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O País – A verdade como notícia

Chapo manifesta solidariedade ao Nepal após cheias devastadoras

O Presidente da República, Daniel Chapo, endereçou uma mensagem de solidariedade ao seu homólogo da República Democrática Federal do Nepal, Ram Chandra Paudel, na sequência das cheias devastadoras que atingiram, a 26 de Agosto, a região de Rasuwa. A tragédia provocou a morte de centenas de pessoas, deixou um número

O Presidente angolano, João Lourenço, e de Cuba, Miguel Díaz-Canel, felicitam Filipe Nyusi, pela sua reeleição ao cargo de Presidente da República, nas Eleições Gerais e das Assembleias Provinciais realizadas no país, no dia 15 de Outubro de 2019.

Na sua mensagem de felicitação, o Presidente angolano diz estar seguro de que a reeleição do Presidente Nyusi é resultado de um conjunto de factores positivos, que decorrem do bom desempenho das funções na mais Alta Magistratura de Moçambique nos últimos 5 anos, e que mereceram uma apreciação altamente favorável do povo moçambicano, a julgar pelos expressivos resultados obtidos no pleito eleitoral.

“Acredito que Vossa Excelência continuará a colocar todas suas forças e capacidades na consolidação das políticas de paz e reconciliação nacional que realizou com sucesso assinalável, e que conduzam à promoção do progresso, desenvolvimento e do bem-estar do povo moçambicano”, lê-se na mensagem do estadista angolano.

“Por ocasião da sua reeleição ao cargo de Presidente da República de Moçambique, endereço as mais cordiais felicitações e ratifico a vontade de fortalecer as históricas relações de amizade e cooperação entre os nossos povos e países”, refere a mensagem do Presidente da República de Cuba.

 

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin e o Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, enviaram mensagens de felicitação ao Presidente da República, Filipe Nyusi, pela sua reeleição nas eleições de 15 de Outubro de 2019.
 
O Presidente da Federação da Rússia refere na sua mensagem que os resultados da votação reafirmam o seu alto prestígio entre os compatriotas, testemunham o reconhecimento dos seus méritos no Supremo dos desafios sócio-económicos actuais que Moçambique enfrenta.
 
“Tenho certeza que a participação do Senhor Presidente na Cimeira Rússia-África inspirar-lhe-á para a ulterior promoção das relações amigáveis entre os nossos países, cooperação mutuamente benéfica em diversas áreas”, lê-se na mensagem do Presidente Putin.
 
Por seu lado, o Presidente José Mário Vaz diz na sua mensagem que por ocasião da reeleição do Presidente Nyusi à Magistratura Suprema da República de Moçambique, endereça em nome do povo guineense e em seu nome pessoal as calorosas felicitações.
 

“Nesta feliz ocasião, gostaria de, em nome do povo guineense e em meu nome próprio, realçar a importância dos laços de amizade e de cooperação existentes entre os nossos dois povos e países, reafirmar a Vossa Excelência a minha determinação em tudo fazer para que os mesmos se desenvolvam e se consolidem cada vez mais em proveito dos nossos dois povos amigos”, sustenta o Presidente guineense.

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) fez, hoje, a entrega de todo processo das eleições gerais de 15 de Outubro ao Conselho Constitucional (CC), para efeitos de validação e proclamação. O Presidente da CNE, Abdul Carimo, reconheceu existência de irregularidades durante o processo.

A lei recomenda que cinco dias após a divulgação dos resultados das eleições pelos órgãos de gestão eleitoral, estes devem submeter todo o processo ao CC, enquanto o mais alto e colegial órgão que o compete a proclamação.

Foi o que hoje se viu, depois do anúncio do último domingo, que confirmou a dilacerante vitória da Frelimo e o candidato, Filipe Nyusi, no pleito eleitoral de 15 de Outubro.

Abdul Carimo e sua comitiva, levaram ao CC todo o dossiê do processo, em formato físico e eletrónico, de modo que sejam analisados e subsequentemente proclamados.

