A 61.ª edição da Feira Agro-Comercial e Industrial de Moçambique (FACIM), que encerra já este domingo, tem na exposição da pecuária um dos seus pontos de maior destaque. O certame serviu de palco para o anúncio, por parte do Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, da importação de 800 touros com o objectivo de melhorar a raça de gado bovino no país.
O certame, que decorre desde segunda-feira, permitiu aos criadores exibir exemplares de genética melhorada, animais de crescimento precoce e elevada qualidade de carne. Este esforço colectivo tem como meta estratégica reduzir a dependência das importações e fortalecer a soberania alimentar.
O Governo reiterou, na ocasião, que acompanha de perto o movimento, garantindo que esta iniciativa será acompanhada pela transferência de tecnologia e pela implementação de boas práticas junto dos produtores.
Para os pecuaristas, que aproveitaram o leilão realizado no sábado para transaccionar os seus melhores animais, começa a consolidar-se uma mudança de paradigma. A consciência de criar gado de corte, vocacionado para o mercado, ganha terreno face ao modelo tradicional de acumulação de cabeças de gado por longos períodos.
O apelo aos investidores nacionais é claro: existe um vasto mercado por explorar, uma vez que a oferta interna se revela ainda deficitária face às necessidades de consumo.
A modernização estende-se, igualmente, a outros sectores. Além dos bovinos, a feira exibiu aves de elevada produtividade, demonstrando que a procura pela qualidade se alastra a toda a produção pecuária.
Moçambique enfrenta agora o desafio de fazer crescer os efectivos exponencialmente, aproveitando as oportunidades de negócio que a FACIM, uma vez mais, evidenciou como motores para o desenvolvimento económico do país.
Cerca de cinco mil alunos das escolas do ensino público serão formados em robótica e inteligência artificial em todo o país, uma iniciativa que visa dotá-los com conhecimentos alinhados aos desafios da actualidade, escreve a Agência de Informação de Moçambique (AIM).
A formação, que arranca agora com um número de 50 alunos do ensino primário e secundário, inclui, também, formação nas áreas de drones (objectos voadores não tripulados), ciência espacial e experimental, visando estimular a criatividade, imaginação e inovação no seio dos alunos.
O projecto de formação é implementado no Parque de Ciências e Tecnologias de Maluana, numa parceria que junta os governos da Índia, através do seu Alto Comissariado e de Moçambique, através do ministério das Comunicações e Transformação Digital.
“É com grande entusiasmo que anunciamos que, com o apoio continuado do Ministério das Comunicações e Transformação Digital, vamos formar cerca de cinco mil alunos ao final de 2025, abrangendo todas escolas públicas de todo o país”, disse o director executivo da STEMMOZ, Akshay Kumar.
A STEMMOZ é uma instituição focada na capacitação das próximas gerações, nomeadamente nas áreas de desenvolvimento em competências do século XXI e promovendo a criatividade, colaboração e paixão pela aprendizagem.
Por sua vez, o ministro das Comunicações e Transformação Digital, Américo Muchanga, diz que o início deste ciclo de formações marca o embrião de uma revolução que se pretende para o país, sublinhando que a robótica e a inteligência artificial é parte estruturante para a transformação digital e do futuro.
“Esta cerimónia de lançamento de projecto de formação em robótica e STEM [Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática], marca o início um marco significativo para o desenvolvimento do conhecimento técnico científico no nosso país”, disse Muchanga.
Aliás, Muchanga sublinha que Moçambique não pode estar fora da considerada quarta revolução industrial, onde a robótica, a automação e a inteligência artificial, se afiguram como uma das áreas mais promissoras das indústrias e da transformação digital.
“O inclusão desta formação é um sinal inequívoco do nosso compromisso em preparar a futura geração para os desafios e oportunidades do futuro”, disse.
Nesta fase inicial, a formação abrange 50 estudantes, do posto administrativo de Maluana, no distrito da Manhiça.
