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O País – A verdade como notícia

Moçambique vai fazer parte da iniciativa de vacinação contra malária da Organização Mundial da Saúde até Março do próximo ano. A garantia foi avançada, Hoje, em Maputo, pelo director-geral da OMS.

O número um da Organização Mundial da Saúde (OMS) está de visita a Moçambique, país que visitara em 2004. Hoje, quinta-feira, foi recebido pelo Presidente da República no seu gabinete de trabalho.

Depois de um encontro com o Chefe do Estado, Tedros Adhanom deu uma conferência de imprensa, sem direito a perguntas por parte dos jornalistas, revelou uma das estratégias de apoio da OMS no combate à malária no país.

“Nós discutimos a inclusão de Moçambique na Iniciativa de Vacinação contra Malária e informámos que Moçambique será incluído no primeiro trimestre do próximo ano. Isto significa que será daqui a poucos meses”, deu a conhecer o director-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom.

Tedros Adhanom mostrou-se ainda preocupado com as mudanças climáticas e o surto de cólera e pólio, que o Governo de Moçambique já controlou.

“Como sabem, as mudanças climáticas estão a afectar todo o mundo e, claro, Moçambique é afectado e um dos impactos, como sabemos, é o ciclone Freddy que trouxe o surto da cólera e estou feliz e comentei com Sua Excelência o ministro da Saúde e outras lideranças sobre a forma como geriram o surto da cólera”, elogiou o director-geral da OMS.

Adhanom fez menção às outras doenças que o Governo de Moçambique conseguiu controlar e mostrou a abertura da OMS em ajudar no que for preciso.

“Ao mesmo tempo, houve o surto da pólio que, também, foi detectado cedo e está a ser gerido, já sem casos desde o último Agosto. Nós trabalhamos juntos nessas doenças e discutimos estas situações que já estão controladas e continuaremos a trabalhar juntos em doenças similares”, sublinhou.

Ainda ontem, o Presidente da República recebeu, no seu gabinete de trabalho, a nova direcção da Comunidade Mahometana em Moçambique.

 

Muitos alunos estão a faltar às aulas devido ao frio intenso que se faz sentir nos últimos dias. Em Gondola, província de Manica, nalgumas escolas da vila, alunos chegam a levar fogões para salas de aula como forma de contornar a vaga de frio, colocando em risco as suas vidas.

Em meio à onda de frio que se faz sentir, há que buscar todas alternativas de o contornar. Neste exercício do “salve-se quem puder”, em Gondola, província de Manica, o “O País” testemunhou casos de alunos inovadores que encontraram uma maneira diferente de enfrentar as baixas temperaturas. Os mesmos viram-se forçados a recorrer a fogões para contornar o resfriado que, em alguns casos, pode provocar gripes, febres, mal-estar e tosse seca, pneumonia, entre outras doenças.

“Estou a aquecer-me junto deste fogão que eu inventei. Não posso apanhar muito frio”, contou José Sozinho, aluno.

Rute Comissário, professora, diz que os alunos estão a faltar às aulas devido ao frio. Comissário diz que esta situação pode influenciar negativamente no desempenho escolar dos alunos.

Queimar carvão em ambientes fechados como em salas de aula pode representar um risco para a saúde.

O “O País” contactou a directora do Hospital Provincial de Chimoio, tendo esta se escusado de falar sobre o assunto, remetendo-nos à Direcção Provincial de Saúde na pessoa da Moacite Ibo, responsável de saúde pública, a quem contactámos, mas também sem sucesso.

Entretanto, um alerta sobre os riscos do uso de carvão para aquecer interior de edifícios foi dado há dias em Maputo, por José Constantino, que falou da necessidade de se evitar essa prática.

Pelo menos quatro pessoas morreram no passado dia 8 de Julho corrente, no Rio Chire, distrito de Morrumbala, província da Zambézia, vítimas do naufrágio. Mau tempo e falta de observância de medidas de segurança são apontadas como as causas do naufrágio.

O Rio Chire, no distrito de Morrumbala, tornou-se num verdadeiro corredor de morte por estes dias, devido ao mau tempo que se faz sentir na província da Zambézia. No dia 8 de Julho corrente, duas famílias que seguiam em embarcações diferentes naufragaram. Uma família saia da machamba e a outra seguia em direcção ao vizinho Malawi. Mesmo com o mau tempo que se faz sentir, situação que condicionada a navegabilidade, as pessoas continuam a fazer-se ao mar com todos os riscos que daí podem decorrer.

O administrador distrital de Morrumbala, João Nhambessa, confirmou a morte de quatro pessoas e o resgate de outras sete. “Um naufrágio aconteceu na localidade de Meganja-sede, e outro na localidade de Pinga. Nós tivemos ainda sete pessoas que sobreviveram. Em relação às causas, devo dizer que têm a ver com o mau tempo e também com a não observância de medidas de segurança”, explicou o Administrador de Morrumbala.

