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O partido PODEMOS pretende reforçar a sua implantação em todo o território nacional até 2027, com a criação e consolidação de estruturas em todos os distritos, postos administrativos e bairros do País. O objectivo foi reiterado durante uma sessão do Conselho Político, considerada pela direcção como decisiva para a definição das prioridades do partido para os próximos seis meses.

Na abertura dos trabalhos, a liderança do PODEMOS defendeu que o fortalecimento da organização interna constitui um requisito essencial para que o partido possa responder às expectativas dos moçambicanos e concretizar os objectivos políticos a que se propõe.

Segundo o dirigente, a sessão irá aprovar o plano de actividades para o segundo semestre do ano, definindo as linhas de actuação dos órgãos centrais, provinciais e distritais, bem como os mecanismos de coordenação e monitoria das acções do partido.

A direcção explicou que a planificação semestral permite avaliar a execução das actividades, corrigir eventuais falhas e ajustar as estratégias em função dos resultados alcançados. Neste contexto, considerou positiva a avaliação do plano anterior e defendeu a necessidade de aprofundar o processo de capacitação das estruturas distritais para assegurar uma maior presença do partido junto das comunidades.

O PODEMOS reafirmou igualmente a intenção de consolidar a sua organização de base, sustentando que a implementação das orientações políticas depende da existência de estruturas activas em todos os níveis da administração territorial.

Durante a intervenção, a liderança saudou o desempenho da bancada parlamentar, destacando o trabalho de fiscalização desenvolvido na Assembleia da República, e enalteceu igualmente o papel das estruturas distritais na interpretação e resposta aos desafios políticos.

Reconhecendo tratar-se de um partido ainda jovem, a direcção admitiu a existência de dificuldades próprias do processo de crescimento, mas defendeu que os desafios enfrentados devem servir de aprendizagem e contribuir para o amadurecimento da organização.

A liderança manifestou confiança de que o PODEMOS continuará a consolidar-se como uma das principais forças políticas do País, apelando aos membros para manterem o espírito de unidade, reforçarem os mecanismos internos de trabalho e prosseguirem o processo de implantação das estruturas em todo o território nacional.

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O economista Edgar Chuzi diz que o Banco de Moçambique apareceu no momento certo para reduzir a taxa de juro de política monetária (taxa MIMO) e as reservas obrigatórias dos bancos comerciais, dado que milhares de empresas do sector privado já se encontravam de rastos e a precisar de recuperação após saques e vandalização no âmbito dos protestos pós-eleitorais, mas também algumas sequelas deixadas pela COVID-19.

O banco central anunciou, no passado dia 27, mais uma redução da taxa MIMO, tendo desta vez saído dos anteriores 12,75% para 12,25%, a primeira do ano 2025 após ter feito três reduções graduais no ano passado (2024), mas também anunciou a redução do coeficiente de reservas obrigatórias, de 39% para 29%, a primeira desde Setembro do ano 2023, medidas que aparecem como lufada de oxigénio na economia nacional, bastante fragilizada pelos adventos da situação sociopolítica do país e pelas mudanças climáticas.

Em entrevista exclusiva ao “O País Económico”, o economista Edgar Chuzi saudou a decisão anunciada pelo governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, por entender que se abre espaço para aliviar o serviço da dívida pública e maior circulação da moeda.

“Ora, temos aqui a redução das reservas obrigatórias numa percentagem que eu acho que, numa primeira fase, é aceitável. Isto cria a disponibilidade de recursos financeiros na banca para poder se ceder a terceiros. Ou seja, estas duas medidas não podiam ter sido tomadas num momento melhor que este, altura em que o sector empresarial está a necessitar de recuperação face, primeiro, àquilo que são as vandalizações que conhecemos nos últimos meses, dos protestos pós-eleitorais, mas também sem nos esquecermos que o sector empresarial ainda não se tinha refeito da crise da pandemia da COVID-19, que levou anos sem fim para que pudéssemos conhecer uma recuperação económica propriamente dita”, disse Edgar Chuzi. 

