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O País – A verdade como notícia

Convidados destacam regresso às raízes e inovação no discurso de Chapo

Artistas e académicos convidados para a Conferência Nacional de Quadros da FRELIMO, que decorre em Chimoio, reagiram positivamente ao discurso de abertura do Presidente do partido, Daniel Chapo. Para os convidados, a intervenção marca um “regresso às raízes”, com um olhar para o futuro, e traz orientações concretas para o

Passavam poucos minutos das 10h da manhã desta quarta-feira quando a comitiva da campanha eleitoral do MDM parou no mercado da Estiva. De seguida, uma multidão veio e cercou o cabeça de lista do MDM, Albano Carige, que cumprimentou quase todos.

Já no interior do Bairro de Matacuane, onde várias pessoas o seguiam, mantendo-se sempre fiel à estratégia do fundador do partido MDM, Daviz Simango, que é o contacto interpessoal nas casas, nas barracas e na rua, Albano Carige prometeu melhorar a mobilidade naquele bairro, prometeu também garantir a conexão entre diferentes ruas, através da pavimentação de novas rodovias.

Quanto ao melhoramento do saneamento do meio, Carige diz que, caso renove o mandato, vai apostar na construção de mais valas de drenagem para escoamento de águas pluviais.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, voltou a exortar os partidos políticos que concorrem para eleições autárquicas de 11 de Outubro a evitarem violência e discursos intimidatórios.

Apesar de considerar que há uma relativa “calma” no processo, o Presidente pede que as formações políticas concorrentes pautem por uma postura de paz e que se abstenham de actos que “alterem a paz, a ordem e a tranquilidade públicas, evitando mensagens intimidatórias”. Filipe Nyusi considera que este tipo de discurso contraria o exercício democrático.

Uma chamada de atenção também foi feita aos parceiros de cooperação, para que respeitem as leis locais.

“Façamos das sextas eleições autárquicas a maior festa da nossa democracia. Caros compatriotas, por vezes pensamos que estamos a influenciar boas práticas de democracia, mas podemos estar a incitar a violência sem nos apercebermos”, explicou o Chefe de Estado.

HOMENS DA RENAMO JÁ COMEÇARAM A RECEBER AS SUAS PENSÕES

No dia em que se celebram 31 anos do Acordo Geral de Paz, Filipe Nyusi conduziu as cerimónias centrais na Praça dos Heróis, na Cidade de Maputo. Foi neste local onde homenageou os que tombaram pela pátria e fez o discurso de ocasião. Nesse discurso, celebrando o acordo de 1992, dedicou mais tempo a dar actualizações sobre o mais recente, que é o de 2019, assinado por si, enquanto Chefe de Estado, e por Ossufo Momade, como líder da Renamo. Essencialmente, o Governo comprometeu-se a dar pensões a cerca de cinco mil homens da Renamo.

Filipe Nyusi disse que os problemas relacionados à fixação e pagamento de pensões aos antigos guerrilheiros da Renamo podem estar a ser ultrapassados, com os processos a seguirem os passos formais.

Segundo Nyusi, o primeiro grupo de 27 homens teve o primeiro pagamento em Setembro último e outros deverão começar a receber este mês.

As cerimónias centrais contaram com a presença de várias personalidades do Estado e não só. Houve, também, actividades políticas, estando-se, aliás, em época de campanha eleitoral.

A caravana da Renamo escalou, esta terça-feira,  o distrito  Municipal  KaTembe, onde o  cabeça-de-lista deste partido, Venâncio Mondlane, interagiu com alguns vendedores do mercado localizado próximo à zona da ponte-cais.

No local,  Mondlane recebeu queixas sobre a falta de clientes e  abandono da  infraestrutura por parte de alguns vendedores devido, alegadamente,  à  “desactivação” das  embarcações que faziam a ligação marítima entre os dois pontos.

