Skip to main content

O País – A verdade como notícia

A decisão de soltura dos seis estudantes foi anunciada depois do julgamento que decorreu, hoje, à porta fechada . A leitura da sentença será feita na próxima semana.

Desacato às autoridades é o crime que pesa sobre os estudantes que decidiram manifestar-se, exigindo melhores condições no internato da Escola Superior de Ciências Náuticas, na capital do país.

Depois de três dias detidos nas celas da Cadeia Central, os seis estudantes foram ouvidos em audiência à porta fechada, esta quinta-feira.

Quase a terminar a sessão, a juíza do caso permitiu a entrada do público  para anunciar as decisões tomadas, uma delas foi a soltura dos estudantes.

Segundo a juíza do caso, é preciso ouvir os agentes da Polícia que efectuaram a detenção, a directora da escola e para saber se tiveram lugar na escola ou em frente aos Ministério dos Transportes e Comunicações.  

A leitura da sentença também foi adiada e, segundo os advogados, houve legitimidade para tal.

“Estivemos aqui, a audiência ocorreu normalmente e o Ministério Público, no decorrer da audiência, viu que não há provas relevantes para a continuação deste processo, por isso pediu a soltura de todos os arguidos indiciados neste crime de desacato às autoridades”, disse Victor Fonseca, em representação da Ordem dos Advogados de Moçambique.     

O jurista Damião Cumbane  não comunga da ideia de deter os estudantes e muito menos de serem submetidos a um julgamento, consideranto um acto ilegal. “Está a ser uma rotina nesse nosso país transformar as detenções das pessoas numa actividade desportiva. Afinal de contas, para responsabilizar alguém criminalmente, não é necessário que a pessoa esteja detida. A outra parte repugnante desta acção é que levaram os estudantes para a Cadeia Central, para serem misturados com muitos criminosos.”

O Primeiro-Ministro, Adriano Maleiane, diz que cabe às universidades explicar o atraso no pagamento de subsídios de bolsas aos estudantes. Os atrasos já levaram à greve estudantes de pelo menos três universidades do país.

Replicam-se as greves por falta de pagamento de subsídios de bolsa e condições precárias em residências das universidades do país. O caso mais recente culminou com a detenção de seis estudantes da Escola Superior de Ciências Náuticas, após uma manifestação contra as péssimas condições na residência.

Chamado a reagir pelo O País, o Primeiro-Ministro diz que cabe às universidades visadas explicar o que está a acontecer, considerando que as bolsas de estudo não são planificadas no Orçamento do Estado.

“Deve-se perguntar às universidades, a bolsa é dada pela universidade, não é um assunto planificado no Orçamento do Estado. Só pode atribuir a bolsa a universidade que tiver capacidade de pagar, portanto é justo que o prometido seja cumprido”, disse o Primeiro-Ministro

Sobre o envolvimento do Ministério da Economia e Finanças, por supostamente demorar na canalização de fundos para as universidades, o governante diz que ouviu pela primeira vez com os estudantes em greve e que as universidades devem encontrar soluções.

“Ouvi dos estudantes que estavam a marchar na rua, mas questionei como é que pode ser o Ministério da Economia e Finanças se o ministério não paga bolsas. As universidades é que pagam a bolsa. devem procurar os estudantes e as universidades que concederam a bolsa, a universidade não disse quando assinou que ‘estou a dar a bolsa condicionado ao orçamento’”, disse a finalizar, à margem do encontro inter-religioso em Maputo, esta quarta-feira.

Entre as universidades com dívidas a estudantes bolseiros estão a UniLucungo, Unilúrio, UP-Maputo e a Escola Superior de Ciências Náuticas.

O ensino superior em Moçambique tem registado evolução substancial no que concerne ao número de estudantes, tanto nos novos ingressos como nos graduados. Estes avanços têm sido justificados pela abertura de novas instituições, que passaram de 44 em 2015 para 56 em 2020.