Defende ainda que o banco central tomou a medida certa em relação aos pontos percentuais reduzidos, tendo em vista os riscos oferecidos pelo ambiente político do país.  

“É preciso ver o lado do risco associado. Se a redução fosse muito acentuada, por exemplo, de 2, 3 ou 4 pontos percentuais, havia de existir uma demanda acelerada na busca de créditos que não seriam apenas para revitalizar a actividade económica como em si, mas para pagar outros serviços de dívidas ou despesas ou dívidas internas com trabalhadores, fornecedores, com o risco de não gerar fluxos financeiros para poder cumprir com o serviço da dívida. Não digo que foi apenas esta a razão que ditou esta redução um pouco mais baixa em relação à última redução que nós conhecemos, mas é preciso precaver-se de algumas situações”, explicou o economista.

Edgar Chuze avança ainda que os próximos dias podem ser de bonança para os empreendedores.

“É um ambiente muito positivo para o sector privado, mesmo para as micro, pequenas e médias empresas, porque o custo do dinheiro estará relativamente baixo, e a disponibilidade do mesmo será elevada dentro das instituições financeiras”, avançou.

Uma outra boa nova, segundo o economista, é que, apesar de elevada a dívida pública interna, com maior disponibilidade de dinheiro no sector financeiro, poderão ser concedidos mais créditos ao Estado, para dinamizar as despesas públicas.

“Neste momento, com maior disponibilidade, eu penso que há condições de ceder a ambos os sectores, seja o público, seja o sector privado”, apontou.

Em relação às empresas destruídas no âmbito dos protestos pós-eleitorais e que provavelmente tenham créditos parados, Chuzi entende que a banca e os seus clientes devem renegociar as dívidas e ponderar a possibilidade de ajudar esses empresários a revitalizarem os seus negócios, para que a posterior possam conseguir pagar as suas obrigações, pois, se os empreendimentos não voltarem a fluir, não haverá outra forma de saldar as contas a não ser penhorar as garantias mutuárias.

Apesar de haver maior disponibilidade de dinheiro nos bancos, Edgar Chuzi alerta que as famílias e as empresas devem ter cautela ao contrair créditos, sobretudo os de consumo e explica: “Devemos, sim, demandar fluxos financeiros ou crédito bancário, com projectos bem estruturados, que sabemos que vão gerar fluxos na sua implementação, vão gerar fluxos financeiros para o retorno de alguma actividade. Não aconselharia muito ao crédito de consumo, porque, como vimos, muitas famílias ficaram fora dos seus empregos e têm problemas para poder fazer face às suas obrigações. Uma oportunidade é uma oportunidade. Se eu vir que há uma oportunidade de ter dinheiro a um custo barato e o dinheiro está disponível, é de demandar, mas preciso de reflectir primeiro se terei condições de cumprir com o serviço da dívida, antes de ter a apetência de demandar este crédito”, aconselhou.

Por outro lado, Edgar Chizi recomenda ao governo liderado por Daniel Chapo que olhe para todos os sectores da economia de igual forma, no âmbito da revitalização, mas sem esquecer quais é que foram mais afectados pela vandalização, pilhagem, e ausência de turistas, no caso das estâncias turísticas.

De olhos lançados ao futuro, o analista pauta por uma ideia de diversificação.

“Nós temos de começar desde a agricultura, mas não a agricultura de subsistência. Uma agricultura industrial, um agronegócio que seja sustentável. É um sector que nós sabemos que temos condições climáticas e terras aráveis, mas também temos o sector da indústria, todos esses precisam de ser alavancados para que deixemos de depender pura e simplesmente, ou na maior parte, da questão de extracção mineira. Nós temos de primeiro potenciar o nosso sector privado para que possa concorrer em pé de igualdade com essas grandes economias que fez referência, a China, a América, entre outros”, sugeriu e acrescentou que “o sector privado deve ser um sector robusto, que terá capacidade de gerar rendimentos e pagar o justo imposto, só assim estaremos aí para aquele resultado final que o presidente da república referiu na sua investidura, a independência económica e financeira.”

