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As bancadas da oposição na Assembleia Provincial de Gaza exigem uma investigação aprofundada à gestão do Governo de Margarida Mapandzene nos últimos seis anos, com especial enfoque na alegada má aplicação da ajuda humanitária e dos 37 milhões de meticais disponibilizados pela empresa de areias pesadas de Chibuto.

A posição foi defendida durante a sessão extraordinária que apreciou a renúncia de Margarida Mapandzene Chongo ao cargo de governadora da província. Para a oposição, a saída da dirigente não deve encerrar o debate sobre a governação dos últimos anos, mas abrir espaço para o esclarecimento de eventuais responsabilidades.

O chefe da bancada do Movimento Democrático de Moçambique, Aquerdino Mavie, considera que a renúncia deve ser encarada como o início de um processo de averiguação, defendendo que os órgãos de justiça devem apurar todos os factos.

“Esta sessão não pode terminar só na renúncia, e esta renúncia não pode ser considerada como ponto final. É sim o começo da limpeza”, afirmou Aquerdino Mavie.

A bancada do MDM exige que a Procuradoria-Geral da República, o Gabinete Central de Combate à Corrupção e o Tribunal Administrativo investiguem quem terá autorizado, beneficiado ou participado em eventuais irregularidades.

“Quem desviou, quem assinou, quem se beneficiou, todos devem responder, pois a lei é para todos e ninguém está acima da lei”, disse.

Segundo Mavie, a população de Gaza tem o direito de conhecer o destino dos recursos canalizados para responder às necessidades das comunidades, incluindo os donativos destinados às vítimas das calamidades e os valores disponibilizados pela mineradora de Chibuto.

“Temos o direito de saber onde foi parar cada metical, especialmente os donativos destinados às vítimas das calamidades. Temos o direito de saber para onde foram parar um pouco mais de 37 milhões de meticais doados pela mineradora de Chibuto”, declarou.

A oposição questiona ainda a situação dos serviços públicos na província, apontando dificuldades no sector da saúde como um dos sinais de problemas na gestão governamental.

“Gaza precisa de um Executivo que preste contas, que dialogue com esta Assembleia e que coloque o cidadão no centro das suas atenções”, defendeu o chefe da bancada do MDM.

Já o delegado provincial da Renamo, Félix Tivane, entende que a saída de Margarida Mapandzene acontece num contexto marcado por problemas estruturais dentro do funcionamento do Governo provincial.

“Para a Renamo, a renúncia não deve ser interpretada apenas como uma decisão pessoal, defendendo que existem questões políticas e administrativas que precisam de esclarecimento”

A oposição espera que o novo Executivo provincial adopte uma postura diferente, baseada na transparência, prestação de contas e maior aproximação aos cidadãos.

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A vila de Malema, no interior da província de Nampula, está sob ameaça de inundações urbanas devido ao aumento do caudal do rio Lúrio, influenciado pela chuva que cai, assim como pela água de outras bacias hidrográficas.

“Face ao acima exposto e, de acordo com as previsões meteorológicas, aliadas à precipitação registada nas últimas 24 horas na estação pluviométrica de Malema, tendo atingido 70,3mm, prevê-se que, nas próximas 24 horas, os níveis voltem a subir na estação hidrométrica E-195 no rio Malema, E-143 no rio Nataleia e rio Mutivaze”, diz um comunicado de imprensa da Administração Regional de Águas do Norte, ARA-Norte.

Face à situação, a Divisão de Gestão da Bacia Hidrográfica do Lúrio alerta que “se apela ainda para o caso específico da vila de Malema, onde há eminência de inundações urbanas, aos moradores dos bairros de Mpeneca, 8º Congresso, Mpeneca Expansão, Mutivaze A, Mutivaze B, Namele e Pedreira para se retirarem de imediato das zonas propensas a inundações”.

