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O País – A verdade como notícia

Para que haja paz efectiva é preciso retirar as armas das mãos dos civis, que muitas vezes são usadas para a prática de crimes como o terrorismo. O pensamento é do bispo emérito da Diocese dos Libombos da Igreja Anglicana, Dom Dinis Sengulane. 

No entender do reverendo, a permanência de armas em mãos alheias é uma contínua ameaça à paz, por isso reiterou a necessidade de desarmar as pessoas, mas também as mentes e o vocabulário.

Dom Dinis Sengulane, que também foi orador na conferência nacional sobre paz e reconciliação, deixou uma proposta, que não é muito nova: 

“É preciso incluir a temática da paz nos currículos escolares, para que ainda na tenra idade o cidadão aprenda e tenha consciência da importância da promoção da paz”, que começa nas famílias, na comunidade, nas relações interpessoais.

O Hospital Central de Nampula realiza, pela primeira vez,  uma operação de cancro de colo do útero. São três médicos moçambicanos com especialidade nesse tipo de operações que estão à frente da campanha.

Tem 42 anos de idade, mãe de quatro filhos, e desde 2020 vive com cancro do colo do útero. O diagnóstico foi feito na província do Niassa, mas é em Nampula onde teve melhor segmento. 

“Tenho tido sangramento quando faço relações sexuais”. Foi com base nesses sintomas que se chegou ao diagnóstico da doença: disseram que tinha cancro, mas estava na fase inicial e dava para remover.

A sorte acompanhou a paciente que foi selecionada para entrar no bloco operatório do Hospital Central de Nampula. A partir desta segunda-feira, três médicos moçambicanos formados em ginecologia oncológica lideram a campanha de cirurgias para devolver esperança às mulheres com cancro do colo do útero.

“Temos que conseguir ter o diagnóstico ainda no começo porque é neste começo que podemos oferecer a cura, porque o cancro do colo do útero tem cura e é altamente prevenível”, explica Dércia Changule, médica gineco-oncologista envolvida na campanha retro mencionada.  

A cirurgia é complexa e demorada, levando em média 5 horas.

Ricardina Rangeiro é outra médica gineco-oncologista que faz parte do selecto número de especialistas em cirurgias daquela natureza. “Consiste na retirada do útero, do colo do útero e de uma pequena parte da vagina, bem como das trompas e dos ovários dependendo da idade da mulher”.  

Até sexta-feira esperam operar nove pacientes, mas o número pode mudar em função do estudo de cada caso, nas consultas.

Siro Daud fecha o trio de especialistas. É o único médico gineco-oncologista. Tirando os três, há mais dois em formação, num país onde o cancro do colo do útero mata mais de quatro mil mulheres por ano, pelo menos o registro de 2020 sugere mesmo isso.  

“Se todas as mulheres forem aos centros de saúde e fazerem o rastreio do cancro do colo do útero estaremos no primeiro passo de prevenção porque é lá onde se faz o diagnóstico precoce”.

Em 2021, o Ministério da Saúde introduziu no calendário nacional de vacinação a vacina contra o cancro do colo do útero, que é administrada em duas doses, de seis a seis meses, que tem como público-alvo meninas com nove anos de idade. 

Há quatro dias que a morgue do Hospital Distrital da Manhiça, na Província de Maputo, está a funcionar de forma deficitária. Com capacidade para conservar 12 corpos, a unidade sanitária tem, neste momento, seis frigoríficos avariados, e só podem ser reparados dentro de uma semana.

A morgue do Hospital Distrital da Manhiça foi construída de raiz há três anos e, nos últimos dois anos, tem sofrido pressão na conservação de corpos devido à onda de acidentes de viação que assolaram aquele distrito.

De um total de 12 frigoríficos, seis estão avariados desde a semana passada, o que reduz a capacidade da morgue para a metade. Não são conhecidas as causas da avaria dos equipamentos.

