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O País – A verdade como notícia

As bancadas parlamentares da FRELIMO e do PODEMOS realizaram visitas de fiscalização a unidades sanitárias da província de Inhambane, onde constataram vários constrangimentos que continuam a comprometer a prestação de cuidados de saúde, com destaque para a escassez de profissionais.

A Bancada Parlamentar da FRELIMO iniciou a acção no Hospital Provincial de Inhambane, a maior unidade sanitária da província, com o objectivo de avaliar as condições de funcionamento dos serviços e inteirar-se dos principais desafios enfrentados pelo sector. Durante a visita, os deputados receberam informações sobre o desempenho da unidade e constataram que a insuficiência de recursos humanos continua a constituir uma das maiores dificuldades para assegurar um atendimento adequado aos utentes.

Entretanto, os deputados da Bancada Parlamentar do PODEMOS deslocaram-se ao Hospital Rural de Chicuque, uma das mais antigas unidades sanitárias da província, onde percorreram diversos sectores da instituição para avaliar as condições de funcionamento. A visita surge na sequência de preocupações manifestadas por utentes e profissionais de saúde relativamente à qualidade dos serviços prestados e às limitações existentes.

No término das visitas, os parlamentares afirmaram que as constatações efectuadas serão reunidas num relatório a ser submetido ao Governo. Entre as principais preocupações figuram a carência de profissionais de saúde e outras limitações que afectam o funcionamento das unidades sanitárias.

Os deputados defenderam a adopção de medidas que permitam reforçar a capacidade do sector da saúde na província, com vista à melhoria da qualidade dos serviços e do atendimento prestado à população.

O Governo reafirmou o compromisso de reforçar a capacidade nacional de prevenção e resposta às calamidades naturais através da utilização de drones, tecnologia considerada determinante para melhorar a monitorização de eventos climáticos extremos e acelerar as operações de busca, salvamento e assistência às populações afectadas.

A posição foi manifestada durante a cerimónia de graduação dos primeiros pilotos de drones e de encerramento do Primeiro Projecto de Drones, ocasião em que o Executivo destacou que a iniciativa representa um marco na modernização dos sistemas de gestão de desastres naturais no País.

Na ocasião, foi sublinhado que Moçambique enfrenta desafios crescentes decorrentes da sua localização geográfica, estando ciclicamente exposto a ciclones, tempestades, chuvas intensas, cheias, inundações e secas cada vez mais severas. Perante este cenário, o Governo considera imprescindível recorrer a soluções tecnológicas inovadoras que permitam reduzir os impactos das mudanças climáticas e proteger vidas humanas.

Segundo o Executivo, os drones permitirão efectuar, em tempo real, o mapeamento de zonas afectadas, identificar áreas de risco, localizar populações em situação de vulnerabilidade e fornecer informação imediata aos centros de coordenação das operações de emergência. Esta capacidade deverá reduzir significativamente o tempo de resposta das equipas de protecção civil, sobretudo em locais de difícil acesso.

O Governo entende igualmente que esta tecnologia contribuirá para fortalecer as capacidades institucionais de prevenção e resposta a emergências, tornando mais eficazes as acções de assistência humanitária e de recuperação das áreas atingidas por desastres naturais.

Durante a cerimónia, foi igualmente destacado que a aposta na utilização de drones está alinhada com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, em particular no que respeita à redução do risco de desastres e ao reforço da resiliência das comunidades. A iniciativa enquadra-se ainda no programa das Nações Unidas “Aviso Prévio para Todos”, que pretende garantir, até 2027, sistemas integrados de aviso prévio para todos os cidadãos.

O Executivo defendeu que o alcance destes objectivos exige uma conjugação de esforços entre o Governo, parceiros de cooperação, sector privado, academia e sociedade civil, visando a implementação de soluções sustentáveis para enfrentar os efeitos das mudanças climáticas.