“Submetemos ao CC todo processo relativo às eleições de 15 de Outubro de 2019. Este processo é constituído pelas cópias das deliberações e resoluções contidas em Boletim da República publicados durante todo processo eleitoral, nos postos de votação; assim como informação sobre os candidatos e sobre os postos de recenseamento” afirmou aos jornalistas, o presidente da CNE.

Igualmente, constam do expediente entregue ao CC, as actas e todo processo relativo ao apuramento provincial e nacional realizado pela CNE, bem como as declarações de voto vencido de alguns membros do órgão.
 
Contudo, no que toca a abordagem qualitativa do processo, Abdul Carimo escusou-se de fazer a avaliação, distanciando-se do aforismo “livres, justas e transparentes”, reconhecendo que houve irregularidades no processo.

“Nós como órgãos de gestão eleitoral temos preocupações relativas a algumas irregularidades que aconteceram durante o processo; e por isso é que quando fizemos a declaração no anúncio dos resultados, ninguém nos ouviu a dizer que as eleições foram livres, justas e transparentes” declarou. “Deixamos este julgamento da liberdade, da justeza e da transparência para o CC”, acrescentou o presidente.

Aos jornalistas, Carimo confessou que era desejo do órgão que preside “fazer de tudo de modo que as eleições fossem as mais pacíficas possíveis”, no entanto, o que não se verificou, uma vez que vários foram os relatos de incidentes.

Espera-se que até Dezembro próximo o CC proclame os resultados das eleições de 15 de Outubro. Resultados estes, que a Renamo e o MDM deliberaram através das suas comissões políticas o não reconhecimento.

 

Os tribunais judiciais receberam 58 recursos de contencioso eleitoral, na sua maioria da Renano, tendo indeferido 55 por incumprimento de prazos na sua submissão e falta de provas. Há ainda registo de 450 ilícitos eleitorais que resultaram na condenação de 158 indivíduos.

A província de Nampula volta a liderar o número de recursos de contencioso eleitoral com 41 processos, seguido de Maputo e Sofala com 13 e 04 respectivamente.

Dos 58 recursos que deram entrada, 55 foram chumbados, dois aguardam o parecer do Ministério Público e um foi admitido parcialmente. E as razões são as de costume e que sempre acompanharam a história das eleições no país.  

“O incumprimento do prazo das 48 horas para interposição do recurso, falta de legitimidade dos intervenientes, a não juncão dos meios de prova do que é alegado. As alegacões, para o consumo do povo, podem merecer diversas interpretações, mas para o tribunal o que conta é a prova”, explicou Pedro Nhatitima, juiz conselheiro do Tribunal Supremo.  

Seis dos 55 queixosos não se contentaram com a decisão dos tribunais de chumbar seus pedidos e recorreram junto do Conselho Constitucional.

“Os recursos que foram admitidos para o Conselho Constitucional dizem respeito a Mecubúri, província de Nampula, onde o recorrente é o partido Renamo, alegando que na mesa tem um registo de 866 eleitores quando na verdade votaram 292 e este processo foi provido parcialmente e o recurso segue para o Conselho Constitucional”, revelou Pedro Nhatitima.

Ainda na província de Nampula, mais concretamente em Lalaua, o partido AMUSI submeteu a queixa, sustentando a mesma com o facto de “ter havido impedimento de exercício de direito de voto a 20 eleitores, falta de notificação do mandatário para o apuramento distrital, omissão do partido no edital e apuramento distrital. Este recurso foi rejeitado e houve um recurso para o Conselho Constitucional”.

Já na província de Sofala, os que recorreram foram os três partidos que correram às presidenciais (Renamo, Frelimo e MDM), onde em Búzi, segundo o Nhatitima, alegaram a introdução indevida de boletins de voto nas urnas e também não concordaram com os resultados na cidade da Beira. Em relação à queixa, “o tribunal entendeu que n ao foram preenchidos os requisitos para a admissão do recurso”, concluiu Pedro Nhatitima, juiz conselheiro do Tribunal Supremo.

