Skip to main content

O País – A verdade como notícia

A África do Sul destacou militares para garantirem a segurança de camiões em quatro províncias que fazem fronteira com Moçambique.

Em menos de 10 dias, mais de duas dezenas de camiões foram reduzidos à cinza nas estradas sul-africanas. Um fenómeno cujas causas ainda não se conseguiu explicar, embora a última actualização da Polícia tenha apontado existirem 12 suspeitos.

O Governo sul-africano assumiu tratar-se de sabotagem económica e decidiu envolver militares na garantia de segurança aos camionistas que circulam em quatro províncias que fazem fronteira com Moçambique.

Num comunicado divulgado na página de internet das Forças Armadas, lê-se que “as Forças de Defesa Nacional da África do Sul confirmam o seu destacamento em apoio ao Serviço da Polícia da África do Sul, nomeadamente em quatro províncias, Limpopo, Mpumalanga, Kwa-Zulu Natal e a Província de Free State”.

As autoridades sul-africanas não sabem se os ataques a camiões estão conectados entre si, pois ocorreram em várias partes do país. O ministro da Polícia, Bheki Cele, avançou que as operações são organizadas e sofisticadas.

O fenómeno está a gerar receio nos moçambicanos que se dedicam ao negócio de transporte de carga entre Moçambique e África do Sul, por temerem que os seus camiões sejam alvo de ataques.

Vai decorrer de 24 a 26 deste mês, na Cidade de Maputo, uma conferência sobre a educação, para traçar uma nova visão e estratégia para o Sistema Nacional de Educação com impacto na formação do capital humano e nas infra-estruturas.

A questão da educação tem sido manchada por diversos factores, como é o caso de muitos alunos continuarem a estudar ao relento e distribuição gratuita de manuais que, às vezes, aparecem com erros. O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano decidiu dar mão à palmatória e quer inverter o rumo do sector no país.

“Como dissemos, nós, os moçambicanos, estamos interessados em que tenhamos uma educação efectivamente de qualidade e é por isso que há muitas abordagens, muitos debates e nós achamos, como Governo, que, ao invés de falarmos de uma forma desorganizada, este é o momento oportuno”, disse Carmelita Namashulua, Ministra da Educação e Desenvolvimento Humano.

De 24 a 26 deste mês, vai decorrer na Cidade de Maputo a Conferência Nacional sobre Educação de Qualidade em Moçambique, que terá como lema “Por uma educação de qualidade, inclusiva e equitativa, em prol do desenvolvimento sustentável”.

A conferência contará com 36 comunicações versadas sobre o processo de formação. Namashulua traça as principais temáticas que vão nortear o referido evento: “Vamos falar da questão da formação do professor nas diferentes dimensões; haverá também nesta temática a questão dos recursos humanos de qualidade; vamos discutir como são feitos os currículos, os programas, os métodos e as matérias de ensino e aprendizagem; vamos falar de infra-estruturas escolares, inovação e investigação; vamos falar também da equidade, da inclusão, da cidadania, participação e relevância e também vamos ver questões ligadas à articulação nos subsistemas do sistema nacional de garantia de qualidade”.

O evento contará com 300 participantes provenientes de todas as províncias do país e espera-se a intervenção de académicos, sociedade civil, bem como parceiros do sector da educação.

Os bispos da Igreja Anglicana de Moçambique dizem que as igrejas não estão a exercer, com precisão, o seu papel, sobretudo na pregação do evangelho, de modo que os conflitos e as guerras existentes no país não encontrem espaço. Os líderes anglicanos apelam às igrejas para investirem mais na construção de vidas e mentes humanas.

A igreja tem um papel fundamental na pregação do evangelho, que preconiza a paz e a salvação de todos os seres humanos. Para tal, a mensagem deve ser pregada de modo a alcançar os corações humanos e transformar as pessoas para uma cultura de paz e de união. Entretanto, os líderes da igreja anglicana em Moçambique concluem que muitas seitas religiosas não estão a exercer com precisão o seu papel, de modo que os conflitos e as guerras existentes no país não encontrem espaço.

