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O País – A verdade como notícia

Uma jovem de 20 anos de idade  morreu trucidada por uma automotora da empresa CFM, em Chimoio. A vítima foi colhida de surpresa quando se encontrava a atravessar na passagem de nível sem guarda.

Testemunhas no local contaram que foi tudo muito rápido, avançando ainda que, no momento em que a jovem foi colhida, se encontrava a falar ao telefone.
Esta é a segunda vez que, no mesmo local,  um cidadão morre nas mesmas circunstâncias. A vítima era natural da cidade de Manica e encontrava-se a residir no Chimoio onde cursava medicina num instituto médio.

Depois dos juízes, agora é a vez dos procuradores de submeter um caderno reivindicativo ao Governo, iniciativa que decorreu esta quarta-feira, 17 de Julho.

As questões de fundo são a autonomia e independência financeira do Ministério Público, salários e subsídios e segurança. Em comunicado, os magistrados do Ministério Público mostram a sua insatisfação. Embora não mencionem greve, falam de possíveis consequências, isto se o Executivo fizer vista grossa.

Em Maio último, lembre-se, a classe de Juízes voltou a queixar-se de intimidações, desvalorização da classe e perseguições por cumprirem a lei. “O juiz não tem segurança em todo o país. Somos violados, os nossos bens são roubados… recentemente, tivemos um caso na Zambézia, em que até levaram um caixão para o tribunal. Tivemos uma colega em Cuamba, que sofreu um roubo em casa e muitos outros casos que nem são reportados à imprensa”, denunciaram.

Os magistrados reiteraram, ainda, estar cansados de depender do Governo e clamam por independência financeira.

Diversas entidades nacionais renderam a última homenagem a Rui Baltazar numa ocasião em que foi exaltada a integridade e verticalidade do homem que criou as bases do sistema de justiça no país.

Graça Machel – Ex-primeira-dama
“Para mim, Baltazar é um irmão, para os meus filhos, é um tio. Então, nós não estamos aqui por protocolo. É uma parte de nós que partiu e, sobretudo, porque, depois da partida de Samora, são poucos os que ficaram do nosso lado.”

 

Armando Guebuza – Antigo Presidente da República
“Rui Baltazar era um grande homem. Pugnou pela justiça em Moçambique Rui Baltazar é um exemplo a ser seguido, não só pela juventude, mas também por todos moçambicanos.”

 

Daniel Chapo – Ex-estudante de Rui Baltazar
“É importante preservarmos estes valores de integridade, responsabilidade, competência e meritocracia, e, sobretudo, todos nós percebermos que é preciso e é possível servir o povo e servir o Estado moçambicano.”

 

Brazão Mazula – Ex-colega de Rui Baltazar na UEM
“Rui Baltazar é exemplo de ética e da justiça que é necessário seguir. Os que ficam como juízes, advogados ou magistrados do ministério público têm este legado da honestidade e verticalidade do homem que foi Rui Baltazar.”

 

Luís Bernardo Honwana – Ex-governante
“Ele serviu e não se serviu. É um exemplo de verticalidade. Rui Baltazar é uma referência enorme que nós temos a sorte de ter aqui em Moçambique.”

 

Manuel De Araújo – Edil de Quelimane
“Desde cedo, ele lutou e mostrou que os regimes passavam e o que ficava era Moçambique. Sempre foi respeitado, porque pautou pela isenção.”

 

Joaquim Chissano, antigo Presidente da República

“Em pouco tempo, tornou-se conhecido pelo rigor ético, seriedade profissional e competência forense, bem como pela sua postura política comprometida, a oposição ao regime colonial português e regime fascista. Na sua intervenção política, foi-se revelando um patriota, um inconformado adversário da ocupação a que o nosso país se encontrava submetido.”

