Skip to main content

O País – A verdade como notícia


ÚLTIMAS

Destaques

NOTÍCIAS

Há cada vez mais pacientes com cancro da mama a desistir da quimioterapia devido às reações do tratamento. O Cancro da mama é a segunda maior causa de morte por cancro em mulheres no país, depois do colo de útero.

Dados do Ministério da Saúde indicam que anualmente, pelo menos 800 mulheres perdem a vida por cancro da mama no país. Parte da estatística, até chega a diagnosticar a doença, mas mas abandona o tratamento. O fenómeno foi apresentado por activistas em uma palestra sobre a doença, promovida pelo Instituto Nacional de Saúde.

“Muitas param pelo caminho porque fizeram uma ou duas sessões de quimioterapia. Aquele processo do tratamento, as reacções e as pessoas acabam ficando com aquele peso e desanimam pensando que podem morrer no meio. A pessoa não pode desistir só porque está com as reacções do tratamento, reconhecemos que são fortes”, contou uma activista, que venceu a doença

O Observatório Nacional de Saúde diz haver condições técnicas para o país registar avanços significativos no combate à doença, mas deve ser conjugado com estratégias de comunicação para a saúde.

“Percebemos que cancro ainda é uma questão que carece de explicação e de apresentação à comunidade no geral. Então, há um nível de conhecimento, mas a maior parte da população ainda não tem um conhecimento de forma geral.”

O cancro da mama é considerado a segunda maior causa de morte por cancro em mulheres no país, sendo que a chegada aos hospitais em estágios avançados, é um dos principais desafios.

Vídeos

NOTÍCIAS

O Centro de Saúde de Nametil, onde se localizava o Centro de Tratamento de Doenças Diarreicas e Cólera, está encerrado, porque os profissionais de saúde abandonaram a unidade sanitária depois da vandalização da última sexta-feira. Os cinco doentes que ainda estavam internados tiveram de deixar o centro e regressar às suas residências. O Presidente da República lamenta o sucedido e mostra-se preocupado com o possível alastramento da doença.

O Centro de Tratamento de Doenças Diarreicas e Cólera que tinha sido criado no Centro de Saúde de Nametil, em Mogovolas, na província de Nampula, foi vandalizado na tarde da última sexta-feira, por malfeitores que, aparentemente, estavam trajados de fardamento das Forças de Defesa e Segurança.

De acordo com Sérgio Gravício, um dos residentes do distrito de Nametil, houve mortes durante a invasão. “Eles vieram anteontem (referindo-se a sexta-feira), à noite, mataram uma pessoa e levaram dinheiro. Agora, pelo que eu ouvi, os malfeitores tinham usado farda de polícias. Depois, quando amanheceu, a população se reuniu para levar o corpo para o comando. Chegado lá, ao comando, disseram que era para virmos deixar o corpo aqui mesmo, porque foi baleado.”

Gravício disse estranhar o facto de ter sido uma morte com arma de fogo, até porque, “pelo que nós sabemos, os bandidos daqui não costumam ter armas”.

Nada mais sobrou Centro de Tratamento de Doenças Diarréicas e Cólera. Os médicos que davam suporte em termos de meios e atendimento aos pacientes também saíram do local. No momento da vandalização, havia seis pacientes internados.

O administrador de Mogovolas, Emmanuel Impissa, confirmou que o Centro de Tratamento de Doenças Diarréicas e Cólera foi construído com apoio dos médicos sem fronteira, que era para isolar os doentes de cólera das outras enfermidades. “Então, é aqui onde funcionava. Mas, mercê da desinformação, alegando que os profissionais de saúde estão a distribuir cólera, acabou por se criar esta situação. Isto sofreu três tentativas de vandalização e ontem (referindo-se a sexta-feira), infelizmente, foi de vez, porque a população veio para aqui e vandalizou este Centro de Tratamento de Cólera”, disse.

A maior preocupação das autoridades locais prende-se com os doentes, “porque já se estava a controlar o surto”. É que estavam internados seis doentes e tiveram de ser dispensados para as suas casas. “Não sabemos como vão tratar as suas roupas, não sabemos como vão tratar os seus utensílios e onde vão tratar. Então, a nossa preocupação neste momento é que se pode dar o caso de que percamos o controlo desta doença e, ela se alastrar, não só pelo distrito, mas, por causa do medo que se criou, pode ser que um e outro tenha saído do distrito para a cidade de Nampula ou para Angoche ou para qualquer outro ponto da nossa província, à procura de refúgio, e aí vem o receio de perdermos o controlo desta doença”, revela Emmanuel Impissa. 