Fora aos recursos de contencioso eleitoral, os tribunais tiveram o registo de 450 ilícitos eleitorais, com destaque para enchimento de urnas de voto e destruição de material eleitoral.

“A província com maior número de ilícitos é a Nampula com cerca de 145 que corresponde a 31%, Zambézia 114 o correspondente a 25% e a província com menos incidência em termos de ilícitos eleitorais é Inhambane com 7 casos que corresponde a 1.5%”, mencionou Pedro Nhatitima, para de seguida avançar que em conexão com os crimes eleitorais foram julgados e “158 indivíduos foram condenados e 164 absolvidos”.

Em relação às outras províncias, Pedro Nhatitima diz que não tem registo e olhando para os prazos legais, já não vai a tempo de receber mais pedidos dos queixosos.

 

A Comissão Nacional de Eleições procede, o anúncio oficial dos resultados das Eleições de 15 Outubro.

A cerimónia conta com a presença dos representantes dos órgãos eleitorais, mandatários dos partidos políticos, corpo diplomático acreditado em Moçambique, Observadores e diversos convidados.

 

 

A Frelimo e o candidato Filipe Nyusi venceram as eleições presidenciais, legislativas e das assembleias provinciais, realizadas a 15 de Outubro em curso, segundo os resultados de centralização nacional e apuramento geral divulgados este domingo pela Comissão Nacional de Eleições (CNE).

O presidente da CNE, Abdul Carimo, disse, há momentos, que a participação nas últimas eleições gerais foi de 50.74%. Nas presidenciais, o candidato do partido no poder, Filipe Nyusi, venceu, no geral, com 73% de votos. O MDM, a Renamo a AMUSI não foram para além de 4.38%, 21.88% e 0.73%, respectivamente.

No Niassa Filipe Nyusi obteve 68.42%, contra 3.20%, 27,31% e 0.57% dos seus adversários políticos, MDM, Renamo e AMUISI, respectivamente.

Em Nampula, maior círculo eleitoral do país e até as últimas eleições considerado de domínio da Renamo, Filipe Nyusi venceu com 59%, contra 3,76% do candidato do MDM, Daviz Simango; 34,46% de Ossufo Momade, candidato da Renamo; e 1.89% de Mário Albino, do AMUSI.  

Na Zambézia, segundo maior círculo eleitoral, Nyusi obteve 66.59%, contra 3.62% de Daviz Simango, 29.07% de Ossufo Momade e 0.83% de Mário Albino.

Em Tete o candidato presidencial da Frelimo ganhou com 77.38%, contra 2.19% de Daviz Simango, 19.96%  de Ossufo Momade e 0.46% de Mário Albino.

Em Manica, Nyusi obteve 74.85%, contra 2.46%, 22.19% e 0.50% de Daviz, Ossufo e Mário Albino, respectivamente.
Em Sofala, Nyusi, Daviz, Ossufo e Mário Albino tiveram, respectivamente, 67.78%, 11.67%, 20.08% e 0.47%.  

Em Inhambane, dos eleitores inscritos, os 53.67% que exercerem o seu direito e dever cívico votaram em Nyusi, com 81.31%, sendo a restante percentagem repartida entre Ossufo, Daviz e Mário Albino. Estes têm apenas 4.44% e 0.86% de votos.

Em Gaza, onde houve problemas relacionados com o recenseamento eleitoral, por conta do registo de eleitores acima das projecções do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), Nyusi venceu com 94%.  

Província de Maputo, o candidato presidencial da Frelimo obteve 72.74% e 69.23% na cidade de Maputo, onde Daviz não foi para além de 7.39% de votos. Ossufo e Mário Albino perderam também com 22.91%  e 0.40%, respectivamente.  