 

Adriano Maleiane, primeiro-ministro

“A posição do Governo foi expressa. O Conselho de Ministros tomou a decisão de aplicar o que está previsto na lei – ter uma cerimónia, um funeral oficial –, precisamente por todas estas qualidades que ouvimos na intervenção. Realmente, é uma perda irreparável para toda a classe por onde ele passou. Eu penso que perdemos um filho do país.”

 

Manuel Guilherme Jr., reitor da UEM

“Um exemplo de dedicação, verticalidade, isenção e rigor. Estamos tristes por este acontecimento, mas, simultaneamente, temos a convicção de que este é o momento de celebrarmos a vida longa e grande obra do professor Rui Baltazar.

 

Mensagem da família

“Em nome de toda a nossa família, dos amigos mais próximos e, sobretudo, da nossa mãe, que, por razões de saúde, não pôde estar aqui connosco, queremos agradecer a vossa presença neste momento em que acompanhámos o pai à sua última morada.

O alerta foi lançado pelo Hospital Central da Beira (HCB) pois, no início de cada ano, a maior unidade sanitária da região Centro do país recebe material médico-cirúrgico para um período de doze meses.

Nesta transição para o segundo semestre, a unidade sanitária já consumiu a maior parte do material recebido e, segundo foi dado a conhecer ao “O País”, o que resta não será suficiente até Dezembro próximo para atender à demanda.

O HCB diz que tal escassez se deve ao facto de esta unidade sanitária estar a receber, nos últimos tempos, muitos casos relacionados com acidentes de viação.

“Nos últimos tempos, temos recebido em massa pacientes vítimas de acidentes. Vezes sem conta, nós vemos mototaxistas, sem nenhuma formação e sem nenhuma capacitação, que carregam cinco pessoas de uma só vez. E, quando acontece alguma tragédia, são cinco doentes que vão precisar de cuidados, vão precisar de materiais e internamento. Isto, de certa maneira, não estava previsto”, explicou Ana Tambo, directora-clínica do Hospital Central da Beira.

Dada a escassez do material médico-cirúrgico, o atendimento na ortopedia e cirurgia do Hospital Central da Beira tem sido de forma prioritária às vítimas de acidentes.
“A prioridade é para aqueles doentes que vão para casa. Damos prioridade aos doentes que serão operados. Nós já fizemos contactos, ao nível do Ministério da Saúde, de modo a pedir reforço destes equipamentos”, assegurou.

Dados em poder do “O País” indicam que, esta semana, o Hospital Central da Beira irá receber o reforço de material médico-cirúrgico. Os serviços de ortopedia do HCB têm capacidade para 88 camas, sendo que, neste momento, estão internados 72 doentes. Destes, 80% foram vítimas de acidentes de viação envolvendo mototáxis. Os dados indicam que, de Janeiro a esta parte, foram registados 26 sinistros contra 17 de igual período do ano passado, que resultaram em 50 vítimas mortais contra 30, seis feridos graves contra sete e 104 ligeiros contra 1.

Para a Polícia de Trânsito, ultrapassagens irregulares, excesso de velocidade e carga e “ganância” pelo dinheiro, têm sido as causas dos acidentes de viação.

É neste sentido que as autoridades desencadearam uma campanha de sensibilização dos mototaxistas.

As obras de requalificação da Estrada Nacional Número Um (EN1) podem não arrancar ainda este ano, pois, segundo Carlos Mesquita, o concurso para a contratação do empreiteiro será lançado no próximo trimestre. O ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos aponta limitações financeiras  e desastres naturais como factores que contribuíram para o fracasso dos objectivos do sector no quinquénio prestes a terminar.

Depois de falhar em Maio, Carlos Mesquita prometeu o arranque das obras de requalificação e reabilitação da EN1 para Outubro e Novembro do presente ano, mas tal pode vir a não se efectivar, a avaliar pelo período em que será lançado o concurso para a contratação do empreiteiro. Segundo o ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, Carlos Mesquita, o processo será lançado no último trimestre do ano.

