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O País – A verdade como notícia

Uma mulher foi encontrada morta, no bairro Estouro, na cidade da Beira, depois de ter sido violada. Com este caso, contabilizam-se cinco violações naquele ponto do país, em menos de dois meses.

Uma mulher denominada Maria foi encontrada sem vida na zona de Estouro, na cidade da Beira, na madrugada desta segunda-feira, com sinais de violação.

“Ligaram-me a informar que a minha sobrinha perdeu a vida. Fomos ao local para confirmar e vimos que, de facto, era ela”, disse uma das tias da vítima, revelando que a mesma vivia na Cidade de Maputo e tinha ido à cidade da Beira por razões de negócio. “É muito difícil, para nós, lidar com esta situação, porque é assustador”.

Este é o quinto caso de violação que acontece na cidade da Beira em menos de dois meses.

“Foi-lhe amarrada uma corda no pescoço, rasgaram-lhe a roupa toda e deixaram somente a blusa. É muito triste, porque ela era uma amiga nossa na zona”, relatou Luísa Armando, uma das vizinhas da vítima.

O psicólogo clínico Hachimo Chagane disse que a situação é preocupante.

“Toda a sociedade deve envolver-se, pois existe alguma coisa que pode estar a falhar. Alguns destes violadores e abusadores fazem parte das nossas famílias e temos conhecimento de que alguma coisa não está bem. Entretanto, ficamos sem saber o que fazer”, explicou Hachimo Chagane, reiterando que “ao aperceber-se de que um dos familiares se encontra nessa situação, é importante informar a quem de direito, não para prender, mas para apoiar”, frisou Chagane.

Inconsoláveis, os moradores pedem mais patrulhamento e exigem que a justiça seja feita.

“Nos últimos dias, a movimentação da zona está demais. Temos três barracas e ficam muito cheias com pessoas de diferentes lugares. Então, ficamos sem saber quem são os violadores”, disse Amina Bope, vizinha da vítima.

A vítima tinha 28 anos e deixou dois filhos.

Seis indivíduos foram detidos quando tentavam transportar droga de Maputo para a África do Sul. Os indiciados têm relação com detenções ocorridas há duas semanas, na Beira, onde foram encontrados mais de 700 quilogramas de metanfetamina.

Seis homens preparavam-se para transportar 50 quilogramas de droga do tipo metanfetamina para a África do Sul, quando foram detidos numa residência do bairro Khongolote, na Cidade de Maputo.

Esta é a segunda apreensão em menos de um mês e tem conexão com a outra que ocorreu no dia 03 de Outubro corrente, onde foram encontrados 739 quilogramas de droga do mesmo tipo.

O grupo é composto por três tanzanianos, dois nigerianos e um moçambicano. Os seis detidos viajaram, esta segunda-feira, para a cidade da Beira, para se juntar ao resto dos suspeitos sob investigação.

A porta-voz do SERNIC em Sofala, Lurdes Cuchama, diz que “foi possível a apreensão da respectiva droga numa casa onde se preparava o transporte para a África do Sul”.

A droga era embalada em recipientes plásticos. Um dos acusados diz que “não sabia o que havia dentro dos pacotes, eu só ia fazer o transporte da mercadoria” e nega todas as acusações.

A metanfetamina é uma droga ilícita e faz parte da mesma categoria da cocaína e da heroína. O seu consumo prolongado pode causar, entre outras complicações, ansiedade excessiva e transtornos de personalidade.

O pagamento das compensações aos transportadores deverá começar ainda esta semana. A garantia é do vice-presidente da Federação Moçambicana das Associações dos Transportes Rodoviários, que diz, também, que a agremiação procura soluções para a falta de transporte em KaTembe.

Já há uma luz verde para a compensação aos transportadores, mas nem todos poderão recebê-la. “Temos a promessa de que, ainda esta semana, poderá começar. Seria bom se todos estivessem legalizados. Temos um certo número de transportadores que não estão legalizados, apesar de se terem aberto algumas facilidades para o licenciamento. Infelizmente, alguns não aderiram, e os que não aderiram não vão ter direito à compensação”, observou Baptista Macuvele, vice-presidente da FEMATRO.

O vice-presidente da Federação Moçambicana dos Transportadores Rodoviários reagiu, igualmente, sobre a falta de transporte no distrito Municipal de KaTembe, sobretudo a partir das 19 horas.

“Está-se a trabalhar com as associações de KaTembe e com a respectiva cooperativa no sentido de se encontrar um meio-termo para a resolução do problema”, disse Macuvele, sem, no entanto, avançar com datas.

A Associação dos Transportadores de KaTembe tinha dito que não era rentável colocar autocarros a circular até às 19h, porque não há passageiros.

A Procuradoria Provincial de Cabo Delgado está a investigar os gestores do município de Pemba, capital de Cabo Delgado, por suspeita de corrupção no concurso público de contratação de empreiteiro para a construção da estrada ANE-Chuiba.