17 jovens do Programa de Liderança para a Conservação de Moçambique (PLCM) foram recebidos, esta semana, pela Embaixadora da Suécia, Mette Sunnergren, na residência oficial da Suécia, em Maputo.
O evento designado FIKA, que em sueco significa uma pausa para tomar café, teve como objectivo a partilha de ideias e a inspiração dos futuros líderes.
No encontro, os futuros líderes tiveram a oportunidade de dialogar com a embaixadora, tendo partilhado as suas motivações para escolher a área de conservação, planos para o futuro e como pretendem contribuir para a conservação e sustentabilidade em Moçambique.
Ao todo, 73 jovens — dos quais 42 mulheres — integram actualmente o PLCM, com apoio da Suécia. Os estagiários foram distribuídos por 26 centros de estágio em todo o país, onde aplicarão os seus conhecimentos académicos e ganharão experiência prática em gestão de áreas de conservação, investigação, educação ambiental e desenvolvimento comunitário durante um período de seis meses.
O FIKA também serviu para sublinhar a cooperação entre a Suécia, a Fundação para a Conservação da Biodiversidade (BIOFUND), a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) e o Instituto Nacional de Emprego (INEP), com a finalidade de formar a próxima geração de guardiões da biodiversidade moçambicana.
Durante o evento, a Embaixadora da Suécia teve a oportunidade de ouvir as ideias dos jovens, destacou que “A Suécia tem orgulho em financiar o PLCM. Acreditamos que os jovens desempenham um papel essencial na protecção de paisagens e espécies. Cada pequena acção conta; desejamos que este estágio impulsione as suas ambições e enriqueça o seu currículo.”
Para Sean Nazerali, Director de Financiamentos Inovadores da BIOFUND, “Os estagiários representam uma verdadeira injecção de capital humano nas Áreas de Conservação — uma injecção de talento, ideias frescas e compromisso que revitaliza o sector e impulsiona a inovação”
Mohamed Harum, representante da ANAC, motivou os estagiários com as seguintes palavras: “Acreditem no vosso potencial e abracem as oportunidades que surgem. A conservação precisa de mentes jovens, criativas e comprometidas. Participar em programas como o PLCM pode ser o primeiro passo para uma jornada impactante, onde não só protegemos a biodiversidade, mas também transformamos o sector da conservação e inspiramos futuras gerações.”
Além de discutir sobre a conservação e aprender um pouco sobre a cultura sueca, os participantes ouviram testemunhos de antigos estagiários e exploraram oportunidades de carreira.
Está instalada uma confusão na mina de turmalinas de Nhampassa. Populares que tomaram a mina há cerca de seis meses, já criaram uma cooperativa para explorar o minério, num espaço que tem concessão mineira até 2040.
A recente invasão da mina de turmalinas em Nhampassa por populares foi motivada pelo facto de os residentes locais alegarem que a empresa Sociedade Mineira de Nhampassa, Sominha Limitada não estava a cumprir com a sua responsabilidade social, o que motivou a ocupação da área concessionada e com título de exploração válido até 2040.
“A empresa não cumpriu com os deveres que tinha. Não construiu hospitais, nem deu emprego”, disse um garimpeiro
No entanto, as imagens no terreno contrastam com essas alegações. Houve várias acções comunitárias realizadas pela empresa, entre as quais a construção de habitações, a edificação do mercado de Nhampassa, a construção da Escola Primária de Nhadue, a reabilitação de salas de aula em Nhampassa. Sobre as casas serem pequenas, a Sominha Limitada diz que as mesmas destinam-se a pessoas carenciadas.
“Naquele sítio tem 250 a 260 talhões. Então vai se construir, por ano, dez casas, são casas para pessoas velhas, idosas ou aquelas viúvas que estão sozinha e não têm a ajuda de ninguém. Por isso foram feitas aquelas casas com dois compartimentos, porque ela está sozinha (…)”, explicou Shiraj Nadat, representante da Sominha Limitada.