“Apraz-nos informar que está para o próximo trimestre o lançamento do concurso para a selecção dos empreiteiros que vão reabilitar os troços contemplados na primeira fase de reabilitação da EN1, com um total de 508 quilómetros, que abrange os troços Inchope-Gorongosa, Caia, Chimuara-Nicoadala e Metouro, em Pemba”, informou Carlos Mesquita, durante a abertura do X Conselho Coordenador, que decorre na Província de Maputo.

Há quatro meses para o término do presente mandato, o Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos ainda tem muito que fazer. Entretanto, Mesquita aponta limitações financeiras como elemento que pesou para o não alcance dos objectivos.

“Nos últimos cinco anos, temos enfrentado diversos desafios nas áreas de estradas  e pontes, recursos hídricos, águas, saneamento e habitação, a insuficiência dos recursos financeiros, a ocorrência dos eventos naturais extremos como chuvas intensas e o fenómeno El Nino que  têm sido obstáculos significativos. No entanto, com esforço e dedicação conseguimos realizar grande parte das tarefas que nos propusemos”, afirmou Mesquita.

Não obstante estas adversidades, houve alguns avanços durante os últimos cinco anos, segundo o dirigente. Mesquita nomeia alguns exemplos. “A ponte sob o Rio Metuchira, com quatro metros de comprimento, faz parte de um conjunto de cinco pontes, quatro das quais as suas zonas da sua construção estão substancialmente concluídas. Falta apenas pequenos acabamentos sob o Rio Nhandue, infra-estrutura com 184 metros, no distrito de Gorongosa. Falamos ainda de Nhancule, com 46 metros, no distrito de Chemba; Zimbue que  tem  45 metros, e  outra ponta com 62 metros em Chibabava.”

Quadros do sector de águas, obras públicas, recursos hídricos e habitação estão reunidos no X Conselho Coordenador, na Província de Maputo. Durante dois dias, os mesmos irão  avaliar o desempenho das acções implementadas e emitir recomendações para o próximo ciclo governativo.

Chimoio celebrou, ontem,  55 anos de elevação à categoria de cidade.  Os munícipes reconhecem o crescimento da urbe, mas querem melhorias nas vias de acesso e recolha de lixo nos mercados dos bairros periféricos.

Chimoio significa, em língua Tewe, “coração pequeno”. Mas de pequeno, na opinião dos munícipes, apenas sobrou o nome, pois  a cidade tem estado a registar um crescimento exponencial a vários níveis.

“Estamos de parabéns. A nossa cidade está a crescer, tendo em conta a situação anterior em que se encontrava. Havia problemas de vias de acesso. Mas, agora, está num bom caminho”, descreveu Domingos Luís, munícipe.

Quem comunga da mesma opinião é Chabuca Fazenda, que destaca o desenvolvimento que a cidade registou nos últimos anos. “Todas as praças da cidade de Chimoio estão bonitas. Há melhorias”, disse.

Mas nem tudo vai bem em Chimoio. Além da requalificação dos mercados, os munícipes querem que a edilidade olhe mais para os bairros periféricos, melhorando mais, sobretudo, as vias de acesso.

De resto, algumas vias encontram-se danificadas e dificultam a mobilidade dos automobilistas que, muitas vezes, são obrigados a fazer “gincanas” e danificar as suas viaturas.

“O município deve fazer limpeza, porque comprar alimentos num sítio sujo não é bom. Isto prejudica a saúde das pessoas”, desafiou Any Cunat, municípe.

“As estradas estão cheias de covas. Estamos a pedir para intervirem nas vias de acesso”, apelou Chiquita Mouzinho.

O edil de Chimoio, João Ferreira,  reconhece os problemas e diz que já está a trabalhar para resolvê-los. Ferreira falou também das principais acções nos primeiros meses do seu segundo mandato.

