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O País – A verdade como notícia

Os transportadores rodoviários internacionais podem retomar a actividade na próxima semana, 25 dias após terem paralisado as viagens devido à onda de queima de autocarros com matrícula moçambicana e à queda de uma ponte na via alternativa, em Namaacha.

Para fugir da onda de queima de carros com matrícula moçambicana na África do Sul, os transportadores optavam por usar a estrada que passava pelo cruzamento de Goba, em Namaacha, passando pela Swazilândia para, por fim, chegar a Durban.

Com o desabamento da ponte sobre o rio Kalachane, na localidade de Impaputo, em Namaacha, os transportadores ficaram sem opções e suspenderam as viagens no dia 10 deste mês. 25 Dias depois, as viagens podem ser retomadas, de acordo com o presidente da Associação dos Transportadores Rodoviários Internacionais da Baixa, Fernando Lopes.

“Mas enquanto não houver decisão contrária, vamos, a partir de segunda ou terça-feira, ter que voltar a usar a via Goba, que tínhamos parado de usar por causa da queda das pontes de Impaputo e de Boane”, explicou.

Em relação à onda de incêndios na África do Sul, os transportadores dizem ainda não ter recebido nenhuma informação dos governos envolvidos. Na segunda-feira, os governos de Moçambique e da África do Sul voltam a reunir-se, e os transportadores esperam que seja abordada esta questão.

“Nós fomos convidados para este encontro. É uma reunião que acontece anualmente, geralmente no mês de Março, mas desta vez foi antecipada por causa desta situação. Vai ter que se falar disso, de uma ou de outra maneira.”

O último ataque a autocarro de matrícula moçambicana naÁfrica do Sul ocorreu há cerca de três semanas.

O Ciclone Tropical “Freddy” já atingiu a parte continental de Moçambique. O Instituto Nacional de Meteorologia diz que o sistema enfraqueceu para tempestade tropical moderada, podendo causar chuvas moderadas a fortes nas províncias de Inhambane e Gaza.

O distrito de Vilanculos, na província de Inhambane, foi o epicentro da entrada do ciclone tropical “Freddy”, por volta das 14 horas desta sexta-feira.

Após a viagem pelo oceano Índico a tempestade tropical severa “Freddy” atingiu a parte continental do país e enfraqueceu para o estágio de tempestade tropical moderada, prevendo-se que atinja o estágio de depressão tropical.

“Neste momento a tempestade tropical moderada Freddy encontra-se no continente e já não é um perigo fazer a navegação marítima em alto mar. Então, o INAM cessou os avisos para o canal de Moçambique entre as latitudes entre 20-25. O que poderemos ter agora no alto mar são chuvas em regime moderado a forte ”, explicou Guelso Manjate, Meteorologista.

As previsões meteorológicas apontam que o fenómeno poderá causar chuvas intensas nas províncias de Inhambane e Gaza.

“O vento abrandou, mas prevemos a continuação de ventos fortes com aproximadamente 80 quilómetros/hora, com rajadas até 120 quilómetros/hora na faixa costeira da província de Inhambane e na parte norte da província de Gaza. Em termos de precipitação, estamos a prever chuvas em regime forte a muito forte, acima de 200 milímetros em 24 horas, que poderão também afectar a parte sul de Sofala e Manica”.

Até ao dia 26 corrente prevê-se que a depressão tropical “Freddy” siga em direcção ao Sul do Zimbabwe e norte da África do Sul.

A medida decorre da ameaça imposta pela tempestade tropical severa Freddy. O Instituto Nacional do Mar avança que equipas multissectoriais estão a trabalhar para evitar danos.

Com a passagem da tempestade tropical severa Freddy, espera-se a ocorrência de ventos fortes de até 120 quilómetros e rajadas de até 165 quilómetros por hora, que poderão agitar o estado do mar e gerar ondas com alturas até 10 metros.

Para evitar vítimas e danos, o porta-voz do Instituto Nacional do Mar (INAMAR), Leonid Chimarizene, deu a conhecer as medidas tomadas pela instituição ao nível da costa moçambicana.

“Há, na nossa costa, cerca de 450 mil pescadores, e o que nós estivemos a fazer foi sensibilizá-los a abandonar o mar. Temos informações de que todas as embarcações estão ancoradas na costa. As embarcações industriais, que não consigam chegar a tempo à costa, serão ancoradas em ilhas ou em qualquer terra firme mais próxima, contra o movimentos dos ventos, para não sofrerem o impacto directo”, avançou Leonid Chimarizene, porta-voz do INAMAR.