O administrador de Mogovolas esclareceu ainda que a doença estava a ser controlada, tanto que, desde que se abriu o Centro de Tratamento de Cólera, houve apenas quatro óbitos, sendo que os restantes 17 foram ao nível da comunidade, “mesmo por causa dos mitos que iam surgindo, porque há vezes que nós preferimos procurar vias alternativas, como o curandeiro, e só depois, numa fase muito tardia, é que pensamos em ir ao hospital, e as pessoas não chegavam aqui”, concluiu.

Para além do Centro de Tratamento de Cólera, foi vandalizado o bloco operatório. Sem esses serviços a funcionar, é a própria comunidade que vai ressentir-se da falta desses serviços, tal como disse Quisito Armando, também residente em Nametil, que revela que “desde que esse projecto de Médicos Sem Fronteiras chegou aqui, a população começou a dizer que nós não queremos esses Médicos sem Fronteiras, devem afastar. Por isso mesmo, o hospital não foi mexido”.

Devido à situação vivida na sexta-feira, os profissionais de saúde abandonaram por completo a unidade sanitária, que era, no caso, de referência ao nível do distrito de Mogovolas. Trata-se de uma unidade sanitária que atende muitos pacientes, sobretudo de malária. Não estando nenhum paciente internado, não se calcula o que pode estar a acontecer nas comunidades.

 

Filipe Nyusi lamenta destruição do Centro de Saúde de Nametil

O Presidente da República, Filipe Nyusi, diz ser esquisito o que está a acontecer em Mogovolas, numa altura em que as autoridades sanitárias fazem todo o esforço no sentido de controlar e colmatar cólera.

“Recordo que, em 2016 tive de convocar uma reunião específica de todos os directores provinciais de saúde e o médico-chefe de Maputo, para discutirmos o porquê de a cólera estar a aumentar. Eles disseram o que estava a ocorrer. Fizemos um programa forte, aquele programa que ainda tem de continuar, que é Água para a Vida. Porque o grande culpado da cólera era a água consumida, mais a sujidade, etc. Mas mesmo assim, dirigimos actividades paralelas, e foi isso que nos ajudou bastante a reduzir. Nós tínhamos grandes quantidades de pessoas infectadas com cólera, mas a mortalidade tinha reduzido bastante”, disse Nyusi.

O Chefe do Estado moçambicano fez uma radiografia do que acontece na província de Nampula, em particular no distrito de Mogovolas, tendo dito que “o distrito de Mogovolas é o único do país com surto de cólera activo. Notificou os primeiros casos de cólera no dia 17 de Outubro de 2024. Desde a declaração do surto até ao presente momento, dia 13, quando fiz a avaliação, foram registados 294 casos em Mogovolas, com 21 óbitos. É muito! Em cada 294 doentes, morreram 21”.

Dos 21 óbitos, 17 foram ao nível das comunidades, segundo confirmou o Presidente da República, que frisou que a culpa é da forma como as pessoas encaram a doença, e não da doença em si. “O que significa que, neste momento, a taxa de letalidade geral é de 7,1%, que é bastante alta. E nas últimas 24 horas, isto é, do dia 12 para 13, foram notificados 11 casos novos. Mas tiveram alta 7 e esses 11 estiveram internados no centro de tratamento de cólera, lá em Mogovolas”, explicou Filipe Nyusi.

Sobre as mortes que aconteceram no Centro de Saúde de Namitil, com possível envolvimento de agentes da lei e ordem, Filipe Nyusi diz que o distrito de Mogovolas esteve, em algum momento, envolvido numa situação de jovens recrutados para as fileiras do terrorismo, e isso pode ter contribído para que aparecessem pessoas armadas e com uniforme policial.

As principais bacias hidrográficas da região Norte de Moçambique, nas províncias de Nampula, Cabo Delgado e Niassa, poderão registar uma subida significativa dos seus níveis hidrométricos e aumento de escoamento, em consequência da precipitação provocada pela passagem do ciclone tropical Chido.