“Nosso foco esteve e continua virando para a recolha permanente de resíduos sólidos, uma missão conjunta que temos pela frente. A reabilitação e preservação dos jardins e praças, tal como se vê aqui mesmo ao lado. Esta é uma acção realizada com o apoio dos nossos parceiros”, destacou Ferreira.

As atividades desportivas e recreativas marcam a celebração dos 55 anos de elevação de Chimoio, então Vila Pery, à categoria de cidade.

Foram a enterrar, esta quarta-feira, no Cemitério de Lhanguene em Maputo, os restos mortais do primeiro presidente do Conselho Constitucional, Rui Baltazar dos Santos Alves, que faleceu na madrugada do dia 13 de Julho corrente.

O juiz conselheiro perdeu a vida na Cidade de Maputo, aos 91 anos de idade. O seu papel e legado em diferentes instituições do Estado, sobretudo do Judiciário, é reconhecido e sublinhado por aqueles com quem trabalhou e/ou se serviram do seu trabalho. 

O “adeus” a Rui Baltazar decorreu na Universidade Eduardo Mondlane (UEM), instituição pública que viu surgir e crescer, e onde foi reitor e docente. 

O Presidente da República, Filipe Nyusi, e os antigos chefes de Estado, Joaquim Chissano e Armando Guebuza, familiares, amigos, membros do Governo e outras personalidades testemunharam a despedida do “mestre e decano”, a quem muitos, senão todos, devem gratidão e reconhecimento dos seus feitos.

Além de “prestar uma homenagem  merecida (…)”, a cerimónia serviu, também, para “celebrar a vida de um homem de qualidades ímpares”, segundo descreveu Filipe Nyusi.

“Prestamos esta homenagem com verdadeiro sentido de gratidão. Rui Baltazar foi um verdadeiro patriota, um homem de regras, de princípios” e que se destacou, entre outras frentes, “na formação das gerações mais jovens de cultores de Direito e na defesa intransigente do Estado de Direito Democrático e do princípio da separação e interdependência de poderes (…)”, disse o Chefe do Estado.

Rui Baltazar “dedicou a sua vida a servir o Estado e não se servir dele” para o alcance de “anseios individuais. O bem comum sempre esteve acima de todas as coisas privadas”.

A voz do juiz conselheiro ressoou em salas de aula e tribunais, influenciando gerações de advogados, juízes e estudantes de Direito. “O seu legado transborda em suas decisões judiciais, seus escritos e na vida que tocou”. 

A presidente do Conselho Constitucional lembrou que “a vida jamais deixará de nos surpreender, mesmo quando pensamos estar preparados para o inevitável. Rui Baltazar não está mais entre nós, mas não nos deixa órfãos. Ele ensinou-nos a cultivar o Direito e a elevar o nível do debate social sobre questões da vida democrática. A sua maturidade e elevação humana reflectiam-se no seu trabalho como jurista e educador”.

Na mensagem lida pelo juiz conselheiro do Tribunal Supremo, Norberto Carrilho, em representação dos Brigadistas da Justiça Popular, Rui Baltazar é descrito como um homem que, ao longo da sua vida e carreira profissional, “declinou, firme e consistentemente, e dissuadiu quaisquer tentativas de exaltação dos seus feitos”.

“Neste momento solene de despedida, sentimo-nos compelidos, por imperativo moral e cívico, a prestar este tributo àquele a quem, com profundo afecto, respeito e admiração, chamávamos de ‘Mestre’”, disse Norberto Carrilho.

“Foi sob a visionária liderança do Dr. Rui Baltazar que se iniciou, em 1978, o processo de estabelecimento das Brigadas da Justiça Popular, que constituíram o alicerce sobre o qual se erigiu o actual sistema judicial moçambicano, com a criação estratégica de dez unidades, uma para cada província”, lê-se na mensagem dos Brigadistas da Justiça Popular. 

