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O País – A verdade como notícia

Morreu, ontem, vítima de doença, Setina Titosse, antiga Presidente do Conselho de Administração do Fundo de Desenvolvimento Agrário.

De acordo com informações colhidas pelo nosso jornal, Setina Titosse teve um mau estar que a levou ao hospital na segunda-feira e, na terça-feira, veio a perder a vida.

Para já, ainda não há muitos detalhes sobre a morte de Setina Titosse e nem das cerimónias fúnebres. Os familiares optaram pela privacidade e prometem partilhar mais informações, oportunamente.

A antiga PCA foi condenada, em 2017, a 16 anos de prisão por estar envolvida no desvio de 170 milhões de meticais, o equivalente a 2,5 milhões de dólares.

As valas de drenagem estão entupidas de lixo e capim na Cidade de Maputo, o que impede a passagem da água. A situação aumenta o drama criado pela chuva.

Arbustos e capim alto no meio da vala de drenagem dificultam a passagem da água de chuva nas valas da Avenida Joaquim Chissano e da Praça 16 de Junho, na Cidade de Maputo.

“A limpeza feita nestas valas, fazem de forma superficial só para o inglês ver, como dizem. As pessoas que trabalham nesse meio não estão satisfeitas com os salários que recebem”, lamentou o munícipe.

Alberto Macuacua, residente do bairro Jardim na Cidade de Maputo, afirma que, sempre que chove, a vala fica entupida e, desde Setembro do ano passado, o Município não faz a limpeza das valas.

“Desde Setembro do ano passado, não os vimos a fazerem limpezas nessas valas, aqui há lixo que chega a entupir as valas de drenagem. Se forem mais para o interior do bairro, poderão ver muita água estagnada. Actualmente, fala-se de cólera, malária e diarreia e, com essa água, há muita probabilidade de termos as doenças”, disse outro munícipe.

A vala de drenagem da Avenida Joaquim Chissano escoa as águas do centro da Cidade de Maputo e tem o seu início no cruzamento da Rua da Resistência até ao vale do Infulene.

Assim, as machambas que estão nas proximidades não escaparam. Alguns agricultores até tentaram recuperar os seus produtos, mas em vão. “Perdemos muitos valores, cada canteiro vendíamos a 750 Meticais, já perdemos mais de 20 canteiros. Como pode se ver, a chuva estragou muitos produtos”, referiu um agricultor.

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê a continuidade da queda de chuva para os próximos dias, facto que já está a causar inundações em alguns bairros da Cidade de Maputo.

Um agente do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) foi assassinato a tiros, na noite de ontem, na Província de Maputo. Testemunhas contam que dois homens não identificados protagonizaram mais de cinco tiros contra a viatura em que o agente se encontrava. A Polícia confirma o facto, mas ainda não tem suspeitos.

Estilhaços de vidro no chão, sangue na areia e vizinhos com semblantes pesados, isso é o resultado do assassinato que aconteceu, segundo testemunhas, por volta das 23 horas desta terça-feira.

Através de um videoamador, posto a circular nas redes sociais, o agente aparece cheio de sangue, já imobilizado no colo da sua acompanhante, aparentemente gemendo de dor.

Quem viu conta como tudo aconteceu. “Eu e o meu namorado ouvimos um tiro e ficamos assustados. Depois que pararam os sons, uma viatura passou por nós, em alta velocidade, em direcção a T3. Ele foi ver o que teria acontecido. Foi quando viu o jovem morto e a moça atingida no braço, chorando”, disse uma testemunha em anonimato.

Instalou-se o pânico na zona. Apesar dos gritos da sobrevivente, ninguém se atreveu a mexer na viatura.

Ives Rafael, uma das estruturas do quarteirão, que vive próximo do local da ocorrência, diz que o casal permaneceu na viatura, depois do sucedido, por mais de uma hora, à espera da perícia e do SERNIC, para a remoção do corpo. Enquanto isso, a moça clamava por socorro.