Refira-se que esta medida do banco central já foi saudada pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), apesar de considerar que é conservadora, especialmente quando comparada com a postura mais arrojada adoptada aquando do aumento da taxa.

Uma filha do antigo Presidente sul-africano Jacob Zuma foi detida, hoje, e compareceu num tribunal acusada de incitamento ao terrorismo e à violência pública.

Em causa estão publicações nas redes sociais antes e durante os tumultos que abalaram o país há quatro anos e causaram mais de 350 mortos.

Duduzile Zuma-Sambudla, que é deputada, foi libertada sob aviso, que é semelhante a uma fiança sem necessidade de depósito de dinheiro, enquanto o seu caso foi transferido para um tribunal superior para continuar em março.

O seu advogado, citado pela Lusa, afirmou que esta fez publicações nas redes sociais sobre os motins de Julho de 2021, mas negou que tenham incitado à violência.

Os motins, desencadeados pelo facto de Jacob Zuma ter sido enviado para a prisão por desrespeito ao tribunal por se recusar a testemunhar num inquérito sobre a corrupção generalizada do Governo durante o período em que foi Presidente, de 2009 a 2018, foram alguns dos piores distúrbios civis a que a África do Sul assistiu desde o fim do sistema de ‘apartheid’ da minoria branca em 1994.

Durante mais de uma semana, multidões enfurecidas envolveram-se em pilhagens generalizadas de lojas e armazéns, fogo posto e destruição de propriedade e mais de 5.000 pessoas foram detidas.

Um indivíduo de 25 anos de idade está detido, suspeito de matar a esposa de 18 anos, na cidade de Tete. Presume–se que o crime tenha sido motivado por ciúmes.

O crime ocorreu após uma uma discussão entre o casal, alegadamente porque a vítima estava a consumir bebidas alcoólicas numa barraca, supostamente com um amante. Entretanto, depois de ter assassinado a esposa, o suspeito teria permanecido com o corpo da vítima  no interior da casa por dois dias.

O indiciado, confessa o crime e diz estar arrependido. “Um amigo saudou- me  e perguntou-me se sabia o paradeiro da minha esposa, mas eu disse que não sabia. Ele disse-me que a  viu com um homem numa barraca a consumir bebidas alcoólicas  e levou-me até ao local, mas  quando lá cheguei, o homem com quem ela estava fugiu. De seguida, arrastei-a até  a nossa casa  e comecei a bater”, disse.

De acordo com  a porta-voz do SERNIC, Celina Roque,  o casal vivia constantemente em discussões e no dia do crime, o indiciado usou um cinto para asfixiar a esposa até a morte.

Ainda nesta quinta-feira, o Serviço Nacional de Investigação Criminal, apresentou dois jovens, indiciados de agressão física na via pública, também motivados por ciúmes.

O chefe da brigada de assistência a província de Sofala, Eneas Comiche, reafirma que as manifestações continuam a ameaçar a paz e inviabilizam o processo de desenvolvimento socioeconómico do país. Comiche apela à vigilância popular em todos os locais de residência e de trabalho.

Em visita de trabalho a Sofala, Eneas Comiche reuniu-se, na quinta-feira, com os órgãos sociais para discutir a saúde do partido e reforçar as mensagens de paz. A actual situação política do país marcada por manifestações pós-eleitorais foi a nota dominante do encontro. 

Além de constituírem uma clara ameaça à paz, Comiche entende que as manifestações obstruem as vias de acesso, instalando, assim, um clima de insurgência social e desordem popular no seio dos moçambicanos. Nesse sentido, alerta para o reforço das medidas de segurança, a fim de evitar mais danos.

“Apelamos à agudização popular em todos os locais de residência e locais de trabalho, em estreita articulação com as Forças  de Defesa e Segurança e com as estruturas administrativas de base, como chefes das casas, de quarteirão, unidades e secretários dos bairros”, apela Eneas Comiche. 

Apesar de reconhecer o clima de insegurança no país, o Chefe da Brigada considera que a província de Sofala tem registado uma relativa calma, facto que se verifica devido ao trabalho de sensibilização levado a cabo pelas estruturas locais. 