“Recebemos uma denúncia anónima e estamos a investigar, para ver se não existem infracções de natureza criminal, como é o caso de corrupção, porque entendemos que, havendo irregularidades como as que foram relatadas na denúncia, é possível que tenha ocorrido, também, o crime de corrupção como quaisquer outros crimes”, revelou Gilroy Fazenda, porta-voz da Procuradoria Provincial de Cabo Delgado.

Entretanto, enquanto decorrem investigações, com base na denúncia, a Procuradoria abriu um processo administrativo devido à gravidade de irregularidades arroladas no documento.

”Neste momento, decorre um processo em fase de instrução contra os gestores do município para efeitos de responsabilização financeira, por entendermos que houve infracções de natureza financeira”, confirmou Gilroy Fazenda.

Além da estrada ANE-Chuiba, a procuradoria está a investigar outros casos relacionados com crimes de corrupção no município de Pemba, onde o respectivo edil não se mostrou disponível a reagir sobre o processo administrativo aberto contra os gestores municipais.

Na sua última visita à província de Manica, o Presidente da República, Filipe Nyusi, alertou que estava a ocorrer naquele ponto do país o recrutamento de jovens para engrossar as fileiras terroristas, que, há mais de cinco anos, semeiam pânico em Cabo Delgado.

Nyusi referiu que, apesar dos esforços para “empurrar” jovens para a insurgência, os terroristas têm estado a redundar no fracasso, uma vez que esta camada social tem estado a mostrar resistência em se alinhar às fileiras criminosas.

“Aqui em Manica, eles estão à procura, para levar miúdos para lá (para Cabo Delgado). Só que estão a ter muitos problemas aqui em Manica”, disse Nyusi, para quem os jovens da província são vigilantes e sérios.

Como que a fazer fé nas palavras de Filipe Nyusi, as autoridades do bairro Centro Hípico, arredores da cidade de Chimoio, “abortaram” o recrutamento de 14 jovens que, supostamente, engrossariam as fileiras terroristas.

O líder daquele bairro, Bernardo Canazache, revelou que, semana passada, uma mulher de nacionalidade Zimbabueana contactou alguns jovens de um grupo cultural da zona, para alegadamente viajar a Inhambane onde esperariam por “patrões” que viriam de Cabo Delgado levá-los para emprego em empresas que não revelou.

“Informaram-me que estavam para ser levados com uma mulher zimbabueana. Perguntei se já conheciam lá (Cabo Delgado), e se lhes foi dado algum dinheiro. Responderam que foram contratados pela mulher e que seriam levados por brancos para Cabo Delgado, e são trinta brancos”, contou Canazache.

De acordo com o líder, tais jovens decidiram contar o sonho de ter emprego, que, na sua óptica, já se estava a concretizar, e este alertou as autoridades policiais que trataram de prender a referida cidadã.

Neste momento, segundo referiu, o caso está sob investigação, mas resultados preliminares, que estão na sua posse, indicam que os jovens já estavam na rota de tráfico para fins terroristas.

O fenómeno já começa a preocupar as autoridades municipais, de tal maneira que o edil de Chimoio, João Ferreira, juntou, esta segunda-feira, jovens de vários bairros da cidade para apelar à vigilância.

“Quando virmos uma pessoa estranha, temos que dizer ‘aquele ali é estranho, aquele ali temos que controlar’. Como é que se explica que alguém que só vem com uma garrafa de água, pouco tempo depois, já é empresário? Como se explica isso? Não queremos isso na nossa cidade de Chimoio”, referiu Ferreira, perante centenas de jovens que aderiram ao encontro.

O suposto recrutamento de jovens para o terrorismo na cidade de Chimoio ocorre numa altura em que a insurgência começa a alastrar-se para outras províncias, como é o caso até agora, de Nampula e Niassa.

O prognóstico do Instituto Nacional de Meteorologia ( INAM), para esta terça-feira, aponta para  ocorrência de tempo quente. A cidade Tete poderá registar a temperatura mais elevada de hoje, de  38 graus.

Assim, as cidades de Maputo, Xai-xai, Inhambane e Vilankulo poderão registar máximas de 28, 28, 29 e 30 graus Celsius, e mínimas de 22,20,24 e 23, respectivamente.

Para as cidades da zona centro do país, Beira,Chimoio, Tete e Quelimane, a previsão é de máximas a atingirem 31,31,38 e 32 e mínimas de 22,15,25 e 22 graus, respectivamente.

Já para as cidades na região nortenha de Moçambique, prevêem-se máximas de  33,30 e 28  e mínimas de 21,26 e 14 graus Celsius, respectivamente.

Na sua última visita à província de Manica, o Presidente da República, Filipe Nyusi, alertou que estava a ocorrer naquele ponto do país o recrutamento de jovens para engrossar as fileiras terroristas, que, há mais de cinco anos, semeiam pânico em Cabo Delgado.

Nyusi referiu que, apesar dos esforços para “empurrar” jovens para a insurgência, os terroristas têm estado a redundar no fracasso, uma vez que esta camada social tem estado a mostrar resistência em se alinhar às fileiras criminosas.