Num duelo em que o internacional moçambicano Witi marcou e dedicou o momento às vítimas do terrorismo em Cabo Delgado, o Nacional da Madeira regressou, sábado, às vitórias na Liga 2 na recepção ao Penafiel. Os madeirenses recuperaram o terceiro lugar da Liga 2, ainda que à condição, num jogo em que João Aurélio, capitão dos insulares, foi destaque: perdeu o pai esta sexta-feira e, mesmo assim, foi a jogo.

Com o Estádio da Madeira, na Choupana, muito bem composto, os comandados de Tiago Margarido, suspenso para esta partida, quiseram brindar os adeptos com uma entrada autoritária, mas ficaram, desde cedo, em desvantagem no marcador, fruto de um autogolo de Paulo Vítor, após um cruzamento venenoso de João Silva.

Os visitantes eram perigosos no contragolpe e, pouco depois, Adílio Santos escapou pelo corredor direito e cruzou para a finalização de Hugo Fermino, mas valeu um corte fantástico de Ulisses a impedir um golo cantado do adversário.

Na resposta, Witi, já dentro da área, após uma má abordagem do defesa Diogo Brito, rematou ao poste esquerdo. A bola nas costas era a maior arma do Nacional, que chegou ao empate, aos 34 minutos, por Witi. O extremo moçambicano voltou a explorar as fragilidades defensivas do oponente em controlar a profundidade e não desperdiçou na cara de Pedro Silva.

Ainda antes do intervalo, o Nacional somou a segunda bola nos ferros, desta feita por José Gomes, na cobrança de um livre direto.

No regresso dos balneários, o Nacional voltou a entrar forte, mas foi o Penafiel a passar para a frente do marcador, através de uma desconcentração fatal de Luís Esteves. Em zona proibida, o médio insular tentou um atraso para o seu guarda-redes, mas Adílio Santos estava atento, interceptou a bola e serviu para a fácil finalização de João Oliveira.

Aos 60 minutos, os madeirenses voltaram a colocar tudo igual, quando Witi serviu para o remate cruzado de José Gomes.
Sem tirar o pé do acelerador, o Nacional consumou a reviravolta por Danilovic, na recarga de um pénalti. Até ao apito final, o Penafiel buscou, pelo menos, salvar um ponto, mas os madeirenses seguraram bem a vitória.

Pelo menos 13 pessoas foram burladas com promessas de emprego em Portugal. Pagaram valores que variam entre 20 e 60 mil meticais a um desconhecido com a promessa de seguir viagem a terras lusas. O caso remonta desde Outubro do ano passado. Em conexão com o caso, está detido em Maputo um indivíduo de nacionalidade portuguesa.

Dois jovens moçambicanos mantêm sonhos de trabalhar em Portugal. Para o efeito, tiveram contacto de alguém que supostamente ajuda pessoas interessadas a viajarem para aquele país europeu. Não chegaram a conhecer a pessoa, mantinham contacto telefónico e o dinheiro foi pago via transferência. Há dois meses neste processo, a viagem não chegou a acontecer e depois de sucessivos contactos, descobriram que estavam diante de uma burla.

“Peguei no dinheiro e enviei e ficámos assim, onde é que começa a história, onde começa o real motivo de nós descobrirmos que isto trata-se de uma burla, ele não dizia quando é que seria a viagem só falava que o seu superior vem ora está cá. Sempre que ligava dizia que estou reunido e não posso falar agora, então, acabamos vendo que isto aqui é uma burla”.

Outra vítima diz já ter sido burlada no passado num outro negócio e desta vez tentava sorte para viajar e trabalhar em terras lusas, viagem essa que não aconteceu e só ficou o arrependimento.

“Me precipitei tanto por acaso porque eu estava a trabalhar aqui mas por isso fui denunciar meu contrato, assim não estou a trabalhar porque a tal pessoa me garantiu que devia ter viajado a 10 de Janeiro passado para Portugal, mas, até ao momento estou aqui. A mensagem que eu gostaria de deixar para os outros é só ter muito cuidado quanto a isso”.

Neste esquema foi detido pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal um indivíduo de nacionalidade portuguesa que está em Moçambique há menos de dois anos. Diz ser consultor e dono de empresa de recrutamento, aliás, diz que já mandou para Lisboa 9 moçambicanos e nega que seja burlador.