Os líderes da mesma igreja apontam ainda o crescimento da onda de criminalidade no país, a corrupção e os ataques armados como resultado de má gestão na difusão do evangelho. E apelam às igrejas para investirem mais na reconstrução de vidas e mentes humanas.

O bispo Paulo Sebastião secunda ainda que o trabalho das igrejas deve realizar-se junto aos fiéis e não só.

Os bispos e padres da Igreja Anglicana de Moçambique falavam, neste domingo, durante a cerimónia de ordenações e encerramento do sínodo na Diocese de Tete. O culto contou com a presença do Governador de Tete e outros membros do Conselho Executivo Provincial.

No distrito de Massinga, o jornal O País encontrou uma menina que, com passos tímidos, caminhava aliviada, depois de, com apenas 13 anos de idade, ter escapado de se juntar a um jovem de 25 anos de idade, com quem nunca teve nenhuma relação.

Em conversa com a nossa equipa de reportagem, a rapariga disse que o conhecia apenas de vista, sendo que nunca houve nenhuma relação entre os dois.

Forçada pelo pai, ela ia envolver-se prematuramente. Sem poder desobedecer ao seu progenitor, tentou ao menos negociar que não abandonasse a escola, para poder concretizar o sonho de um dia ser polícia.

Para entregar a filha, o pai da adolescente recebeu em troca 15 mil Meticais. À nossa equipa de reportagem, o homem disse que a intenção não era que a filha se envolvesse em união prematura, e afirmou que estavam apenas a fazer a “reserva” da menina, para que, depois de completar 18 anos, ela fosse viver com o seu marido.

O referido jovem, que por sinal trabalha na África do Sul, disse ao “O País” que estava disposto a suportar todas as despesas da adolescente que desejava como esposa.

A activista social Olga Macupulane, que trabalha na Associação Malhalhe, na promoção da mulher, lamenta que este não seja o único caso na província. Olga defende que a lei deve ser aplicada sem contemplações a fim de retrair estas práticas.

“Deve servir de exemplo – esta questão de prender os envolvidos – para que outras pessoas que estão envolvidas em casos similares entendam que, quando praticarem isso, irão à cadeia.”

Paralelamente à aplicação da lei, a nossa entrevistada diz que os comités locais de protecção a crianças têm um papel importante na luta contra as uniões prematuras, através da sensibilização, mobilização e monitoria de comportamentos do género nas comunidades.

“São elas que devem espalhar essa mensagem nas comunidades de modo a que todos percebam o mal que esta prática causa nas nossas meninas, porque, se formos a ver, nenhuma menina de 13 anos de idade quer ir ao lar”, finalizou Olga Macupulane.

Os pais da adolescente e do jovem que a queria como esposa estão agora detidos em Massinga e deverão responder na justiça.

O Tribunal de Brooklyn, nos Estados Unidos, negou um pedido de liberdade condicional de Manuel Chang. O ex-ministro da Finanças estava disposto a pagar uma caução de um milhão de dólares, cerca de 63 milhões de meticais. Chang também declarou-se inocente.

Manuel Chang foi ouvido esta quinta-feira neste tribunal, o mesmo em que foi julgado o executivo libanês do grupo Privinvest, Jean Boustani.

Numa audição correspondente a legalização da sua prisão, o ex-ministro moçambicano das Finanças pediu ao juiz do Tribunal Distrital de Brooklyn, em Nova Iorque, Nicholas Garaufis, liberdade condicional, mediante o pagamento de uma caução de um milhão de dólares.

No entanto, o juiz negou o pedido, concordando com os procuradores que argumentaram que há “risco de fuga e Chang poderia escapar das acusações entrando na missão moçambicana da ONU em Manhattan.

“As evidências sobre sua culpa são fortes”, disse o juiz, citado pela agência Reuters.