Além das vítimas que estavam no interior da viatura, houve mais uma no interior de uma residência, que teve o portão crivado de balas.

Eduardo Alberto, a terceira vítima, diz que foi ferido ligeiramente por um projéctil no braço, quando estava no interior da residência com os seus amigos.

“Foi de raspão. Na altura nem me apercebi de que tinha ferimento. Mas foi leve. Estou bem”.

A Polícia, a nível da Província de Maputo, confirma o caso, mas ainda não tem suspeitos.

Há centenas de casas dentro de água em consequência da chuva que vem caindo nos últimos dias e com enfoque na noite da terça-feira. Há casas que caíram e outras em risco de desabar. Muitas ruas estão intransitáveis. As pessoas vivem um verdadeiro drama.

Clésio Mulima estava no interior da sua casa junto da sua família quando a chuva começou a cair. Com o passar do tempo, uma das paredes caiu e atingiu um dos filhos que se encontrava a dormir. “A parede caiu por cima da criança, eu não sei como ele sobreviveu porque ali eu estava a tentar tirar a água e eu não estava a ouvir os gritos dele, mas, de repente, começou a chamar por mim e pela mãe e fui vê-lo, rasguei a rede mosquiteira e tirei o miúdo, graças à Deus não ficou ferido”, contou Clésio Mulima.

Depois de salvar o filho, Clésio juntou a família e abandonou temporariamente o bairro de Maxaquene que, segundo as estruturas locais, já iniciou o processo de identificação de casas e famílias afectadas.

Outro drama vive-se no bairro Ferroviário, onde os moradores tentam tirar o que sobrou. “Estamos mal aqui, a chuva caiu demais e estamos todos fora de casa e as nossas coisas molharam; os cadernos das crianças, a nossa roupa e comida, tudo molhou”, lamentou Fátima Moisés.

Recentemente, foram colocadas pelo Município de Maputo sobre a Avenida Julius Nyerere duas condutas para escoamento de águas pluviais que são apontadas pelos moradores como responsáveis pelas inundações. “Os que fizeram aquelas estruturas fizeram muito mal, como vês, estamos aqui a passar mal por conta daqueles canais colocados debaixo da estrada.”

Lelo Tayobe, do Instituto Nacional de Meteorologia, estima que foram mais de 100 mm de chuva que caiu em menos de duas horas e vai continuar na zona Sul, mas “não na quantidade que registámos na madrugada de hoje (quarta-feira). De facto, a quantidade de chuva que caiu hoje é muita e foi devido a um sistema que vínhamos monitorando. Até à hora de fecho, estávamos cientes de que não seria a quantidade que caiu, o sistema evoluiu e surpreendeu-nos.”

O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) diz estar, junto do Município de Maputo, no terreno a fazer o levantamento dos estragos causados pela chuva.

Chamado a reagir sobre a tragédia na Turquia e na Síria, o Instituto Nacional de Minas, que, no rol das atribuições, faz a monitoria sísmica no país, referiu que a Turquia se encontra numa zona de intersecção entre placas tectónicas, razão pela qual é propensa a sismos. As autoridades alertam, porém, para a necessidade de Moçambique tomar atenção na edificação de infra-estruturas para evitar possíveis tragédias afins.

Na camada interna da terra, conhecida por geosfera ou litosfera, é onde se podem encontrar as placas tectónicas que são grandes blocos rochosos que se movimentam sobre uma camada de rocha derretida, chamada manto. Na verdade, manto é o material que sobressai para a superfície em caso de vulcões. O movimento das placas pode ser lateral, de afastamento e de colisão.