“A composição dessas brigadas reflectia o estado embrionário da formação jurídica no país. Os seus membros eram os poucos dentre nós que possuíam os graus de licenciado e de bacharel em Direito, ou estavam em processo de aquisição de conhecimentos jurídicos na recém-instituída Faculdade de Direito de Moçambique. Aliás, a criação e instalação da primeira escola superior de Direito contaram com o empenho pessoal do Dr. Rui Baltazar, enquanto ministro da Justiça do Governo de Transição”, acrescentou Carrilho. 

Para os brigadistas, “a partida do Dr. Rui Baltazar marca o fim de uma era, mas, também, o início de um novo capítulo onde seus ensinamentos e exemplo continuarão a guiar e inspirar todos aqueles que estão comprometidos com a causa da justiça em Moçambique e além-fronteiras”.

A Ordem dos Advogados de Moçambique considera Rui Baltazar um mestre e decano. 

Por isso, “quando um homem desta dimensão imensurável encerra a sua vida na terra, um capítulo não é arrancado do livro, mas sim traduzido para uma linguagem melhor. É profundo o nosso reconhecimento pelo homem e pelo papel que desempenhou na edificação do Estado de Direito Democrático, nas suas diferentes facetas, que nos inspira e nos faz acreditar num Moçambique melhor e que precisa de recuperar os seus valores de solidariedade, do bem comum e do respeito pelo próximo e pelas instituições”, disse Filipe Sitoi. 

A Electricidade de Moçambique (EDM) restabeleceu, ontem, a corrente eléctrica em Cabo Delgado, após corte do fornecimento a mais de 160 mil pessoas, face a uma anomalia na rede de alta tensão, anunciou fonte oficial.

“Fizemos a reposição (…) por volta das duas horas da madrugada e restabelecemos o sistema. Todo o circuito está alimentado, toda a província de Cabo Delgado tem energia”, disse Hermínio Assamo, director da EDM para a área de atendimento ao cliente em Pemba, capital provincial de Cabo Delgado, citado pela Rádio Moçambique.

Um total de 166 412 clientes ficaram sem energia na segunda-feira, em Cabo Delgado, devido a uma anomalia na rede de alta tensão, anunciou a empresa, referindo que a corrente estava a ser fornecida por “vias alternativas”.

Já em Niassa, outra província do Norte de Moçambique, mais de dez mil famílias do distrito de Melulu estão, desde sábado, sem corrente eléctrica devido a vandalizações na linha.

“Deitaram abaixo dois postes de madeira, deixando perto de 10 067 famílias desprovidas de energia eléctrica”, disse o director da Área de Serviço da EDM, Heitor Matimele.

Segundo Matimele, os postes da linha de transporte de média tensão foram derrubados recorrendo a instrumentos contundentes.

Até ao final de 2023, a EDM tinha somado prejuízos de cerca de 30 milhões de Meticais, devido à vandalização de infra-estruturas no país, uma redução em relação ao ano anterior (2022), em que se totalizaram cerca de 41 milhões de Meticais.

Está detido, na cidade de Tete, um indivíduo acusado de assassinar um suposto ladrão, numa tentativa de roubo. O assassinato deu-se na madrugada do último sábado, quando a vítima, de 29 anos de idade, se dirigiu à casa do indiciado para, alegadamente, roubar alguns bens.

Para neutralizar o suposto ladrão, o proprietário da casa usou instrumentos contundentes para desferir golpes contra a vítima.

Entretanto, o indiciado alega que recorreu a tais instrumentos em legítima defesa, mas nega ter sido ele quem matou a vítima.

A Polícia em Tete condena o acto de violência e apela à população para não optar por justiça pelas próprias mãos.

Este é o segundo caso de assassinato em menos de um mês, num cenário em que a população opta por justiça pelas próprias mãos. O caso mais recente deu-se há sensivelmente duas semanas, quando um jovem de 30 anos morreu nas mesmas circunstâncias, no bairro Matundo, em Tete.

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