Na mesma ocasião, o Governo agradeceu o apoio prestado pelos parceiros de cooperação bilateral e multilateral, reconhecendo que a sua contribuição tem sido determinante para salvar vidas humanas, assegurar assistência humanitária, recuperar o tecido socioeconómico e reforçar a resiliência do País face às calamidades naturais.

Dirigindo-se aos pilotos recém-graduados, o Executivo afirmou que estes passam a integrar a primeira linha de resposta nacional em situações de emergência. Sublinhou, por isso, a necessidade de exercerem as suas funções com disciplina, responsabilidade e permanente actualização técnica, lembrando que um drone correctamente operado permite obter, em poucos minutos, informação que, por meios convencionais, poderia levar dias a recolher.

O Governo reiterou, por fim, a determinação de continuar a investir em tecnologias inovadoras e na criação de condições que reforcem a capacidade do País para enfrentar os efeitos das mudanças climáticas, encerrando oficialmente o Curso de Formação de Pilotos de Drones e o Primeiro Projecto de Drones.

O Governo considera o reforço do subsector das sementes uma aposta estratégica para aumentar a produção agrícola, reduzir a pobreza e promover o desenvolvimento económico nas zonas rurais. A posição foi reafirmada esta sexta-feira, durante o lançamento do Projecto de Fortalecimento do Subsector das Sementes, avaliado em 12,5 milhões de euros.

Segundo o Executivo, cerca de 65 por cento da população moçambicana reside nas zonas rurais e, deste universo, aproximadamente 70 por cento depende da agricultura e de actividades conexas para garantir a sua subsistência. Neste contexto, a disponibilização de sementes certificadas é apontada como um dos principais factores para elevar a produtividade agrícola, em conjugação com o acesso a fertilizantes e outros insumos.

O projecto terá como principais beneficiários os pequenos produtores dedicados ao cultivo de arroz, milho, mandioca, hortícolas e outras culturas de importância económica, numa iniciativa que visa aumentar a produção, melhorar o rendimento das famílias rurais e promover um crescimento económico mais inclusivo, contribuindo para a redução das desigualdades sociais.

O Governo defende ainda que a iniciativa se enquadra na estratégia de diversificação da economia nacional e de valorização do potencial agrícola do País. Neste âmbito, anunciou que continuará a reforçar o papel das agências regionais de desenvolvimento, transformando-as em instituições mais capacitadas para impulsionar o crescimento económico sustentável e criar oportunidades para as micro, pequenas e médias empresas, em articulação com outros programas de financiamento e promoção do investimento.

Entretanto, a Agência de Desenvolvimento do Vale do Zambeze (ADVZ) esclareceu que a eventual implementação de uma segunda fase do projecto dependerá dos resultados alcançados ao longo dos primeiros cinco anos de execução. A instituição considera ainda prematuro avançar com essa possibilidade, uma vez que a iniciativa acaba de ser lançada, embora manifeste confiança de que os resultados obtidos poderão justificar a sua continuidade.

O projecto resulta de uma parceria entre a Agência de Desenvolvimento do Vale do Zambeze e a Embaixada do Reino dos Países Baixos, no âmbito de uma cooperação iniciada em 2012 para o fortalecimento do sector agrícola em Moçambique.

A implementação será assegurada por um consórcio que integra, entre outras instituições, a Universidade Eduardo Mondlane, o Instituto de Investigação Agrária de Moçambique (IIAM) e outros parceiros especializados.

Ao contrário de mecanismos como o Fundo Catalítico, esta iniciativa não prevê a distribuição directa de recursos financeiros aos pequenos produtores. O seu principal objectivo consiste em reforçar o quadro institucional e técnico do subsector das sementes, promovendo a investigação, a produção e a disponibilização de sementes certificadas de qualidade, consideradas fundamentais para o aumento da produtividade agrícola e para a segurança alimentar no País.

