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A 61.ª edição da Feira Agro-Comercial e Industrial de Moçambique (FACIM), que encerra já este domingo, tem na exposição da pecuária um dos seus pontos de maior destaque. O certame serviu de palco para o anúncio, por parte do Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, da importação de 800 touros com o objectivo de melhorar a raça de gado bovino no país.

O certame, que decorre desde segunda-feira, permitiu aos criadores exibir exemplares de genética melhorada, animais de crescimento precoce e elevada qualidade de carne. Este esforço colectivo tem como meta estratégica reduzir a dependência das importações e fortalecer a soberania alimentar. 

O Governo reiterou, na ocasião, que acompanha de perto o movimento, garantindo que esta iniciativa será acompanhada pela transferência de tecnologia e pela implementação de boas práticas junto dos produtores.

Para os pecuaristas, que aproveitaram o leilão realizado no sábado para transaccionar os seus melhores animais, começa a consolidar-se uma mudança de paradigma. A consciência de criar gado de corte, vocacionado para o mercado, ganha terreno face ao modelo tradicional de acumulação de cabeças de gado por longos períodos. 

O apelo aos investidores nacionais é claro: existe um vasto mercado por explorar, uma vez que a oferta interna se revela ainda deficitária face às necessidades de consumo.

A modernização estende-se, igualmente, a outros sectores. Além dos bovinos, a feira exibiu aves de elevada produtividade, demonstrando que a procura pela qualidade se alastra a toda a produção pecuária. 

Moçambique enfrenta agora o desafio de fazer crescer os efectivos exponencialmente, aproveitando as oportunidades de negócio que a FACIM, uma vez mais, evidenciou como motores para o desenvolvimento económico do país. 

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O Arcebispo da Beira, Dom Cláudio Dalla Zuanna,  figura que conviveu com o Papa Francisco, considerou, esta segunda-feira, que o mundo perdeu um líder da simplicidade e fraternidade. Zuana afirma, ainda,  que o maior legado que ele deixa é a busca incansável pela paz.

Dom Cláudio Dalla Zuanna disse, em entrevista ao “O Pais”,  que a morte do Sumo Pontífice, ontem, vai deixar um  vazio grande no mundo. Zuanna considera, por outro lado, que Papa Francisco era a única voz, entre os poderosos da terra,  a levantar-se em defesa da paz e da justiça e do respeito pelos mais desfavorecidos.  “Agora, claro que vai fazer-nos falta esta voz que era quase única entre os poderosos da terra a levantar-se em defesa da paz, em defesa da justiça, do respeito dos mais desfavorecidos, daqueles que ele às vezes utilizava a palavra, os que são deitados fora, os que já não servem dentro da sociedade. Mas ele, com estes ensinamentos,  além do seu exemplo,já marcou o caminho.

Penso que é um caminho irreversível dentro da Igreja e  ninguém poderá pensar que já o que o Papa Francisco disse foi com ele. Não está conosco, de maneira que a Igreja, com certeza,  continuará o caminho que ele traçou e que, no fundo, é o caminho do Evangelho, porque o primeiro defensor dos pobres foi o próprio Jesus Cristo”, observou.

Dalla Zuanna,  que conviveu com o papa Francisco,  lembra-se da sua humildade e simplicidade. O Papa Francisco, de acordo com o Arcebispo da Beira, era uma pessoa que fazia enormes esforços para deixar as pessoas à vontade na sua presença.

 Lembro-me da sua humildade e  quase sempre a brincar com as pessoas. O primeiro  encontro que eu tive foi em 2013, quando fui como Arcebispo receber aquele símbolo de responsabilidade como arcebispo. Ele soube, ali,  que eu tinha nascido na mesma cidade dele e então começou a conversar  como se fôssemos amigos há muito tempo, gente da mesma terra, assim, tirava as distâncias imediatamente. Não havia ninguém que tivesse a mesma coisa. Quando,  em Setembro,  tivemos o encontro dos bispos de Moçambique com o Papa, ele disse, se prepararam discursos oficiais, deixem, eu quero ouvir de vocês.  E eu comecei a falar e, depois,  os  outros bispos.  Todos falamos e interagimos com ele, para dizer nada de oficial, nada de distâncias. Era uma pessoa que estava à vontade com todos, com os poderosos e com as pessoas mais humildes que havia”, recordou o Arcebispo da Beira.