De acordo com o boletim hidrológico da Administração Regional de Águas do Norte, (ARA-NORTE), emitido neste domingo, há necessidade de as comunidades observarem as pertinentes medidas de precaução e evitarem a travessia dos cursos de água, segundo escreve a Agência de Informação de Moçambique.

Das seis principais albufeiras da região, duas delas, nomeadamente as de Nacala e Mugica, na província de Nampula, apresentam níveis de enchimento na ordem dos 87,2 e 65,8 por cento, respectivamente, revela o comunicado da ARA-NORTE.

Mas não só. A mesma nota dá conta de que a albufeira da barragem de Chipembe, na província de Cabo Delgado, tem um enchimento na ordem de 50,6 por cento, as de Locumue e Mitucue, ambas na província de Niassa, de 40 e 35,6 por cento, e a de Nampula, na capital provincial com o mesmo nome, situa-se em 30,2 por cento.

A ARA-Norte explica, porém, que estas informações estão em constante actualização, uma vez que a chuva continua a cair de forma intermitente um pouco por toda a região.

Os cultos religiosos voltaram a ser realizados em horário normal, este domingo, uma semana depois dos protestos pós-eleitorais.

Foi um domingo de reencontros. Os crentes juntaram-se para celebrar a missa num contexto normal, cenário que não acontecia antes do fim da “fase 4×4” dos protestos pós-eleitorais.

As igrejas registaram um número considerável de crentes.

“Voltámos a ter a igreja cheia, como tem sido em dias normais. Esse facto não acontecia devido aos protestos pós-eleitorais. Podemos afirmar que foi um domingo muito diferente, pois os crentes estiveram na igreja para orar por todos os mocambicanos”, anota Filipe Tivane.

Os crentes relatam que passaram por dias difíceis por conta da actua situação que o país atravessa.

“Para chegarmos até hoje foi pela graça do Senhor. Nós, todos, tínhamos de ficar em casa por medo dos manifestantes. Ainda assim, não parámos de orar. O nosso compromisso com Deus é maior”, explica Dinis Machava, destacando que essa abertura traz uma nova esperança para os crentes que anseiam por dias melhores.

O mesmo sentimento é partilhado por Paulina Cabral, crente da Igreja Presbiteriana, que espera que tudo volte à normalidade, de modo a que os cultos sejam realizados normalmente.

“Foi um culto muito interessante, pois serviu como uma oportunidade para nos reencontrarmos depois de uma semana de muitas incertezas no país”, anota.

Esperaram muito por este momento e marcaram presença no primeiro culto após as restrições. Por conta dos protestos, a Igreja Anglicana foi obrigada a cancelar a missa no domingo passado.

“O culto foi abençoado. Havia muita alegria no povo de Deus por receber esse alimento espiritual. A igreja tem de estar aberta, razão pela qual continuamos esperançosos em relação ao que poderá suceder nos próximos dias. A nossa expectativa é que tudo volte à normalidade”, diz Bernardo Macucule, padre da Igreja Anglicana.

 

CRENTES REITERAM APELOS À PAZ

Os cultos de domingo foram marcados, mais uma vez, por apelos à paz como condição para a prosperidade.

“Rogamos a Deus para que traga definitivamente a possibilidade de podermos livremente cantar, adorar, de dizermos o nome de Jesus e também orarmos por Moçambique e pelo seu povo.”

Ana Rita Sithole apela a todos os moçambicanos para que abandonem tudo aquilo que constitui um motivo de divisão e abraçarem tudo aquilo que une.

Já em caso do anúncio de novas medidas, as igrejas garantem que vão recorrer a outros meios para a realização dos cultos.

“Havendo uma mudança do ambiente, temos mecanismos apropriados para informar aos crentes com antecedência sobre as medidas alternativas para que os cultos continuem a ser realizados”, garante Jorge Chacate.

Dezenas de infraestruturas ficaram parcial e totalmente destruídas, depois da passagem do Ciclone Chido, na Província de Cabo Delgado. Os ventos que atingiram os 200 km por hora destruíram tectos, derrubaram árvores e postes de energia elétrica, deixando parte da província sem energia e água. 

É Chido a passar e a arrastar tudo o que está na sua frente na Província de Cabo Delgado. 

E não era para menos, seus ventos atingiram mais de 200km por hora. O distrito de Mecufi, a norte da província, foi a porta de entrada do Ciclone CHIDO que fez estragos. Aliás, imagens mostram uma cidade de Pemba, capital de Cabo Delgado, com destruição cujos prejuízos são difíceis de calcular.

