Skip to main content

O País – A verdade como notícia

A directora de informação do Grupo Soico, Olívia Massango, diz que, durante os 10 anos, a STV Notícias se desafiou a levar informação precisa, relevante e impactante aos telespectadores. Para os próximos anos, o canal compromete-se a trabalhar para continuar a trazer conteúdos que moldem e construam a sociedade moçambicana.

“São 10 anos de satisfação e de orgulho em relação ao trabalho que temos vindo a desenvolver. Nestes 10 anos, desafiamo-nos a levar informação precisa e relevante para os nossos telespectadores e fazendo com que a nossa sociedade esteja informada e participe, de forma activa, na construção do nosso país.

Agradecemos a todos os que nos acompanharam ao longo desta década, aos nossos telespectadores, aos nossos parceiros, os nossos colaboradores, que têm estado a dar o melhor de si para trazer um jornalismo impactante, relevante. E a grelha da STV Notícias, ao longo destes 10 anos, foi sempre renovando e refrescando, com o objectivo de trazer um debate saudável e esclarecedor, que molda a nossa sociedade.

Assumimos esse compromisso de crescer, continuando a trabalhar para melhor informar, melhor cumprir a missão do Grupo Soico e do canal, em específico, educar, informar e inspirar os nossos telespectadores. Continuaremos a trabalhar com o mesmo vigor, com a mesma força, trazendo sempre novidades e garantindo que os nossos conteúdos satisfaçam aos nossos telespectadores.

Queremos, sempre, que a nossa grelha evolua progressivamente, para conteúdos que moldem a sociedade, que construam a sociedade, que impactem positivamente, para que a marca STV Notícias seja uma referência no imaginário da nossa sociedade. Nós queremos sempre melhorar a nossa oferta, queremos sempre trazer conteúdos que sejam da satisfação dos nossos telespectadores que nos acompanham em Moçambique, Angola, Portugal, Cabo Verde e este compromisso renovamos com muita convicção de que queremos sempre trabalhar para merecer esta confiança de os telespectadores estarem connosco e crescer connosco”.

Mais de 200 mil pessoas, entre mineiros, turistas e outros viajantes deverão cruzar as fronteiras nacionais durante o período da Páscoa. O comando conjunto lançou, esta segunda-feira, a “operação” que visa flexibilizar e proteger os viajantes, sobretudo face ao risco de acidentes.

A “Operação Páscoa 2024”, lançada na Província de Maputo e que se afigura de  âmbito nacional, teve a particularidade de juntar, durante a sua apresentação, as Forças de Defesa, os sectores da saúde, agricultura e INATRO.
Pretende-se, com a operação, sensibilizar os automobilistas no sentido de se evitarem acidentes de viação durante o período em que irão entrar no país.

O director-geral-adjunto das Alfândegas, Taurai Tsama, orientou as cerimónias centrais do lançamento da “operação”, tendo, na ocasião, tecido algumas considerações.

“Em termos de universo, nós esperamos que entrem no nosso território, até ao dia 5 de Abril, cerca de 225 viajantes. Destes, também temos o número na ordem de 8 mil mineiros. Portanto, esses são os números de todos que se farão presentes em todo o nosso país, com maior enfoque para a fronteira de Ressano Garcia, que vai movimentar mais viajantes.”

A fronteira de Ressano Garcia continuará a funcionar 24h00 por dia para se flexibilizar o atendimento aos viajantes.

Entretanto, outros postos fronteiriços do país vão obedecer ao horário normal, conforme explicou a fonte.

“Vão continuar a trabalhar naquele horário normal, mas, sempre que se justificar, também dependendo daquilo que será a demanda, poderemos adaptar-nos de maneiras a responder. O que nós podemos garantir é que nenhum concidadão irá pernoitar em nenhuma fronteira que existe no nosso território. As forças estão alinhadas, trabalham de forma coesa, coordenada. É por isso que nós apelidamos de Força de Comando Conjunto.”

A “Operação Páscoa 2024” irá vigorar de 18 de Março a 5 de Abril próximo, na sequência da Páscoa, sendo que o ponto mais alto desta cerimónia religiosa é celebrado no dia 31 de Março.

Moçambique e Angola  estão na lista dos 10 países africanos com melhor saúde mental, ou seja, onde as populações são mais felizes.

