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O País – A verdade como notícia

O ciclone Freddy está a 64 quilómetros da cidade de Quelimane, na Zambézia, e está a mover-se a uma velocidade de quatro quilómetros por hora. O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê que a tempestade tropical entre amanhã, na província.

As previsões do Instituto Nacional de Meteorologia apontam que a cidade de Quelimane será a porta de entrada do ciclone tropical Freddy, este Domingo.

“O ‘Freddy’ continua como ciclone tropical. Vinha a uma velocidade de deslocamento de 7 quilómetros por hora, mas reduziu a velocidade para 4. Isto vai implicar a entrada tardia no continente, porque contávamos que entrasse na madrugada deste sábado, na cidade de Quelimane, mas, por ter reduzido a velocidade de deslocamento, vai levar mais tempo para entrar”, explicou o meteorologista Manuel Francisco.

Na sua entrada, o ciclone Freddy poderá causar ventos de 150 quilómetros por hora com rajadas até 215 quilómetros por hora e, de seguida, poderá transformar-se em depressão tropical, causando chuvas e ventos fortes.

“Os seus efeitos já se fazem sentir na cidade de Quelimane e em alguns distritos da província de Sofala. Em Morumbala, por exemplo, tivemos, em 24 horas, 491,4 milímetros de chuva. É muita chuva e vai continuar nos próximos dias”, referiu Francisco.

O alerta vai para as províncias da Zambézia, Sofala, Manica, Tete e Nampula, que poderão ser afectadas por chuvas e ventos fortes.
A previsão é de que o ciclone Freddy permaneça no país durante dois dias.

A época chuvosa 2022–2023 provocou mais casos de diarreia e malária na Cidade de Maputo, comparativamente aos últimos dois anos. Até a esta altura a cidade já registou 3365 casos de malária, contra 3296 casos no ano passado.

A chuva que cai desde Outubro do ano passado já provocou mais de 3300 casos de malária só na Cidade de Maputo. Os dados indicam um aumento de casos nos últimos dois anos.

“Foram registados 3296 casos de malária no ano passado, contra 3365 registados este ano. Para a diarreia temos 5406, contra 5838, registados em 2022”, disse Octávio Jordão, chefe de vigilância epidemiológica no Município de Maputo.

A subida de casos deve-se à intensidade da chuva na presente época, que provocou inundações urbanas e colocou muitas famílias em situação de vulnerabilidade.

Segundo o responsável pela vigilância epidemiológica no Município de Maputo, apesar desta tendência de aumento de casos, a situação ainda não é alarmante.

“Nesta monitorização de doenças diarreicas, nós colhemos 12 amostras de casos suspeitos de cólera. Entretanto, todas deram negativo para o embrião colérico. Apenas uma amostra deu positivo para Escherichia coli, uma bactéria que também causa diarreia em indivíduos”, explicou Jordão.

Os distritos de kaLhamankulo e kaMavota são os que mais casos registam, principalmente por se apresentarem como zonas mais afectadas pelas enxurradas.

“Há zonas e bairros muitos críticos, com casas alagadas, onde a situação do saneamento do meio, a higiene pessoal e colectiva, bem como a disponibilizada de água potável para o consumo está comprometida”, acrescentou.

Segundo deu a conhecer o entrevistado, os centros de acomodação abertos para as vítimas das inundações têm merecido maior atenção por parte das autoridades, por reunir condições para uma fácil propagação de doenças.

 

Várias individualidades e admiradores de Azagaia juntaram-se, na noite desta sexta-feira, para uma vigília em homenagem ao rapper. Vizinhos e amigos consideram que o artista deu directrizes para o povo continuar a lutar.

Na noite desta sexta-feira, admiradores de azagaia juntaram-se, na Cidade de Maputo, para uma vigília em homenagem ao rapper.
O evento contou com diversas figuras, entre personalidades e individualidades mais discretas.