O Presidente da República, Daniel Chapo, nomeou Mateus da Cecília Feniasse Saize para o cargo de Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, fechando as nomeações para a composição do executivo moçambicano. Saize era, até à sua nomeação, Juiz Conselheiro do Conselho Constitucional.

Mateus da Cecília Feniasse Saize nasceu a 04 de Março de 1969 e conta com 56 anos de idade.

Saize tem o grau de Doutor em Direito, pela Universidade Eduardo Mondlane desde 2016, e já exerceu vários cargos.

Foi Presidente da Comissão Provincial de Eleições de Sofala, em 1999, mesmo período em que foi Delegado Provincial do IPAJ, de 1998 a 2000.

De 2003 a 2007 foi Docente nas cadeiras de Introdução ao Estudo do Direito e Direito Bancário na UEM, Docente do Direito Bancário e dos Seguros na Universidade Católica de Moçambique e Docente do Direito das Sociedades, Regulação do sector Financeiro e Direito das Instituições Financeiras na Unizambeze, entre 2013 a 2014.

O novo Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos foi Membro da Assembleia Municipal da Beira nos mandatos 2005-2009 e 2010-2014, onde foi Presidente da Assembleia Municipal do primeiro mandato.

Foi também Jurista do Banco de Moçambique afecto na Filial Regional Centro entre 1995 a 2014.

Até à data da sua nomeação para dirigir o ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Mateus Saize era Juiz Conselheiro do Conselho Constitucional desde 12 de Setembro de 2014.

O antigo secretário de Estado do Desporto, Carlos Gilberto Mendes, passou as pastas do sector do desporto ao novo ministro da Juventude e Desporto, Caifadine Manasse, tendo dito que sai satisfeito pelas conquistas alcançadas e com a certeza de que o que foi construído está em boas mãos. Mendes espera que a nova liderança do desporto moçambicano continue a “sonhar grande” e a “elevar sempre as fasquias”.

Fim da linha para Gilberto Mendes e uma despedida ao sector do desporto, em que desempenhou as funções de secretário de Estado do Desporto, no segundo mandato de Filipe Nyusi.

Na quarta-feira, fez a passagem do testemunho ao novo timoneiro no retomado Ministério da Juventude e Desportos, Caifadine Manasse.

Na hora da despedida, o antigo secretário de Estado do Desporto disse, através de uma nota, que foi “um período de grandes desafios e, acima de tudo, de conquistas inesquecíveis”.

Na Nota de Despedida, Gilberto Mendes elogiou a equipa de trabalho da SED, que definiu como “um grupo de profissionais dedicados e comprometidos”, que mostraram, a cada dia de trabalho, “o que significa superar adversidades”.

“Com criatividade, esforço e espírito de equipa, ultrapassamos barreiras e alcançamos resultados que nos enchem de orgulho”, escreve Mendes, destacando ainda que o sucesso alcançado foi “reflexo de competência, mas também de grande amor pelo que fazemos”.

Gilberto Mendes destaca ainda que “mudamos juntos o ‘mindset’ do desporto nacional e passamos a pensar positivo nesta paixão que nos arrebata”, onde “de uma nação negativista passamos a um povo confiante nos seus atletas”.

Na hora da despedida, Mendes diz que sai do cargo “satisfeito e com a certeza de que o que construímos está em boas mãos”, agradecendo a cada um dos colaboradores pela dedicação, paciência e parceria inestimável. “Levarei comigo as lições, as memórias e a inspiração que recebi de todos vocês”, escreve Mendes.

Ao novo dirigente, que agora junta o Desporto à Juventude, Gilberto Mendes deseja o melhor na caminhada que se segue, realçando que “continuem a sonhar grande, trabalhar com paixão e a transformar dificuldades em vitórias, elevando sempre as fasquias que temos de transpor”.

Entretanto, Gilberto Mendes sai da Secretaria de Estado do Desporto, onde deixa uma dívida com os atletas que conquistaram medalhas nas competições internacionais desde 2017, em valores acima dos 15 milhões de Meticais.