Por sua vez, Augusto Dongo, Administrador Marítimo, assegurou que há acções que estão em curso para se evitar situações do género. “Neste momento, já foram localizados os corpos. No total, eram oito pessoas nos dois incidentes, sendo que, no primeiro, eram cinco e, no segundo, três. Já foram localizados os corpos que estavam em causa. Há ainda um corpo por localizar em Morrumbala. Continuamos a trabalhar com o distrito de Morrumbala e com as autoridades locais, no sentido de garantirmos que esta situação seja controlada”, assegurou Augusto Dongo.

Monteiro João é pescador e exerce a sua actividade ao longo do Rio Bons Sinais. Apesar do mau tempo, diz que não tem medo e que é amigo da água. Qualquer infortúnio, segundo ele, é destino.

“Nos últimos dias, tem sido difícil atravessar por causa da temperatura. Faz muito vento e assim é difícil pescar. A temperatura está muito baixa. Não tenho medo de ir ao mar porque isso é uma questão de profissionalismo. Não tenho medo da água, sou amigo da água”, notou Monteiro João.

Apesar do mau tempo que se verifica neste momento, ao longo do rio Bons Sinais, a navegação  marítima está a acontecer. Aliás, não existe por terra a ligação Inhassunge-Quelimane, sendo que a única via é o rio Bons Sinais.

O serviço de saúde cobre 47 por cento do território nacional, o que, segundo o ministro do sector, ainda é pouco e compromete o tratamento de doenças infecciosas e crónicas. Por isso, Armindo Tiago defende maior financiamento ao sector da saúde.

Dos 154 distritos do país, apenas 46 têm unidades sanitárias. O facto, segundo o ministro da Saúde, dificulta a resposta a doenças crónicas, infecciosas e não transmissíveis.

“O índice de cobertura efectiva dos serviços essenciais no nosso país é de 47 por cento. O crescimento populacional e a rápida urbanização demandam a expansão do sistema de saúde. Por exemplo, a natureza crónica das doenças cardiovasculares, do cancro, da diabetes implicam custos elevados para o sistema de saúde”, explicou Tiago.

O dirigente disse, por isso, que o aumento da cobertura e da capacidade técnica dos serviços de saúde requer um investimento urgente.

Esperamos compromissos que visam melhorar os investimentos no sector da saúde, através da utilização das plataformas conjuntas de coordenação e diálogo. Devemos consolidar a implementação de um único plano, um único orçamento, única monitoria e avaliação.

O ministro da Saúde falava esta quarta-feira na abertura do Diálogo de Alto Nível para o Financiamento ao Sector da Saúde para o Alcance da Cobertura Nacional.

O evento juntou parlamentares, representantes do Ministério da Economia e Finanças, membros da SADC, sociedade civil e parceiros de cooperação.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, dirige hoje, em Maputo, a cerimónia de abertura da Conferência Internacional de Investimento em Infra-estruturas do Sector da Saúde, subordinada ao lema “Investir para o alcance do acesso universal aos serviços de saúde”.

A conferência organizada pelo Ministério da Saúde, insere-se no âmbito da aceleração da implementação da iniciativa Presidencial – ‘’Um Distrito, Um Hospital’’ e contará com a participação Tedros Adhanom Ghebreyesus, Director-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) , entre outras personalidades nacionais e internacionais.

A Cimeira Extraordinária Virtual da Troika do Órgão da SADC sobre Cooperação nas Áreas de Política, Defesa e Segurança, realizada na terça-feira, aprovou a prorrogação por mais dozes meses o mandato da Missão Militar da SADC que apoia o combate ao terrorismo em Moçambique com efeitos a partir de 16 de Julho.

A medida tem em vista, segundo o órgão, consolidar as conquistas alcançadas desde o destacamento da SAMIM, reforçar os processos de estabilização e facilitar o regresso seguro de deslocados às suas zonas de origem.   No mesmo encontro, a Troika da Cimeira do Órgão felicitou o Governo da República de Moçambique pela iniciativa de desenvolvimento de estratégias destinadas a consolidar os territórios reconquistados e um plano de acção a ser implementado após a retirada da SAMIM.

O órgão reconheceu a necessidade de recursos adicionais para apoiar os processos de paz na região e apelou à realização de campanhas destinadas a mobilizar recursos da União Africana (UA), da Organização das Nações Unidas (ONU) e de outros parceiros internacionais de cooperação para apoiar os esforços em prol da restauração da paz e da segurança na República de Moçambique e na República Democrática do Congo.