Além dessas acções a concessionária ofereceu duas ambulâncias, uma ao Hospital Rural de Catandica e outra ao Centro de Saúde local.
Entretanto, os populares podem ter agido de má fé, com o intuito de se apoderarem da mina, precisamente no momento em que a Sociedade Mineira de Nhampassa, que já gastou mais de 100 milhões de meticais se preparava para iniciar a fase de extracção, após anos de preparação, desde o início das suas actividades em 2013.
Aliás, um grupo de indivíduos criou uma cooperativa mineira denominada Manoassaca, conforme atesta um Boletim da República, que tem como objectivo explorar o recurso na mesma área da concessionária Sominha, limitada.
Sobre o assunto, o advogado André Júnior diz que a Cooperativa mineira ora criada não pode operar numa área concessionada.
A empresa de empresários nacionais diz que a invasão da sua mina compromete os seus planos de exploração, embora mantenha o compromisso de desenvolver projectos que beneficiem a população local.
A cantora Elvira Viegas vai celebrar os seus 50 anos de carreira artística. Depois de um adiamento forçado pelas manifestações que marcaram o país nos últimos tempos, o concerto de celebração dos 50 anos de carreira de Elvira Viegas, ícone da música moçambicana, já tem nova data: 29 de Agosto de 2025, sexta-feira, às 18h00, no Centro Cultural Moçambique-China, em Maputo.
O espetáculo produzido pela Khuzula representa não apenas a celebração de um talento incontestável, mas também um tributo à dedicação e ao impacto duradouro de Elvira Viegas no panorama musical moçambicano.
A organização garante que os bilhetes previamente adquiridos permanecem válidos para esta nova data, garantindo assim o acesso de todos os fãs e admiradores que já tinham marcado presença para a data anterior.
“A artista promete uma noite inesquecível, repleta de emoção, memórias e uma viagem pelos maiores sucessos dos seus seis álbuns, nomeadamente “Ndzi Xikala Vitu”, “Tlanga U Pimela”, “Kusuhi na Mine”, “The Best of Elvira Viegas”, “Tsendeleka” e o mais recente “Ora Chegou”. O seu impressionante portfólio conta com mais de 100 músicas registradas, sendo que 99% das composições nasceram de poemas em português, que Elvira Viegas transformou pessoalmente em canções com alma e autenticidade”, adianta a nota de imprensa da Khuzula.
A caminhada rumo à grande celebração contará com uma série de eventos especiais, incluindo encontros com fãs e acções promocionais. O primeiro desses momentos será no dia 10 de Maio, no evento “Celebrando Vida”, a ter lugar Casa d’ Artista Kutenga – um espaço de celebração e conexão cultural. No evento inaugural, os fãs poderão adquirir bilhetes, conhecer mais sobre os bastidores da carreira da artista e iniciar oficialmente o aquecimento para uma das maiores noites da música nacional.
Moçambique e Nigéria, duas referências obrigatórias do basquetebol feminino, voltam a travar argumentos, desta feita no grupo D do “Afrobasket” 2025, prova a decorrer de 26 de Julho a 3 de Agosto, na Costa do Marfim. O sorteio ditou, ainda, que o Ruanda será um dos adversários neste grupo. Quem são, afinal, estas selecções?
Em Agosto de 2023, precisamente no dia 2, Moçambique e Nigéria cruzaram caminho nos quartos-de-final do “Afrobasket”, num duelo em que as nigerianas venceram por 59-52 (Ingvild Mucauro destacou-se com 11 pontos e 7 ressaltos).
Foram oponentes, entre vários despiques interessantes, na final do “Afrobasket” 2003, em Maputo, duelo ganho pela Nigéria por 69-63.