 A simplicidade do Papa, segundo o Dom Cláudio, despertou a consciência daqueles que exercem o  poder.

“De alguma forma, podemos dizer, aqueles que  têm nas mãos as chaves da paz, da segurança, da convivência civil e social. Penso que não haverá ninguém, talvez com opiniões diferentes do próprio Papa Francisco, mas não haverá ninguém que não poderá ter em conta este exemplo e este convite à paz. Mesmo ontem dizia, não às armas, não ao sentimento de voltar a armar-se. O povo e o mundo parece que querem a paz.  Então, quase nas últimas palavras, fez-nos um convite para  vivermos na paz, a vivermos como irmãos.

O Papa Francisco, acrescenta Zuanna,  sempre exortou aos jovens para  não estarem acomodados nas cadeiras, sem nada a fazer.

“Costumava dizer não quero jovens de sofá, de poltrona, jovens ali só nas redes sociais e sem comprometerem-se na vida, tendes que construir um futuro. E acho que estas palavras para Moçambique têm um peso ainda maior, vista a percentagem de jovens que há no nosso país. Aos jovens, o Papa  falava do presente e do futuro. Então, já agora, é preciso construir uma vida melhor, envolver-se, comprometer-se também na sociedade, não só colocando as nossas necessidades como prioritárias, mas a relação com os outros, construirmos fraternidade, construirmos paz.  Penso que este é o legado que ele deixa a todos, mas de todo  modo especial aos jovens, porque são os jovens que irão levar a frente este mundo.”

A Igreja Católica, em Moçambique, através de um comunicado, resume a vida e obra do Papa Francisco numa única palavra, fraternidade. O Papa Francisco, de acordo com os bispos de Moçambique, era um homem de fé inabalável. “Pastor próximo dos pobres, profeta da misericórdia e da justiça, o Papa Francisco marcou a história da Igreja com seu testemunho de simplicidade e compaixão e firme compromisso com os mais vulneráveis. Neste momento de luto, a Arquidiocese da Beira une-se ao Colégio dos Cardeais, à Sé Apostólica,  à Conferência Episcopal de Moçambique e a todos os fiéis católicos na oração de sufrágio pelo repouso eterno do Papa Francisco. Convidamos todas as paróquias, comunidades religiosas e fiéis leigos a participarem nas missas de sufrágio da sua alma e a manterem, onde possível, momentos de oração, reflexão e agradecimento pelo dom do seu pontificado”.

Os bombardeamentos aéreos dos Estados Unidos na capital do Iémen, no domingo, provocaram pelo menos 12 mortos e 30 feridos, de acordo com os rebeldes Huthis.

“Doze pessoas foram mortas e outras 30 ficaram feridas, após ataques do inimigo norte-americano no mercado de Farwah e no bairro popular” com o mesmo nome, no centro da capital Sana, segundo o Ministério da Saúde Huthi, citado por Lusa.

Aviões de combate norte-americanos realizaram, no domingo, novos bombardeamentos em pelo menos três províncias do Iémen, incluindo a capital.

De acordo com a agência de notícias Efe, a televisão iemenita Al-Massirah, propriedade dos Huthis, noticiou que os bombardeamentos visaram vários alvos na montanha de Faj Attan, sem fornecer detalhes ou número de vítimas.

Residentes na capital disseram à Efe que naquela zona montanhosa existem grutas onde são armazenadas armas e munições.

Os habitantes relataram ainda que os bombardeamentos atingiram uma infraestrutura que tem sido alvo recorrente de ataques sauditas, desde o início da guerra do Iémen, em 2014, bem como o bairro residencial de Farwah.

Segundo a Al-Massirah, os ataques aéreos também atingiram a Ilha Kamaran, na costa frente aos portos de Al Salid e Ras Issa, no Mar Vermelho, área que foi atacada várias vezes desde o início da grande ofensiva militar dos Estados Unidos contra os Huthis, em 15 de Março.

No sábado à noite, pelo menos três pessoas morreram e outras quatro ficaram feridas em ataques aéreos norte-americanos contra a capital iemenita.

Angola registou 500 mortos e 13 818 casos de cólera devido ao surto que o país enfrenta desde Janeiro deste ano, com 17 das 21 províncias afectadas, segundo dados do Ministério da Saúde.