Para os vizinhos, Azagaia era uma pessoa comum, igual às outras: “Fora da música, Azagaia era uma pessoa que convivia com todos. A convivência era muito boa. Acredito que aqui, no bairro, não era aquilo que víamos nas redes sociais, na imprensa. Era um cidadão comum”, afirmou Osvaldo Alexandre, vizinho do rapper.

Os amigos afirmam que o jovem Azagaia deu directrizes para o povo continuar a lutar.

“Azagaia lançou as directrizes através da sua mensagem, através da sua música. Com a sua morte, não significa que o povo está morto. A mensagem ficou como trabalho de casa para o povo que deve agir e seguir as directrizes”, secundou Simon Faife, amigo do rapper.

Jaime, um dos amigos de Azagaia, acrescentou que o rapper era uma pessoa que sempre esteve disposto a ajudar.

“Sempre que estivesse com ele a conversar, ele sempre perguntava porque gosta de ficar sozinho, ao que eu respondia que não me vejo a fazer espectáculos; sempre gostei de ficar sozinho”, disse o amigo do Azagaia.
Aos 38 anos de idade. Azagaia era considerado um dos artistas mais influentes do país e da CPLP.

 

Mais de dez anos depois, Inhambane volta a registar casos de cólera. Já foram diagnosticadas 12 pessoas com a doença, todas do distrito de Govuro.

O primeiro paciente com a doença deu entrada no Centro de Saúde de Doane, em Mambone, no dia 28 de Fevereiro, com diarreia e vómitos, tendo sido submetido a testes que confirmaram tratar-se de cólera.

No total, foram testadas 15 pessoas suspeitas de cólera, das quais apenas três deram negativo.

Os 12 pacientes com cólera em Inhambane ficaram internados no Centro de Tratamento de Doenças Diarreicas, aberto em Doane. Felizmente, segundo apurou o “O País”, sete deles apresentaram um quadro clínico satisfatório e já tiveram alta. Até este sábado, havia cinco pessoas com cólera internadas no centro, sendo uma em estado grave e outras quatro em estado moderado.

Entre os pacientes diagnosticados com a doença, grande parte dos quais são mulheres, há uma criança de oito anos de idade.

Refira-se que, com as inundações ocorridas em Mambone, dezenas de latrinas ficaram inundadas, contaminando mais de 30 fontes de água.

Mais de 1400 alunos e 38 professores estão sem  sanitários públicos na Escola Primária Completa de Boane-sede na Província de Maputo. A situação expõe toda a comunidade escolar a riscos de saúde.

Só de máscara de protecção facial é que é possível estar no local onde deveriam funcionar as casas de banho da Escola Primária Completa de Boane-sede. Aliás, no local, há apenas paredes em ruínas.

Para os alunos, as casas de banho deixaram de funcionar há muito tempo. Nem pelo menos água corrente há. O que se vê são dejectos por todo o lado. As crianças fazem as suas necessidades onde querem.

A situação pode causar a eclosão de doenças como cólera: “Nós estamos mal, não temos praticamente casa de banho. Estamos todos expostos ao risco de contrairmos doenças diversas aqui. As nossas crianças estão em risco, incluindo nós, os professores, estamos expostos ao risco.”

Ijairo Matsimbe, director da escola, diz que nem com as contribuições dos pais e encarregados de educação há dinheiro suficiente para a construção de novas casas de banho.

“O dinheiro do Orçamento de Estado só dá para pagar despesas de serviço, água, luz e outras e não para investimentos. A contribuição dos pais e encarregados de educação também não chega para nada. Os solos desta zona não são muitos bons, são rochosos, só de escavar 80 cm já há rochas, logo o investimento deve ser maior.”

O jornal O País contactou a Direcção Provincial de Educação na Província de Maputo para colher alguma explicação em torno da exposição de cerca de 1400 alunos e professores ao risco de doenças. Até aqui não houve nenhuma reacção.

