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O partido PODEMOS pretende reforçar a sua implantação em todo o território nacional até 2027, com a criação e consolidação de estruturas em todos os distritos, postos administrativos e bairros do País. O objectivo foi reiterado durante uma sessão do Conselho Político, considerada pela direcção como decisiva para a definição das prioridades do partido para os próximos seis meses.

Na abertura dos trabalhos, a liderança do PODEMOS defendeu que o fortalecimento da organização interna constitui um requisito essencial para que o partido possa responder às expectativas dos moçambicanos e concretizar os objectivos políticos a que se propõe.

Segundo o dirigente, a sessão irá aprovar o plano de actividades para o segundo semestre do ano, definindo as linhas de actuação dos órgãos centrais, provinciais e distritais, bem como os mecanismos de coordenação e monitoria das acções do partido.

A direcção explicou que a planificação semestral permite avaliar a execução das actividades, corrigir eventuais falhas e ajustar as estratégias em função dos resultados alcançados. Neste contexto, considerou positiva a avaliação do plano anterior e defendeu a necessidade de aprofundar o processo de capacitação das estruturas distritais para assegurar uma maior presença do partido junto das comunidades.

O PODEMOS reafirmou igualmente a intenção de consolidar a sua organização de base, sustentando que a implementação das orientações políticas depende da existência de estruturas activas em todos os níveis da administração territorial.

Durante a intervenção, a liderança saudou o desempenho da bancada parlamentar, destacando o trabalho de fiscalização desenvolvido na Assembleia da República, e enalteceu igualmente o papel das estruturas distritais na interpretação e resposta aos desafios políticos.

Reconhecendo tratar-se de um partido ainda jovem, a direcção admitiu a existência de dificuldades próprias do processo de crescimento, mas defendeu que os desafios enfrentados devem servir de aprendizagem e contribuir para o amadurecimento da organização.

A liderança manifestou confiança de que o PODEMOS continuará a consolidar-se como uma das principais forças políticas do País, apelando aos membros para manterem o espírito de unidade, reforçarem os mecanismos internos de trabalho e prosseguirem o processo de implantação das estruturas em todo o território nacional.

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José Caldeira diz que os deputados eleitos da lista do PODEMOS podem ser investidos, ainda que o partido os impeça, porque os instrumentos que os regem agora são a Constituição, o Estatuto do Deputado e o Regimento do Parlamento. Não tomando o assento, diz o jurista, podem perdê-lo.

No meio de divergências que vêm a público entre o político Venâncio Mondlane e o Partido Optimista pelo Desenvolvimento de Moçambique (PODEMOS), o jurista José Caldeira diz que o acordo político entre as partes que disputaram as eleições gerais a 09 de Outubro não se sobrepõe aos deputados eleitos.

“Independentemente do acordo político, há os deputados que são eleitos, que têm regras que estão na Constituição, no Estatuto de Deputado e no Regimento da Assembleia. Se os deputados não forem investidos e depois não tomarem assento, perdem mandato”, explica o jurista, defendendo que os deputados eleitos podem ser investidos à revelia do partido, se assim quiserem, até porque nada os impede, na prática, a não ser o próprio partido, se assim determinar, no âmbito do acordo firmado com Venâncio Mondlane, embora isto não devesse sobrepor-se a deputados eleitos.

Entretanto, para a perda de mandato, não seria suficiente não comparecer à investidura. Os representantes do povo teriam de faltar consecutivamente às primeiras quatro sessões da Assembleia da República.

Só assim se perderia o mandato em cumprimento de um acordo cujo teor é publicamente desconhecido.

“Julgo que é muito importante conhecer-se o acordo político, até porque os cidadãos que votam têm de saber em quem estão a votar, quais são as regras básicas dos partidos ou dos candidatos em que estão a votar”, argumenta Caldeira, acrescentando que as eleições gerais já aconteceram, mas, mesmo assim, o acordo tem de ser conhecido, para que o eleitor tome, no futuro, melhores decisões sobre os mesmos intervenientes.