O ponto de situação do surto de cólera, feito pelo Ministério da Saúde, dá conta de que nas últimas 24 horas foram registadas duas mortes e 220 novos casos, nas províncias de Benguela – a única que reportou óbitos e com o maior número de infeções (107) -, Cuanza Norte, Luanda, Malanje, Bengo, Icolo e Bengo, Cuanza Sul, Huíla, Zaire, Namibe e Cabinda, segundo escreve Lusa.

Nas últimas 24 horas, 269 pessoas receberam alta, mas continuam internadas 1 244 outras com cólera.

De acordo com uma nota do Ministério da Saúde, no sábado decorreu uma reunião técnica na província de Benguela, presidida pelo governador provincial, Manuel Nunes Júnior, e com a presença da titular da pasta da Saúde, Sílvia Lutucuta, e outros responsáveis governamentais do setor da energia e águas e do Ambiente, bem como representantes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O grupo de trabalho teve como objectivo avaliar as acções em curso, reforçar o compromisso interinstitucional e definir novas diretrizes estratégicas para uma resposta eficaz à situação de saúde pública provocada pelo surto de cólera.

A jornada de trabalho incluiu igualmente visitas técnicas a diversos pontos de abastecimento de água nos municípios, comunas e bairros da província, tendo Sílvia Lutucuta orientado o reforço do abastecimento de água potável, com prioridade para as zonas de maior risco.

Ampliar os pontos de hidratação oral e melhorar a assistência pré-hospitalar e hospitalar, mobilizar todos os atores sociais na promoção de ações comunitárias e de sensibilização para práticas de higiene são outros objetivos da governante.

A ministra orientou de igual modo o empoderamento das comunidades na gestão e conservação das infraestruturas instaladas e articulação com o Ministério do Ambiente para a construção de latrinas comunitárias, com recurso a materiais locais disponíveis.

A província de Benguela é, depois de Luanda, o epicentro da doença, e o Bengo é a região com o maior número de óbitos (70) e casos (2.104), desde o início do surto.

O Papa Francisco denunciou hoje a “dramática e desprezível situação humanitária” em Gaza, e apelou ao cessar-fogo e à libertação dos reféns, nas celebrações do domingo de Páscoa.

Na sua mensagem, lida por um assessor depois de o Papa aparecer na varanda da Basílica de São Pedro, em Roma, Francisco alertou também para “o clima de crescente antissemitismo que se está a espalhar pelo mundo”, segundo cita Lusa.

“Apelo aos beligerantes para que cessem o fogo, libertem os reféns e prestem uma ajuda preciosa às pessoas famintas que anseiam por um futuro de paz”, afirmou Francisco na mensagem.

Antes do início da leitura da sua mensagem pascal, o Papa, ainda a recuperar de uma grave pneumonia, apareceu na varanda da Basílica de São Pedro, para abençoar os milhares de fiéis ali reunidos, que o saudaram com vivas e aplausos.

“Irmãos e irmãs, Feliz Páscoa!”, afirmou Francisco, 88 anos, que apareceu numa cadeira de rodas, sem cânulas nasais de oxigénio, para dar a sua tradicional benção “Urbi et Orbi” (à cidade e ao mundo).

As milhares de pessoas que se encontravam na Praça de São Pedro começaram a aplaudir quando uma banda militar começou a tocar o hino da Santa Sé e o hino italiano.

Segundo escreve Lusa, o Papa argentino permaneceu sentado na cadeira de rodas e pediu a D. Diego Ravelli, mestre das celebrações litúrgicas pontifícias, para ler a mensagem às 35 mil pessoas reunidas na Praça de São Pedro, para a Missa do Domingo de Páscoa, que foi presidida pelo Cardeal Angelo Comastri.

Após a mensagem, o Papa ainda apareceu no seu ‘papamóvel’ no meio da multidão de fiéis reunidos na Praça de São Pedro para celebrar a Páscoa, e durante cerca de 15 minutos percorreu os corredores da praça e abençoou bebés, rodeado por guarda-costas.

O Papa tem estado ausente de todos os ritos da Semana Santa no Vaticano e apenas se deslocou na tarde de Quinta-feira Santa à prisão romana de Regina Coeli, perto do Vaticano, para cumprimentar os reclusos, como tem feito desde o início do seu pontificado.

