Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Um automobilista morreu carbonizado na madrugada deste sábado, na sequência de uma colisão entre uma viatura ligeira e um camião, na Estrada Nacional Número Um (EN1), no Distrito Municipal da Katembe, Cidade de Maputo. O acidente provocou ainda dois feridos.

O sinistro ocorreu nas primeiras horas da manhã e destruiu completamente a viatura ligeira, que se incendiou após o embate, impossibilitando o condutor de escapar às chamas.

No camião seguiam duas pessoas. Uma sofreu ferimentos graves e a outra contraiu ferimentos ligeiros. Ambas foram socorridas e transportadas para uma unidade hospitalar, onde recebem assistência médica.

O proprietário do camião afirmou que, de acordo com as informações que lhe foram transmitidas, o veículo seguia normalmente no seu percurso quando ocorreu a colisão.

As circunstâncias em que o acidente se deu continuam por esclarecer. Contudo, a Polícia de Trânsito admite, como hipótese preliminar, que o sinistro tenha resultado de uma alegada circulação em contramão por parte do condutor da viatura ligeira. As investigações prosseguem para o apuramento das causas do acidente.

Até ao fecho desta edição, as viaturas sinistradas permaneciam no local do embate, enquanto decorriam os trabalhos das autoridades competentes.

O número de vítimas mortais do actual surto de Ébola na República Democrática do Congo (RDC) subiu para 648, enquanto o total de casos confirmados da doença aumentou para 1.830, segundo o mais recente balanço divulgado este sábado pelas autoridades sanitárias congolesas.

Os novos dados representam um acréscimo de 23 mortes e 38 infecções em relação ao balanço tornado público na quinta-feira, confirmando o agravamento daquele que é já o terceiro maior surto de Ébola alguma vez registado.

De acordo com o Ministério da Saúde da RDC, a taxa de letalidade do surto situa-se actualmente nos 35,4 por cento. As autoridades informaram ainda que 780 doentes permanecem internados ou em isolamento, enquanto 285 pessoas recuperaram da doença.

No âmbito das acções de resposta à epidemia, o rastreio de contactos atingiu uma cobertura de 78,1 por cento, numa tentativa de interromper a cadeia de transmissão do vírus.

O surto continua concentrado nas províncias orientais de Ituri, Kivu do Norte e Kivu do Sul. Nesta última província, as autoridades assinalam um dado encorajador, ao registarem 42 dias consecutivos sem novos casos confirmados de Ébola, período estabelecido pela Organização Mundial da Saúde como requisito para declarar uma região livre da transmissão da doença.

Este é o 17.º surto de Ébola registado na República Democrática do Congo e é já considerado o terceiro mais grave da história da doença, apenas ultrapassado pelas epidemias que afectaram a África Ocidental entre 2014 e 2016 e o leste da RDC entre 2018 e 2020.

Três pessoas perderam a vida e outras 29 ficaram feridas na sequência de um acidente de viação ocorrido na madrugada deste sábado, no distrito de Gondola, província de Manica. O sinistro envolveu um autocarro da transportadora Nagy Investimentos, que fazia o trajecto Nampula–Chimoio.

O acidente ocorreu por volta das cinco horas, no posto administrativo de Cafumpe, quando a viatura se despistou e capotou por razões ainda não esclarecidas. As três vítimas mortais perderam a vida no local, enquanto os feridos foram socorridos e encaminhados para unidades sanitárias da região.

Passageiros que seguiam no autocarro relataram que tudo aconteceu de forma repentina. Yung Liu, um dos sobreviventes, que sofreu um ferimento profundo nas costas, afirmou que se encontrava a dormir no momento do acidente.

Segundo o passageiro, o autocarro havia partido de Nampula na noite anterior e a estrada apresentava boas condições de circulação. Embora não saiba apontar as causas do sinistro, admite a possibilidade de o motorista ter adormecido ao volante.

O Hospital Provincial de Chimoio, que recebeu as vítimas, confirmou a entrada de 29 feridos, dos quais quatro apresentam ferimentos graves e permanecem sob cuidados médicos.