Nos círculos eleitorais de África, onde o nível afluência às urnas foi de 67.47%, Nyusi venceu com 93.63%  votos, contra 2.0%, 3.79%  e 0.56%  de Daviz, Ossufo e Mário Albino. Nyusi ganhou também no resto do mundo, de acordo com dados da CNE.  

No que diz respeito à votação para a eleição dos deputados da Assembleia da República (AR), a Frelimo obteve 184 assento, contra 60 da Renamo e apenas seis do MDM. As três formações políticas tinham, na última legislatura, 144, 89, e 17 assentos.

 

Distribuição de mandatos para Assembleia da República

Niassa
Frelimo 9
Renamo 4

Cabo Delgado
Frelimo 18
Renamo 5

Nampula
Frelimo 28
Renamo 16
MDM 1

Zambézia
Frelimo 28
Renamo 12
MDM 1

Tete
Frelimo 17
Renamo 4

Manica
Frelimo 13
Renamo 4

Sofala
Frelimo 14
Renamo 4
MDM 2

Inhambane
Frelimo 11
Renamo 2

Gaza
Frelimo 22

Província de Maputo
Frelimo 14
Renamo 5
MDM 1

Cidade de Maputo
Frelimo 8
Renamo 4
MDM 1

África
Frelimo 1

Resto do Mundo
Frelimo 1

 

 

A mandatária da Frelimo, Verónica Macamo, entende que a vitória do partido no poder e do seu candidato presidencial, Filipe Nyusi, é uma “satisfação”. Significa também uma “responsabilidade acrescida”.

“São resultados que nos dão satisfação” e “reflectem a confiança que os moçambicanos têm com a Frelimo”, afirmou Verónica Macamo, momentos após o anúncio dos resultados finais da votação de 15 de Outubro corrente.

A fonte explicou que a vitória do seu partido significa uma “responsabilidade acrescida (…)” porque a Frelimo e Filipe Nyusi devem “arregaçar as mangas”  e continuar a trabalhar em prol do povo e do país.

Verónica Macamo considerou ainda que as últimas eleições presidenciais, legislativas e das assembleias provinciais registaram uma participação nunca antes vista, na medida em que milhares de moçambicanos se fizeram às urnas e houve maior número de observadores nacionais e estrangeiros.

A Frelimo e o seu candidato esperam que o Conselho Constitucional (CC) valide e promulgue os resultados hoje anunciados pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), disse Verónica Macamo.

 

 

Os partidos da oposição, vencidos nas últimas eleições gerais, rejeitam todo o processo eleitoral, alegadamente porque está “infestado de irregularidades”. Não reconhecem os resultados do apuramento nacional e definitivo, hoje anunciados pela Comissão Nacional de Eleições (CNE).

De cordo com os dados do órgão eleitoral, a Frelimo e o seu candidato Filipe Nyusi “arrasaram” no escrutínio de 15 de Outubro, das presidências às assembleias provinciais.    

Entretanto, os partidos Renamo, MDM, AMUSI, PODEMOS, Nova Democracia, Ecologista e UDM juntaram-se para dizer que as eleições foram “viciadas”, sobretudo durante o recenseamento eleitoral, supostamente para beneficiar o partido no poder, em particular nas províncias de “Nampula, Zambézia, Sofala e Cabo Delgado”.

A porta-voz das formações políticas contestatárias, Quitéria Guirengane, acusou a CNE e a Procuradoria-Geral da República (PGR) de terem se eximido do papel de “advogados do Estado” e “nada fizeram” em relação a “inúmeras denúncias” de ilicitudes eleitorais.

No documento distribuído à imprensa, hoje, as formações políticas acima referidas consideram ainda que a CNE e a PRG foram incapazes de agir aquando da denúncia de “ilícitos e crimes eleitorais cometidos pela Frelimo, tais como uso de recursos do Estado” e coação de vários funcionários públicos para participar na campanha eleitoral.  