No ano passado, no aproximar da sua despedida, os atletas pressionaram a direcção de Gilberto Mendes, sem conseguirem os seus intentos, depois de promessas de pagamento das premiações aos que conquistaram medalhas em nome do país.

Caifadine Manasse encontra uma casa que, a nível do desporto, se debate com vários desafios, com destaque para a viabilização da participação das equipas e atletas nacionais nas competições internacionais, a gestão e a manutenção do Estádio Nacional do Zimpeto, as dívidas com os atletas, entre outras.

Os protestos contra o pagamento de portagens começa a atingir outros níveis. Se nos dias passados a reclamação terminava com o bloqueio das vias, buzinadas e violação das cancelas, esta quarta-feira as acções foram mais longe. 

Indivíduos vandalizaram e incendiaram, na noite de ontem, a portagem da Bela-Vista, localizada no distrito de Matutuine, em causa estão os protestos contra o pagamento de portagens. 

A acção aconteceu por volta das 19 horas, com a colocação de pneus em chama nas cabines. 

A acção teve lugar depois de na manhã do mesmo dia, por volta das 10 horas, um grupo ter se dirigido aos escritórios da TRAC, na zona da Casa Branca, onde quando lá chegou vandalizou e incendiou duas viaturas. 

Embora a quarta-feira tenha sido agitada, neste ponto e, com o trânsito interrompido por quase 10 horas, esta quinta-feira a situação voltou ao normal. 

Na portagem de Maputo, os carros voltaram a passar, algumas pistas cobravam a taxa, mas noutras os carros passavam livremente. 

Os professores e enfermeiros decidiram suspender a greve de reivindicação do pagamento do décimo terceiro salário. Entretanto, os profissionais exigem que os valores sejam pagos até 28 de Fevereiro, para que não voltem a paralisar as actividades.

Cerca de duas semanas após a paralisação das actividades, os professores decidiram suspender a greve e retornar aos seus postos de trabalho.

Em conferência de imprensa conjunta realizada nesta quarta-feira, o porta-voz do encontro, Raul Piloto, explicou que a decisão se deve ao anúncio do pagamento de pelo  menos 50 por cento do décimo terceiro salário aos funcionários e agentes do Estado.

“O nosso objectivo nunca foi a greve, mas em algum momento nós vemos isso como um mecanismo de reivindicar para que os nossos direitos sejam observados.”

Os funcionários explicam que a suspensão é um voto de confiança que a classe decidiu dar ao Governo, para que cumpra a sua promessa.

“Optamos por, em gesto de sensibilidade e boa-fé, restabelecer a confiança de que o Governo cumprirá a sua palavra.”

Os profissionais pedem que o Governo seja mais aberto ao diálogo e anule as faltas marcadas durante os dias de paralisação das actividades.

Um acidente aéreo abalou Washington D.C, nos Estados Unidos da America, na noite de quarta-feira, quando um avião comercial da American Airlines colidiu com um helicóptero militar próximo ao Aeroporto Nacional Ronald Reagan.

O avião, que transportava 64 pessoas, estava prestes a pousar quando colidiu com o helicóptero militar, que realizava um voo de treinamento com três militares a bordo.

O chefe dos bombeiros de Washington D.C., John A. Donnelly, informou que os socorristas encontraram 27 corpos de passageiros do American Airlines e um do helicóptero, totalizando 28 mortos. Durante uma conferência de imprensa, ele informou que as buscas continuam, mas que não acreditam que haja sobreviventes.

O acidente aconteceu na região do rio Potomac, em um espaço aéreo descrito como “muito ocupado e intenso” por especialistas.

À CNN, Rafael Santos, piloto de Boeing 777, explicou que o aeroporto opera tanto voos civis quanto militares, o que torna o espaço aéreo da região particularmente complexo.

As equipas de resgate enfrentam desafios significativos nas buscas por possíveis sobreviventes, com as baixas temperaturas do inverno americano dificultando as operações.

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