Arrancou, nesta quinta-feira, a segunda fase da reabilitação de emergência da Estrada Nacional Nº 6. A intervenção abrange os troços com maior nível de degradação ao longo dos 300 quilómetros que ligam a Beira ao Zimbabwe.

Segundo a REVIMO, concessionária da rodovia, esta fase passa por uma reabilitação estruturante do pavimento dos troços que apresentam maior nível de degradação, com objectivo de melhorar a segurança rodoviária e garantir maior durabilidade das cargas e incluiu trabalhos

de drenagem.

Há igualmente trabalhos em curso, na fase conclusiva, na antiga ponte sobre o rio Metuchira em Manica, para garantir uma maior fluidez do trânsito.

A reabilitação, orçada em cerca de 600 milhões de meticais, visa reduzir os riscos de acidentes e melhorar a circulação enquanto se aguarda uma intervenção de maior escala. As obras compreenderão também a reabilitação de pontos críticos danificados pelas intempéries; melhoramento do pavimento em segmentos degradados e trabalhos para reforçar a segurança e garantir maior fluidez do tráfego, especialmente no corredor Beira–Machipanda.

A conclusão está prevista para dentro de cinco meses. A primeira fase, iniciada em Maio, consistiu no tapamento de buracos.

A EN6 é uma das vias mais importantes do País, ligando o Porto da Beira à fronteira com o Zimbabwe. Por isso, as obras procuram assegurar o transporte de pessoas e mercadorias, reduzindo interrupções provocadas pela degradação da estrada.

 

No primeiro semestre deste ano, o Hospital Central de Nampula registou 49 mortes maternas, sendo que 17 foram por rupturas uterinas. A direcção do hospital decidiu interditar a entrada do chá caseiro na maternidade.

A maior unidade sanitária de Nampula opera em média três a quatro rupturas uterinas, o que para os responsáveis do mesmo é muito alto.

“A nossa rupturas uterina é, das causas de morte materna, a primeira causa de morte por hemorragia. Só neste primeiro semestre, nós tivemos 49 mortes maternas, das quais 17 foram por ruptura uterina. Nós tivemos um registo, neste primeiro semestre, de quase 170 rupturas uterinas. É muito alto”, explica Dinis Viegas, responsável pela maternidade do Hospital Central de Nampula.

A ruptura uterina é considerada uma catástrofe obstétrica. A explicação do médico gineco-obstetra não deixa margens para dúvidas.

“Para o bebé sair, ele precisa que o útero se contraia. Muitas das vezes, esta contracção é tão vigorosa que faz com que o útero se abra antes de o bebé sair. Rompe o útero, abre-se o útero, o bebé sai da cavidade uterina e fica na cavidade abdominal. Nós chamamos de catástrofe obstétrica porque o risco de morte é grande, porque o útero numa mulher grávida de termo, ele é um poço de sangue, ele tem mais sangue que o próprio coração”, acrescenta.

A cada mês, a maternidade do Hospital Central de Nampula assiste, em média, 400 partos e grande parte das complicações que levam ao bloco operatório são as rupturas uterinas.

Uma das causas pode ser o uso de substâncias tradicionais, que, ao nível das comunidades, se acredita que ajudem nas contracções do útero durante o trabalho de parto. Por isso, a direcção deste hospital decidiu interditar a entrada de chás caseiros na maternidade.

“Existem ervas tradicionais que impulsionam as contracções do útero. O grande problema é que estas ervas não são doseadas, são oferecidas, são chás naturais, são chás tradicionais que as nossas mães oferecem às gestantes para que acelerem o trabalho de parto”, explica, sublinhando que “o objectivo é acelerar o trabalho de parto, quando ela chega aqui não fica muito tempo. Só que isso, como nós não doseamos a quantidade do uterotónio, culmina muitas vezes com a ruptura uterina.”