No dia da votação, “membros da Frelimo introduziram-se nas assembleias de voto com boletins já marcados” e escondidos em roupas, com o propósito de introduzi-los nas urnas.

“Nos postos de votação foram realizados apuramentos parciais, como por exemplo em Angoche, onde das 443 mesas de votação, apenas 12 tiveram apuramento no local e as restantes no STAE distrital depois de as urnas terem sido transportadas pela força policial”, afirmou Quitéria Guirengane, para quem “a banalização de todo o processo culminou com a desvirtuação da vontade e justiça eleitoral”.

Segundo a fonte, os partidos da oposição contestam ainda o facto de a notificação dos mandatários dos partidos que concorreram às eleições gerais (à assembleia geral da CNE para centralização nacional e apuramento geral de resultados da votação de 15 de Outubro) ter sido feita “um dia antes, depois das 18h00 e por via telefónica”, o que é contra o previsto no “artigo 144 da lei número 3/2019, de 31, de Maio”.      

Ademais, os contestatários entendem que os resultados tornados públicos pela CNE são “tóxicos para a democracia” e constituem um “ataque aos partidos concorrentes”.

Os partidos Renamo, MDM, AMUSI, PODEMOS, Nova Democracia, Ecologista e UDM consideram “nulas e de nenhum efeito a deliberação produzida” sábado, pela CNE, na sessão de centralização nacional e apuramento gera de resultados da votação de 15 de Outubro, bem como os resultados definitivos anunciados hoje.

A PGR, sugerem os partidos, deve, na qualidade de “advogado do Estado”, tomar diligências no sentido de investigar as anomalias havidas durante o processo eleitoral e responsabilizar os que cometeram infracções. E chamam a “toda sociedade para não reconhecer os resultados eleitorais”, adiantando que amanhã irão recorrer ao Conselho Constitucional (CC) para pedir a anulação da votação.  

 

Os resultados do pleito eleitoral de 15 de Outubro, classificado pela Renamo como “bárbaro, brutal e com fraude tamanha jamais vista em Moçambique e no mundo”, serão oficialmente divulgados este domingo.
 
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) vai anunciar o que, pelo menos até aqui, já é sabido: que a Frelimo e o seu candidato, Filipe Nyusi, venceram, e com larga vantagem, em todas as províncias, incluindo a Zambézia, onde alguns acreditavam ser o reduto da “perdiz” que elevaria Manuel de Araújo, de autarca da cidade capital, a governador da província.   
 
A validação dos resultados foi feita na noite de sexta-feira, com 9 votos a favor e 8 contra.
 
Os quatro vogais da Renamo, o vogal do MDM e dois da sociedade civil, no caso, Salomão Moyana e José Belmiro, apreciaram negativamente os resultados e consideraram que "não refletem a essência da vontade popular nas urnas, nem abonam a favor da dignidade, prestígio e mandato que a Constituição da República atribui à CNE".
 
Na declaração de voto, os vogais lamentam a conduta dos órgãos de gestão eleitoral, pese embora façam parte, e sublinham que "não podem continuar a ser fonte de conflitos pós-eleitorais devido à sua evidente parcialidade e desorganização propositada, o que sugere que nos momentos cruciais do sufrágio, os mesmos órgãos subordinam-se física e ideologicamente às Forças de Defesa e Segurança, agindo contra todos os partidos concorrentes com potencial para desafiar o Partido no poder".
 
Este não foi o posicionamento tido pelos vogais da Frelimo e o presidente da CNE, Abdul Carimo, que graças ao seu voto a favor foram validados os resultados, uma vez que só ele podia desempatar. Aliás, com o voto a favor de Carimo, ficou expressa a sua certeza de um processo credível.
 
Enquanto isso, a Renamo e o MDM reiteraram que não aceitam os resultados, por acreditarem que houve tamanhas irregularidades, que favoreceram a Frelimo.

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