Os dados resultam de um estudo da organização Sapienlabs que, pelo quarto ano consecutivo, efectuou a análise com base em questionários submetidos pela internet.

O estudo, de acordo com a Voz da América, é baseado em factores como estado de espírito e perspectiva, motivação, capacidade cognitiva, relacionamentos sociais, adaptabilidade e resiliência.

O país mais feliz de África ou com melhor saúde mental é a Tanzânia que aparece em terceiro lugar à escala mundial.

De um ranking de 0 a 100%, Moçambique aparece com 70% e Angola com 64%.

A África do Sul aparece no fim da classificação, juntamente com o Brasil, Uzbequistão e Reino Unido.

Há exactos 10 anos, Moçambique ganhava o único canal exclusivamente dedicado à informação, a STV Notícias, pertencente ao Grupo Soico, também dono da STV, jornal O País e Sfm.

A STV já era um canal irreverente e de referência a nível nacional, mas entendeu que era importante dar mais espaço à informação e foi isso que fez com que o Grupo Soico criasse o canal dedicado.

Desde então, a STV Notícias apareceu para informar os moçambicanos e ao mundo sobre o que acontece dentro e fora do país. 

A STV Notícias, além de ser dedicada, é um canal internacional, o que faz dele uma referência a nível do espaço lusófono, com emissões em países como Angola, Cabo Verde, Portugal, através da plataforma tradicional de televisão e presente no mundo por via do aplicativo STV Play. 

A sua aposta na tecnologia não só permite que aqueles que estão distantes possam ver o que acontece no país e no mundo, como também permite que possam participar através de plataformas digitais. 

Fernando Lima, comentador residente do Noite Informativa, a maior referência de debate televisiva em Moçambique, reconhece que fazer este tipo de conteúdo é um desafio, até porque “não é comercial”, mas avança que é preciso que a “qualidade se mantenha para que o canal não perca a relevância”.

Quem também fala da qualidade é Hélder Jauana, outro comentador, que além disso, deseja que o “canal mantenha o olhar aos telespectadores porque a televisão também se faz com audiência”. 

Quem viu tudo isto a começar e teve de contribuir para o seu crescimento, está hoje orgulho de ver o caminho que o canal trilhou. Uma dessas pessoas é Francisco Mandlate, não mais um rosto visível na tela, mas o cérebro que ajuda os rostos a terem melhor aparição e com qualidade.

“Isso, na verdade, tornou-se minha missão de vida: discutir ajudar os novos colegas que entram, os estagiários, discutir com os colegas que estão a despontar a casa e estar sempre aberto a partilhar ideias, isso é também pela minha experiência”, disse.

Hoje, jornalista baseado em Nampula, Ricardo Machava lembra-se dos primeiros pensamentos quando se lhe informou que estava prestes a nascer um canal dedicado à informação. “Pensei que teríamos maior carga horária, como trabalhadores, mas depois percebi que era possível sem sobrecarregar ninguém. Hoje tem sido um orgulho, embora continue a ser desafiante”, expressou. 

António Tiua é um jornalista que está mais dedicado à apresentação de programas de debate e lembra de quando entrou e pensa em como é, até hoje, trabalhar para a STV Notícias, particularmente no Noite Informativa. “É muito exigente, dada a exigência também da audiência”, diz.

Mas há mais: “o programa é entre as 21h e 23h, mas a preparação começa pela manhã, porque os apresentadores devem estar antenados para saber o que marcará o dia e chamar as melhores pessoas para analisar, bem como escolher os melhores ângulos de abordagem”.

“Nós precisamos de dar notícias a cada instante, o que nos ajuda a ter um entendimento apurado e, por via disso, temos tido o desafio de ver detalhes que os outros não vêem e, disso, construir uma notícia”, destaca a jornalista Julieta Zucula, um dos rostos da reportagem no canal.

Enfim, são algumas das histórias de quem, todos os dias faz o canal e o seu conteúdo, que continua a ser o mais relevante e credível do país.

Quatro pessoas, todas da mesma família, morreram vítimas de um acidente de viação, ocorrido este domingo, no distrito municipal da Katembe, Cidade de Maputo. 

O condutor, era um agente da Polícia da República de Moçambique, afecto ao Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC).