“Tivemos uma avaria. Seis câmaras pararam de funcionar, mas o trabalho continua a andar. Neste momento, não temos muitos problemas de ter muitos corpos que possam ficar sem conservação”, revelou Joaquim Amaral, director do Hospital Distrital da Manhiça.

O director do hospital não avançou os custos da reparação, mas garantiu que já há uma empresa que está a trabalhar para repor o sistema.

“A empresa contratada por nós já está a fazer o trabalho e, dentro de uma semana, eles garantem que vão trazer as peças avariadas que devem ser substituídas e vamos voltar a funcionar com as 12 câmaras frigoríficas.”

O distrito da Manhiça tem duas unidades sanitárias que possuem morgues para a conservação de corpos: a unidade sanitária de Xinavane e a que funciona na vila.

Os terroristas voltaram a atacar a Mocímboa da Praia, em Cabo Delgado, alegadamente em retaliação à morte de um dos seus principais líderes. O Ministro da Defesa Nacional confirma o facto e pede mais paciência aos moçambicanos.

O relato vem da aldeia de Naquitenge, em Mocímboa da Praia, onde 10 pessoas terão sido decapitadas pelos terroristas na última semana. Esta segunda-feira, o Ministro da Defesa Nacional falou sobre o assunto e garantiu que as Forças de Defesa e Segurança, as da SADC e as ruandesas estão a perseguir os terroristas, com o objectivo de cortar as linhas de comunicação e logística dos atacantes.

“Esta acção não é surpresa, aliás, já tínhamos alertado que deveríamos manter-nos vigilantes porque, com a acção que culminou com a liquidação de uma parte da liderança deles, é natural que eles queiram mostrar não só à comunidade nacional, mas também à comunidade internacional que continuam activos. Para nós, isso é um sinal de que toda a capacidade que deve ser gerada deve continuar. Do nosso lado, não vamos baixar a guarda, no sentido de que aniquilamos a cabeça da cobra, mas há sacrifícios que temos de continuar a fazer, para que, de facto, haja zero ocorrência de actividades dos terroristas. Temos pedido paciência à população de Cabo Delgado e de todo o país”, reagiu Cristóvão Chume, Ministro da Defesa Nacional.

Quanto ao regresso da população às zonas afectadas, o governante encoraja o regresso das populações e pede maior coordenação com a estrutura administrativa.

“Continuamos a encorajar o regresso da população, e as estruturas locais têm trabalhado com as Forças de Defesa e Segurança em todos os momentos de actividades militares na província de Cabo Delgado e não será um regresso isolado; é uma actividade coordenada em todas as etapas. Encorajamos que regressem a todas as aldeias; naquelas onde houver algum desafio acrescido, vamos referir junto às autoridades locais para que tenha um certo tipo de cuidado”, acrescentou Chume.

O Chefe do Estado-Maior General das FADM, Joaquim Rivas Mangrasse, reafirmou a prontidão da força para continuar a defender a independência e soberania nacional.

“Nós não vamos parar, somos ambiciosos e não vamos dar descanso aos terroristas onde quer que eles estejam, nas matas, nas machambas, nos rios, nas ilhas, nas povoações… não haverá lugar para os terroristas.”

Estas declarações foram proferidas, hoje, na Província de Maputo, no âmbito do lançamento da semana comemorativa dos 59 anos do início da luta armada de libertação nacional, cujas celebrações centrais vão ter lugar na província de Tete.

A activista social Graça Machel defende que Moçambique tem uma política de construção de paz bastante perfeita, porém a sua implementação é fragmentada.

Discursando no painel de debate sobre o envolvimento da mulher na construção da paz, a oradora explicou-se: “em todos os debates, acordos e outras acções sobre paz, segurança, reconciliação, não envolvem os jovens, mulheres, vítimas dos conflitos [físicos ou psicológicos]. Nas guerras ou conflitos, este segmento é que é aliciado a aderir aos movimentos”.