Um homem de aparentemente 40 anos de idade caiu da ponte de Mazambanine e foi arrastado pelas águas do rio Umbeluzi na última terça-feira. O facto ocorreu no distrito de Boane, Província de Maputo, e o homem ainda não foi encontrado.

Automobilistas e peões arriscam-se ao atravessar a ponte de Mazambanine, que está submersa devido à subida do caudal do rio Umbeluzi, em Boane, Província de Maputo.

A água continua a correr com alguma força, o que agrava a possibilidade de queda de pessoas que dispensam o uso de barco para fazerem a travessia a pé.

“Sei que não é seguro atravessar aqui, mas não sabia que há barco. Quando eu estiver a regressar à casa vou usar o barco”, disse Amélia Simango, uma jovem mãe que, ciente do perigo, levava o seu filho ao colo.

Na última terça-feira, um homem caiu no rio e foi arrastado pelas águas. Neste momento, a comunidade tenta procurar pelo desaparecido.

“Fomos procurar por ele. Procurámo-lo também nos buracos que têm retido lixo e até na zona baixa, mas não o encontramos”, avançou Fernando Magaia, um dos anciãos que tem ajudado nas buscas.

A família continua inconsolável e procura desesperadamente pelo seu ente querido.

“O que nós queremos, neste momento, é encontrar o corpo do nosso familiar, por isso pedimos ajuda”, afirmou Rosa Mbeve, cunhada do homem desaparecido.

Há no local embarcações sob jurisdição do Instituto Nacional de Gestão de Risco de Desastres (INGD) para as pessoas garantirem a travessia de uma margem para a outra, mas nem todos continuam a usar os meios.

O “O País” contactou o  Serviço Nacional de Salvação Pública na Província de Maputo assim como na sede nacional, mas até ao fecho desta notícia não houve qualquer reacção.

Duzentos e setenta e três mil pessoas foram afectadas pelas chuvas, entre Outubro e Fevereiro, no país. A informação foi partilhada, esta quarta-feira, pelo Primeiro-ministro, Adriano Maleiane, no Parlamento.

Foi durante a sessão de perguntas ao Governo, no Parlamento, que a bancada da Frelimo solicitou ao Executivo que apresentasse um balanço do impacto das chuvas e inundações, a nível nacional, vítimas e grau de prontidão das autoridades.

Na sua primeira intervenção, o Primeiro-ministro, Adriano Maleiane, disse que as inundações afectaram mais de 270 mil pessoas, entre Outubro do ano passado e Fevereiro deste ano.

Maleiane avançou que “as chuvas, cheias e inundações que têm vindo a assolar o nosso país, até o dia 5 do corrente mês, afectaram mais de 273 mil pessoas e, infelizmente, 117 pessoas perderam a vida”.

O governante acresceu que, na presente época chuvosa e ciclónica 2022/23, houve a destruição total ou parcial de cerca de 50 mil casas, 686 salas de aula, 69 unidades sanitárias e 194 postes de energia, assim como foram afectados mais de 11 mil quilómetros de estradas e cerca de 73 mil hectares de culturas diversas.

Para minimizar as consequências, o Governo diz que activou várias frentes, sendo a principal o “alerta vermelho”, que facilitou a sensibilização e disseminação de alertas, avisos e medidas preventivas.

“Estas e outras acções estão a permitir a assistência humanitária em bens alimentares e não alimentares a cerca de 79 mil pessoas afectadas. Estamos ainda a providenciar kits para apoiar os nossos compatriotas que estão, com o devido acompanhamento, a sair dos centros de acomodação transitórios.”

A época chuvosa, cujo término está previsto para este mês, criou danos também em instituições públicas, e o ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos garante reposição de algumas infra-estruturas.