As autoridades apontam o excesso de velocidade como uma das prováveis causas do sinistro.

O troço onde ocorreu o sinistro não tem iluminação pública.

Há uma universidade que forma enfermeiros à distância e on-line. A instituição não teve um parecer favorável do Ministério do Ensino Superior, que alerta que não vai reconhecer os títulos adquiridos naquela modalidade. Já a Ordem dos  Enfermeiros diz que não vai atribuir carteira profissional aos formandos que saírem da instituição.

Enfermeiros. Profissionais que lidam com a vida. Estão sempre na linha da frente em todas as fases da vida do ser humano. Acompanham a trajectória de vida de cada pessoa até ao desfecho: a morte. Uma profissão delicada, de cuidado e exigente. 

Estes profissionais estão a ser formados remotamente por algumas universidades, nos níveis de licenciatura. 

O assunto é despoletado pela Ordem dos Enfermeiros de Moçambique, que acusa a Universidade Aberta ISCED de estar a banalizar o curso de enfermagem.

Esta acusação decorre do facto de a UnISCED estar a formar enfermeiros do nível de licenciatura à distância e on-line.

“Pela especificidade dos cursos de saúde, particularmente para o curso de Enfermagem, mesmo o ensino presencial apresenta um grande desafio do ponto de vista de garantia de qualidade da formação, desde recursos materiais e humanos, campos de estágios com acompanhamento efectivo”, começou por alertar, Maria Lourenço, bastonária da Ordem dos Enfermeiros de Moçambique. 

Assim, a agremiação dos enfermeiros “não recomenda nem aprova a formação do nível técnico, licenciatura  nem pós-graduação profissionalizante nesta modalidade”.  

A licenciatura em Enfermagem nesta modalidade é, segundo a bastonária da Ordem dos Enfermeiros, um atentado ao Sistema Nacional de Saúde. “Vamos todos pensar a propósito desta enfermagem que nós todos gritamos com viva voz que vamos por uma enfermagem organizada, de qualidade e valorizada”, exortou Maria Lourenço. 

A Ordem dos Enfermeiros revela, ainda, que em nenhum momento a UnISCED foi autorizada a leccionar o curso de Enfermagem pelas instituições que o deveriam fazer.

“Em reuniões havidas entre a Ordem dos Enfermeiros, o Ministério da Saúde, como entidade que absorve esses formandos, e o Conselho de Avaliação de Qualidade de Ensino Superior, incluindo outras ordens profissionais como a Ordem dos Médicos, foi reiterado que não se  aprova nenhuma formação à distância para os cursos de saúde, especificamente os de enfermagem, medicina, entre outros que compõem a parte da prática hospitalar”, fundamentou a bastonária da Ordem dos Enfermeiros de Moçambique.

 

CURSOS DA UnISCED FORAM ACREDITADOS

Sucede, porém, que a UnISCED tem o certificado de acreditação para os 19 cursos que lecciona. A declaração de acreditação prévia foi atribuída à instituição de ensino a 22 de Junho de 2021, cuja validade é de cinco anos.

O documento atribuído pelo Instituto Nacional de Educação à Distância, tutelado pelo Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, foi conseguido por vias, supostamente, desonestas, conforme consta deste despacho do Gabinete do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. 

Dada a complexidade do assunto, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior constatou o seguinte: 

Falta de comprovativo e uso indevido do Memorando de Entendimento entre a Ordem dos Enfermeiros de Moçambique e a UnISCED para a obtenção de acreditação de cursos técnico-profissionais e de licenciatura em Enfermagem, na modalidade de ensino à distância (on-line), junto do INED, confundindo, deste modo, o processo de avaliação para a acreditação destes;

O memorando referido na área de formação em enfermagem limitava-se a cursos de curta duração e pós-graduação, cuja ocorrência culminou com a rescisão unilateral do memorando em alusão por parte da Ordem dos Enfermeiros de Moçambique. 

O mesmo documento refere, ainda, que ficou evidente que: “Não houve certificação dos cursos técnico-profissionais e de licenciatura em Enfermagem na modalidade de ensino à distância (on-line) pelo Conselho Nacional Qualidade, bem como um parecer abonatório por parte da Ordem dos Enfermeiros de Moçambique”.

Depois do exposto, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior deu a conhecer o seu posicionamento. 