As autoridades competentes já iniciaram as investigações para apurar as circunstâncias que estiveram na origem do acidente.

Uma investigação que propõe uma mudança profunda no ensino da língua portuguesa em Moçambique valeu a classificação máxima na Faculdade de Ciências da Linguagem, Comunicação e Artes (FCLCA) da Universidade Pedagógica de Maputo. O docente e investigador Lucílio Orlando Manjate obteve 20 valores na defesa da tese de doutoramento intitulada “Estudo das representações discursivas das narrativas sobre Magaíza: um contributo para a didáctica da língua portuguesa”.

Realizada a 7 de Julho, a defesa foi considerada de excelência pelo júri do Programa de Doutoramento em Ciências da Linguagem Aplicadas ao Ensino de Línguas, tornando-se uma das raras teses a alcançar a nota máxima.

Mais do que estudar a figura do Magaíza, o trabalhador migrante moçambicano que regressa das minas da África do Sul, a investigação analisa a forma como diferentes gerações de escritores moçambicanos o representaram e demonstra como essas narrativas podem ser utilizadas para melhorar o ensino da língua portuguesa.

Em entrevista concedida ao O País, Manjate explica que o objectivo foi compreender os discursos presentes nas obras literárias produzidas desde o período colonial até à actualidade.

“Quis perceber como é que estas diversas gerações de escritores moçambicanos têm estado a representar esta figura e qual seria a aplicação didáctica destes textos sobre o Magaíza”, afirmou.

A pesquisa identifica mudanças significativas na construção desta personagem ao longo do tempo. Uma das conclusões é o reforço do papel da mulher nas narrativas mais recentes, onde deixa de ser uma figura secundária para assumir um lugar de coprotagonista.

Contudo, é na área da educação que o investigador considera estar a principal contribuição da tese.

Segundo o pesquisador, o ensino da língua portuguesa em Moçambique afastou-se progressivamente da literatura, privilegiando textos institucionais e exercícios gramaticais, uma opção que, na sua perspectiva, tem consequências na qualidade da aprendizagem.

“Estamos a substituir textos literários por temas transversais e textos institucionais. Isto tem impacto no processo de ensino da língua portuguesa”, defendeu.

Para o académico, a literatura não deve servir apenas para ensinar regras gramaticais, mas para formar cidadãos críticos.

“O texto literário não deve estar apenas ao serviço da gramática. A nossa perspectiva é olhar para a linguagem como um fenómeno social e formar melhores cidadãos.”

Na investigação, o autor sustenta que o afastamento dos textos literários das salas de aula contribui para as dificuldades de leitura, interpretação e comunicação observadas entre muitos estudantes que chegam ao ensino superior.

“Temos estado a receber estudantes que não têm domínio da língua portuguesa e competências básicas da própria língua.”

Outra conclusão apontada pela tese é que os programas escolares continuam excessivamente centrados em autores das décadas de 1950, 1960 e, em menor medida, dos anos 80, deixando praticamente ausentes os escritores da chamada “geração 21”.

Para Manjate, esta realidade impede que o ensino acompanhe as transformações sociais e culturais do país.

“Os textos da nova geração praticamente não existem nos nossos manuais. É uma lacuna grave.”

O investigador defende uma reforma curricular que valorize mais a literatura moçambicana contemporânea e incentive uma abordagem mais participativa nas aulas, colocando o aluno no centro da construção do conhecimento.

Além das conclusões académicas, Manjate partilhou o percurso pessoal até à obtenção do grau de doutor. Sem beneficiar de bolsa de estudos, conciliou a investigação com a actividade docente e suportou integralmente os custos da formação.

“Fui uma das vítimas desta nova dinâmica de atribuição de bolsas. Tive de arcar com todas as despesas inerentes à minha formação.”

Reconhece que o apoio da família foi decisivo para alcançar o resultado.

“O suporte familiar foi extremamente fundamental. Houve muitos sacrifícios, noites sem dormir e compromissos familiares adiados.”