“Vivo-a o melhor que posso”, respondeu o pontífice, com um sussurro, da janela do carro ao sair da prisão, quando questionado pelos meios de comunicação sobre como está a viver a Semana Santa neste momento delicado para a sua saúde.

Os ensaios para o concerto MOSA International CORAL   decorrem a bom ritmo, quando faltam poucas semanas. A fusão da cultura moçambicana e sul africana vai marcar o grande espetáculo da música coral.     

No mesmo local, concentram-se coristas moçambicanos para afinar as vozes que vão animar o concerto internacional de música coral, rostos que vão subir ao palco da arena 3D, na Katembe, num  evento que vai juntar a cultura moçambicana e sul africana.    

Enquanto se aguarda pelo derradeiro momento, o grupo coral moçambicano vai mexendo em alguns aspectos importantes, a preparação dos coristas.  

O exercício de aquecimento é fundamental e é o primeiro passo dado durante os ensaios.

É pelas mãos da maestrina Helena Rosa que a música e a dança juntam-se num único palco, para marcar o lançamento do concerto Mosa Internacional Coral. 

“Estamos, neste momento, a fazer a finalização das obras e fazer a harmonização das vozes. A ideia é trazer para o público um concerto memorável. Temos, no concerto, duas partes, que é a parte do coral, que vai trazer música tradicional africana, vai trazer música religiosa, mas também música clássica que vai ser feita por solistas moçambicanos e solistas sul africanos. Estamos, neste momento, a trabalhar para que o concerto seja um grande evento”, disse Helena Rosa, maestrina.  

A fusão dos géneros culturais irá marcar o evento e os coristas entregam-se ao desafio. 

“O maior desafio, para além da língua, é o preparo vocal, porque as canções que nós cantamos aqui, nos desafiam, não só fisicamente, mas também intelectualmente. São muito desafiadoras, desde a língua, os seus tons, as intensidades das canções. Isto tudo constitui um desafio diário, e cada ensaio é um ensaio”, disse Áquia Simango, corista.    

O tempo não é mero detalhe, é uma ferramenta indispensável. E, diga-se,muito necessária. São várias horas de preparação para garantir um bom espectáculo.

“É muita coisa por ser apreendida. São canções que, diria eu, não são do nosso quotidiano. Então, há canções que nós precisamos, efectivamente, estar em condições para apresentar correctamente. Por exemplo, eu falava da diversificação das músicas que vamos apresentar, são canções que, em algum momento, precisam de um ensaio   e preparo, para podermos apresentar”, afirmou Zacarias Fernando, também corista. 

Beldumar Paia é um dos personagens com o papel de solista que vai apresentar a música clássica. 

Quanto mais próximo o concerto, mais aumenta a ansiedade dos participantes moçambicanos e sul africanos que prometem uma grande festa.

Cristãos celebram, este Domingo, a ressurreição de Jesus Cristo. Nesta Páscoa, líderes religiosos e crentes apelam ao perdão, à paz e à reconciliação. 

Jesus Cristo ressuscitou e houve quem, depois de nascer de novo pelo baptismo, o recebeu em sua vida, pela primeira vez.  Na igreja católica, muitos crentes receberam o corpo e sangue de Cristo através da Eucaristia.  Este acto marcou a missa de celebração da Páscoa na Sé Catedral de Maputo. 

“A ressurreição não é uma teoria, é uma missão. A vida já venceu a morte então somos chamados a testemunhar esse amor ”, disse Dom João Carlos Nunes, durante a sua pregação. 

Aos cânticos de louvor e adoração,  os crentes oravam e agradeciam pelo dom da vida. Em muitas igrejas, o que mais se ouvia eram mensagens de paz e reconciliação entre os moçambicanos.  

“Este é o momento para cada um de nós possa perdoar, para que possamos ver Moçambique reconciliado porque Jesus morreu e ressuscitou no terceiro dia para que nós que estamos numa condição de separados de Deus estivemos reconciliados ”, disse Jorge Bata, pastor da Igreja Assembleia de Deus da Baixa.

Para os líderes religiosos, o diálogo deve prevalecer, sempre como o principal caminho para resolver os problemas.  Porque a Páscoa é uma das celebrações mais importantes para os cristãos, algumas igrejas, na capital, registaram um número desusado de crentes imbuídos no espírito pascal.