“Aqui em Manica, eles estão à procura, para levar miúdos para lá (para Cabo Delgado). Só que estão a ter muitos problemas aqui em Manica”, disse Nyusi, para quem os jovens da província são vigilantes e sérios.

Como que a fazer fé nas palavras de Filipe Nyusi, as autoridades do bairro Centro Hípico, arredores da cidade de Chimoio, “abortaram” o recrutamento de 14 jovens que, supostamente, engrossariam as fileiras terroristas.

O líder daquele bairro, Bernardo Canazache, revelou que, semana passada, uma mulher de nacionalidade Zimbabueana contactou alguns jovens de um grupo cultural da zona, para alegadamente viajar a Inhambane onde esperariam por “patrões” que viriam de Cabo Delgado levá-los para emprego em empresas que não revelou.

“Informaram-me que estavam para ser levados com uma mulher zimbabueana. Perguntei se já conheciam lá (Cabo Delgado), e se lhes foi dado algum dinheiro. Responderam que foram contratados pela mulher e que seriam levados por brancos para Cabo Delgado, e são trinta brancos”, contou Canazache.

De acordo com o líder, tais jovens decidiram contar o sonho de ter emprego, que, na sua óptica, já se estava a concretizar, e este alertou as autoridades policiais que trataram de prender a referida cidadã.

Neste momento, segundo referiu, o caso está sob investigação, mas resultados preliminares, que estão na sua posse, indicam que os jovens já estavam na rota de tráfico para fins terroristas.

O fenómeno já começa a preocupar as autoridades municipais, de tal maneira que o edil de Chimoio, João Ferreira, juntou, esta segunda-feira, jovens de vários bairros da cidade para apelar à vigilância.

“Quando virmos uma pessoa estranha, temos que dizer ‘aquele ali é estranho, aquele ali temos que controlar’. Como é que se explica que alguém que só vem com uma garrafa de água, pouco tempo depois, já é empresário? Como se explica isso? Não queremos isso na nossa cidade de Chimoio”, referiu Ferreira, perante centenas de jovens que aderiram ao encontro.

O suposto recrutamento de jovens para o terrorismo na cidade de Chimoio ocorre numa altura em que a insurgência começa a alastrar-se para outras províncias, como é o caso até agora, de Nampula e Niassa.

Moçambique pretende reduzir ainda mais a desnutrição crónica em menores de cinco anos de idade. Para o efeito, foi lançada, hoje, em Nampula, a campanha “Crescer bem”, que tem como objectivo promover a educação nutricional.

Coube à Primeira-Dama de Moçambique, Isaura Nyusi, proceder ao lançamento da campanha de educação nutricional “Crescer Bem”, na vila sede de Nametil, distrito de Mogovolas, alusivo ao Dia Internacional da Mulher Rural.

Em Moçambique, o difícil crescimento associado ao baixo peso das crianças menores de cinco anos é um grande problema de saúde pública. A estatística mostra que em média nacional, 38% das crianças dos zero aos cinco anos sofrem de desnutrição crónica e Nampula está muito acima, com 46,7%.

E porque os números ainda são altos, o Gabinete da Primeira-Dama da República lidera a campanha “Crescer bem”, que foi lançada esta segunda-feira, em Nampula, devendo, nos próximos cinco anos, apostar na educação nutricional em todas as províncias do Centro e Norte do país.

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação identificou dois problemas que podem comprometer o alcance de um desenvolvimento sustentável no mundo.

Mas a aposta no abastecimento de água e no aumento da produção agrícola nos últimos anos permitiu alcançar melhores resultados na luta contra a desnutrição, comparativamente ao cenário anterior.

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, o Fundo das Nações Unidas para a Infância e a Agência Japonesa para o desenvolvimento Internacional são os parceiros de financiamento da campanha “Crescer bem”.

A Procuradoria Provincial de Cabo Delgado está a investigar os gestores do município de Pemba, capital de Cabo Delgado, por suspeita de corrupção no concurso público de contratação de empreiteiro para a construção da estrada ANE-Chuiba.

“Recebemos uma denúncia anónima e estamos a investigar, para ver se não existem infracções de natureza criminal, como é o caso de corrupção, porque entendemos que, havendo irregularidades como as que foram relatadas na denúncia, é possível que tenha ocorrido, também, o crime de corrupção como quaisquer outros crimes”, revelou Gilroy Fazenda, porta-voz da Procuradoria Provincial de Cabo Delgado.

Entretanto, enquanto decorrem investigações, com base na denúncia, a Procuradoria abriu um processo administrativo devido à gravidade de irregularidades arroladas no documento.

”Neste momento, decorre um processo em fase de instrução contra os gestores do município para efeitos de responsabilização financeira, por entendermos que houve infracções de natureza financeira”, confirmou Gilroy Fazenda.

Além da estrada ANE-Chuiba, a procuradoria está a investigar outros casos relacionados com crimes de corrupção no município de Pemba, onde o respectivo edil não se mostrou disponível a reagir sobre o processo administrativo aberto contra os gestores municipais

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