Os procuradores disseram durante a audição que pelo menos USD 200 milhões, dos empréstimos feitos nos bancos Credit Suisse e VTB foram desviados para vários réus e funcionários do governo moçambicano e que Manuel Chang fez, secretamente com que o governo de Moçambique garantisse os empréstimos em troca de subornos e tal actitude enganou os investidores americanos sobre a credibilidade de Moçambique.

O advogado do ex-ministro, Adam Ford, disse no tribunal que Chang garantiu os empréstimos no âmbito da sua missão profissional e não aceitou subornos.

“Ele pretende ficar aqui e lutar contra essas acusações”, disse o advogado.

A justiça norte americana acusa Manuel Chang de cometer os crimes de fraude eletrônica, fraude de valores mobiliários e lavagem de dinheiro.

A Procuradoria-Geral da República quer reforço de leis contra os crimes cibernéticos para melhor garantia da segurança cibernética no país. Paulo Cumbe, Procurador-Geral Adjunto, entende que a aprovação e a implementação das Leis de Segurança Cibernética e de Protecção de Dados vão minimizar o problema.

Nos primeiros seis meses deste ano, a Procuradoria-Geral da República instaurou 367 processos relacionados aos crimes cibernéticos, contra 293 em igual período do ano passado.

Trata-se de crimes praticados na internet, por meio de dispositivos eletrónicos como computadores e celulares, sendo que, segundo a Procuradora-Geral adjunta, Amabélia Chuquela, “os tipos legais de crime com maior enfoque no período em alusão foram as fraude relativas aos instrumentos e canais de pagamento eletrónicos, com 164 seguidos da burla informática com 90”.

Com o desenvolvimento da tecnologia, os crimes cibernéticos tendem a aumentar, o que suscita a necessidade de reforçar as medidas de prevenção.

“As fraudes onlines constituem um dos crimes cibernéticos mais comuns que acarretam elevados custos financeiros impactando no desenvolvimento económico e social dos povos. Por isso, temos que estar atentos a estes tipos de crimes cujos efeitos tem sido ampliados pelos uso massivo das tecnologias  de informação e comunicação, como são o exemplo do terrorismo, a pornografia infantil, o trafico de pessoas, drogas, burla entre outros crimes”, explicou o ministro da Ciência e Tecnologias, Daniel Nivagara.

Para a Procuradoria-Geral da República, a solução para o problema passa pela adopção de novas leis, com vista a garantir maior segurança cibernética.

Os intervenientes falavam esta sexta-feira, na Cidade de Maputo, na abertura do seminário sobre a “Cibercriminalidade”, com o objectivo de avaliar e reforçar as medidas de combate ao problema.

O director-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) visitou, esta sexta-feira, o Centro de Saúde de Boane, na Província de Maputo, onde garantiu apoio técnico e financeiro para a construção de um hospital com capacidade para 150 camas.

Depois de participar na conferência internacional de investimento em infra-estruturas do sector da saúde, Tedros Adhanom, director-geral da OMS, visitou o principal centro de saúde de Boane, na Província de Maputo. Trata-se de uma unidade sanitária em que são atendidas, em média diária, 80 adultos nas consultas externas e 45 crianças.

Interagindo com profissionais do sector, bem como com doentes internados em diferentes enfermarias daquela que é a principal unidade sanitária de Boane, Tedros Adhanom disse que é preciso melhorar as infra-estruturas de saúde para melhor servir as comunidades.

“Como sabe, o distrito de Boane conta com 274 mil habitantes e penso que, por essa dimensão, merece um hospital de categoria 1, um hospital com capacidade para 150 camas. Espero poder mobilizar os parceiros com vista a construção de um hospital distrital aqui. Estou aqui e estamos a ver que este é um hospital antigo. Está na hora de se construir um hospital de nível distrital aqui.”

O vice-ministro da Saúde, Ilesh Jani, que esteve junto de outros quadros da saúde a acompanhar a visita, disse que já há um trabalho avançado para a construção do Hospital Distrital de Boane, mas não avançou os montantes envolvidos assim como a data do arranque das obras.