Moçambique não está preparado para enfrentar a ocorrência de ciclones no Sul do país. O alerta foi lançado, hoje, em Maputo, por Luís Artur, especialista em gestão de riscos de desastres, durante uma reunião nacional sobre preparação e resiliência a ciclones tropicais, na África Austral, organizada pela Universidade Eduardo Mondlane e o Instituto Nacional de Meteorologia. 

Maputo é desde o dia 2 deste mês, o palco de uma reunião internacional sobre resiliência a ciclones na África Austral. O evento, que conta com a participação de 35 especialistas na matéria, provenientes de Moçambique, África do Sul, Madagáscar, Malawi e Inglaterra, deverá ajudar a reorientar as estratégias do Governo moçambicano, face a ciclones e cheias. 

Para Luís Artur, engenheiro e especialista em gestão de riscos de desastres, a região Sul de Moçambique não está preparada para enfrentar eventos climáticos severos. 

“Nós, agora, como país, estamos preparados para responder a ciclones que ocorram na região Centro e na região Norte. Mas, que tal, se no futuro, começarmos a ter ciclones na região Sul do país. Que tal, as frentes frias, como aquela que tivemos na Matola e em Boane, em Fevereiro, que trouxeram bastante chuva, começarem a ocorrer com muita frequência”, questiona o especialista. 

De acordo com Luís Artur, o sistema de aviso prévio contra ciclones e a forma como as políticas públicas moçambicanas são desenhadas para eventos climáticos severos devem melhorar. 

Durante a reunião, um dos temas em destaque é o futuro dos ciclones na região Austral. Para já, fica a certeza de que os países vizinhos querem garantir maior coordenação e aprender com a experiência moçambicana na redução de danos. 

“Há maior interesse e uma compreensão cada vez maior, de que os eventos meteorológicos não respeitam as fronteiras criadas pelos homens. Vimos a prova disso com o ciclone Freddy, que primeiro passou por Madagáscar, atingiu Moçambique, causando muitos danos, a seguir passou por Malawi, onde houve um  número elevado de mortos, em relação a Moçambique e Madagáscar”, destacou Bernardino Nhantumbo, meteorologista e investigador na área do clima. 

Bernardino acrescenta que os países vizinhos de Moçambique estão cada vez mais preocupados com os ciclones, que atingem o país, porque atravessam também os seus territórios. O fim, igualmente, é de aprenderem de Moçambique, face à sua experiência. 

Segundo o INAM, a previsão de ciclones está em curso e a informação sobre a sua ocorrência, na presente época, será divulgada no fim deste mês. A reunião internacional, que decorre desde esta segunda-feira, termina esta sexta-feira, se insere numa pesquisa sobre ciclones tropicais, que, com frequência, têm estado a afectar, nos últimos anos, Moçambique, Madagáscar e Malawi.

O País tem, a partir de hoje, um sistema de avaliação de marcas, produtos e serviços, onde os consumidores serão os próprios avaliadores. Trata-se do “Projecto Escolha do Consumidor” lançado na manhã desta quinta-feira. 

Esta é uma iniciativa pioneira, no país, segundo o director Comercial do “Escolha do Consumidor Moçambique” Diogo da Cunha, cujo objectivo é dar voz ao consumidor, permitindo-lhes avaliar, reconhecer e premiar as melhores marcas e empresas. 

Com isso,  espera-se ajudar as empresas a se destacarem, a diferenciarem-se dos concorrentes no mercado e vai ajudar o consumidor, pois terá produtos e serviços de qualidade. 

“Nós queremos fechar com as empresas e com as marcas, durante o mês de outubro, novembro começamos a falar com os consumidores para que façam as suas escolhas, a atribuição dos prémios será feita a partir de Janeiro do próximo ano, onde as empresas premiadas utilizam o selo “Escolha do Consumidor” no seu sector e na sua categoria”, Explicou Diogo da Cunha. 

Este selo será uma referência confiável para os consumidores, ajudando-os a tomar decisões informadas sobre produtos e serviços.