É que, segundo contaram ao cabeça-de-lista, com a inauguração e uso da ponte Maputo-KaTembe, as pessoas  deixaram de frequentar as barracas instaladas nas proximidades da ponte-cais assim como o mercado.

Como resultado, relataram, deixou de “haver negócio”, uma situação que, segundo os mesmos, “agrava ainda mais o custo de vida”.

“Estou sentado aqui à espera de pessoas para comprarem produtos. Muitas pessoas abandonaram o mercado. Se aparcecer alguém para comprar, vai comprar”, reclamou um dos vendedores na interacção com o cabeça-de-lista da Renamo.

Em resposta àquilo que considera ser um problema prioritário a ser atacado naquele ponto da capital, Mondlane  prometeu construir uma escola de hotelaria e turismo, bem como alavancar o comércio local.

“Estou a ver que aqui há problemas da ponte e problemas do ‘ferry boat’ que já não vem para aqui. Uma das coisas que nós queremos fazer aqui, em KaTembe, tem a ver com a juventude. Sabemos que a juventude enfrenta problemas de desemprego”, começou por dizer Venâncio Mondlane.
Adiante, o cabeça-de-lista da Renamo disse estar a projectar a construção de uma escola de hotelaria e turismo que vai servir de rampa para os jovens trabalharem com os turistas que visitam ou mesmo escalam vários pontos de KaTembe.

“Uma das coisas que nós queremos instalar, aqui, vai ser uma escola de formação em hotelaria e turismo. Isto é algo que tem a ver com restaurantes e hóteis. É uma forma de ajudarmos os  jovens a trabalharem com os turistas. É uma das formas de ajudarmos os jovens a saírem do desemprego e poderem desenrascar a vida.”

Venâncio Mondlane garantiu, ainda, que “vamos tratar as pessoas de igual forma”, porque “mesmo que não tenha licença, também tem uma família e crianças para alimentar”.
Um dos problemas que a capital do país enfrenta é a ausência de balneários em locais de grande concentração, situação que o cabeça-de-lista da Renamo diz ter solução.
“Temos, no nosso manifesto, um projecto de construção de casas de banho móveis. Estas casas de banho custam menos de 100 mil Meticais. Isto pode resolver o problema de mais de cinco mil pessoas por dia. É o que eles não querem implementar porque pretendem coisas mais caras para poderem tirar algum para o bolso. Este é o nosso projecto. Com este projecto, podemos resolver o problema das casas de banho de todo o Maputo. Isto é muito barato”, assegurou Venâncio Mondlane.

O MDM e a Renamo exigem a anulação do mandato do deputado da Frelimo, Dias Letela, pelo facto de este, na companhia de outros membros da Frelimo, terem pisoteado o material de campanha dos dois partidos em Inhambane.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram membros da Frelimo a pisar camisetes de campanha do MDM e da Renamo em Homoíne, província de Inhambane. Nelas aparece o deputado da bancada da Frelimo e membro da Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade, Dias Julião Letela, a falar de uma operação denominada “desmonta”.

Sobre o assunto, o nosso jornal ouviu o MDM e a Renamo. O Movimento Democrático de Moçambique não gostou e revela já ter participado o caso às autoridades.

Já a Renamo condena o acto e espera que a imunidade do deputado seja cessada para que este responda pelos seus actos.

A CNE também reagiu e se diz chocada com o comportamento dos membros da Frelimo e assegura que a justiça já está a dar seguimento ao processo.

O número 1 e 2, do artigo 213, da Lei número 8/2013 de 22 de Fevereiro, que fala sobre danos em material de propaganda eleitoral, estabelece que: Aquele que roubar, furtar, destruir, rasgar ou por qualquer forma inutilizar, no todo ou em parte, ou tornar ilegível o material de propaganda eleitoral afixado ou o desfigurar, ou colocar por cima dele qualquer material com o fim de o ocultar é punido com pena de prisão até seis meses e multa de seis a doze salários mínimos nacionais”.