Assim, a partir de já, o Hospital Central de Nampula passa a garantir o chá que é uma importante fonte de açúcar e energia necessária para a gestante em trabalho de parto.

Desde madrugada, os automobilistas foram obrigados a redobrar a atenção nas estradas, circulando a velocidades reduzidas e com os faróis para minimizar o risco de acidentes. Em vários pontos da capital, incluindo o distrito municipal da Catembe.

O impacto do fenómeno estende-se igualmente ao transporte aéreo. Pelo menos dois voos das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), com destino a Maputo, não conseguem aterrar devido às condições meteorológicas.

Os efeitos do nevoeiro fizeram-se sentir também na rotina dos cidadãos. Alguns trabalhadores relataram atrasos nas deslocações matinais, explicando que a fraca visibilidade obrigava a uma condução mais lenta e prudente.

Outro condutor explicou que a prioridade era evitar acidentes. “Tivemos de ligar as luzes e reduzir bastante a velocidade para alertar os outros condutores. Em situações como esta não se deve ultrapassar os 40 quilômetros por hora” disse o condutor. 

Apesar de, ao longo da manhã, terem registado uma melhoria gradual da visibilidade, muitos automobilistas mantiveram uma condução defensiva, enquanto aguardavam pelo restabelecimento das condições normais de circulação.

A neblina é um fenómeno característico da época fria e seca em Maputo, sendo frequente durante as primeiras horas do dia. As autoridades recomendam aos condutores que mantenham uma velocidade moderada, utilizem os limites de cruzamento e aumentem a distância de segurança entre os veículos.

O nevoeiro intenso que se fez sentir na madrugada desta sexta-feira, em Maputo, voltou a afectar as operações das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), obrigando ao desvio de aeronaves e provocando constrangimentos em vários voos com origem e destino à capital do país.

Em comunicado, a companhia aérea informa que as condições adversas impedem a aterragem em segurança de algumas aeronaves no Aeroporto Internacional de Maputo.

Por razões de segurança, o voo TM 137, proveniente de Tete, e o voo TM 1506, que fazia a ligação Nampula–Beira–Maputo, foram desviados para o Aeroporto da Beira, onde aterraram sem incidentes.

A LAM refere que a situação está a afectar a programação dos voos, podendo verificar-se atrasos, alterações de horários e outros ajustamentos operacionais, em função da evolução das condições adversas e da retomada das operações no Aeroporto Internacional de Maputo.

A transportadora nacional assegura que a segurança dos passageiros, das tripulações e das aeronaves continua a ser a sua principal prioridade, sublinhando que todas as decisões operacionais são tomadas em conformidade com as normas da aviação civil e os procedimentos internacionais de segurança.

A companhia acrescenta que as suas equipas permanecerão a acompanhar a evolução das condições ambientais, em cooperativa com as autoridades aeroportuárias e os serviços de controlo de controlo de tráfego aéreo, com o objectivo de normalizar as operações logo que as condições o permitam.

Entretanto, a LAM lamenta os transtornos causados ​​aos passageiros e apela à compreensão e colaboração dos clientes afectados pelos atrasos e alterações nos voos.

Mais de 10 mil clientes da empresa Águas e Saneamento da Zambézia (ASZ) estão a enfrentar restrições no abastecimento de água na cidade de Quelimane, na sequência do rompimento de uma das principais condutas da rede de distribuição. A avaria ocorreu por volta das 19 horas de quarta-feira e obrigou à interrupção parcial do fornecimento de água em vários bairros da cidade, afetando milhares de famílias.

Desde as primeiras horas desta quinta-feira, equipas técnicas da ASZ encontram-se no terreno a executar trabalhos de reparação da infraestrutura danificada. A empresa assegura que mobilizou todos os recursos humanos e materiais necessários para restabelecer o abastecimento no mais curto espaço de tempo. 