Sobre a situação de segurança, a Troika da Cimeira do Órgão notou que “registou melhorias com o regresso gradual de deslocados internos às suas zonas de origem, principalmente com a redução dos actos terroristas e congratulou-se com a Missão da SADC em Moçambique (SAMIM) pelo compromisso inabalável e pelos sacrifícios consentidos na restauração e manutenção da paz e da segurança na Província de Cabo Delgado.”

A Troika da Cimeira do Órgão notou ainda as conquistas da Missão da SADC em Moçambique (SAMIM) na implementação do seu mandato e saudou os Estados-Membros que contribuíram para o cumprimento do mesmo.

A instabilidade na República Democrática do Congo mereceu, igualmente, atenção por parte da Troika que “notou, com grande preocupação, o relatório apresentado sobre a situação de segurança instável e deteriorada contínua no leste da RDC e reiterou a sua condenação ao recrudescimento dos conflitos e aos actos hostis de todos os insurgentes, incluindo os rebeldes do grupo M23 e os grupos terroristas do grupo ADF que operam no Leste da RDC, com o apoio de agressores estrangeiros.”

Uma vez que a situação tende a alastrar-se, a Troika da Cimeira reiterou o seu apelo à cessação imediata das hostilidades perpetrados por todos os grupos armados e à sua retirada incondicional das áreas actualmente ocupadas e comprometeu-se a explorar medidas adicionais aos actuais esforços diplomáticos tendentes a forçar o grupo M23 e outros grupos armados a abandonar todas as formas de ataques.

Outro ponto abordado pelo órgão foi a aprovação do mandato e os instrumentos jurídicos e operacionais para o destacamento da Missão da SADC na República Democrática do Congo (SAMIDRC) a título de resposta regional à deterioração da situação humanitária e de segurança no Leste da RDC.

Durante o encontro virtual, houve espaço ainda para saudar o Presidente do Órgão de Cooperação nas Áreas de Política, Defesa e Segurança da SADC e Presidente da República da Namíbia, Hage Gottfried, Geingob por acolher a Troika da Cimeira do Órgão e pelo seu empenho e liderança na condução dos esforços concertados em prol da estabilidade, paz duradouras e segurança na região da SADC.

Por último, notou-se as conclusões finais da Cimeira Quadripartida, realizada a 27 de Junho de 2023, visando viabilizar a harmonização e a coordenação dos esforços envidados com vista a trazer a paz e a segurança no leste da RDC, que contou com a presença da Comunidade da África Oriental (CAO), da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC), da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL, da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e da Organização das Nações Unidas (ONU), sob os auspícios da Comissão da União Africana (CUA).

Participaram na Troika da Cimeira do Órgão os Chefes de Estado e de Governo da SADC  o Presidente em Exercício do Órgão de Cooperação nas Áreas de Política, Defesa e Segurança e Presidente da República da Namíbia, Hage Gottfried Geingob; próximo Presidente do Órgão de Cooperação nas Áreas de Política, Defesa e Segurança e Presidente da República da Zâmbia, Hakainde Hichilema; Presidente Cessante do Órgão de Cooperação nas Áreas de Política, Defesa e Segurança e Presidente da República da África do Sul, Matamela Cyril Ramaphosa; Presidente em Exercício da SADC e Presidente da República Democrática do Congo, Félix Antoine Tshisekedi Tshilombo; Presidente cessante da SADC e Presidente da República do Malawi, Lazarus McCarthy Chakwera; Presidente da República do Botswana, Mokgweetsi Eric Keabetswe Masisi; Presidente da República de Moçambique, Filipe Jacinto Nyusi; Presidente da República do Zimbabwe, Emmerson Dambudzo Mnangagwa; Philip Isdor Mpango, Vice-presidente da República Unida da Tanzânia, em representação de Sua Excelência a Dr.ª Samia Suluhu Hassan, Presidente da República Unida da Tanzânia; Primeiro-ministro do Reino do Lesotho, Samuel Ntsokoane Matekane; Embaixador Téte António, Ministro das Relações Exteriores da República de Angola, em representação de Sua Excelência, João Manuel Gonçalves Lourenço, próximo Presidente em exercício da SADC.

O Governo diz que vai resolver, a partir de amanhã até Novembro, 11 das 15 preocupações dos médicos. Entretanto, o ministro da Saúde, Armindo Tiago, explica que há duas exigências que não podem ser revistas por falta de enquadramento legal.

O Governo, representado pelo ministro da Saúde, Armindo Tiago, reagiu esta quarta-feira à retoma da terceira greve nacional dos médicos em curso no país.

O dirigente reconheceu os problemas de atraso e redução salarial, bem como do não pagamento das horas extras. Depois, Armindo Tiago apresentou aos órgãos de comunicação social datas para resolver parte das preocupações.