Quatro pessoas da mesma família morreram vítimas de incêndio, provocado por uma bobina de mosquitos, no bairro Magoanine A, na cidade de Maputo. Entre as vítimas está uma menor de 4 anos.

Foi uma bobina igual a esta, usada para espantar mosquito durante as noites, que se suspeita que tenha iniciado um incêndio nesta residência, sita no bairro Magoanine A, na cidade de Maputo. O resultado do incidente foram quatro mortes.

Tudo aconteceu na noite da última sexta-feira, a sexta santa, quando oito pessoas da mesma família dormiam. 

Porque a casa estava trancada, os vizinhos tiveram que partir parte da parede para retirar as vítimas.  Apesar das tentativas para salvar a todos, uma menor não conseguiu sair a tempo e morreu carbonizada.

O incêndio interrompeu os sonhos de três menores, de 4, 14 e 17 anos, das quais duas eram irmãs e que estavam de visita na casa. A dona da casa, que por sinal era tia das menores, acabou por perder na luta pela vida.

As outras três vítimas, por sinal filhas do casal, junto do pai, sobreviveram, tendo as meninas saído do hospital, faltando o chefe da família, que tem a saúde estável. A família está inconsolável. 

O município de Tete está a reabilitar os passeios, ao longo das principais  ruas e avenidas da cidade, que se encontram muito degradados. A intervenção inicial abrange as vias que estão praticamente intransitáveis devido ao estado acentuado de degradação.

Um conjunto de passeios, de diversas artérias da cidade de Tete, começou, há dias, a ser reabilitado, no quadro de uma iniciativa municipal, que visa a melhoria das condições de circulação e de mobilidade pedonal.

Alguns utentes louvam a iniciativa do município, mas outros questionam as más condições das estradas, onde estão a decorrer as obras de reabilitação  e  manutenção dos passeios.

“Devia ser primeiro a estrada, porque nós os automobilistas passamos mal mesmo. Quando chove, aqui é um assunto, mas o serviço é deles e não temos como. Mas, a iniciativa é bem vinda”, disse um automobilista. 

Os munícipes pedem igualmente melhorias das condições das vias de acesso nos bairros fora da zona cimento, cuja  transitabilidade é deficitária devido ao  excesso de crateras e buracos

“Seria bom também que esse trabalho fosse aos bairros, para agradecer ao povo que votou no presidente César de Carvalho. Não basta só fazer o trabalho dentro do cimento, tem que sair para fora”, recomendou um munícipe. 

A edilidade, através do pelouro de infraestruturas e trânsito, reconhece o problema  e explica que o plano irá abranger todas as ruas e avenidas da cidade, cuja transitabilidade está condicionada. 

“Como podem ver, nesta avenida, estamos a requalificar. Para ter acesso a um estabelecimento comercial, temos que ter em conta que temos essas pessoas com deficiência, por isso vamos deixar também algumas rampas, para facilitar a mobilidade dessas pessoas com deficiência”, avançou o vereador de infraestruturas e trânsito da cidade de Tete.   

A edilidade diz ainda que os trabalhos de requalificação dos passeios incluem  o alargamento das faixas de rodagem e colocação de pavé em locais tidos como críticos.

“Além de melhorar os passeios, estamos também a alargar a estrada, que antes tinha 12 metros e agora passa a ter 13. Contudo, não estamos a impedir a mobilidade de munícipes ou de pessoas com deficiência. Significa que ainda temos passeios que dá para a sua circulação”, acrescentou o vereador.  

O município de Tete não avança o orçamento  para execução das obras , mas garante conclusão até meados deste ano. 

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou a Rússia, este domingo, de querer passar uma ilusão de cessar-fogo, após o seu homólogo russo ter decretado tréguas na guerra com a Ucrânia durante a Páscoa.

Zelensky diz que, em várias direcções, na linha da frente, já houve 59 casos de bombardeamentos russos e cinco ataques por unidades russas.

O presidente ucraniano denuncia, ainda,  que a Rússia realizou dezenas de ataques com drones FPV. 

Zelensky afirma, por outro lado, que os seus homens estão a responder como o inimigo merece e que a Ucrânia vai continuar a agir de forma simétrica.

A terminar, Zelensky refere que a Rússia deve cumprir as condições de cessar-fogo, sendo que a proposta da Ucrânia de estender a trégua por 30 dias continua em cima da mesa.

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