Quando colidem no mar podem causar maremotos ou tsunamis e, quando o choque acontece na terra, causam vulcões e terramotos. O último fenómeno foi o que aconteceu na Turquia e na Síria. O Instituto Nacional de Minas explica as razões que ditaram o nível de estragos. “O que notamos é que o epicentro deste sismo aconteceu na zona de falha, isto é, na zona em que as placas se encontram. Para além de a magnitude ter sido alta, outro condicionalismo é a profundidade. Se tivéssemos uma situação de um sismo com mesma magnitude (7.8 ) e a profundidade for de 100  a 200 km de profundidade, os estragos não teriam esta magnitude. Agora, este teve uma profundidade abaixo de 30 km e este é um factor que determinou o nível de estragos”, revelou Hélio Inguane, porta-voz da instituição.

O técnico revelou que a falta de conhecimento sobre como agir antes, durante e depois dos sismos pode agravar as tragédias. “Os sismos começaram à madrugada, os que tinham algum conhecimento sobre o fenómeno e sentiram a terra a tremer começaram a sair das casas, mas os que ficaram são os que vão contribuir para que os números possam subir. Normalmente, quando a terra treme, a orientação é abandonar as casas e procurar locais abertos onde não haja árvores e outros objectos que possam cair sobre as pessoas”, esclareceu.

Em Moçambique, as autoridades estão preocupadas com o alastramento do vale do rift, uma abertura causada pelo afastamento de placas tectónicas, que parte do Norte de África, forma o Lago Niassa e está a alastrar-se.

“A falha está a alastrar-se para a zona de Manica, Gaza e Inhambane, e os estudos ainda não conseguem prever para que lado esta falha irá, mas as zonas com maior actividade sísmica em Moçambique são Niassa (Lago Niassa), Zambézia (Morrumbala), Tete, Manica, Sofala e no Norte de Inhambane e Gaza. O confortante é que, no nosso país, os sismos acontecem em zonas com pouca densidade populacional, por isso não assistimos a um número elevado de mortes. Entretanto, há destruições a relatar. Em Manica, na zona de Machaze, pode-se testemunhar que a terra se dividiu e há casas cujos cómodos foram separados e já são zonas em que não se pode habitar”, exemplificou.

Uma vez que não se pode prever a sua ocorrência, o INAMI defende que o país deve preocupar-se em garantir construções resilientes para evitar possíveis futuras tragédias afins. “Japão é exemplo de país que teve que melhorar a forma como edifica as suas infra-estruturas para evitar muitos danos. Como sabemos, aquele país sofre vários sismos. Nós, como país, temos que nos adiantar, temos que ser proactivos e usarmos as técnicas de construção que são usadas noutros países”, sugeriu Inguane.

O sismo desta segunda-feira na Turquia e na Síria está entre os 20 mais violentos e mortíferos da história mundial. O mais intenso ocorreu a 22 de Maio de 1960, no Chile, com uma magnitude de 9,5 na escala de Richter e causou dois mil mortos. O mais mortífero da história registou-se a 12 de Janeiro de 2010, no Haiti. Teve magnitude 7 e matou cerca de 316 mil pessoas. O registado no dia 26 de Dezembro de 2004, na Indonésia, foi o segundo mais violento, ao alcançar 9,1 de magnitude, e o segundo mais mortífero, com 230 mil mortos, devido, em parte, ao tsunami que causou.

A cidade de Quelimane regista deficiente sistema de recolha de resíduos sólidos, facto que a torna propensa a eclosão de doenças de origem hídrica, associada à enchente de lixo. A situação está a obrigar munícipes a enveredar pela queima de resíduos sólidos  nos contentores localizados ao longo da estrada da urbe. Quelimane registou 1622 casos de diarreia nas primeiras quatro semanas deste ano, contra 1463 do período homólogo do ano passado.

O processo de recolha de resíduos sólidos tem-se mostrado deficiente na cidade de Quelimane. Em quase todas as ruas e avenidas, onde se encontra um contentor para depósito de lixo, o cenário não tem sido das melhores, não obstante algum esforço do  pessoal da Empresa Municipal de Saneamento (EMUSA), em fazer o processo de recolha com uma viatura que está quase sempre avariado, dificultando o trabalho.