No documento de 14 de Dezembro de 2021, dirigido ao reitor da UNISCED, Prof. Doutor Isidro Manuel, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior posiciona-se nos seguintes termos: 

  1. É inadequada a aprendizagem teórico-prática para esta área de conhecimento em saúde objectivada para a prestação directa dos cuidados de saúde ao ser humano, quer no contexto preventivo, curativo, quer na promoção de saúde.
  2. O ensino presencial destes cursos ainda representa um grande desafio do ponto de vista de garantia de qualidade de formação, desde os recursos materiais, campos de estágio e pessoal qualificado para docência ao acompanhamento dos estágios, o que reforça a corrente mundial de estar contra esta modalidade de formação. 
  3. Este Ministério não é contra a tecnologia de Ensino à Distância em si, e não descura a importância da educação à distância. Todavia, não a considera aplicável para a formação inicial de licenciatura em Enfermagem no país, apesar da indicação de uso de um modelo híbrido.
  4. O perfil de entrada dos candidatos a profissionais de enfermagem não garante proficiência técnica de base, pois não se considera a área de actuação prática destes profissionais com formação técnico-profissional de enfermagem que nem sempre é assistencial. 

Por isso, conclui o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: “Não é de parecer favorável a este modelo de formação, não recomendando, consequentemente, o reconhecimento dos títulos obtidos, pois se pretende que a formação nesta área dignifique a profissão e concorra na prática de cuidados de saúde de qualidade, valorizando-se o objecto de trabalho desta profissão, que é o ser humano”. 

 

ENFERMEIROS FORMADOS “ON-LINE” NÃO TERÃO CARTEIRA

Uma vez que não reconhece este curso ministrado pela UNISCED, a Ordem dos Enfermeiros de Moçambique diz que não vai credenciar os profissionais formados por aquela universidade.

“Reiteramos que a Ordem dos Enfermeiros de Moçambique, como órgão regulador do ensino e exercício da profissão de Enfermagem, não vai reconhecer os títulos obtidos a partir desta modalidade de formação. Consequentemente, estarão vedadas as inscrições para a obtenção da Cédula Profissional, o que não lhe possibilitará exercer a profissão, assim como mudanças de carreira e a sua absorção no Sistema Nacional de Saúde”, revelou a bastonária da Ordem dos Enfermeiros de Moçambique.

A Ordem dos Enfermeiros de Moçambique vai mais longe ao afirmar que os profissionais que estejam a colaborar com a UnISCED estão em conflito com o código de ética e poderão ser responsabilizados.

“Aos enfermeiros que, na sua prática profissional, estejam a colaborar com esta formação, violam o que está plasmado no  Código de Ética e Deontologia dos Profissionais de Enfermagem em Moçambique, Capítulo IV, artigo 9º sobre as Práticas proibidas aos profissionais de Enfermagem no número 2 das alíneas f) e g) respectivamente que referem que trabalhar, colaborar ou ser cúmplice de pessoas físicas ou jurídica que desrespeitam princípios e normas que regulam o exercício profissional de Enfermagem”, alertou Maria Lourenço.

Através de documentos espalhados pelas direcções provinciais, o Ministério da Saúde, também, não emite um parecer favorável para a leccionação deste curso à distância e on-line e diz que não vai reconhecer os títulos adquiridos nesta modalidade, nem poderá aceitar a mudança de carreira dos profissionais que tenham feito a licenciatura na UNISCED.

 

UnISCED DIZ QUE ESTÁ AUTORIZADA A FORMAR ENFERMEIROS À DISTÂNCIA 

A universidade sobre a qual recaem as acusações reagiu, afirmando que foi, sim, autorizada a leccionar o curso de enfermagem. Diz mais: há mal-entendidos em torno do assunto. Por isso, esclarece que o curso de enfermagem se destina a profissionais de saúde já com alguma experiência e não a iniciantes, como se tem dito. Acusa, ainda, a Ordem dos Enfermeiros de Moçambique de calúnia e difamação.

Numa conferência de imprensa convocada a partir de Nampula, a UnISCED apresentou aos jornalistas o certificado de acreditação dos cursos e o alvará da universidade.