“Registou-se, ainda, a destruição de 265 tanques piscícolas, 86 embarcações e 1747 artes de pesca desaparecidas. Foram igualmente registados, cumulativamente, 117 feridos e 117 óbitos, 273 190 pessoas afectadas (54 691 famílias), 69 unidades sanitárias, 46 casas de culto, queda de 194 postes de energia, dos quais 02 de transformação, 11 250 km de estradas afectados, 20 aquedutos e duas pontes destruídas.”

Sobre as vias que estiveram “cortadas”, Carlos Mesquita diz que decorrem obras, visando a retoma da vida normal das populações através de abertura de desvios nos locais com cortes acentuados nas estradas, pontes, aquedutos e outros.

“De salientar que foi reposta a transitabilidade nas estradas que tinham sido cortadas, concretamente os que dão acesso a Timanguene, Mahubo, Boane, Bela Vista e Catuane, na Província de Maputo; Mussassa, Dondo, Búzi, na Província de Sofala; vila municipal de Catandica e Mossurize, na província de Manica; Magige e Lioma; na província da Zambézia; Chalaua, Corrane, Memba, Namahaca, e Matibane, na província de Nampula; Macomia na província de Cabo Delgado, entre outras”, disse.

Já no sector da educação, em que 686 salas de aula, em 1012 escolas, ficaram destruídas, prejudicando mais de um milhão de alunos e 11 895 professores.

“Está em curso a reposição de salas de aula parcialmente destruídas, sobretudo as que perderam tectos. No que concerne a infra-estruturas de grande dimensão afectadas, está em processo o levantamento de danos e necessidades, com vista ao lançamento de concursos e adjudicação das obras de reconstrução das mesmas”, referiu Carlos Mesquita.

Uma vez que a previsão indica para a ocorrência de mais chuva, devido à passagem do ciclone tropical Freddy, o ministro das Obras Públicas diz que a população já começa a abandonar as áreas consideradas de risco e há meios a ser mobilizados para minimizar possíveis estragos.

Aquando da sua primeira passagem por Moçambique, o ciclone Freddy afectou cerca de 30 000 casas e matou 13 pessoas.

A implementação da Tabela Salarial Única aumentou os encargos financeiros por salários, absorvendo 59% das receitas, em 2010, para 70%, em 2021. Quem o diz é o ministro da Economia e Finanças, Max Tonela, que acrescenta que todos os funcionários do Estado tiveram um aumento salarial, no âmbito da TSU.

Mais uma vez, a implementação da Tabela Salarial Única levou o Governo a explicar-se na Assembleia da República.

Respondendo às perguntas da bancada da Renamo, sobre o nível de implementação da Tabela Salarial Única, para o alcance da justiça salarial, o Primeiro-ministro disse que a Comissão de Enquadramento continua a trabalhar para corrigir todas as falhas.

“As Comissões Multissectoriais de Enquadramento, a nível central e local, que têm a missão de receber, apreciar e propor soluções para as reclamações, continuam em função, tendo em conta que têm uma vigência de 12 meses. Presentemente, está em implementação a segunda fase que é de ajustamento dos qualificadores das carreiras profissionais e das funções de direcção, chefia e confiança em função dos 21 níveis da Tabela Salarial Única”, explicou Adriano Maleiane.

Apesar destas falhas, o ministro da Economia e Finanças garante que houve aumento salarial a 91% dos funcionários públicos e agentes do Estado.

“Nós tivemos incremento de salários em 91% dos mais de 361 mil funcionários do Estado. A título de exemplo, a nível dos auxiliares, o salário mínimo passou de 4689 mil para 8769,00 Meticais. Mas este incremento também é verificado a nível de técnicos médios, básicos, superiores N2, N1 e especialistas”, avançou Adriano Maleiane.

Segundo o governante, o salário base de um técnico superior passou de 7443,00 para 14 758,00 Meticais; do técnico superior N1 passou de 17 539,00 para 37 758, 00 Meticais; de um especialista passou dos anteriores 24 882,00 para 60 758,00 Meticais.

Tonela disse ainda que tudo está a ser feito para o alcance da justiça salarial.