Metuge e Ancuabe são outros dois distritos que também sofreram com a passagem do ciclone Chido.

As zonas costeiras foram as mais afectadas. Em Pemba, bairros como Paquitequete e Expansão estão com várias infraestruturas destruídas, desde públicas e privadas. 

O vento era tão forte que dezenas de casas ficaram destruídas  e tantas outras perderam o tecto, deixando algumas famílias ao relento. 

Árvores caíram completamente e outras tiveram seus ramos arrancados obstruindo assim, as vias. A destruição chegou em todo o lado da cidade e chegou até ao hangar no Aeroporto de Pemba. 

A capital de Cabo Delgado ficou sem energia e água porque centenas de postes de energia foram derrubados. 

No distrito de Ancuabe, as Escolas Primária de Nannona e Secundária de Mariri perderam seus tectos. 

As famílias tentam, agora, repor o que foi levado pelos ventos fortes e minimizar o impacto da tempestade.

O impacto do ciclone Chido nas províncias de Cabo Delgado, Nampula, Niassa e Tete poderá provocar inundações urbanas, deslizamentos e deslizamentos de terras. 

Apesar de ter baixado de ciclone para tempestade tropical severa, o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) alerta as populações para que continuem a observar todas as medidas de segurança. 

O distrito de Mecúfi, em Cabo Delgado, foi a porta de entrada do ciclone Chido nas primeiras horas de ontem (domingo). Cacracterizado por ventos fortes de até 200 quilómetros por hora e chuvas, o fenómeno que se previa que tivesse o mesmo impacto que os ciclones Idai e Kenneth, poderá continuar a abrandar gradualmente. 

“Espera-se muita chuva nos distritos da zona sul da província de Cabo Delgado e a sul de Nampula. O mesmo poderá acontecer em Niassa, uma das províncias que também será afectada pelo ciclone”, explicou Pedro Mutumane. 

Segundo o INAM, o fenómeno poderá ainda escalar a província central de Tete, mas antes passará por Malawi. 

“Depois de Malawi o ciclone voltará para a província de Tete de onde sairá para o Zimbabwe. Em toda essa trajectória ele vai deixar muita chuva acima de 250 milímetros nos distritos que estão perto de onde o fenómeno passara”, anota Mutumane.

Neste momento o maior problema são as consequências dos ventos fortes, no entanto, o fenomeno poderá ter outros impactos. 

“Segundo as nossas tabelas, quando passa um sistema desses esperamos inundações urbanas, deslizamento de terras e até tectos de casas poderão ser destruídos”, explicou, sublinhando que é por essa razão que as autoridades recomendaram às populações para observarem as medidas de segurança. 

O Chido é o terceiro dos 12 ciclones previstos para a presente época ciclónica no Canal de Moçambique. A época vai  até Abril do próximo ano. 

 

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) diz que o ciclone Chido baixou da categoria de ciclone para tempestade tropical severa. No entanto, prevê a continuação de chuvas e ventos fortes, que se vão fazer sentir nas províncias de Niassa e Tete.

O distrito de Mecúfi, em Cabo Delgado, foi a porta de entrada do ciclone Chido nas primeiras horas deste domingo. Caracterizado por ventos fortes e chuvas, o ciclone, que se previa que tivesse o mesmo impacto que os ciclones Idai e Kenneth, deixou rastos de destruição.

Na província de Nampula, o Ciclone Chido teve como porta de entrada o distrito de Memba, baixando, de seguida a magnitude para tempestade tropical severa.

Neste momento, o maior problema são as consequências dos ventos fortes, no entanto, o fenómeno poderá ter outros impactos. 

Chido é o terceiro dos 12 ciclones previstos para a presente época ciclónica, no Canal de Moçambique. A época vai  até Abril do próximo ano.

O Papa Francisco manifestou, este domingo, na ilha da Córsega (França), o seu apoio às vítimas do ciclone tropical Chido, que devastou, no sábado, parte do arquipélago francês de Mayotte, provocando a morte de pelo menos 14 pessoas.

“Rezemos pelas vítimas do ciclone que atingiu o arquipélago de Mayotte nas últimas horas. Apoio aqueles que foram afetados por esta tragédia”, disse o Papa durante a oração do Angelus na catedral de Ajaccio, cita Lusa.