Daí que a activista deixa um apelo à coesão social e criação de espaços colectivos, de interesse comum, longe das diferenças étnicas, político-partidárias.

Empresários asiáticos  prometeram, na sexta-feira, financiar a construção de  200 mil casas resilientes às mudanças climáticas na cidade da Beira, na base de aço reforçado. O arranque da iniciativa está dependente de um encontro, no próximo mês, entre financiadores, o município e o empresariado nacional.

Tudo começou em Março deste ano, quando uma delegação do  Conselho Municipal da Beira, encabeçada pelo edil, Albano Carige, se deslocou à Arábia Saudita, em busca de parcerias para a construção de diversas infra-estruturas no Chiveve, com destaque para 25 mil casas resilientes e uma estrada que dê acesso directo ao Porto da Beira, a partir do bairro da Cerâmica, com vista a fazer face ao congestionamento na zona da Munhava, de camiões com destino ao porto.

O contacto efectuado com os investidores daquele país asiático culminou com a vinda, na passada sexta-feira, à cidade da Beira, de um grupo de empresários sauditas, que pretendiam inteirar-se “in loco” da iniciativa da Beira, que consta do master plan 2018-2035.

Foram realizados encontros entre a edilidade, os empresários daquele país e locais e a Cornelder de Moçambique, actual gestora do Porto da Beira, e, no final dos mesmos, o edil da Beira era um homem feliz.

“Estou feliz, porque os resultados esperados superaram em mais de 200 por cento as nossas expectativas. Ou seja, o município pediu financiamento para a construção de 25 mil casas resilientes e, em resposta, os investidores sauditas garantiram-nos que irão financiar a construção de mais de 100 mil casas. O posicionamento dos investidores  alegra-nos ainda mais porque garantiram financiamento à estrada que dá acesso directo ao porto da Beira, que continua a ser a nossa prioridade, pois, dentro de três a quatro anos, vai ser muito moroso circular pela EN6, na zona da Munhava, devido ao engarrafamento causado por camiões de carga com destino ao Porto, atrasando a economia”, afirmou Albano Carige.

O representante dos empresários sauditas  afirmou que irá mobilizar  recursos técnicos, financeiros e materiais de várias partes do mundo, para que o projecto de construção das casas, não 100 mil, mas sim 200 mil, seja uma realidade e que as mesmas sejam modernas e construídas na base de aço reforçado, para fazer face às mudanças climáticas.

Abraçamos o projecto e o plano para edificar as casas, como também temos soluções de parcerias nas quais tomaremos manufacturas locais capazes de construir uma casa em duas semanas. Com isso, significa que as duzentas mil casas poderão  ser  edificadas  em pouco tempo, pode ser em um ano ou dois, dependendo das condições locais”, afirmou Farzam Kamalabadi, chefe da missão dos investidores.

Os sauditas garantiram, igualmente, que irão  financiar a construção da badalada estrada  que  dá acesso directo ao Porto da Beira.

Os empresários de Sofala estavam radiantes no final do encontro, porque “percebemos que a ideia deles não é “matar” o sector privado nacional, à semelhança dos projectos que nós temos visto a vir ultimamente para Moçambique, onde as multinacionais se instalam e eliminam as pequenas e médias empresas locais e eles continuam a crescer, deixando-nos sempre pobres. Eles trazem um cometimento de parcerias”, afirmou Félix Machado, presidente da Associação Comercial da Beira.

Em finais do próximo mês, uma delegação composta por mais de 50 empresários sauditas vai regressar à Beira para encontros locais com vista a viabilizar os memorandos assassinados e aprimorar os projectos para a construção das referidas 100 mil casas e a estrada que dá acesso directo ao Porto da Beira.

Trata-se de um centro de separação de resíduos sólidos, que, de acordo com a edilidade, será construído na Lixeira Municipal de Hulene com o objectivo de reciclar e reutilizar o material que, de outra forma, iria ao lixo.