De acordo com o INAMAR, há, também, equipas para orientar as pessoas sempre que necessário. “Algumas pessoas já tiraram todos os seus pertences [do mar], mas outras, com medo de vandalização ou roubo, acabam por permanecer para fazer a vigilância. São essas pessoas que, quando a situação ficar pior, terão de ser evacuadas. Nos locais de entrada do ciclone, falo do norte da província de Inhambane, isto é, na cidade de Vilanculos e Inhassoro e mesmo na província de Sofala, reforçámos as nossas equipas de prevenção, mobilizámos equipas de cabos de mar, entre as quais a polícia costeira e o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres.”

Refira-se que, além do vento, o Instituto Nacional de Meteorologia prevê chuvas muito fortes até 200 milímetros em 24 horas, acompanhadas de trovoadas.

O distrito de Marracuene, na Província de Maputo, tem mais de 1000 hectares com culturas diversas totalmente submersas. Há estradas intransitáveis, que isolaram quatro bairros, deixando centenas de pessoas sitiadas. Não há, até agora, perda de vidas humanas.

É a partir de imagens aéreas que se tem a dimensão real dos estragos que a água da chuva, combinada com o transbordo do Incomáti, está a causar em Marracuene.

Silvestre Nhaca, um dos agricultores locais, relata que tudo que produziu está submerso e não se vislumbra, para já, a possibilidade de as culturas “sobreviverem”. “Nesta nossa área de Machubo, estamos a ver a água que entrou, que está a matar-nos e a estragar muitas coisas nas nossas machambas, está tudo perdido”, lamentou o agricultor.

Os agricultores pedem apoio em insumos para, logo que a água secar, retomar com a sementeira e tentar recuperar a produção, pois a fome pode estar à espreita. “Temos que sair da fome. Ainda que tenhamos apoio em cesta básica, se não tivermos sementes, a nossa situação continuará crítica”, alertou Zaqueu Huo.

Os agricultores e a população de Machubo pedem flexibilidade na difusão de informação para melhor se prevenir das inundações. “Nós pedimos ao Governo para nos avisar atempadamente para nos precavermos.”

Uma estrada recentemente construída e inaugurada, que liga a vila-sede de Marracuene à localidade turística de Macaneta, está ladeada de água, mas continua transitável, porém já não se pode dizer o mesmo de algumas estradas do interior do distrito, o caso da via, pavimentada, que liga o posto administrativo de Machubo à localidade de Macanzda, ao posto administrativo de Calanga, incluindo a praia de Bilene.

“Nós temos postos administrativos sem comunicação, temos quatro bairros sem comunicação aqui no Machubo, mas estamos com acesso bom pelas dunas.”

E mesmo pelas dunas, o acesso não é tão bom, pois os carros com atracção às quatro rodas não conseguem enfrentar a areia e acabam soterrados.

As águas, que inundam Marracuene, vêm da África do Sul, do próprio rio Incomáti, que atravessa o distrito de Marracuene, onde também há registo de um dique de retenção de água que rompeu e descarregou águas, cortando a comunicação com a Estrada Nacional Número Um e inundando mais de 100 hectares de cana-de-açúcar.

“Houve um dique que rompeu, temos imagens de drone que confirmam isso. O rompimento não ajudou muito e esta via é a mais fácil para o acesso à EN1 e, quando o dique rompeu, todas estas estradas, estes campos agrícolas e todo o canavial, na verdade, tudo ficou submerso.”

A ministra da Terra e Ambiente, Ivete Maibasse, destacada pelo Conselho de Ministros para monitorar a situação das cheias na Província de Maputo, visitou vários campos agrícolas submersos, interagiu com a população e, no fim, fez saber que haverá apoio do Governo para os afectados.

“Como Governo, o que temos, neste momento é garantir cesta básica para a sobrevivência destas famílias. Já foram sensibilizadas para estar em áreas seguras, porque há previsão de chuvas intensas para este fim-de-semana, e garantir a cesta básica. Quando estiverem monitorizados os níveis das águas, garantiremos que sejam subsidiados com sementes”, garantiu Ivete Maibasse, ministra da Terra e Ambiente.

A água, vinda do Incomáti, ameaça também o centro de saúde local. Uma parte das áreas de pastagens está perdida, o que pode pôr em risco o gado. Os postes de transporte de energia eléctrica estão submersos.

Os residentes da cidade da Beira, na província de Sofala, estão a viver momentos dramáticos, desde as primeiras horas da madrugada desta quarta-feira, na sequência das intensas chuvas no Centro do país, que inundaram, em menos de cinco horas, centenas de casas, desalojaram milhares de pessoas e destruíram diversas infra-estruturas públicas e privadas.

O cenário registado é de águas que inundaram todo o bairro da Manga, e as ruas confundem-se com braços de rios. Estas chuvas inundaram igualmente as residências.
“O País” esteve no terreno e ouviu algumas pessoas que tiveram de abandonar as suas casas.

“Está cheia de água e já vai a uma altura de um metro. A situação começou às 12 horas desta terça-feira”, disse Elsa Rafael, residente no bairro da Manga, que teve de abandonar a sua residência.