“O Hospital Distrital de Boane é uma das infra-estruturas que está a ser negociada na nossa conferência de infra-estruturas do sector de saúde e, em breve, teremos informação precisa de quando é que esse processo se iniciará. Já há passos que foram dados na negociação, mas o anúncio será feito oportunamente.”

A malária, doenças respiratórias e de transmissão sexual são algumas das mais preocupantes no Centro de Saúde de Boane.

No Inverno, são realizados na unidade sanitária dois a cinco partos por dia e, no Verão, o número sobe para 10 partos por dia.

O ministro da Saúde defendeu, hoje, priorização de investimentos no sector da saúde para a melhoria da qualidade dos serviços prestados à população. Armindo Tiago avançou ainda que a meta do Governo é construir 92 hospitais distritais até 2030.

O país tem, actualmente, apenas 49 hospitais distritais para atender a 154 distritos. A implementação da Política de Saúde enfrenta, por isso, segundo o ministro da Saúde, Armindo Tiago, desafios, principalmente relacionados com o financiamento insuficiente, o que limita a edificação de novas infra-estruturas sanitárias e o plano de formação acelerado de profissionais de saúde.

Daí que o investimento do país no sector da saúde visa, fundamentalmente, melhorar os serviços prestados. Actualmente, o acesso aos cuidados de saúde é estimado em cerca de 60 por cento.

As previsões indicam que o ritmo de crescimento populacional continuará a aumentar em Moçambique nos próximos anos, impactando de forma substancial, entende Armindo Tiago, no ritmo da melhoria dos indicadores de saúde.

Com base em dados estatísticos de 2021 sobre os recursos humanos de saúde, o rácio de profissionais de saúde por 10 mil habitantes em Moçambique é de 12 profissionais, perspectivando-se que, em 2030, seja de 25. Entretanto, o padrão recomendado pela Organização Mundial da Saúde é de 46 profissionais de saúde por 10 mil habitantes.

Deste modo, a melhoria dos indicadores de saúde demanda investimento em infra-estruturas e recursos humanos do sector da saúde, salientou o ministro da Saúde, ontem, no arranque da conferência internacional para a atracção de investimento para o sector da saúde.

O evento está inserido na iniciativa presidencial “Um Distrito, um Hospital”, lançada em 2019, com o foco no fortalecimento do sector da saúde.

O objectivo é garantir cada vez mais o acesso a cuidados básicos de saúde da população moçambicana, através da construção, requalificação e apetrechamento de 92 hospitais distritais até 2030. Por isso, Armindo Tiago defende a priorização de investimentos no sector da saúde.

“Se vossas excelências fizerem o compromisso para financiar o maior número possível de hospitais distritais, teremos a seguinte configuração: em 2020 tínhamos 45 hospitais, em 2023 49, esperamos que, em 2025, possamos conseguir, de acordo com os compromissos já assumidos, ter, no país, 66 hospitais, para em 2030 chegarmos a 92 distritos com um hospital distrital”, ressaltou Armindo Tiago, para depois afirmar que “os esforços devem ser concentrados nas zonas rurais, daí a implementação do projecto Um Distrito, Um Hospital mostrar não só relevância, mas também lógica e sobretudo justiça na prestação de cuidados de saúde à população”.

Admitindo que ainda há muito por fazer, o ministro da Economia e Finanças defende modelos alternativos de financiamento ao sector: “Exigências de investimento impõem a necessidade de adoptarmos mecanismos inovadores, para além das abordagens tradicionais de financiamento a que estamos habituados. São necessários mais de 900 milhões de dólares para concretizar a iniciativa Um Distrito, um Hospital e o país precisa de mais recursos para apresentar recintos hospitalares de excelência. Por isso, torna-se imperativo que o país avance para modelos ou mecanismos alternativos de financiamento que ajudem a impulsionar investimentos em infra-estruturas de saúde e a melhorar o acesso a cuidados de saúde de qualidade”.