“Estamos a trabalhar a todo vapor para repor a tubagem, dez mil clientes não é número pequeno embora seja apenas de uma parte inferior da cidade. Estamos a mobilizar maios materiais e humanos para que com brevidade os trabalhos terminem e o abastecimento volte a normalidade” disse Carlos Jamal responsável técnico da empresa. 

Entretanto, a empresa reconhece que a conduta afetada tem registado avarias recorrentes, uma situação que evidencia a necessidade de uma intervenção estrutural para aumentar a fiabilidade da rede de distribuição e reduzir o risco de novas interrupções no fornecimento de água. 

“Esta conduta foi construída e colocada no tempo colonial, daí que estamos consciente que se deve fazer uma reposição do equipamento para garantir fiabilidade no fornecimento. Por hora queremos pedir aos clientes serenidade e garantir que tudo estamos a fazer para reposição” precisou. 

Enquanto decorrem os trabalhos, os consumidores afetados enfrentam dificuldades no acesso ao precioso líquido, aguardando pela conclusão da reparação e pela normalização do serviço. Após a conclusão da obra, a empresa deverá proceder à reposição do asfalto nos locais intervencionados, devolvendo a normal circulação nas vias onde foram abertas valas para a substituição da tubagem.

Mais de 60 dadores voluntários de sangue abandonaram os serviços de doação no Hospital Provincial de Xai-Xai, em Gaza, alegadamente devido à falta de apoio em suplementos alimentares após as doações. A Associação de Dadores alerta que a redução do número de voluntários poderá comprometer a disponibilidade de sangue para transfusões nos próximos dias.

O  problema não é recente, mas agravou-se desde o ano passado. De acordo com Filimone Mapilele dos cerca de 400 dadores atualmente registados, uma parte significativa deixou de comparecer às campanhas de recolha.

“Temos aproximadamente 400 dadores que nós atualizamos neste momento, mas desses, muitos são agressivos e desistiram devido à alegada falta de apoio, em particular de suplementos alimentares”, explicou o presidente executivo da associação de dadores.

Os voluntários reclamam a reposição de incentivos básicos após a doação, como água, sumos e bolachas, considerados importantes para a recuperação dos dadores.

“O que nós estamos a falar são incentivos no sentido de produtos alimentares. Falamos de sumos, falamos de bolachas, falamos de água. Andámos em todos os cantos a fazer expeditórios, mas esses expeditórios não tinham sido satisfatórios”, afirmou.

A associação alerta que a desistência dos voluntários pode reduzir os níveis de sangue disponíveis no banco hospitalar, numa altura em que a procura continua elevada.

“Porque o sangue não tem fábrica, não tem valores monetários. Tem tido muita falta nos hospitais. Temos aqui muita gente acamada nos hospitais que precisa de transfusão líquida”, disse.

Em reação às preocupações levantadas pelos dadores, o Director do Hospital Provincial de Xai-Xai, Moisés  Mubango reconhece limitações financeiras, mas defende a criação de um pacote integrado de assistência para fortalecer a capacidade da instituição e garantir a continuidade dos serviços.

“De escassos não é falta de incentivos para dadores. No âmbito daquilo que é o pacote de atendimento integrado, nós podemos fazer o reforço da capacidade institucional”, explicou o director do hospital.

A fonte acrescenta que a unidade sanitária enfrenta diariamente elevados encargos financeiros, com cerca de 200 admissões no banco de socorro por dia.

“Estamos numa fase em que por dia estamos a perder 20, 30, 50 mil meticais. E no mês um milhão de meticais. Com um milhão nós íamos contratar guardas para o hospital, íamos contratar maqueiros, serventes e até pagaríamos as horas extras que os médicos vão reclamar”, referiu.

As dificuldades enfrentadas pelos dadores surgem num contexto de pressão sobre o Hospital Provincial de Xai-Xai, que também enfrenta problemas como cortes frequentes de energia devido à avaria do gerador central, cuja reparação está avaliada em mais de um milhão de meticais.

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