Papa Francisco está na capital da Córsega, Ajaccio, durante algumas horas para participar no congresso “Religiosidade popular no Mediterrâneo”.

Pelo menos 14 pessoas morreram em Mayotte, arquipélago francês do oceano Índico, devido à passagem do ciclone tropical Chido, que devastou, no sábado, parte destas ilhas situadas no sudeste do continente africano.

 

Os juristas Rodrigo Rocha e José Caldeira dizem que legalmente Venâncio Mondlane não apresentou reclamação em torno da eleição de presidente da República. Rodrigo Rocha diz que o PODEMOS só reitera que submeteu recurso para todo o processo, como forma de criar mais debate público. 

O programa Noite Informativa, deste sábado, analisou a reação do partido PODEMOS, em torno da informação partilhada pela Presidente do Conselho Constitucional, de que a instituição não recebera nenhum recurso, relativo à candidatura à presidência da República do Podemos. 

O jurista José Caldeira diz que há regras processuais que o Podemos não seguiu.

“Qualquer petição, qualquer requerimento que é dirigido a uma instituição da administração pública ou a um órgão  judicial tem que ser assinado ou pelo próprio ou pelo mandatário, se for uma entidade que, por alguma razão, não pode assinar directamente.  Esse é o primeiro aspecto que deve ser destacado. Eu vi o requerimento, o recurso do PODEMOS e não vi assinatura do mandatário do PODEMOS no recurso. É verdade que o requerimento, o recurso faz referência a eleição presidencial, a eleição para a assembleia e  para governadores das províncias, mas não vi, no recurso, a assinatura do mandatário”, explicou Caldeira. 

O também jurista Rodrigo Rocha diz que Venâncio Mondlane poderá apenas se beneficiar do que chamou de poder cognitivo do poder constitucional.

“Venâncio Mondlane não recorreu das eleições e não apresentou nenhum recurso. Não há nenhum documento, que, em tempos, tenha sido submetido a qualquer um dos órgãos a dizer que não concordava (…) Isso não significa que não seja um recurso que, em certa medida,   vai implicar a análise da eleição presidencial, onde podem ser beneficiados Daniel Chapo, Venâncio Mondlane, Ossufo Momade e Simango. Portanto, este recurso vai ser visto e analisado  e daí vão sair algumas conclusões”, explicou Rodrigo Rocha. 

Apesar de ter ficado claro que o Conselho irá analisar, também, a reclamação em relação à presidência da República, Rocha diz que o PODEMOS  insiste no assunto apenas para criar debate público.

“Temos um recurso, somos uns coitadinhos, e que não vai ser visto. Dizer que Venâncio Mondlane recorreu ainda que por nossa via, o que não é a mesma coisa, isto cria mais agenda para essa situação toda”, disse Rocha. 

Os analistas reiteram ainda a necessidade de haver domínio da legislação eleitoral para evitar reclamações sem base legal.

Um incêndio de grande proporção deflagrou, na tarde deste sábado, uma área de processamento do carvão mineral, pertencente à empresa Vulcan Moçambique na Mina de Moatize em Tete. O incêndio foi provocado por queda de faíscas de um eletrodo sobre um produto químico, durante os trabalhos de soldagem, segundo um comunicado da Vulcan.

O incêndio iniciou numa área denominada Usina 2, onde é processado o carvão e logo se alastrou, visto que, na mesma área havia materiais químicos de alta combustão. O trabalho inicial dos bombeiros internos foi isolar o fogo na área já atingida, de modo a evitar que se propagasse ainda mais.

A equipa conseguiu controlar o incêndio, sem necessariamente solicitar os serviços de emergência do SENSAP.

A empresa Vulcan Moçambique já reagiu em torno do incidente através de um comunicado e esclarece.

“A Vulcan reconhece que, na tarde de sábado, 14 de Dezembro, foi registado um incêndio, numa das áreas operacionais, durante a realização de trabalhos de soldagem. O incidente foi provocado pela queda acidental de faíscas sobre um produto químico. Graças a rápida intervenção das nossas equipas de emergência, o fogo foi prontamente controlado, sem registo de feridos ou danos materiais”, lê-se no comunicado da Vulcan Moçambique. 

Os prejuízos do incêndio ainda não foram apurados.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Galeria