Todo o lixo que é recolhido na Cidade de Maputo vai para a lixeira de Hulene. Parte do material poderia ser reutilizada ou reciclada para aliviar a carga da gestão dos resíduos no município.

A edilidade anunciou um plano para mudar isso ainda este ano.

“Neste momento, está a acontecer uma operação de ganhar espaço na parte frontal da lixeira de hulene. Entre o muro que está na avenida Julius Nyerere, haverá uma plataforma. Temos um plano e já foi feito o projecto de construir uma plataforma com uma sombra. Vamos chamar aquilo de Centro de Transitório e, mesmo com a abertura do aterro sanitário em KaTembe, vai continuar a funcionar, para evitar que aquilo que é aproveitável tenha de atravessar a ponte ou a portagem e depois voltar à cidade para ser reutilizado ou reciclado. Portanto, existe essa intenção que, a princípio, vai ser activa ainda este ano”.

Silva Magaia falava este sábado, durante as cerimónias centrais, na Cidade de Maputo, do Dia Mundial da Limpeza, comemorado em mais de 150 países, sob o lema “Um dia sem plástico”.

Nesta sexta-feira e no sábado, ambientalistas, activistas e milhares de voluntários em todo o país juntaram-se numa campanha de limpeza, por um dia sem plástico.

Em dois dias de activismo ambiental, Moçambique parou para, literalmente, dizer não ao lixo plástico no mar. É que este tipo de resíduos constitui um perigo à saúde do Homem, a medida em que é consumido pelos animais do mar, que depois são consumidos pelos seres humanos.

Em 2022, por exemplo, cientistas da Holanda e do Reino Unido encontraram microplásticos – plásticos de pequenas dimensões – em pulmões de pacientes de cirurgia e no sangue de doadores anónimos.

Por isso, o Dia Mundial da Limpeza, este ano, foi celebrado sob o lema  “Um dia sem plástico”, com o objectivo de consciencializar os cidadãos sobre os impactos ambientais do descarte correcto deste material.

A data é comemorada em mais de 150 países, a cada terceiro sábado do mês de Setembro.

Em Moçambique, as cerimónias centrais decorreram na Cidade de Maputo, onde mais de 13 grupos estiveram a recolher todo o tipo de resíduo sólido, numa extensão de cerca de 10 quilómetros, na zona do bairro dos pescadores, uma missão que deve ser assumida por todos os munícipes, segundo o Presidente do Conselho Municipal de Maputo.

“Ao associarmo-nos a “um dia sem plástico”, exorto todos os munícipes de todos os distritos municipais a abandonarem o uso de recipientes de plásticos, a reforçarem a limpeza de lugares públicos e a assumirem a gestão dos resíduos sólidos como uma responsabilidade colectiva em nome da saúde do planeta e pública”, disse Eneas Comiche.

O dia foi, não apenas para pôr a mão na massa, mas também na consciência e reflectir sobre as acções humanas sobre o meio ambiente.

“Acho que esta consciência vai consolidar-se, mas ainda temos muito que fazer. acho que a educação ambiental deve começar em casa e depois ter seguimento na escola, mas deve ser cultivada desde a tenra idade”, disse José Carlos, um dos voluntários.

Estima-se que mais de 2 milhões de voluntários participaram no evento em todo o país, o que, segundo o ambientalista e coordenador, em Moçambique, do movimento “Let’s Do It” (Vamos agir), que organiza a campanha do Dia Mundial da Limpeza.

“Conseguimos um marco histórico. Já sei que foi a maior participação de Moçambique no Dia Mundial da Limpeza, se juntarmos o trabalho que foi feito ontem, nas escolas, espaço públicos com o trabalho hoje nos bairros, povoações e espaços públicos. Mas também entendo que devemos trabalhar mais na sensibilização, para que amanhã não seja preciso fazer uma limpeza que implique tanta mobilização e que resulte em tantos sacos de lixo e tractores”.