Entre as reclamações apresentadas, muitas tinham a ver com a diferença entre os salários mínimos e máximos. “A perspectiva da reforma e do Governo foi sempre reduzir o fosso salarial existente entre o salário mínimo e o máximo, no Aparelho de Estado. No caso do salário mínimo, havia, nas instituições de administração indirecta do Estado, institutos e fundos, um salário mínimo, em média, à volta de 13 mil Meticais, mas, na administração directa do Estado, sobretudo nos ministérios, o salário mínimo era inferior a cinco mil Meticais por mês. Então, fez-se uma ponderação, e o Governo decidiu elevar o salário para cerca de nove mil Meticais por mês, para resolver o problema de injustiça salarial.”

O Governo garantiu ainda manter os critérios pessoais de enquadramento aprovados, ou seja, “todos os dados de entrada que estiveram por trás do enquadramento deverão ser validados. Os dados que constam do ficheiro individual, tempo de serviço no Aparelho de Estado, na carreira, funções, habilitações literárias, que tenham disso aprovados e visto do Tribunal Administrativo, serão tomados em consideração para permitir que, a partir do pagamento de Março, os ajustamentos em função dos resultados da auditoria sejam afectuados”.

Sobre o impacto dos salários para as finanças públicas, o ministro da Economia e Finanças disse que, desde 2010, os salários têm constituído um grande encargo para o Orçamento do Estado, tendo subido seis por cento em 11 anos.

“Olhando para as estatísticas, verificámos um incremento de despesas com salários, que passou de oito por cento, em relação ao Produto Interno Bruto, em 2010, para 14 por cento em 2021, dados que estão fora daquela que são as normas de boa gestão das finanças públicas a nível global, mas também fora daquele que é o padrão da região austral da África, onde a média é de oito por cento”, disse, acrescentando que o país se apresenta com uma tendência de incremento de um por cento, anualmente.

Em relação ao peso dos salários no Orçamento do Estado, o governante disse que, em 2010, a folha representava 59 por cento das receitas, tendo-se situado, em 2021, em 70% das receitas do Estado. Com esta tendência, era difícil que o Estado cumprisse as obrigações de construir infra-estruturas públicas, bem como prover alguns serviços, daí a importância deste processo.

Por isso, com a harmonização dos salários, através da TSU, continuar-se-á a assistir a um incremento, sendo que, em 2023 e 2024, a tendência será de baixar.

Mais de 278 mil jovens aderiram ao processo de recenseamento militar em todo o país. As autoridades consideram 2023 um ano positivo em relação a 2022, em que só foram recenseados 247 mil jovens.

Foram recenseados mais de 278 mil cidadãos, a nível nacional, dos 221 mil planificados para todos os centros provinciais de recrutamento e mobilização.

A Cidade de Maputo, por exemplo, tinha uma meta de 23 mil jovens por recensear, entretanto superou as expectativas. “Foram recenseados cerca de 23 575 mancebos, dos quais 11 828 homens e 11 747 mulheres, o que corresponde a 102% da meta estabelecida. Fazendo uma análise comparativa ao igual período do ano passado, cuja meta era de 20 970, foram recenseados 22 912 mancebos. Podemos concluir que este ano houve mais adesão da juventude em comparação ao ano passado”, avançou Jair Tomaz, delegado de Centro de Recenseamento da Cidade de Maputo.

Jair Tomaz avançou que os distritos municipais KaNyaka, KamuBukwana e KaMavota foram os que mais tiveram adesão e os que “não conseguiram atingir as metas são  Chamanculo com 62,7%,  KaTembe com 78,4%, KamPfumo com 85% e KaMaxaquene com 90,1%”.

Dados do Ministério da Defesa Nacional indicam que foram recenseados 46 jovens moçambicanos na diáspora.

A instituição apela a todos os jovens que ainda não se recensearam para o fazer nos centros provinciais de recrutamento e mobilização até ao dia 31 de Março de 2023.

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