“Os médicos sem salários, muitos deles, não recebem salário porque não foram dizer a entidade patronal deles, mas o que se deve ter em conta é que o sistema tem erros às vezes. O que decidimos é que os salários destes médicos serão em Julho. Quanto às horas extras, as que são anteriores a 2020, serão pagas este mês e as de 2022 e 2023 a partir de Agosto do ano em curso”, explicou Tiago.

O ministro da Saúde avançou, na ocasião, que as falhas no enquadramento serão corrigidas até esta quinta-feira.

Das 15 reclamações dos médicos, duas não foram constatadas no terreno, ou seja, são inexistentes, segundo explicou Armindo Tiago.

“Primeiro, a Associação Médica de Moçambique diz que o Governo não está a pagar o subsídio de localização, entretanto, da verificação feita, estamos a pagar a todos os que têm direito. Segundo, a associação também dizia que o Governo estava a pagar no Hospital Central da Beira e Provincial de Chimoio as horas extras com base num diploma ministerial. Entretanto, depois de uma análise minuciosa, também não foi confirmado”, explicou Tiago.

Sobre os subsídios de diuturnidade e das horas extras, Tiago explicou que não há consenso e não poderão ser resolvidas, pois os cálculos não podem ser alterados por falta de enquadramento legal.

Armindo Tiago reagiu também à alegada troca das equipas de negociação denunciada pelos médicos, que, segundo a classe, está a comprometer o processo, afirmando que o Governo “sempre agiu de forma franca” e que, por se tratar de acto colegial, “o Governo pode, em função das circunstâncias, mudar a equipa negocial. O mais importante é que os técnicos não mudem. O que se pretende na negociação é a manutenção da memória institucional”.

O ministro da Saúde disse ainda que o Governo está aberto ao diálogo para a suspensão da greve dos médicos que poderá durar 21 dias prorrogáveis.

O Ministro dos Transportes e Comunicações exige dos especialistas nacionais soluções para a redução dos efeitos dos eventos climáticos extremos. Mateus Magala que falava na 1ª sessão da Comissão Técnico-científica sobre as Mudanças Climáticas ressaltou que Moçambique deve reforçar a capacidade de resposta às alterações do clima.

As mudanças climáticas são um dos problemas mais urgentes que o planeta actualmente enfrenta. E porque Moçambique é ciclicamente afectado pelos fenómenos que pressionam o Governo a adoptar medidas para conter efeitos catastróficos, o ministro dos Transportes e Comunicações exigiu, esta quarta-feira, da recém-criada Comissão Técnico-científica sobre as Mudanças Climáticas soluções urgentes.

“O país tem sofrido, como todos sabemos, adversidades, em consequência de eventos climáticos. Todos os anos, cada vez mais frequentes, com muita intensidade. Temos a oportunidade de convergir várias ideias, nesta comissão, que carregam várias experiências. Temos, a partir de agora, de mostrar atitude para contribuir com soluções sustentáveis, com base na ciência e na tecnologia para enfrentar desafios urgentes de curto, de médio e de longo prazo”, realçou Mateus Magala.

Para Mateus Magala, a Comissão deverá mostrar o seu contributo na gestão de desastres a partir da época chuvosa que inicia daqui a cerca de três meses.

“Estamos a escassos meses da fase crítica de eventos climáticos hostis à sociedade. Refiro-me, concretamente, à época das chuvas, das cheias. Temos, por isso, muito pouco tempo, mas temos de sobreviver, temos de manter a espécie humana viva para continuarmos a erguer este país”, exortou o ministro.

A Comissão Técnico-científica sobre as Mudanças Climáticas, presidida pelo Ministro dos Transportes e Comunicações, foi criada pelo Governo, e serve como órgão de consulta e assessoria técnica ao Executivo para o reforço de medidas institucionais para prevenção e resposta aos impactos dos eventos climáticos severos.

A Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE) poderá ser transformada em Autoridade de Inspecção Económica. Segundo a Inspectora-geral daquela instituição, Rita Freitas, a medida visa entre outros acabar com as interferências externas.

A Inspecção Nacional de Actividades Económicas está em processo de transformação para uma Autoridade de Inspecção Económica. O objectivo passa por criar condições para se acabar com as interferências que muitas vezes ocorrem dentro do trabalho da instituição. Depois de discutida nesta reunião, a proposta de lei para a transformação da INAE em autoridade deverá ser submetida ao Conselho de Ministros que, por sua vez, submeterá à Assembleia da República. A INAE está reunida em Inhambane na sua 6ª Reunião Nacional e tem em cima da mesa, a harmonização de procedimentos no acto da inspecção.

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