Dados do Dia Mundial da Limpeza, de 2022 indicam que Moçambique ficou em terceiro lugar em termos de número de participantes, segundo lugar em participantes versus população nacional e em primeiro ao nível do continente africano.

O Presidente da República defende mais aposta nas tecnologias de informação e comunicação como forma de conter os impactos das mudanças climáticas e a pobreza. Filipe Nyusi falava ontem na Cimeira dos G77+China, que decorre em Cuba.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, foi um dos oradores na Cimeira do G77+China, em Havana, Capital Cubana, esta sexta-feira.
Aos representantes dos mais de 100 países da Ásia, América e África presentes, o chefe de Estado falou da experiência de Moçambique na resposta às mudanças climáticas.

“Moçambique é um dos países africanos mais exposto e vulnerável aos desastres naturais, sobretudo às cheias, secas e ciclones tropicais que têm afectado ciclicamente o seu desenvolvimento, resultando na perda de vidas, destruição de infra-estruturas sociais e económicas, forçando o deslocamento de pessoas para zonas mais seguras.

Para fazer face à vulnerabilidade aos desastres naturais, o Governo adoptou o sistema de gestão de riscos de desastres em todas as frentes, a partir de prevenção, preparação de resposta e reconstrução. Para tal, criou uma comissão técnico-científica multissectorial, a fim de, permanentemente, aconselhar o Governo nesta matéria”, disse Filipe Nyusi.

Mas não se deve parar por aí. O Presidente da República defendeu que se deve apostar ainda mais no uso das tecnologias, não só para minimizar os impactos das mudanças climáticas, mas também para reduzir o índice de insegurança alimentar.

“A insegurança alimentar e a pobreza são outros fenómenos que podem ser superados com a aplicação da ciência e tecnologia, a partir da investigação e da inovação, mas precisamos de programas concretos de cooperação, capazes de revolucionar os métodos e sistemas produtivos sem que se deixe um único país para trás.”

Filipe Nyusi falou igualmente de conflitos armados e manifestou preocupação em relação ao alastramento do fenómeno, em especial em países africanos.

“Moçambique é pela convivência pacífica e solidariedade entre as nações, por isso apelamos para que haja compreensão, paciência e tolerância, porque só assim poderemos desenvolver a humanidade onde todos nós participamos”, apelou o chefe de Estado.

A cimeira do G77+China visa o combate à pobreza nos países em desenvolvimento.

O bastonário da Ordem dos Engenheiros defende que se deve investir mais na manutenção das infra-estruturas para torná-las mais resilientes aos eventos climáticos. Feliciano Dias falava esta sexta-feira, após lançar o Regulamento dos Actos de Engenharia.

A qualidade das infra-estruturas é sempre questionada no país, sobretudo após os eventos climáticos catastróficos.

Para o bastonário da Ordem dos Engenheiros, Feliciano Dias, o problema está na manutenção, que muitas vezes só é pensada depois da degradação.

“Há uma ausência grande de manutenção das obras, principalmente em edifícios, e isso contribui para a degradação precoce. Se formos a ver, Moçambique tem uma linha de costa de quase três mil quilómetros, e as construções ao longo da costa sofrem muito por causa dos ventos marítimos”, explicou Feliciano Dias.

Dias chama ainda atenção para que se confiem quaisquer projectos apenas a Engenheiros reconhecidos e habilitados pela Ordem.

“Os estagiários não podem assumir responsabilidade sobre nenhum projecto de engenharia, nem qualquer outro produto de engenharia”.

O bastonário da Ordem dos Engenheiros falava, esta sexta-feira, na Cidade de Maputo, após lançar o  primeiro Regulamento dos Actos de Engenharia.

Trata-se de um instrumento que visa direccionar os profissionais para a melhoria das suas actividades.

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