Depois da classificação máxima, o investigador afirma sentir que a responsabilidade aumenta.

“A palavra agora é responsabilidade. Continuar a investigar com maior rigor para produzir conhecimento válido para Moçambique, para África e para o mundo.”

Os próximos passos passam por aprofundar o estudo da figura do Magaíza noutras formas de expressão artística, como a música, o cinema, a fotografia e as artes plásticas, bem como analisar a forma como esta personagem é representada na África do Sul, destino histórico da migração mineira moçambicana.

Com a nota máxima atribuída pelo júri, a investigação de Lucílio Orlando Manjate junta-se ao restrito conjunto de teses distinguidas com 20 valores, propondo uma reflexão sobre o ensino da língua portuguesa e defendendo o regresso da literatura ao centro da formação dos estudantes moçambicanos.

Manjate destacou igualmente o papel desempenhado pela Universidade Pedagógica de Maputo (UP-Maputo) ao longo do processo de doutoramento, considerando que o ambiente académico e o apoio institucional foram determinantes para a conclusão da investigação. Segundo o investigador, a universidade garantiu o acompanhamento necessário em todas as etapas da formação, desde os procedimentos administrativos até à defesa da tese.

 “A UP-Maputo desempenhou um papel absolutamente crucial, por me acolher e por permitir que todo o processo decorresse sem sobressaltos. Trabalhei com professores excelentes e encontrei uma dinâmica burocrática que nos dá conforto”, afirmou, acrescentando que recomenda o programa de doutoramento a outros investigadores interessados em prosseguir a formação avançada. 

O Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos reconheceu, esta sexta-feira, em Maputo, a existência de lacunas na aplicação efectiva das leis e no funcionamento das instituições responsáveis pela prevenção e combate à corrupção em Moçambique.

O posicionamento foi manifestado durante a cerimónia de lançamento da Colectânea de Legislação de Prevenção e Combate à Corrupção, Crimes Económico-Financeiros, Criminalidade Organizada e Transnacional em Moçambique, uma obra composta por três volumes que reúne os principais instrumentos legais e institucionais sobre a matéria.

Na ocasião, o governante admitiu que, apesar dos avanços registados na criação de legislação e de mecanismos de combate à corrupção, persistem desafios relacionados com a implementação efectiva das normas e com o funcionamento pleno das instituições vocacionadas para esta missão.

Como forma de reforçar a transparência e a confiança dos cidadãos na administração da justiça, o ministro defendeu a publicação das sentenças condenatórias relativas a crimes de corrupção, considerando que a divulgação destas decisões poderá contribuir para a prevenção deste fenómeno.

Durante a apresentação da obra, Ana Sheila Marrengula explicou que a colectânea tem como principal objectivo facilitar o acesso à legislação e aos instrumentos jurídicos de prevenção e combate à corrupção, servindo de referência para magistrados, investigadores, académicos, estudantes e demais operadores do sistema de justiça.

A publicação reúne os principais diplomas legais, políticas públicas e instrumentos institucionais que orientam o combate à corrupção, aos crimes económico-financeiros e à criminalidade organizada e transnacional em Moçambique.

A obra é da autoria de Naftal Zucula, André Calengo, Ana Sheila Marrengula e Oscar Monteiro.

 

Está instalada uma disputa pela terra urbana em Xai-Xai, na província de Gaza. Depois de 28 de Julho, cerca de cinco mil terrenos poderão entrar no processo de reversão pelo município, numa decisão contestada por proprietários que dizem ter recebido as parcelas e enfrentam dificuldades para construir. A autarquia defende que a medida visa recuperar terrenos improdutivos e responder à crescente procura por espaços para habitação, reforçando o ordenamento da cidade.

O terreno que durante anos representou o sonho de construir uma casa transformou-se agora numa fonte de incerteza. António Mucavele, residente da praia de Xai-Xai, recebeu a parcela, guardou os documentos e esperou pelas condições para iniciar a obra. Mas o tempo passou, a construção não avançou e hoje enfrenta uma nova realidade, a possibilidade de perder o espaço com o processo de reversão de terrenos considerados ociosos no município de Xai-Xai.