O grupo armado M23 capturou, este sábado, a cidade-chave de Masisi, no leste da República Democrática do Congo, informou Alexis Bahunga, deputado da província de Kivu do Norte, alertando sobre uma grave crise humanitária na região.

O Movimento 23 de Março (M23), uma milícia apoiada pelo Ruanda e seu exército, tomou vastas áreas do leste da República Democrática do Congo, desde 2021, deslocando milhares de pessoas e desencadeando uma crise humanitária.

Segundo fontes citadas pela Agência France Press, a cidade de Mesisi, uma cidade importante no leste da província de Kivu foi tomada este sábado, a mesma fonte revelou ainda ter sido solicitado ao governo medidas para restabelecer a autoridade do Estado em todo o território, numa referência à zona que vive uma grave crise humanitária.

Masisi, com uma população de cerca de 40 mil habitantes, é a capital administrativa do território Masisi, rico em agricultura, pecuária e minerais. Fica a cerca de 80 quilómetros ao norte da capital da província de Kivu do Norte, Goma.

Assevera-se que as negociações mediadas por Angola, entre o presidente da RDC, Felix Tshisekedi, e seu colega ruandês, Paul Kagame, foram abruptamente canceladas em meados de Dezembro, devido a divergências sobre os termos de um acordo de paz proposto.

 

 

 

Há bairros, nas cidades de Maputo e Matola, que foram obrigados a cancelar ou interromper os campeonatos recreativos devido aos protestos pós-eleitorais. Nos bairros T3, Mavalane e Mafalala, por exemplo, as provas só retomaram no fim-de-semana. Tradicionalmente, muitos bairros da cidade de Maputo e Matola têm realizado campeonatos recreativos em todos os anos. 

Geralmente, o início das provas coincide com o término dos campeonatos oficiais do país, no caso Moçambola, Taca de Mocambique e campeonatos provinciais. Os campos constituem um ponto de convergência dos amantes do futebol, oportunidade que também tem servido para entreter os jovens, assim como uma oportunidade de negócio para muitas pessoas. 

No ano passado as coisas foram diferentes por conta dos protestos pós-eleitorais, facto que condicionou a realização de algumas provas e as que, pelo menos arrancaram, tiveram, nalgum momento, de interromper.  No bairro do Bagamoyo, por exemplo, nem sequer o campeonato local denominado Futbaga arrancou, ainda que a organização do evento tivesse agendado o início para Novembro.

“Infelizmente fomos obrigados a cancelar a realização do nosso campeonato, mas por causa da situação que o país vive não foi possível. A situação está difícil. O nosso tem andado vazio por esses dias, o que em condições normais não tem acontecido”, lamenta Judice Chemane, responsável pela organização da prova. 

Por estas alturas, assegura Chemane, que o campeonato estaria na derradeira fase e já se poderia vislumbrar o campeão. Enquanto tudo continua sendo uma miragem, projecta-se a reposição dos danos causados pela acção dos protestos pós-eleitorais.

 “O nosso campo sofreu bastante a acção dos protestos. Por exemplo, foram retirados todos os pneus ao redor do campo que serviam como bancadas. Temos de recomeçarmos a fazermos a reposição, de modo a garantirmos comodidade aos adeptos”, anota.

A reposição não é apenas das bancadas destruídas. Há, também, outros danos, tal é o caso  da alegria que o campeonato criava nos adeptos que aos fins-de-semana tinham onde divertir-se.

“Esta é uma forma de entreter as pessoas e aglutinar as várias massas do bairro do Bagamoyo. Além dos adeptos, o nosso evento tem servido como oportunidade para algumas pessoas fazerem negócios”, explica.

No meio de muitas incertezas, ainda resta esperança de um possível retorno da prova. Ainda assim, só o tempo poderá encarregar-se de dar as melhores respostas.

“Estamos a acompanhar o andamento da situação sociopolítica do país. Infelizmente, só podemos esperar até que a situação volte à normalidade”.