Conforme avançou o director comercial do projecto Moçambique foi escolhido para acolher o sistema de avaliação  porque nos últimos anos a sua indústria e comércio de marcas e serviços cresceu bastante, principalmente numa era onde o público tem mais acesso à informação.  

Essa informação, que conforme explicou o criador da “Escolha do Consumidor” faz com que o consumidor dos dias actuais seja mais exigente, desconfiado e crítico, o que pressiona as empresas e marcas a melhorarem cada vez mais a sua actuação. 

O lançamento do sistema Escolha do Consumidor contou com a presença de Edson Athayde, um dos maiores publicitários internacionais, que durante sua palestra deixou um alerta para as empresas melhor se posicionarem no mercado. 

“É muito importante que uma marca, ao trabalhar a sua publicidade não esqueça que as pessoas são pessoas, elas querem ser entretidas, informadas, elas querem ver coisas que as façam rir, façam chorar então é importante que as marcas não sejam tão duras. Ao tentar vender os seus produtos, lembrem-se que o entretenimento é o que deixa as pessoas alegres, felizes, e emocionadas para que possam comprar os produtos, então é necessário reinventarem-se”, aconselhou. 

O antigo Presidente da República diz que a pobreza é usada como argumento, mas não é a causa do terrorismo em Cabo Delgado. Joaquim Chissano falava à margem de um encontro inter-religioso de celebração dos 31 anos da assinatura do Acordo Geral da Paz.

O terrorismo, a pobreza e os raptos que actualmente assolam o país são apontados como retrocesso para os ganhos da paz no território nacional. Entretanto, Joaquim Chissano entende que muitos dos males que assolam o país são usados por pessoas que pretendem promover a violência em nome da pobreza no país.

“A pobreza é utilizada, não é a causa da guerra. Os malfeitores, os que se interessam pelo seu próprio bem, e que querem utilizar os pobres, utilizam a pobreza. Há quem pense que são os pobres que se revoltam, não são os pobres que se revoltam. Se há terrorismo em Mocímboa da Praia, então deveia haver terrorismo noutros pontos do país que são mais pobres, poderia haver, por exemplo, em Matutuine”, explicou o antigo Estadista.

Joaquim Chissano, foi signatário (pelo Governo) do Acordo Geral da Paz em 1992, na capital italiana, Roma. Quando se passam 31 anos, o antigo Estadista vinca que a aposta deve ser educar melhor as novas gerações, sobre a cultura inalienável da paz.

“O que queremos é que as crianças sintam e vivam a paz como sua cultura para que, quando aparecer alguém que queira utilizar a sua pobreza para criar guerra ou conflito violento, elas espontaneamente vão recusar porque a paz é inalienável”, disse Chissano.

No encontro inter-religioso, o papa Francisco, cuja voz se fez ouvir por um representante católico, fala da necessidade de não cessar os esforços para paz, a olhar para vários episódios de violência.

“As políticas não são suficientes, os aspectos estratégicos implementados até agora não são suficientes, é necessária a audácia da paz. É preciso coragem”, explicou Antony Paul, representante do Papa.

A olhar para a realidade actual do país com episódios recentes sobre decapitações de civis em Cabo Delgado e sequestro de cidadãos na capital do país, religiosos apelaram ao fim das matanças em Cabo Delgado e raptos.

“Recomecemos a política do desarmamento, paremos já o ruído das armas. Isto requer a coragem de começarmos a falar uns com os outros, enquanto ainda há guerra. Aqueles que sofrem têm o direito de pedir a paz e merecem ser ouvidos; temos a urgência de ouvir o sofrimento daqueles que sofrem. Dialogar hoje, enquanto as armas falam, não enfraquece a justiça, cria as condições para uma nova arquitectura para paz”, disse Techa Nanja , da Comunidade Sant’Egídio.

