esse propósito que é de poder contribuir na área de produção e distribuição, assim como de fontes renováveis”, disse Juduson Matusso, estudante beneficiário da bolsa.

Por sua vez, a TotalEnergies diz que a iniciativa responde às necessidades de capacitar quadros para servir o país, sobretudo nos mega-projectos.

“Depois desta formação, os jovens voltarão mais aptos para contribuírem para o desenvolvimento das suas comunidades, em empresas e os demais lugares. Esta iniciativa é definitivamente a confirmação do forte compromisso da TotalEnergies para a contribuição para o desenvolvimento de Moçambique”, afirmou Jennifer Cheveie, vice-presidente para Assuntos Corporativos da TotalEnergies.

A Embaixada da França em Moçambique realçou a importância do projecto para a juventude.

“O objectivo da TotalEnergies e da Embaixada da França não está só em formar quadros para a empresa, mas sim em tornar os jovens moçambicanos mais competentes para trabalhar noutras empresas nacionais em prol do desenvolvimento de Moçambique”, reiterou Laurent Perez-Vidal, da Embaixada da França em Moçambique.

A Embaixada da França acrescentou que o programa vai continuar todos os anos, na perspectiva de melhorar a formação dos estudantes moçambicanos.

A multi-nacional francesa atribuiu 43 bolsas de estudo, num total de 1581 candidatos, em dois anos.

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