Na zona da Praia Nova, os residentes teimavam em sair das casas, por terem medo de os seus bens serem roubados. “Todas as casas estão cheias de água e não estamos seguros nesta zona. Mas o que fazer, pois não podemos abandonar os nossos bens, senão as pessoas vão roubar”, disse Lucas Gabriel, da Zona da Praia Nova.

Por seu turno, o delegado do Instituto Nacional de Gestão de Riscos de Desastres, Aristides Armando, disse que a instituição estava no terreno e a prestar assistência às vítimas. Entretanto, a nossa reportagem constatou que as famílias estavam à sua própria sorte.

No centro da cidade da Beira, as águas não inundaram as casas, mas as vias de acesso registam enchentes, o que está a condicionar a movimentação de pessoas e bens.

Devido a esta situação, as autoridades em Sofala suspenderam as aulas e todas as escolas estão encerradas, até à orientação contrária face à aproximação do ciclone Freddy. Os beirenses estão apreensivos com o cenário dos próximos dias, dado que se prevêem chuvas e ventos fortes.

O Município da Beira juntou-se aos esforços do INGD para minorar o sofrimento da população. “Os munícipes têm à disposição a zona das Palmeiras, que se encontra noutra margem do rio Chivive. E ainda os que têm os seus tectos e as coberturas afectados podem ir buscar sacos de areia para reforçar a segurança”, disse Alano Carrige, edil da Beira, para, em seguida, apelar para que os empregadores dispensem os seus trabalhadores.

Um dado não menos preocupante é o facto de as inundações causadas pelas intensas chuvas estarem a condicionar a circulação rodoviária na Estrada Nacional Número Seis, a única via que liga a cidade portuária da Beira ao resto do país e outros países do interland.

O ciclone tropical Freddy poderá alcançar o continente esta noite ou na madrugada de amanhã, sendo os distritos de Govuro e Vilanculos, em Inhambane, o provável ponto de entrada. O Instituto Nacional de Meteorologia diz que o ciclone tende a enfraquecer, mas prevêem-se ventos e chuvas fortes.

Depois de uma longa viagem pelo Sul do Oceano Índico, o ciclone tropical intenso, denominado “Fredyy”, está em aproximação ao continente. Govuro e Vilanculos poderão ser a porta de entrada na noite desta quinta-feira ou durante a madrugada desta sexta-feira.

“Os seus efeitos já se fazem sentir naquela faixa costeira; esperamos que entre de manhã, mas, neste momento, os seus efeitos já se fazem sentir naquela”, avançou Arcénio Mundo, porta-voz do  Instituto Nacional de Meteorologia (INAM).

Segundo aquela entidade, o sistema  vai enfraquecer ao chegar ao continente  e vai gerar mais precipitação. “Esse sistema vai ficar ligeramente estacionário durante três ou quatro dias no continente e vai gerar muita chuva e precipitação na região de Gaza, no sul de Manica, em Inhambane e alguma precipitação de Maputo, durante o fim-de-semana” acrescentou Arcénio Mundo.

Além de Inhassoro e Vilankulo, serão afectados os distritos de Funhalouro, Mabote, Homoine, Morrumbene, Massinga, Inhassoro, Panda, Zavala, Inharrime, Jangamo e cidades de Maxixe e Inhambane .

Em Sofala, o alerta vai para Machanga, Chibabava,  Buzi, Dondo, Nhamatanda, Muanza, Gorongosa, Cheringoma, Marromeu, Maringue, Caia, Chemba e cidade da Beira.

As autoridades recomendam a tomada de medidas de precaução e segurança face ao fenómeno.

Face ao cenário, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) diz já ter preparado equipas e bens de primeira necessidade para a população.

Face ao comunicado do Instituto Nacional de Meteorologia, por conta da previsão da passagem do ciclone tropical Freddy pelo Canal de Moçambique, a Administração Regional de Água do Sul prevê o incremento do volume de água nas hidrográficas dos rios Save, Govuro, Inhanombe e Mutamba.

Em comunicado enviado à nossa Redacção, a ARA-SUL prevê a ocorrência de inundações moderadas a altas com impactos na  Bacia do Save, podendo afectar a Vila de Nova Mambone, nos bairros de Matasse, Mussanga, Matique, Josina Machel, Musssassa, Jenga, Mataula, Mukumbuge, Mananga e na sede distrital de Machanga em Sofala, bem como provocar a intransitabilidade entre Nova Mambone e Matasse.

As inundações poderão ocorrer também na Bacia do Inhanombe, precisamente nas baixas de Mubalo, Chinjiguire, Marengo, Inhamússua, Barane, Manhala, Teles, Habana, Bembe, Inhabundo, Mahangue, Furvela e Inharrumbo, bem como causar a intransitabilidade das estradas Mubalo–Macavane e Chinjinguire–Lilhanga.