A instituição de ensino superior diz que é dispensável o parecer da Ordem dos Enfermeiros de Moçambique para a aprovação do curso de licenciatura em Enfermagem. “A Ordem é uma associação de profissionais de saúde. Quem acredita os cursos que as universidades oferecem não é a ordem. Naturalmente, a ordem entra para verificar se os profissionais formados nas universidades têm capacidades adquiridas para o exercício desta função”, contra-argumentou Zacarias Magibire,  porta-voz da UNISCED.

E, por isso, a UnISCED entende não fazer sentido que a Ordem não atribua carteiras profissionais aos enfermeiros formados naquela universidade. “A certificação de profissionais, qualquer que seja, não pode ser feita em função da universidade em que estudou, do modelo de ensino. Não é assim. Tem de ser em função do exame de qualificação, no qual o candidato mostra que tem capacidade e conhecimentos para exercer a profissão. É isto que a ordem deve seguir. É isto que é legal”, fundamenta Zacarias Magibire.

O porta-voz da UnISCED esclarece, ainda, que este curso não é para o público em geral. “Este curso destina-se aos enfermeiros em exercício com experiência profissional de, pelo menos, dois anos. Funciona no modelo híbrido, on-line e presencial. On-line é para as teorias e, para as partes práticas, o estudante vem, presencialmente, aos laboratórios humanísticos e às unidades sanitárias”, esclareceu o porta-voz da UNISCED. 

Segura de estar a operar dentro da legalidade, a UnISCED afirma que vai continuar a leccionar o curso de Enfermagem introduzido em 2021 e que conta, neste momento, com cerca de 300 estudantes. 

Um acidente de viação, do tipo despiste e capotamento, fez dois mortos e cinco feridos, dos quais dois em estado grave, em Mocuba, província da Zambézia.

O acidente ocorreu por volta das 16 horas deste sábado. Segundo relatos, o condutor não conseguiu contornar a Praça da Paz, despistou e arrastou várias barracas.

A Polícia aponta o excesso de velocidade como causa do sinistro.

O fenómeno meteorológico El Niño já tem consequências devastadoras em alguns países da África Austral. No Malawi, por exemplo, provocou inundações, na Zâmbia há seca severa e está a destruir centenas de hectares de culturas alimentares em Moçambique.

Os efeitos das mudanças climáticas estão cada vez mais intensos em alguns países africanos, cujo nível de poluição do ambiente é bastante baixo.

De acordo com a organização não-governamental Save the Children, o fenómeno meteorológico El Niño provocou a pior seca em duas décadas na Zâmbia e inundações que deslocaram milhares de pessoas no Malawi.

A organização afirma que durante sete semanas consecutivas não choveu na Zâmbia, em plena estação das chuvas, consequentemente quase metade da área plantada do país foi destruída.

No vizinho Malawi, as fortes chuvas que caíram na região central do país causaram a morte de seis pessoas na semana passada, incluindo duas crianças, depois de as suas casas terem sido arrastadas por inundações fortes, para além das mais de 14 mil deslocados no distrito de Nkhotakota.

Moçambique, concretamente nas zonas centro e sul, também não escapou ao fenômeno. As províncias de Maputo, Gaza e Sofala, por exemplo, enfrentam escassez de chuva, o que provoca a perda de hectares de culturas alimentares.

Presidente da República diz que há pessoas que querem dividir a pátria e criar desunião entre os moçambicanos. Para Filipe Nyusi, no lugar de falar à toa as pessoas devem apoiar a combater o terrorismo em Cabo Delgado. 

Foi durante a  cerimónia de graduação em ciências policiais na Academia de Ciências Policiais, em Maputo, que o Presidente da República dirigiu-se aos moçambicanos para deixar alguns recados sobre o terrorismo. 

De acordo com o presidente da República, há pessoas que querem dividir o país. Filipe Nyusi apelou que as pessoas se unãao para combater o terrorismo.

O país  ratificou alguns acordos de auxílio mútuo legal em matéria criminal com alguns países, mas segundo o Presidente da República há pessoas que interpretam ao seu belo prazer. 

O chefe do Estado admite que há baixas nas Forças de Defesa e Segurança. 

De acordo com o Presidente da República reconhece que o país não tem capacidade suficiente para acabar com o terrorismo mas garante tudo fazer para mudar o cenário.

+ LIDAS

Siga nos