Para o pároco da Sé Catedral, Giorgio Ferretti, as grandes ameaças da paz são o dinheiro, o orgulho e  o interesse de um grupo contra outro grupo para afirmar seus interesses.

O encontro culminou com a assinatura de um compromisso para a paz, além da homenagem às vítimas dos vários episódios de desestabilização no país.

O académico e presidente do Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa, Nataniel Ngomane, defende que não se deve promover a passagem de alunos sem saber ler, nem escrever, porque o problema pode levar o país ao precipício.

Continuam sonantes as reacções à manipulação de pautas para passagens de alunos sem saber ler nem escrever nalgumas escolas.

Esta quarta-feira, foi a vez do académico Nataniel Ngomane, que explicou que tal acto tem impacto directo no desenvolvimento do país.

“Passa-se numa sala de aulas, não porque as crianças apresentaram resultados satisfatórios, isso é péssimo. Isso só vai ajudar o país a cair rapidamente no precipício e no abismo.”

Para Ngomane, a superlotação nas salas de aula é outro problema que deve ser revisto, mas não deve ser argumento para forçar passagens de alunos.

“Não podemos aceitar puxar pessoas ignorantes para frente, temos que nos impor aos desafios e respondê-los. A população está a crescer, mas temos que ver o que fazemos. Há um conselho de pensadores que pode ajudar a perceber a saída.”

Como solução, o director do Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa defende que se deve recorrer a conselheiros experientes, para buscar formas de melhorar a qualidade da educação no país.

A Polícia deteve seis dos cerca de 50 estudantes da Escola Naútica, que estiveram em manifestação na segunda-feira, devido às péssimas condições na residência escolar. Desde segunda-feira, a direcção da escola ainda não teve disponibilidade para falar sobre o caso, e a Polícia também não explicou os motivos da detenção.

A detenção dos seis estudantes aconteceu na segunda-feira, mesmo dia em que estiveram em frente ao Ministério dos Transportes e Comunicações para manifestar a sua indignação sobre as condições a que são submetidos na Escola Superior de Ciências Náuticas.

Naquele dia, mesmo antes das detenções, a relação já tinha sido azeda com a Polícia, porquanto foram mandados embora do Ministério e só continuaram com a manifestação ao longo da Avenida 10 de Novembro até à instituição de ensino.

“Após voltarmos da manifestação, fizemos uma formatura, a directora pediu para conversar conosco, ela estava acompanhada de oficiais da Polícia. Na ocasião, garantiu que a reunião com o Ministério dos Transportes e Comunicações aconteceria às 16 horas de segunda-feira, foi quando ela escolheu seis estudantes, aleatoriamente, para, supostamente, conversar com a Polícia para explicar o que estava a acontecer. Pouco tempo depois da nossa formatura, percebemos que já havia um carro da Polícia a recolher os nossos colegas, nem desconfiamos que estivessem a ser detidos, só que, mais tarde, apareceu alguém da direcção a pedir tigelas e roupas para os nossos colegas dormirem na esquadra”, explicou, sem revelar a sua identidade, um dos estudantes.

Sem nenhuma informação concreta sobre os reais motivos da detenção, um dos familiares dos estudantes falou ao jornal O País e mostrou-se indignado com a situação.

“O nosso filho está, neste momento, detido, não sabemos o que está a acontecer. Eu estava a trabalhar quando, na terça-feira à tarde, recebi uma informação que o meu sobrinho estava nas mãos da Polícia depois da manifestação que fez com os seus colegas. Fui até à escola para falar com a direcção e não tivemos nada concreto.”

Ninguém sabe o porquê, mas o facto é que os seis estudantes estão, neste momento, nas celas da Cadeia Central e, sem sucesso, contactámos a directora deste centro de ensino e a Polícia para falar sobre o assunto.

O Primeiro Ministro, Adriano Maleiane, defende que o país está no caminho certo para a paz efectiva, entretanto deve-se acabar com o terrorismo. Maleiane falava à margem das cerimónias centrais do Dia da Paz.