“As pessoas desesperadas já pagaram bastantes ao Senhor Hermínio. Não é verdade, eu não sou burlador, não burlo ninguém, as pessoas vem me procurar, eu estou no meu escritório tranquilo, trabalho no ponto final, vieram ter comigo, eu não burlo ninguém”.

Na posse do indiciado, foram encontrados 13 passaportes moçambicanos e livros de recibos. O SERNIC diz estar à procura de mais envolvidos.

“Este indivíduo ter-se-á juntado a outros dois cidadãos moçambicanos e esses por sua via iam aliciando alguns cidadão interessados em ingressar no mercado de emprego de preferência em Portugal. Então aliciavam as vítimas exigindo o pagamento de valores monetários de forma faseada que variam entre 20 a 60 mil meticais por cada cidadão” explicou Hilário Lole porta-voz do SERNIC.

As vítimas pretendiam trabalhar no sector de construção civil, hotelaria e turismo.

A Polícia desmantelou, na cidade da Beira, uma suposta quadrilha que se dedicava ao contrabando de mercadorias usando documentação e matrículas falsas. As mercadorias eram roubadas em armazéns localizados fora do recinto portuário e eram encaminhadas para o mercado interno.

De entre os documentos falsos estão cartas de condução, livretes de viaturas, Bilhetes de Identidade e declaração de cargas.
Não se sabe há quanto tempo a suposta quadrilha operava, mas uma equipa multissectorial, num trabalho de rotina, descobriu o esquema, e um dos motoristas detido afirmou que não era a primeira vez que prestava serviço aos supostos proprietários das mercadorias, ora fugitivos.

“Tiraram-me fotografias e disseram para eu ficar aqui ate ao nosso regresso e depois vamos dar o programa de como tudo vai decorrer”, contou o motorista detido, acrescentando que depois de algum tempo de espera “vieram novamente e fizeram este trabalho de mudança de matricula e outras coisas”.

Num camião contendo mais de 600 fardos de roupa usada, a suposta quadrilha, para além de falsificar a matrícula, tapou as escritas originais do veículo e colocou outras. Os dois motoristas, detidos, encaixariam 50 mil Meticais.

Outro motorista envolvido contou a sua versão dos factos. “Para mim disseram que tinham tudo controlado e até matricula e timbre do camião e não sei onde tiraram essas coisas”, contou.

A Polícia disse que está perante um “concurso de infracções”, e a mais grave para a corporação é a falsificação de documentos.
De acordo com Dércio Chacate, porta-voz da Polícia da República de Moçambique na província de Sofala, trata-se de “um esquema devidamente articulado e há todo um trabalho de inteligência que segue com vista a descontinuar esta acção destes indivíduos”.

Chacate acrescentou ainda que há mais quatro membros envolvidos neste esquema e que encontram-se ainda à monte, “mas queremos assegurar que a PRM está a trabalhar com vista a detenção dos mesmos”.

Os mais de 660 fardos de roupa usada tinham como destino a cidade de Maputo, mas seriam descarregados no Município de Dondo, na província de Sofala.

Os artistas e activistas socioculturais moçambicanos, Moreira Chonguiça (saxofonista) e Paulina Chiziane (escritora), estão nos Estados Unidos da América, onde vão participar de diversos programas  de celebração da literatura e música moçambicanas.

Denominado Living, o programa terá o seu ponto mais alto no dia 28 de Fevereiro corrente, no campus principal da Universidade de Georgetown. 

“É sempre uma honra poder falar do nosso país em outros quadrantes do mundo. Durante uns tempos estávamos a consumir o que é dos outros. Entretanto, nós temos o nosso turismo, a nossa Literatura, a nossa música, gastronomia e outras valências e potencialidades como país. Creio que são essas sinergias que mostram o quanto Moçambique tem a oferecer ao mundo”, disse Moreira Chonguiça.