Para Max Tonela, devem ser consideradas parcerias público-privadas robustas, que permitam o acesso ao financiamento para a construção, expansão e gestão de infra-estruturas públicas para ajudar a complementar os esforços do Estado na provisão de serviços de saúde de qualidade e acessíveis.

Ainda de acordo com o ministro da Economia e Finanças, é essencial atrair investimento internacional estrangeiro, que traga recursos financeiros, conhecimento especializado e tecnologia avançada para o fortalecimento do sector de saúde moçambicano.

Tonela diz que se deve considerar uma terceira alternativa, que é a troca da dívida pública por investimento na saúde, alocando valores resultantes em projectos de expansão da rede sanitária pública.

Para Enirtes Caetano, da Fundação Oswaldo Cruz, parceira do Ministério da Saúde, sublinha a importância da formação especializada de recursos humanos para a oferta de serviços de saúde de qualidade e sustentáveis.

“Uma necessidade de reconhecimento de determinantes e a previsão de medidas direccionadas para processos educacionais, que permitam a formação de uma força de trabalho qualificada, de forma a enfrentar dificuldades e novas exigências do mundo do trabalho. Profundas e rápidas transformações têm sido verificadas nos últimos anos e representam um desafio em todos os países a escassez de profissionais em áreas consideradas remotas e vulneráveis, e esse é um obstáculo à universalização do acesso à saúde por parte de vários Estados”, repisou.

Lembre-se que a iniciativa governamental, “Um Distrito, um Hospital” consiste na construção de 92 hospitais distritais até 2030, um investimento que irá custar cerca de 900 milhões de dólares.

A conferência internacional de investimentos no sector da saúde decorre até esta sexta-feira, na Cidade de Maputo. Espera-se que a materialização desta iniciativa resulte do esforço conjunto do Governo, sector privado, parceiros internacionais e nacionais, da sociedade civil e das comunidades.

 

Moçambique vai fazer parte da iniciativa de vacinação contra malária da Organização Mundial da Saúde até Março do próximo ano. A garantia foi avançada, Hoje, em Maputo, pelo director-geral da OMS.

O número um da Organização Mundial da Saúde (OMS) está de visita a Moçambique, país que visitara em 2004. Hoje, quinta-feira, foi recebido pelo Presidente da República no seu gabinete de trabalho.

Depois de um encontro com o Chefe do Estado, Tedros Adhanom deu uma conferência de imprensa, sem direito a perguntas por parte dos jornalistas, revelou uma das estratégias de apoio da OMS no combate à malária no país.

“Nós discutimos a inclusão de Moçambique na Iniciativa de Vacinação contra Malária e informámos que Moçambique será incluído no primeiro trimestre do próximo ano. Isto significa que será daqui a poucos meses”, deu a conhecer o director-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom.

Tedros Adhanom mostrou-se ainda preocupado com as mudanças climáticas e o surto de cólera e pólio, que o Governo de Moçambique já controlou.

“Como sabem, as mudanças climáticas estão a afectar todo o mundo e, claro, Moçambique é afectado e um dos impactos, como sabemos, é o ciclone Freddy que trouxe o surto da cólera e estou feliz e comentei com Sua Excelência o ministro da Saúde e outras lideranças sobre a forma como geriram o surto da cólera”, elogiou o director-geral da OMS.

Adhanom fez menção às outras doenças que o Governo de Moçambique conseguiu controlar e mostrou a abertura da OMS em ajudar no que for preciso.

“Ao mesmo tempo, houve o surto da pólio que, também, foi detectado cedo e está a ser gerido, já sem casos desde o último Agosto. Nós trabalhamos juntos nessas doenças e discutimos estas situações que já estão controladas e continuaremos a trabalhar juntos em doenças similares”, sublinhou.

Ainda ontem, o Presidente da República recebeu, no seu gabinete de trabalho, a nova direcção da Comunidade Mahometana em Moçambique.

 

+ LIDAS

Siga nos