Para Germano Sebastião, um dos fervorosos adeptos do Futbaga, a não realização do campeonato arrancou-lhe a alegria. Os seus fins-de-semana já não são os mesmos e resta-lhe recuar a máquina do tempo para desfrutar das doces memórias.

“Em todos os anos os meus fins-de-semana passados no campo onde assistia aos jogos. Faço isso há mais de 20 anos, ou seja, desde que essa iniciativa foi criada. Agora sou obrigado a ir aos outros bairros para poder ver futebol. Hoje (sábado), por exemplo, em condições normais estaria como os meus amigos a apoiar a minha equipa no meu respectivo bairro (Bagamoyo).

 

“TITANIC” QUASE AFUNDOU NO T3

No bairro T3, no município da Matola, durante um mês quase o barco afundou. O Titanic, como é designado o campeonato recreativo deste bairro, deu sinais de que resistiu à maré alta no sábado. 

O jogo  entre Tingaway, campeão em título da prova  e Relâmpago marcou o retorno da prova mas com muitos prejuízos à mistura, tal como explica Jonas Cuna, responsável pela organização da prova. 

“O término da prova estava previsto para dia 21 de Dezembro, mas por conta da situação dos protestos tivemos de parar por um mês. Fomos obrigados a redefinir as datas, pelo que o “Titanic” vai terminar no dia 25 deste mês”, lamenta.

Esse é um dos tantos revés que a paralisação da competição sofreu.  Jonas Cuna explica, por exemplo, que este facto condicionou  a realização de uma outra prova, por sinal tradicional, à semelhança do “Titanic”.

“Este mês estariamos a iniciar o campeonato Sub-20. Ora, com o atraso há incertezas quanto a realização dessa prova. Tudo indica que poderemos cancelar a prova, facto que seria doloroso para nós, como organização, assim como para os jovens jogadores”, explica.

Januario dos Santos é um dos que se ressentiram com a paragem do “Titanic”. A alegria de poder voltar a viver o ambiente electrizante do campo é enorme.

“Esta paragem prejudicou muito o campeonato, mas mesmo assim e porque os objectivos da prova devem ser alcançados, estou satisfeito com a retoma. Essas iniciativas são importantes, pois servem para ocupar os jovens”, anota. 

Os bairros do Bagamoyo e T3 são apenas dois exemplos de tantos que desportivamente sofreram o impacto dos protestos nos últimos três meses do ano passado. 

 

A maior parte das pessoas sem electricidade, no mundo, estão em África.  De um total de 685 milhões sem luz, a nível mundial, 590 milhões de pessoas encontram-se no continente africano, segundo um relatório da Câmara de Energia Africana

O “acesso à electricidade no continente africano continua a ser uma meta distante, particularmente nas áreas rurais, onde a conectividade é limitada ou não existe”, avanca o relatório sobre ‘O Estado da Energia Africana em 2025’, citado pelo Notícias ao Minuto, que acrescenta: “A electrificação do continente africano, essencial para a industrialização e o desenvolvimento económico, ‘tem sido adiada pelos elevados custos de ligação à rede, baixo nível de rendimento, fracas infra-estruturas de distribuição local e por uma procura intermitente de eletricidade’”.

Os custos económicos de ter uma ligação à electricidade constitui uma dificuldade, já que os utilizadores não garantem uma utilização constante, “podendo reduzir a utilização para baixar os seus custos”, o que torna o processo de electrificação pouco atraente para as grandes empresas energéticas.

A disparidade, salienta-se ainda no documento, “demonstra a necessidade de investimentos e do desenvolvimento de uma infra-estrutura que consiga colmatar a diferença e melhore as condições de vida no continente”.

Segundo o Noticias ao Minuto, o relatório destaca o papel estratégico de África na transição energética global, em especial nos sectores do petróleo, do gás e das energias renováveis, mas aponta o imenso potencial para as energias renováveis.