A Bacia do Mutamba não poderá escapar dessas inundações, devendo afectar  as zonas baixas de Mutamba, Macuamene, Nhaguiviga, Dambo e Magola, condicionando a transitabilidade nas estradas Lindela–Inhambane e Agostinho Neto–Mutamba.

No distrito de Panda, a Bacia do Inhassune poderá ficar inundada na zona residencial na localidade de Inhassune e provocar a intransitabilidade da estrada Panda–Inharrime.

Município de Maputo constrói uma protecção em volta da vala de drenagem da Praça 16 de Junho, para evitar acidentes de viação que são frequentes no local, sobretudo nos dias de chuva. A medida surge duas semanas depois de dois carros terem caído na vala devido à impossibilidade de distinguir os limites da estrada dos da vala.

Há duas semanas, a vala de drenagem da Praça 16 de Junho, na Cidade de Maputo, encheu e transbordou devido à água da chuva e tornou-se um perigo para os condutores.

Com a água da chuva a circundar o local, era impossível distinguir os limites da estrada dos da vala.

Como consequência, viaturas acabavam por cair na vala de drenagem, constituindo perigo de vida para os que se faziam a bordo.

Há mais de uma semana, um carro de uma agência funerária, contendo urna, ficou submerso.

Poucos dias depois, um outro carro, particular, acabou na mesma vala. Tem sido assim sempre que chove e, algumas vezes, pessoas foram arrastadas pela corrente da água.

Mas o problema parece ter um fim à vista, com a construção de uma estrutura de protecção em volta da vala de drenagem.

“O que estamos a fazer é a colocação de protecção, dados os últimos acontecimentos influenciados pela chuva. No total, serão 160 metros de extensão montados nas entradas das avenidas que vão dar acesso a esta rotunda”, explicou Norberto Fernando, responsável pelas obras.

A estrutura tem 75 centímetros de altura e conta com reflectores que servem de sinalização.

E porque no mesmo local já houve, no passado, uma estrutura idêntica, o vereador do Distrito Municipal de Lhamankulo, Zeferino Chioco, diz que desta vez a solução será eficaz.

“A recomendação que foi dada ao empreiteiro é fazer um trabalho consistente, que seja duradouro”, disse Chico, tendo acrescentado que “é um empreiteiro que já executou muitos trabalhos com o município e internacionalmente, por isso cremos que vai executar um trabalho profundo com vista a garantir que a obra seja de qualidade”.

Já os automobilistas vêem a estrutura de protecção com bons olhos, mas dizem que não é suficiente.

“Não é o suficiente. Ainda existem trabalhos a serem feitos, como um sinal a indicar a presença de uma rotunda”, disse um automobilista.

Um outro condutor acrescentou que “não só devíamos olhar para a questão das barreiras, mas também da condição das estradas”.

Refira-se que, próximo à vala de drenagem, no início da Avenida 24 de Julho, buracos saltam à vista e embaraçam o trânsito. Por vezes, o passeio central da via é alternativa para fugir da situação.

Mais de 90 funcionários da Direcção de Educação da Cidade de Nampula ficaram privados dos seus salários durante dois meses por alegada negligência da direcção. O problema só foi resolvido com a intervenção do governador.

Não se sabe ao certo por que razão a Direcção da Educação na cidade de Nampula não autorizava o pagamento de salários para 94 funcionários, a verdade é que se passaram dois meses, até que o assunto chegou ao conhecimento do governador provincial. Na última terça-feira, Manuel Rodrigues fez uma visita surpresa, e a directora não se encontrava no seu gabinete. Eis que o governador deixou um ultimato.

“Por isso a directora não está aqui e nem está preocupada. Ninguém sabe onde ela está. Por favor, diga a ela para dar-me informação até às 12h00 se todos os funcionários da Educação têm salários ou não”.

Na tarde do mesmo dia, os salários foram pagos, e até esta quinta-feira o governador ainda não tinha informação do que estava por trás do atraso no pagamento dos salários. “A génese é mesmo a negligência e irresponsabilidade por parte dos funcionários afectos à área de processamento de salários naquela instituição do sector da Educação. Identificamos o problema, dois meses sem salários, e fomos agir no sentido de, primeiro, que os salários sejam pagos, porque não é que o Estado não tenha transferido os recursos para efectivar-se o pagamento”.

E por haver indícios de negligência e má-fé, o chefe do Executivo provincial fala de sanções de vária ordem. “Vamos responsabilizar disciplinarmente, e se se constatar que houve desvio de natureza criminal, igualmente vamos tomar medidas no sentido de remetermos o caso às instâncias judiciais”.

Contactamos a Direcção Provincial da Educação, e disse estar a apurar os factos.

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