No entanto, sempre que é chamado para explicar a situação, o vereador de Saneamento do Conselho Municipal, nunca se mostra disponível para falar sobre o assunto.

Em alguns casos, os pontos de depósitos de lixo estão ligados  às escolas privadas na urbe, casos como São Carlos Lwanga, Kalimany. Por causa desta situação, alguns munícipes estão a queimar o lixo nos contentores localizados nas ruas e avenidas, uma medida que visa reduzir enchentes.

As ausências do edil Manuel de Araújo tem-se revelado através de enchentes de lixo na urbe. Ou seja, basta o edil não estar, a urbe fica imunda, com lixo por quase todos os cantos. Os munícipes chamam atenção para que De Araújo cumpra o propósito de manter a cidade sempre limpa e livre de doenças como sempre prometeu, desde que chegou à presidência de Quelimane há mais de dez anos.

“Estamos numa situação complicada, as moscas estão a invadir as nossas casas. Precisamos de uma intervenção urgente no processo de recolha de resíduos sólidos, de contrário vamos ter muitas doenças aqui. Não sabemos porquê, mas o certo é que o lixo é recolhido com irregularidade. Pagamos impostos para ver a urbe limpa, mas sinto que está a faltar comprometimento de quem atribuímos responsabilidade neste sentido”, lamentou Dinho.

Uma vez que se está na época chuvosa, o receio é de eclosão, na cidade, de doenças como a cólera e a malária. As autoridades de saúde dizem que Quelimane registou, nas últimas quatro semanas, 1622 casos de diarreia contra 1463 quando comparado com o igual período do ano passado, devido a quartões de sujidade e inobservância de regras básicas de higiene individual e colectiva.

Os dados foram avançados por Aníbal Fernando, chefe de Departamento de Saúde Pública na Direcção Provincial de Saúde. A fonte fez saber que, em toda a província da Zambézia, houve registo de 7083 de casos de diarreia nas últimas quatro semanas, contra 7047 de 2022, uma redução de um ponto percentual.

O Tribunal Judicial da Cidade de Chimoio decidiu, esta terça-feira, pela absolvição de Denilson Daniel, produtor do humorista de seis anos de idade conhecido por Válter Danone.

Para o Tribunal, a Procuradoria da República naquela cidade que moveu o processo não conseguiu provar que, no vídeo humorístico de Danone e seus dois amigos, havia exposição de risco a menores, crime de que o produtor era acusado.

Denilson Daniel viu-se no banco dos réus desde Junho do ano passado, depois de ter gravado e publicado um vídeo satírico em que retrata sobre a corrupção na Polícia.

Primeiro, a Procuradoria da Cidade de Chimoio falou de difamação à Polícia de Trânsito.

“É difamação, previsto e punido nos termos do artigo 233, número um do Código Penal, materializado pelo uso de expressões pejorativas em relação aos membros da PRM, mormente a Polícia de Trânsito”, vincou Belarmina Sitói, procuradora afecta à secção criminal na cidade de Chimoio na sessão do dia 29 de Novembro do ano passado.

Houve acesos debates. A opinião pública fez alterar a pretensão do Ministério Público que, na sessão seguinte, se apegou a um outro crime, o de exposição de riscos a menores, pelo facto de ter havido, durante a gravação, uma viatura em movimento que podia perigar a vida destes.

O tribunal viu-se na obrigação de chamar peritos de vídeo, os quais deixaram cair os argumentos da Procuradoria.

Esta terça-feira, o juiz da causa proferiu a sentença do caso. Lúcio Júlio referiu que “nos autos sob retina, não ficou demonstrada a autoria de crimes de que o arguido vem sendo acusado. As provas produzidas não foram no sentido para definição  da sua responsabilidade penal, daí ser irrefragável e inevitável a sua absolvição pela ausência da materialidade de crime em que é acusado”.