Ao oitavo dia da campanha  eleitoral, o  cabeça-de-lista da Frelimo, Rasaque Manhique, trabalhou no Distrito Municipal KaNyaka, no outro lado da Baía de Maputo.

Manhique começou a sua jornada de caça ao voto junto aos potenciais eleitores com uma marcha, onde a sua caravana saudou a população local.
Depois, o cabeça-de-lista da Frelimo seguiu para o mercado local  para, num exercício de contacto interpessoal com os vendedores, prometer  melhorar as condições de vida em  KaNyaka.

Tal como noutros pontos pelos quais passou para apresentar as linhas de força do seu manifesto eleitoral, Manhique reiterou que a sua governação será aberta. Ou seja, nada será feito sem consultar os munícipes.

“No dia 11, vamos votar. É preciso votar bem e votar bem é votar na Frelimo para nós continuarmos a desenvolver esta comunicação entre o município e os mercados. Estamos a ver que este mercado está melhorado aqui. O que vocês querem é que os vendedores entrem mais vezes aqui?”, questionou o cabeça-de-lista da Frelimo a uma vendedeira. E, depois, concluiu o seu raciocínio: “Queremos estar sempre neste mercado. Queremos desenvolver um diálogo com vocês.”

Os ilheus enfrentaram, em Dezembro do ano passado,  problemas relacionados com a interrupção da circulação da embarcação que faz  a ligação marítima entre a cidade de Maputo e o Distrito Municipal KaNyaka. Tal situação criou transtornos aos comerciantes e à população local.

É neste sentido que, durante o seu discurso orientado no campo Chissano, Rasque Manhique assegurou que vai fazer de tudo para a mobilização de fundos com vista à construção da ponte-cais.

“Sabemos que gostariam de ter um barco e uma ponte. Um barco que circule todos os dias. Não é isso?  Vamos trabalhar todos para que possamos mobilizar parceiros para que possamos desenvolver o projecto de construção de uma ponte-cais”, frisou o cabeça-de-lista da Frelimo.

Na área da saúde, Rasaque Manhique garantiu aos Ilheus que irá  alocar uma ambulância. “Sabemos que gostariam de ter um barco-ambulância que circule todos os dias, para que possam ir ao hospital. Sabemos que gostariam de ter hospitais em condições.”

Para Manhique, os problemas de KaNyaka serão resolvidos com envolvimento de todos os ilhéus.

Quando faltam cinco dias para o fim da campanha eleitoral, os partidos políticos vão inovando na forma de pedir voto. 

Júlio Parruque, cabeça-de-lista da Frelimo na Matola iniciou o dia, esta terça-feira no bairro Matola-gare, com promessas de melhorar o transporte público (eliminar o encurtamento de rotas, entrevistas ), mas também melhorar as estradas para que, a população de Matola-gare tenha o que chamou de “melhor experiência no transporte público de passageiros” no município da Matola.

Para isso,  Parruque subiu no “chapa”, do terminal da Matola-gare para o bairro T3, onde, segundo disse, “interagi com os passageiros, que são munícipes da Matola, partilhei as minhas ideias de melhoria das condições de mobilidade, ouvi as críticas e sugestões para melhorar a nossa gestão municipal”.

Já no T3, o Cabeça-de-lista seguiu para o mercado com o mesmo nome, para interagir com os comerciantes. Ali prometeu melhor cobertura, melhoria das bancas, expansão do mercado e alocação,  o interior, dos que vendem no exterior do mercado T3. 

O presidente da Frelimo, Filipe Nyusi, felicitou na manhã de hoje os membros do seu partido em todo o país, pela forma ordeira e educada como estão a fazer a campanha eleitoral.

“Com toda a serenidade. Não estão a violentar o eleitorado e muito menos a fazerem promessas descabidas. Não estão a prometer formar médicos num mandato e alocá-los em todos bairros. Continuem a fazer campanha idónea e sobretudo sem recorrer a violência para transmitirem as mensagens da Frelimo”, disse.

Nyusi, que está na cidade da Beira em missão partidária, criticou ainda a alguns cabeças-de-lista, que têm estado a fazer promessas eleitorais que exigem investimentos astronômicos. “Alegam que irão construir casas com dinheiro de parceiros e que até já há financiamentos garantidos. Estão no poder há cinco anos e nem sequer um mercado foi construído.  Camaradas, não prometam o que não poderemos oferecer como alguns partidos o fazem. Vocês conhecem alguma cidade no mundo onde os munícipes não contribuem com impostos para o desenvolvimento da mesma? Não existe! Então não prometam redução de impostos de forma descabida”, exortou.

O cabeça-de-lista do Movimento Democrático de Moçambique, Augusto Mbazo, escolheu, ontem, os bairros suburbanos para apresentar o seu projecto de governação no município de Maputo.

Mbazo escalou o bairro Luís Cabral, arredores da capital, onde interagiu com alguns vendedores do mercado local. O cabeça-de-lista do MDM prometeu, na ocasião, melhorar as condições destes para o desenvolvimento das suas actividades.

Mbazo garantiu que irá reabilitar o mercado, dar dignidade aos respectivos vendedores para além de criar facilidades no acesso ao financiamento para os seus negócios.

“Onde o MDM governa, há claramente sinais de desenvolvimento. Temos a Cidade da Beira, onde há um trabalho visível na melhoria das condições dos seus munícipes. Queremos governar Maputo para mudar a vida dos munícipes. Nós vamos criar linhas de financiamento de projectos para vocês desenvolverem os vossos negócios. Vamos construir novas bancas para que possam vender os vossos produtos”, garantiu o cabeça-de-lista do Movimento Democrático de Moçambique.

Augusto Mbazo assegura ainda que vai intervir nas vias de acesso tanto na zona de cimento como na periferia. Mbazo garante ainda resolver os problemas de saneamento e ordenamento territorial na periferia de Maputo.

“Vemos vias de acesso degradadas. Isto não é digno para vocês. O MDM vai reabilitar e construir vias de acesso para que se melhore a mobilidade das pessoas. Vemos ruas apertadas que dificultam a circulação. Queremos acabar com esta situação”, disse.

Abordando outro jovem residente no bairro Luís Cabral, Augusto Mbazo assegurou que “vamos mudar e transformar este bairro com a reabilitação das vias e abertura de oportunidades de emprego. Vamos ligar a EN4 e a EN1 para haver mais movimento aqui”, prometeu.

Falando com jovens, disse ainda que irá criar condições para que tenham acesso ao emprego. “Há muitos jovens no desemprego não só neste bairro. O nosso manifesto prevê ainda a criação de projectos para que os jovens tenham auto-emprego. É preciso investir na juventude que se sente marginalizada”, frisou Augusto Mbazo.

Já na zona da junta, Augusto Mbazo reiterou o “seu compromisso em dar dignidade aos vendedores que lutam, no dia dia, para colocar pão em cima da mesma mesmo em condições adversas no exercício

das suas actividades”.

Augusto Mbazo considera que “é preciso que se crie condições para que as pessoas exerçam, de forma organizada, o comércio na cidade de Maputo.”

Outro ponto levantado pelo cabeça-de-lista do MDM tem que ver com as condições em que os munícipes são transportados. “Nós vamos colocar mais frotas para transportar os maputenses. Temos projectos de viabilização de novas frotas. Vamos disciplinar a actividade. Pretendemos sensibilizar ainda os transportadores para não pautarem por encurtamento de rotas que cria transtornos aos passageiros.”

O cabeça-de-lista da Frelimo, Rasaque Manhique, garantiu, ontem, aos funcionários públicos ter a solução para minimizar o problema de transporte, construções desordenadas, falta de balneários em locais com aglomeração de pessoas e atribuição de DUAT.

Rasaque Manhique elegeu, uma vez mais, um espaço fechado – Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano – para partilhar as suas ideias de governação na Cidade de Maputo.

Perante funcionários públicos, o cabeça-de-lista da Frelimo foi desafiado a elaborar o seu pensamento sobre os passos a dar para acabar com o caos nos transportes, construções desordenadas, falta de balneários em locais de grande aglomeração de pessoas, fraco saneamento, ordenamento territorial, dificuldades das pessoas com deficiência em aceder aos transportes, entre outros.

“Temos problemas de inundações. Há necessidade de tomada de medidas urgentes. Há necessidade de se responsabilizar as pessoas. Temos de ser vigilantes com as pessoas que constroem em zonas propensas à inundações”, disse uma funcionária do Conselho Municipal da Cidade de Maputo.

A questão das dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência no acesso aos transportes, manifestou um dos intervenientes, é “séria e que é vivida no dia-a-dia quando estes estão nas paragens”, sendo, por isso, “confrontados com problemas de mobilidade” e tal “não se deve tratar a questão da deficiência com caridade mas sim uma questão de direitos humanos.”

Os funcionários públicos defenderam ainda a necessidade de se reverter o problema do acesso aos espaços para a prática desportiva na capital do país, assim como investir cada vez mais na motivação dos trabalhadores e continuidade dos projectos iniciados pelos antigos dirigentes.

Sentado e atento às intervenções, Manhique tomou nota das cerca de dez intervenções. Depois, fez-se novamente ao púlpito do Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano, para “responder” os questionamentos feitos, assim como as observações dos funcionários públicos.

“Vamos garantir a manutenção de estradas. Vamos garantir a manutenção das nossas ruas. Mas, muitas vezes, pensamos nós que as ruas e avenidas só estão aqui na zona de Cimento
da cidade. A cidade não é só aqui no Kapfumo, a cidade é no Hulene, KaMaxaquene, Mapulene, Magoanine. São bairros da Cidade de Maputo. Temos de avançar, com coragem, para trazer novas vias e ruas pavimentadas nestes bairros que não estejam nesta zona de Cimento”, retorquiu o cabeça-de-lista da Frelimo.

Outrossim, o ensino inquieta os funcionários públicos e foi pela voz de um quadro do Ministério da Educação de Desenvolvimento Humano que veio a preocupação em relação ao facto de “algumas escolas não terem Direito do Uso e Aproveitamento de Terra, uma situação que faz com que alguns projectos não sejam desenvolvidos pelos financiadores porque estes exigem o Direito, Uso e Aproveitamento da Terra.”

Rasaque Manhique, a propósito, deixou claro que “primeiro, é o acesso à terra infra- estruturada” , porquanto, sustentou, “enquanto atribuirmos terra onde quer que exista sem que estruturamos essa mesma terra, estamos a criar confusão.”

Para Manhique, “vamos ter de ter paciência, criando infra-estruturas aceitáveis para depois continuarmos com a atribuição desses espaços, mas também precisamos de regularizar estes
títulos aos nossos concidadãos nos locais onde já lá estejam”.

Adiante, o cabeça-de-lista da Frelimo reitera o compromisso em “melhorar a qualidade das infra-estruturas nas escolas primárias” explicando, depois, o porquê da insistência neste aspecto: “Muitas vezes, os pais de crianças pequenas que frequentam o ensino primário decidem levar os seus filhos para o ensino privado. Não é somente na busca de um ensino de qualidade. Os pais observam todos os aspectos. Vão a um local, olham para os sanitários, vêem o edifício muito bem colocado porque é lá onde querem deixar as suas crianças, para que os seus filhos que tenham saído de casa às 6h30 com uma camisa branca voltem à casa nas mesmas condições.”

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