O cartoonista Sérgio Zimba vai lançar, nos próximos dias, o seu mais recente livro. Intitulado “Dzimbadas”, o projecto editado pela TPC reúne cartoons produzidos entre 2020 e 2022

No seu novo projecto, Sérgio Zimba reúne em livro um conjunto de cartoons diversificados. Partindo de um contexto afectado pela pandemia da COVID-19, Zimba retrata, vivamente, a vida social dos moçambicanos. Por isso mesmo, garante, os leitores “Vão encontrar no meu livro coisas sérias retratadas de forma hilariante, do nosso dia-dia”.

A ideia do livro “Dzimbadas” tem motivação “documental” e “memorialista”. Ao produzi-lo, o autor quis prender parte das situações que, em 2020, alteraram as rotinas dos moçambicanos e de vários cidadãos do mundo, numa crise sanitária com efeitos económicos muito graves. Assim, em “Dzimbadas” há peripécias que lembram o poder dos mahindras (viaturas usadas pela polícia em Moçambique) na fiscalização dos que, nas barracas, teimaram em gozar o proibido prazer da convivência, num contexto em que as palavras de ordem eram “ficar em casa”.

Com o seu livro, Sérgio Zimba espera, portanto, manter a memória colectiva activa, de modo que os leitores saibam sempre como lidar com as pandemias ou com as crises que, ciclicamente, afectam os países. “Apesar de a COVID ter passado, as narrativas do livro continuam actuais. Porque há mensagens intemporais. Até porque a COVID não é a primeira pandemia do mundo e pode ser que apareçam mais coisas. Esse aspecto da prevenção, por exemplo, é uma lição a manter”, sublinhou.

Em parte, “Dzimbadas” é uma homenagem aos Dzimba, ou seja, Zimba. O autor decidiu atribuir esse título para relacionar a sua obra e a sua pertença familiar.

“Dzimbadas” ainda não se encontra disponível nas livrarias e ainda não tem data de lançamento. Entretanto, quando for lançado, Sérgio Zimba espera que os seus admiradores e os leitores em geral adquiram o livro porque “Moçambique passa por um momento sombrio. Nós precisamos de sorrir, de estar bem disposto. Este livro traz todo esse condimento de humor. Se vocês realmente estão comigo, comprem o livro. A tipografia está disposta a fazer quantas tiragens forem necessárias, desde que o livro esgote. Como autor, isso daria-me grande satisfação. Comprando o livro, os leitores tiram-me da pobreza absoluta”, gracejou o autor entre risos.

A escrita de “Dzimbadas” foi uma autêntica odisseia, para Sérgio Zimba, uma caminhada aos solavancos como se, compara o autor, estivesse a percorrer alguns troços da Estrada Nacional Número Um.

 

 

 

Uma nova actividade de taxi está a ganhar vigor na Cidade de Quelimane, Província da Zambézia, depois dos vulgo táxis de bicicletas, a urbe tem acompanhado a evolução da actividade. Os operadores dizem que há muitos desafios desde escassez de combustíveis, preços de transportes, entre outros. 

Depois dos táxis de bicicleta, as motorizados começam a ganhar terreno na cidade de Quelimane e fazem rotas mais longas, como Quelimane Namuinho e Zalala. Percurso de 10 a 30 quilómetros. 

Marcelo é jovem taxista de motorizada, diz que a actividade depera-se com grandes desafios: fraco movimento e escassez de combustível por conta das manifestações. Incrementar o preço de 25 para 35 meticais por pessoa é uma das intenções dos taxistas e explica-se. 

Associação dos motociclos da Zambézia diz que reconhece as preocupações dos operadores.  

A associação dos motociclos da Zambézia está a massificar o processo de entrada de membros na agremiação, para que haja controlo dos taxistas e assim evitar cenários de criminalidade na urbe. 

 

Cerca de 6 mil prisioneiros, dos quais 180 são estrangeiros, foram amnistiados, este sábado, pela junta militar de Myanmar, uma medida anual por ocasião do Dia da Independência.

De acordo com um comunicado da junta militar de Myanmar, antiga Birmânia, citado pela imprensa internacional, foram no total 5.864 prisioneiros que receberam o perdão colectivo pelos seus crimes.