“Recebemos estes terrenos com esperança de construir, mas nem sempre existem condições financeiras para avançar. Ter um espaço sem construção não significa que abandonámos a terra”, explica António Mucavele.

A preocupação é partilhada por milhares de munícipes com terrenos classificados como ociosos. O grupo diz que a ausência de construção não significa abandono e aponta dificuldades económicas, falta de vias de acesso e insuficiência de infraestruturas como alguns dos principais obstáculos para o avanço das obras.

“Não podemos ser considerados proprietários irresponsáveis apenas porque ainda não conseguimos construir. Muitos cidadãos receberam os espaços e continuam a procurar condições para levantar as suas casas”, defendem alguns proprietários afectados.
Mas a autarquia mantém a sua posição. O município afirma que concedeu três meses para a regularização dos terrenos e que muitos titulares não aderiram ao processo dentro do prazo estabelecido. Com a aproximação do fim do período fixado para 28 de Julho, os números continuam aquém das expectativas.
“Estamos perante terrenos que permanecem sem aproveitamento enquanto existem cidadãos à procura de espaços para construir.
O município tem a responsabilidade de garantir que a terra urbana seja utilizada de forma adequada”, explica Dias Nhampossa, vereador de Planeamento Urbano do município de Xai-Xai.

A dimensão da situação é revelada pelos números. Só no Posto Administrativo da Praia de Xai-Xai foram até aqui contabilizadas três mil parcelas.
Patrice Lumumba e Inhamissa concentram igualmente um número significativo de espaços sem utilização, segundo relatos de residentes.
Com o prazo de regularização a aproximar-se do fim, cresce o impasse entre a autarquia e os proprietários. Os munícipes afectados desafiam a decisão e garantem que não vão abandonar os locais que ocupam há mais de 10 anos.
“Não vamos abandonar os nossos espaços porque entendemos que temos direitos sobre estas parcelas. Queremos dialogar com o município e encontrar uma solução”, afirmam alguns proprietários.

Face aos casos considerados extremos, a edilidade equaciona medidas mais duras para recuperar terrenos sem aproveitamento, argumentando que Xai-Xai não pode manter cerca de cinco mil parcelas improdutivas enquanto aumenta a procura por espaços para habitação.

“Não se trata de retirar terrenos às pessoas, mas de garantir que a terra cumpra a sua função social. Uma cidade em crescimento precisa de espaços organizados e devidamente aproveitados”, afirma Dias Nhampossa.

Mas a intervenção municipal vai além dos terrenos. A autarquia identificou mais de 500 escombros e pondera a sua demolição, por considerar que degradam a cidade e podem servem de abrigo para criminosos.

O que começou como uma refeição comum terminou em corrida para o hospital. Treze pessoas foram assistidas, esta quinta-feira, no Hospital Provincial de Xai-Xai, após apresentarem sintomas associados a uma alegada intoxicação alimentar, depois de consumirem alimentos num estabelecimento localizado no mercado do Bairro 5, em Coca Missava, popularmente conhecido por Matlhanga Dzixa.

Segundo informações apuradas, as vítimas começaram a manifestar indisposição, dores abdominais e outros sintomas pouco tempo após a refeição, o que levou à sua deslocação urgente para a maior unidade sanitária da província de Gaza.

Ao País autoridades do Hospital Provincial de Xai-Xai avançaram que , dos 13 pacientes observados”quatro continuam internados sob vigilância médica, enquanto os restantes receberam alta após apresentarem evolução clínica favorável”.

Em representação da equipa clínica, o médico pediatra Anselmo Lisboa explicou que as evidências preliminares apontam para uma possível intoxicação relacionada com os alimentos consumidos no mercado de Coca-Missava. Ainda assim, esclareceu que os pacientes encontram-se estáveis e sem risco de vida.