Joaquim Chissano diz que deve haver um esclarecimento, sem emoções, sobre a história da guerra dos 16 anos. O antigo Presidente da República diz que não se está a falar dos mentores do conflito à medida certa e que há tendência de os perdoar.

Joaquim Chissano esteve, esta segunda-feira, no lançamento da obra “Xirico: vozes de paz em Moçambique”, do escritor Nelson Moda. Na ocasião, deixou a sua opinião sobre a forma com que se conta a história da guerra dos 16 anos.

O homem que conduziu o processo de negociações para os Acordos Gerais de Paz em 1992 não tem dúvidas de que a guerra era para desestabilizar, até porque ela começou a ser planificada antes da independência.

“Eu aceitei a expressão ‘guerra civil’ por respeitar o autor e porque esta invoca falar-se de tudo como guerra civil, mas eu sei que isso não é verdade. Sei como foi construída, planificada e não foi só depois da nossa independência, vem de longe, é por isso que chamo de guerra de desestabilização porque foi criada para isso”, disse Joaquim Chissano.

Chissano mostrou-se preocupado com o facto de pouco se falar sobre a guerra que matou milhares no país, que, no seu entender, precisa de ser bem esclarecida. “Muitas vezes, há tendência de se desculpar os mentores desta guerra em não se falar deles à medida necessária. Isso é algo da história que precisa de ser bem esclarecida e espero que tenhamos tempo ainda, apesar de que muitos estão a cair, muitos dos meus colegas também estão a cair, oxalá que nós, os que ficamos, possamos esclarecer bem numa discussão ou num debate sem emoções”, referiu.

Ainda na mesma ocasião, o antigo Chefe de Estado pediu um minuto de silêncio em homenagem a todos os falecidos que participaram no processo de negociações para os acordos de paz.

Mas porque não é só história que interesse, Chissano falou também do presente, referindo que a nomeação de um membro de um partido da oposição, Raúl Domingos, para embaixador de Moçambique junto à Santa Sé, revela mudanças.

Está confirmado! Há livros do Sistema Nacional de Educação com problemas. O manual de língua portuguesa da oitava classe apresenta-se com as primeiras páginas todas mal colocadas. 

A história repete-se! Desta vez, não no conteúdo. A gafe é outra. O mais novo caso de problemas no livro do Sistema Nacional de Educação é de má colocação de 10 páginas no manual de português da oitava classe.

Não se sabe quantos livros estão nestas condições, mas fazem parte de um lote de 16.426 manuais do Sistema Nacional de Educação. Pedro Macedo, diretor-geral da Texto Editores, entidade responsável pela produção do livro, diz não haver problemas com o teor propriamente dito, mas sim, a organização do livro.

“O que se passa e que em alguns exemplares o primeiro caderno está posto ao contrário este é o problema do livro e como podem ver esta caixa traz trinta e quatro exemplares e aqui dentro há um livro com defeito que e da quarta edição de 2021 e tem o primeiro caderno posto ao contrário, isto é um erro na gráfica na produção do livro”

O livro em causa está à venda desde Dezembro de 2021, o que significa que está já nas mãos de alguns alunos.

A editora responsável pela produção do manual já foi notificada e diz estar a recolher o novo livro problemático. “Pedimos desculpas a todos os lesados de facto, isto é um problema que terá ocorrido, eu não sei se em 100 exemplares ou duzentos, mas até agora devolução de clientes foram cinco em nosso armazém em 450 unidades tivemos sete com este problema”.

Por sua vez, o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano reafirma que mandou recolher e corrigir todos os livros do sistema nacional de educação que se apresentaram com erros. Quanto ao livro de língua portuguesa da oitava classe, o Ministério diz ser da inteira responsabilidade da Editora e diz que o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano que nos próximos dias vai explicar melhor a explicação nesta matéria.

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