Moreira Chonguiça é saxofonista, músico de jazz, produtor, compositor e influenciador cultural moçambicano. Chonguiça iniciou o seu percurso musical em Maputo, Moçambique, onde começou a estudar na Escola Nacional de Música (ENM).

 Após os seus estudos em Maputo, continuou os seus estudos na Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul. Com o seu público global, Chonguiça orgulha-se de partilhar o seu som africano com o mundo em geral.

O seu álbum mais recente, Sounds of Peace, lançado em Novembro de 2022, baseia-se em influências ocidentais e africanas, ao mesmo tempo que representa a herança cultural única de Moçambique através de temas musicais indígenas e canções cantadas nas línguas locais, incluindo Makhuwa, Makonde e Changana.

Chonguiça foi duas vezes nomeado para Melhor Álbum Africano nos African Global Music Awards e ganhou um prémio com o mesmo nome nos Just Plain Folks Music Awards pelo seu MP Reloaded de 2013.

Paulina Chiziane é membro do grupo Chope do Sul de Moçambique. Tendo nascido na província de Gaza, em Moçambique, em 1955, Chiziane viveu tanto a guerra colonial de independência de Moçambique como a sua subsequente guerra civil, um tema que informa grande parte da sua escrita.

Além disso, os direitos e o tratamento das mulheres na sociedade moçambicana são frequentemente abordados no seu trabalho. Ao publicar a sua primeira obra, Balada de Amor ao Vento, em 1990, tornou-se a primeira mulher a publicar um livro em Moçambique independente.

Em 2021, Chiziane tornou-se a primeira mulher africana a ganhar o prestigiado prémio Camões, a maior honraria para escritores lusófonos. Uma tradução para o inglês de O Alegre Canto da Perdiz será lançada ainda este ano.

Cento e vinte cinco mil e trezentos hectares de culturas diversas estão totalmente perdidos devido à insuficiência da chuva e pragas que afectaram os campos de produção agrícola, nos distritos da região sul da província de Tete.

A situação afecta mais de 100 mil e seiscentas famílias produtoras, segundo o chefe do Departamento da Agricultura e Segurança Alimentar na Direcção Provincial da Agricultura e Pescas, António Mourinho, entrevistado pela Rádio Moçambique.

 

 

O parlamento húngaro ratificou, esta segunda-feira, a adesão da Suécia à NATO. Era o passo final necessário para o país nórdico aderir à Aliança Atlântica desde a invasão russa da Ucrânia.

A candidatura de Estocolmo foi aprovada por uma esmagadora maioria de deputados (188 votos em 199 lugares), após quase dois anos de espera, escreve a Lusa.

Após a ractificação, há um mês, pelo Parlamento turco, a Hungria era o último dos 31 membros da Aliança que ainda não tinha aprovado a entrada da Suécia, num processo que começou há quase dois anos e até agora era bloqueado por estes dois países.

A ratificação pelo Parlamento húngaro, onde o Fidesz do primeiro-ministro, Viktor Orbán, tem uma maioria de dois terços, foi adiada várias vezes, tendo os deputados deste partido justificado o atraso, por exemplo, com as críticas da Suécia sobre a política e a deriva democrática na Hungria, também denunciada pela União Europeia.

Na sexta-feira, Orbán tinha anunciado a reunião desta segunda-feira do parlamento para tomar “as decisões necessárias, que encerrarão esta fase”, numa conferência de imprensa junto do seu homólogo sueco, Ulf Kristersson.

Segundo a Lusa, na mesma ocasião, Orbán revelou ainda a compra de quatro aviões de combate à Suécia, demonstrando o desejo de uma cooperação militar reforçada.

Também foram assinados acordos relacionados com a manutenção e prestação de serviços destes aparelhos.

Orbán garantiu que esta operação não se relaciona com a ratificação da entrada da Suécia na NATO e afirmou que restaurar a confiança entre os dois países tem sido um processo longo, mas reconheceu que a aquisição dos caças “contribuirá para restabelecê-la”.

Na altura, o chefe do Governo sueco evitou criticar a Hungria e afirmou que quando um país pede para ser membro da NATO sabe que o pedido terá de ser ractificado por todos os países.