A lista inclui 180 estrangeiros, cujas nacionalidades e razões das detenções não foram divulgadas, porém, sabe-se que serão logo de seguida deportados.
O exército explicou, no comunicado, que tomou a decisão por razões humanitárias e por compaixão, tendo anunciado ainda a comutação da pena de 144 condenados à prisão perpétua para 15 anos de prisão.

A junta concede regularmente amnistias a milhares de prisioneiros durante comemorações ou festividades budistas.

Em 2024, por ocasião do Dia da Independência, foram libertados mais de 9.000 prisioneiros.

Myanmar tem estado em turbulência desde a tomada do poder pelo exército em 2021, o que levou a protestos pacíficos em todo o país que a junta militar reprimiu com recurso à violência, desencadeando uma resistência armada generalizada que alguns responsáveis das Nações Unidas caracterizaram como guerra civil.

Já arrancaram as obras de reabilitação da via que liga a Estrada Nacional Número Um (EN1) e a Cidade de Vilankulo, na Província de Inhambane. Os automobilistas mostram-se preocupados com a qualidade da obra, uma vez que está a ser feito o tapamento de buracos, numa estrada bastante esburacada

Uma placa colocada ao longo da EN240 indica que há obras em curso. Trata-se, na verdade, das obras de reabilitação da via que liga a EN1 e a Cidade de Vilankulo, que há muito está degradada. Entretanto, o processo de tapamento de buracos que está em curso, neste momento, preocupa os automobilistas.

O responsável da obra esclareceu que esta é apenas a primeira fase da obra e explicou o que está a ser feito, ou seja, ainda este mês, as obras vão ganhar mais forma, com a finalização dos desvios que serão usados pelos automobilistas, enquanto as obras correm ao longo da estrada.

Recorde-se que a reabilitação da EN240 vai custar mais de 200 milhões de meticais e as obras deverão ocorrer em nove meses.

 

O Governo da Venezuela distribuiu 1200 militares em todo o país, para “garantir a paz” antes e durante a tomada de posse de Nicolás Maduro para um novo mandato presidencial, na próxima sexta-feira.

A operação foi anunciada, segundo o Notícias ao Minuto, pelo Comando Estratégico Operacional das Forças Armadas Bolivarianas, num vídeo divulgado nas redes sociais, onde se vê militares em várias ruas do centro e em estações de metro de Caracas, a capital venezuelana.

“Iniciámos um destacamento pela segurança e a paz do nosso povo. Somos 1.200 homens e mulheres uniformizados da gloriosa Força Armada Nacional Bolivariana (…) Vamos garantir a paz do país, vamos dar segurança ao povo, vamos garantir que no dia 10 de Janeiro o presidente tomará posse. No dia 10 tomamos posse com ele”, disse o coronel Alexander Granko Arteaga, da Direcção de Contrainteligência Militar (serviços de informações militares), num vídeo divulgado no Instagram.

De acordo com o Notícias ao Minuto, o coronel Alexander Granko Arteaga afirmou ainda que a revolução e a Venezuela estão sob ameaça e que têm sido realizadas operações contra mercenários, com resultados frutíferos.

A Venezuela realizou eleições presidenciais em 28 de Julho, após as quais o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) atribuiu a vitória ao actual Presidente Nicolás Maduro, com pouco mais de 51% dos votos.

A oposição afirma que o seu candidato, Edmundo González Urrutia (actualmente exilado em Espanha), obteve quase 70% dos votos. Além da oposição venezuelana, vários países denunciaram fraude eleitoral e têm exigido que o CNE apresente as actas de votação para uma verificação independente.

Na quinta-feira, as autoridades venezuelanas ofereceram uma recompensa de 100 mil dólares norte-americanos (97,4 mil euros) por informações sobre o paradeiro de Urrutia.

Os resultados eleitorais foram contestados nas ruas, com manifestações reprimidas pelas forças de segurança, com o registo, segundo as autoridades, de mais de 2400 detenções, 27 mortos e 192 feridos.

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