No meio da preocupação dos familiares, surgiram relatos sobre uma alegada falta de medicamentos na unidade sanitária. Um familiar de uma das vítimas afirmou ter desembolsado “cerca de 1.400 meticais para adquirir medicamentos numa farmácia privada.”

A direcção do Hospital Provincial de Xai-Xai refuta, entretanto, essa alegação. A unidade garante possuir medicamentos e meios necessários para assegurar o tratamento dos pacientes afectados, descartando qualquer necessidade de transferência para outros hospitais.

Enquanto os pacientes recuperam, as autoridades sanitárias procuram agora esclarecer as causas do incidente e determinar se houve falhas no manuseamento ou conservação dos alimentos comercializados no estabelecimento.

A província de Cabo Delgado regista, em média, cinquenta casos de corrupção por ano, envolvendo, sobretudo, funcionários dos sectores da saúde e da educação. Entre os crimes mais frequentes destacam-se o desvio de fundos públicos, o suborno e outras práticas ilícitas relacionadas com a administração do Estado.

Apesar do elevado número de denúncias recebidas, a Procuradoria Provincial de Cabo Delgado revela que uma parte significativa dos processos acaba por ser arquivada, devido à insuficiência de provas que permitam sustentar a acusação em tribunal.

Os funcionários públicos continuam a liderar a lista dos arguidos, sendo os sectores da saúde e da educação apontados como os mais vulneráveis à prática de actos de corrupção.

Segundo a Procuradoria, o suborno para obtenção de serviços públicos ou de benefícios estatais de forma ilegal figura entre as modalidades de corrupção mais recorrentes na província.

Com o objectivo de aproximar a justiça dos cidadãos e incentivar a denúncia de práticas ilícitas, a Procuradoria Provincial tem vindo a promover campanhas denominadas “Tendas da Justiça”, uma iniciativa que permite recolher preocupações e denúncias da população fora do ambiente formal das instituições judiciais, reforçando a participação dos cidadãos no combate à corrupção.

 Tensão e revolta popular marcaram a madrugada desta sexta-feira no distrito de Limpopo. Uma viatura onde, segundo relatos da população, seguiam supostos agentes da polícia, do SERNIC e outros 3 suspeitos de envolvimento em assaltos foi incendiada por populares. Em resposta, a polícia retirou os  indiciados do local, mas a população voltou a bloquear a Estrada Nacional Número Um e cercou o comando distrital, exigindo justiça e esclarecimentos.

A madrugada desta sexta-feira foi marcada por momentos de tensão no distrito de Limpopo, província de Gaza.Populares incendiaram uma viatura na qual supostamente  seguiam um agente da Polícia da República de Moçambique (PRM), um membro do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) e três mecânicos, suspeitos de envolvimento em assaltos registados no distrito.

 “A revolta popular surge na sequência de uma alegada tentativa de saque desta viatura na comunidade de Licilo” o mais recente caso atribuído ao grupo, disse uma fonte local.

Perante a agitação, a polícia interveio e conseguiu neutralizar e transferir pelo menos três dos suspeitos para um local seguro. Entretanto, dois indivíduos colocaram-se em fuga.

Insatisfeita com a atuação das autoridades, a população voltou a bloquear a Estrada Nacional Número Um (N1), na zona de Chicumbane, e concentrou-se junto ao comando distrital da PRM para exigir a entrega dos suspeitos.

Detidos na Segunda Esquadra da PRM, em Xai-Xai, um dos  indiciados recusou-se a prestar declarações à imprensa, enquanto outros negaram qualquer envolvimento nos crimes de que são acusados.

A polícia não confirmou a existência de dois suspeitos em fuga nem esclareceu se entre os implicados existem agentes das forças de defesa e segurança. O Porta-Voz, Júlio avançou que ainda continuam investigações para apurar o paradeiro dos dois suspeitos em fuga.

Esta é a segunda vez, em menos de três meses, que a população do distrito de Limpopo bloqueia a N1 em protesto contra a alegada falta de esclarecimento de casos de assassinato e de roubos que têm preocupado as comunidades locais.

+ LIDAS

Siga nos