O governante afirmou que Hungria e Suécia, apesar das suas diferenças, são parceiros na União Europeia “e em breve também na NATO”.

 

NATO SATISFEITA COM A ADESÃO DA SUÉCIA

O chanceler alemão, o Presidente francês e o primeiro-ministro britânico saudaram a adesão da Suécia à NATO, aprovada pelo Parlamento húngaro, último passo que faltava para completar o processo.

“O caminho está livre para a Suécia na NATO, é uma vitória para todos (…). Esta decisão reforça a nossa aliança de defesa e, com ela, a segurança da Europa e do mundo”, declarou o chanceler alemão, Olaf Scholz numa mensagem publicada na rede social X.

“Parabéns ao vosso país”, disse o Presidente francês, Emmanuel Macron, congratulando-se com o facto de a Suécia e, antes dela, a Finlândia terem aderido à NATO.

Por sua vez, o chefe do Governo britânico, Rishi Sunak, classificou o dia como “um dia histórico” para a NATO, após a ‘luz verde’ do parlamento da Hungria à adesão da Suécia, o único obstáculo que faltava ultrapassar para a sua entrada na Aliança Atlântica.

O Presidente do Senegal, Macky Sall, declarou amnistia geral para os envolvidos em protestos políticos desde 2021, durante negociações para uma nova data para as presidenciais. 

“Num espírito de reconciliação nacional, apresentarei esta quarta-feira à Assembleia Nacional, em Conselho de Ministros, um projecto de lei de amnistia geral para actos relativos a manifestações políticas ocorridas entre 2021 e 2024”, disse o Presidente do Senegal, citado pela DW.

Macky Sall entende que a decisão vai permitir “pacificar a arena política e fortalecer ainda mais a coesão nacional”.

Várias centenas de membros da oposição foram presos no Senegal desde 2021, no meio da luta pelo poder entre o líder da oposição Ousmane Sonko e o Estado.  

Macky Sall tem enfrentado protestos públicos e apelos crescentes para marcar as eleições, depois de ter adiado abruptamente o escrutínio, inicialmente previsto  para 25 de Fevereiro, desencadeando uma das piores crises do país em décadas. Os protestos que se seguiram fizeram cerca de quatro mortos.   

Sall disse, na segunda-feira, que pretendia organizar as eleições presidenciais até Julho, apesar de um movimento generalizado pedir eleições antes de 2 de Abril, quando o seu mandato expira. 

A selecção nacional de futebol de praia iniciou, esta segunda-feira, a sua preparação tendo em vista a participação na Taça COSAFA 2024, competição a realizar-se de 17 a 23 de Março próximo, na cidade de Durban, África do Sul.

Para projectar esta competição, foram chamados 23 jogadores que se apresentaram, ontem, na Arena na Praia da Costa do Sol. Trata-se de Nelson Manuel, Manuel Tivane, Dário Machaieie, Paulo Gervásio, Hélio Mahota, Yuran Malate, Gerson Chivale, Gonçalves Bila, Martinho Manuel, Ângelo Tomás, Bachir Mussá, Hélder Mahumane, António Namape, Júlio Manjate, Ramossete Cumbe, Rachide Simithe, Fidel Cossa, Mauro Matimbe, Fábipo Coane, Amade Resso, Getro Paia e João Joly.

Destes, sairão os 14 que irão seguir para o palco da 4ª edição do torneio regional Taça COSAFA em futebol de praia.

A selecção nacional de futebol de praia conquistou, em 2021, pela primeira vez, o título de campeão regional da modalidade, ao derrotar a Tanzânia por 1-3 na final da Taça COSAFA disputada no Beach Soccer Arena, na cidade de Durban, na África do Sul.

No mesmo ano, precisamente em Agosto, Moçambique fez história ao participar no Campeonato do Mundo de Futebol de Praia, em Moscovo, capital da Rússia.

O combinado nacional estreou-se diante da Espanha, uma das equipas mais destacadas nesta modalidade.

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