Adriano Maleiane também esteve nas cerimónias centrais do Dia da Paz, na Praça dos Heróis, na Cidade de Maputo, e defendeu que o país está em paz, apesar do terrorismo.

“Temos ainda muito que trabalhar, estamos em paz porque pelo menos não há guerra entre moçambicanos, mas infelizmente temos esta guerra que nos é movida pelos terroristas. Mas, internamente, penso que já estamos a exercer todos os ingredientes que nos levam à paz ”, disse Adriano Maleiane.

Para a antiga Primeira-Ministra, Luísa Diogo, a paz deve ser reforçada pelo diálogo, apesar das preferências partidárias.

“Esta caminha no interior de cada indivíduo, seja de que partido for, deve-se ser cultivada e apostar no dialogo”, disse Diogo.

Já para o Provedor de Justiça, Isaque Chande, construir a paz é papel de todos e um dos ingredientes é a redução das preocupações sociais.

“Cada um no seu dia-a-dia, na sua casa, no seu local de trabalho, deve contribuir para uma efectiva paz social. Paz não se refere apenas à arena política, mas também a ausência de criminalidade nos bairros para que as populações vivam bem”, referiu Chande.

Houve agitação nas celebrações do dia 04 de Outubro em Quelimane, província da Zambézia. A Polícia teve de intervir para evitar confronto directo entre partidos políticos. Dário Cossa e Jorge Marcos desenvolvem a notícia. 

Tudo parecia correr normal, afinal o país celebra 31 anos do Acordo Gera de paz.

Em Quelimane, houve duas cerimônias distintas alusivas à data.

O edil de Quelimane depositou uma coroa de flores na praça da paz, evento que contou com a presença de membros da Renamo, munícipes e líderes religiosos. 

Em paralelo, decorria a cerimónia da deposição da coroa de flores na praça dos heróis, evento organizado pelo Governo provincial. 

Quando começou a cerimônia , a cadeira reservada ao edil de Quelimane estava vazia. 

Os membros da Frelimo e MDM já estavam a ostentar os seus símbolos partidários. Quase 40 minutos depois do início da cerimônia, o edil de Quelimane chegou à praça dos heróis. 

Na tentativa de impedir a sua entrada, Manuel de Araújo disse que a Polícia não tinha mandado para o impedir, até porque, segundo ele, era convidado da cerimónia. 

De Araújo conseguiu passar até ao pódio para ocupar o seu assento, o que criou agitação dos membros e simpatizantes da Renamo. 

A Polícia fez uma barreira para evitar confronto directo entre os membros de partidos políticos e os dirigentes a fazerem apelos para a paz. 

“A paz não é só ausência das armas. A paz é, também, amor e entendimento entre nós”, disse Pio Matos, governador da província de Zambézia. 

A secretária de Estado na província da Zambézia juntou-se aos apelos. “Devemos, como moçambicanos, cultivar o espírito de diálogo entre nós e com a sociedade civil”, sublinhou Cristina Mafume, secretária de Estado na província da Zambézia. 

Terminada a cerimônia, os partidos Frelimo e Renamo seguiam na mesma direcção. A Polícia teve que intervir para evitar o confronto directo entre as formações políticas. 

Entretanto, a intervenção do edil de Quelimane na lista ajudou os membros e simpatizantes da Renamo a tomarem outro rumo. 

Logo a seguir, Manuel de Araújo comentou sobre o que houve na praça dos heróis. 

“A Polícia quis me barrar, mas não tinha mandado para tal. Eu fui convidado pela secretária de Estado para fazer parte da cerimônia e levei o meu povo comigo”,  explicou Manuel de Araújo. 

Depois de tudo, os partidos políticos marcharam pelas artérias da cidade e a polícia posicionou-se em alguns pontos, para evitar o cruzamento das caravanas. 

As mulheres religiosas que se fizeram à cerimônia, abandonaram o local logo depois da deposição da coroa de flores.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE