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O Governo do distrito da Matola diz que o consumo de bebidas alcoólicas nos recintos escolares não é um caso isolado da Escola Secundária Bonifácio Gruveta. Para lidar com o fenómeno, a PRM na Província de Maputo vai passar a fiscalizar pastas dos alunos antes de entrarem na escola.

Na última sexta-feira, 07 de Agosto, em declarações ao “O País”,  pais e encarregados de Educação da Escola Secundário Bonifácio Gruveta Massamba, no bairro Khongolote, no município da Matola, denunciaram o “consumo de bebidas alcoólicos e comportamentos desviantes” de alguns alunos matriculados naquele estabelecimento de ensino, caracterizados por “sabotagens de aulas e roubos e pancadarias entre alunos”.

Nesta segunda-feira, o Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia, no distrito da Matola, reconheceu que as denúncias dos alunos são reais, e está a disciplinar os alunos sem medidas de expulsão.

De acordo com Danilo Ventura, director distrital, o sector que dirige já realizou “duas grandes reuniões multi sectoriais incluindo a Polícia e a procuradoria para encontrar soluções conjuntas uma vez os visados na sua maioria serem menores que entram em conflito com a lei”.

Os referidos encontros terminaram com planos de acção, e, em cumprimento dos mesmos, o Serviço Distrital acrescenta não serem poucas as vezes que sancionou alunos por embriaguez na escola.

“O que não podemos fazer, é tomar medida de expulsão, porque a escola é também centro de reabilitação. Nessa perspectiva, temos trabalhado com a saúde e outras organizações não-governamentais para a reabilitação desses jovens e adolescentes”, explicou, acrescentando terem sido reactivados em todos os estabelecimentos de ensino do distrito os núcleos antidroga.

A Polícia da República de Moçambique, que esteve, na última sexta-feira, na Escola Secundária Bonifácio Gruveta Massamba a sensibilizar os estudantes, assegurou já ter destacado equipas para “várias escolas para sensibilizar, conversar com alunos e fiscalizar as pastas para ver quem entra com substâncias estranhas”, explicou Carmínia Leite, porta-voz da PRM na Província de Maputo.

A polícia e o Serviço Distrital de Educação dizem que o consumo de álcool nas escolas não é um fenómeno novo e apelam à vigilância de toda sociedade.

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Pelo menos quatro pessoas morreram e 153 ficaram feridas após um sismo de magnitude 6,3 na escala de Richter que atingiu este domingo Herat, no Afeganistão, segundo informação da organização humanitária Save the Children.

O anterior balanço das autoridades apontava para um morto e 150 feridos.

O terramoto teve o epicentro a 33 quilómetros da cidade, onde mil pessoas morreram em sismos registados no início deste mês.

A 7 de Outubro, aldeias inteiras foram destruídas por um sismo de magnitude 6,3 que causou milhares de mortos, de acordo com o Fundo da ONU para a Infância (UNICEF).

O Afeganistão está a sofrer uma grave crise humanitária, com a retirada generalizada da ajuda estrangeira desde o regresso dos talibãs ao poder em Agosto de 2021.

O fornecimento de abrigos em grandes quantidades com a aproximação do inverno será um desafio para as autoridades talibãs, que têm relações tensas com as organizações de ajuda internacional.

O Afeganistão é frequentemente afetado por sismos, em especial na cordilheira de Hindu Kush, perto da junção entre as placas tectónicas euro-asiática e indiana.

Em Junho de 2022, um terramoto de magnitude 5,9 matou mais de mil pessoas e deixou dezenas de milhares de desalojados na província de Paktika, no sudeste do país.

 

Um acidente de viação ocorrido, no sábado, na Estrada Nacional número 1 (EN1), posto administrativo de Ligonha, distrito de Gilé, na Zambézia, matou 13 pessoas e feriu outras 10.

O acidente envolveu um transporte semi-colectivo de passageiros que capotou após um dos pneus ter rebentado.

Os 13 óbitos foram transportados para o Hospital distrital de Alto-Molocuè e seis feridos evacuados para o Hospital Central de Nampula.

O director distrital de saúde de Alto-Molocuè, Maurício Pene, que forneceu a informação, à Rádio Moçambique, refere que neste momento estão internados no Hospital local 4 feridos.

Pene apela aos automobilistas para que, antes de se fazerem à estrada, verifiquem as condições mecânicas das viaturas e cumpram com as mais elementares regras de trânsito.

Em mais episódio que embaraça o país, rodado no estrangeiro, os jogadores da selecção nacional de futebol iniciaram uma greve em Portugal, ameaçando não se fazerem ao jogo desta segunda-feira com a Nigéria, inserido na Data-FIFA e no estágio pré-competitivo que efectuam naquele país europeu.

Depois do escândalo na Argélia, no CHAN, os jogadores exigem agora da Federação Moçambicana de Futebol (FMF) o pagamento de USD 600 de “pocket money” para a referida partida.

Falando ao “RM Desporto”, o Secretário de Estado de Desporto, Carlos Gilberto Mendes, adjectivou de “vergonhosa” esta posição tomada pelos jogadores, apontando, por outro lado, que “sejam responsabilizados os culpados por esta situação.”

A verdade, nua e crua, manda dizer que nem mesmo às recomendações deixada sficar pela Comissão de Inquérito criada pela Secretaria de Estado de Desporto para averiguar o escandaloso episódio registado na Argélia coloca fim ao ambiente de crispação entre a FMF e os jogadores da selecção nacional. Mais: a “casos” que mancham a imagem de Moçambique no concerto das nações futebolísticas. E isso tira sono à trémula Secretaria de Estado de Desporto que tem mais uma “batata quente” para gerir e evitar uma gazeta a um jogo reconhecido pela FIFA.

“Em anos anteriores as mesmas selecções ficavam dois a três anos sem receber a devida premiação e de repente radicalizam as posições. Tem que ser apurado o que se passou e tirar daí as consequências, não podemos continuar a passar a mão na cabeça em nome de serem insubstituíveis quer dos atletas quer dos dirigentes”, frisou Gilberto Mendes em declarações ao RM Desporto.

Mendes lamenta aquilo a que considera serem actos mais concentrados no futebol do que propriamente nas outras modalidades.

“Estes incidentes só atrapalham o grande objectivo que é um dia conquistarmos um CAN. Temos campeões africanos e campeões mundiais no nosso país e, muitos deles, com valores por receberem e nunca enveredaram pela greve e sempre souberam honrar a camisola do país”.

Qual homem resignado, Gilberto Mendes disse que “não sei o que se passa, não sei o que está a acontecer, não sei de quem é a culpa por este imbróglio”, vou procurar saber o que se terá passado, mas não podemos ter uma alegria por um pódio no futebol feminino e depois ter uma mancha deste tamanho na Selecção A”.

O Secretário de Estado de Desporto lamenta ainda o facto da contestação dos jogadores ter tido como palco, outra vez, uma nação estrangeira. “Nós temos que saber como e onde colocar as nossas preocupações, neste momento estamos envergonhados como Nação Moçambicana devido a esta greve que acontece no estrangeiro e acontece numa altura em que acabávamos de vencer a selecção angolana e em Angola devemos estar a ser motivo de chacota”, lamentou.

Uma pessoa morreu e cerca de 150 ficaram feridas na sequência de um sismo de magnitude 6,3 que atingiu hoje a cidade de Herat, no Afeganistão. Segundo o responsável da equipa de socorro e emergência na província de Herat, o número de vítimas pode vir a aumentar, uma vez que os meios ainda não chegaram a todas as zonas afectadas. O terramoto ocorreu por volta das 03h00 locais, 05h00 de Maputo, na província onde mil pessoas morreram em sismos registados no início deste mês.

O Afeganistão está a sofrer uma grave crise humanitária, com a retirada generalizada da ajuda estrangeira desde o regresso dos talibãs ao poder em Agosto de 2021.

O processo de impugnação do Presidente angolano, João Lourenço, iniciado pela UNITA foi, este sábado, chumbado na Assembleia Nacional, após os deputados do MPLA terem votado contra a criação de uma comissão de investigação.

A votação foi feita numa plenária convocada de urgência pelo presidente do parlamento, uma sessão marcada por assobios dos deputados dos dois partidos.

Na votação, os votos do MPLA garantiram que não será formada uma comissão de investigação às alegações contidas num documento entregue pela UNITA ao parlamento. O chefe da bancada parlamentar da UNITA, disse que a decisão é nula porque a assembleia não pode fazer uma votação sem ter uma proposta.

O líder daquela bancada acrescenta que os deputados do MPLA, foram pouco inteligentes em não criarem uma comissão eventual para discutirem a acusação da UNITA, e por isso, a batalha de destituição do Presidente da República vai continuar.

O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, não descarta a possibilidade de levar o assunto aos tribunais e refere, por outro lado, que vai discutir o documento da destituição com a sociedade angolana.

Uma pessoa morreu e outras 18 contraíram ferimentos moderados e ligeiros este domingo, em consequência de um acidente de viação ocorrido na Cidade de Maputo, que envolveu dois veículos de transporte de passageiros, no cruzamento das avenidas Fernão Magalhães e Albert Lithule.

Testemunhas oculares contaram que o embate entre os veículos de transporte de passageiros foi violento que atingiu uma outra viatura que estava estacionada nas proximidades.

Algumas das vítimas já tiveram alta hospitalar.

Os membros da Renamo em Quelimane voltaram a sair à rua em marcha para reivindicar os resultados intermédios anunciados pela comissão distrital de eleições que dão vitória à Frelimo. 

A marcha contou com a presença da delegada política provincial da Renamo na Zambézia  e presidente da assembleia municipal. 

Uma marcha de repúdio aos resultados eleitorais de 11 de Outubro. Manuel de Araújo diz que a Frelimo não venceu as eleições.

Manuel de Araújo diz ainda  que tem editais originais para provar que venceu o escrutínio de 11 de Outubro. 

Araújo diz que a partir deste sábado abriu a frente diplomática, para comunicar ao mundo inteiro o que se está a passar em Quelimane.

A marcha da Renamo não vai parar, de acordo com Manuel de Araújo, até a reposição daquilo que chamou de verdade material. 

O MDM ganhou as eleições na autarquia da Beira ao conquistar 112.963 votos, correspondente a 58 por cento. O partido Frelimo segue na segunda posição com 73.302 votos, correspondente a 37.74 por cento e a Renamo ficou na terceira posição com 7.045 votos, correspondente a 3.63 por cento.

De acordo com os dados publicados, esta noite, pela Comissão distrital de Eleições, foram inscritos na cidade da Beira pouco mais de 311 mil eleitores e destes cerca de 207 mil foram votar, correspondente a 66.37 por cento e houve mais de 104 abstenções, correspondente a 33,63 por cento.   Foram registrados 2604 votos brancos e 10.229 votos nulos.

A Comissão Provincial da Cidade de Maputo acaba de anunciar a vitória da Frelimo no Município de Maputo, com 58, 70 por cento de votos. 

A Comissão  Provincial de Eleições da Cidade de Maputo considera falsas as informações partilhadas nas redes sociais sobre as  irregularidades durante a contagem de votos na autarquia. Ao todo, participaram da votação 412 654 eleitores dos mais de 635 mil previstos.

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