Mfon Udoka, Aisha Mohamed, Funmilayo Ojelabi, Mactabene Amachree, Patricia Chukwuma e Nguveren Iyorhe, entre outras, foram mais astutas na noite de 28 de Dezembro no pavilhão do Maxaquene.
Duelo de boa memória para os amantes do basquetebol, e individualmente para Leia “Tanucha” Dongue, a selecção nacional de basquetebol sénior feminino venceu a Nigéria, por 77-74, nos quartos-de-final do “Afrobasket” 2013.
Dongue, que contabilizou 13 pontos, foi determinante com um tiro exterior que decidiu a partida.
Dominadoras, as ‘D’ Tigress’ conquistaram o certame em 2023 (Ruanda), 2021 (Camarões), 2019 (Senegal) e 2017 (Mali).
As nigerianas açambarcaram a medalha de bronze em três ocasiões, designadamente em 2015 (nos Camarões), 1999 (África do Sul) e 1997 (Quénia).
O seu potencial e manancial, diga-se, reflecte-se na presença nos quartos-de-final dos Jogos Olímpicos de Paris, façanha conseguida depois de vitórias sobre a Austrália, por 75-62, e Canadá, por 79-70.
No acesso às meias-finais, em Paris, França, as nigerianas perderam com os EUA, por 88-74, num duelo em que, em alguns quartos, condicionaram as campeãs olímpicas.
Inspirada por Rena Wakama, “head coach”, que tinha apenas dois anos quando a República Democrática do Congo se tornou o primeiro país africano a representar o continente nas Olimpíadas, há 28 anos, a Nigéria fez história.
Wakama conta com nomes como Ezine Kalu, Promise Amukamara, Elizabeth Balogun, Tomi Taiwo, Lauren Ebo, Ifunanya Okoro, Nikole Enabosi, Adebola Adeyeye, Murjanatu Musa, Amy Okonkwo, Pallas Kunaiyi, entre outras.
No “ranking” da FIBA, a Nigéria surge como a melhor selecção africana de basquetebol sénior feminino, encontrando-se na posição 11. E tem um recorde: nao perdem há 24 jogos em África.
Sexagésima sexta posicionada no ranking feminino da FIBA, a selecção do Ruanda Ruanda ocupou o quarto lugar no “Afrobasket” 2025.
No duelo de atribuição do terceiro lugar, na Arena de Kigali, as ruandesas caíram aos pés do Mali com quem perderam por 89-51.
No duelo das meias-finais, nao tiveram argumentos para travar a super-Nigéria que venceu por 79-48. Numa partida decidida no limite, nos quartos-de-final, o Ruanda derrotou o Uganda por cinco pontos: 66-61. Antes desta fase a eliminar, as ruandesas perderam com Angola (74-68) e venceram a Costa do Marfim (64-35).
Doze anos antes, ou seja, em 2011, o Ruanda quedou-se no oitavo lugar na 20.ª edição do “Afrobasket” com um saldo de três vitórias e quatro derrotas.
Inseridas no grupo B, juntamente com Senegal (vencedor com cinco vitórias em igual número de jogos), Angola, Nigéria, Camarões e Guiné Conacri, as ruandesas ocuparam o quinto lugar com uma vitória e quatro derrotas.
O único triunfo foi diante da Guiné Conacri, por 69-35, em desafio da jornada 1 do grupo B disputado a 23 de Setembro.
Na 19.ª edição do certame, em 2029, no Madagascar, o Ruanda alcançou, igualmente, a 9.ª posição na prova. Estreou-se com uma derrota diante de Angola (66-54), seguindo-se novo desaire frente à Nigéria (79-49).
Vieram, depois, derrotas com o Mali (48-72), Tunísia ( 53-59) e Costa do Marfim (64-60).
Os primeiros classificados de cada grupo apuram-se directamente para os quartos-de-final, enquanto o segundo e terceiro posicionados disputam o acesso a esta fase a eliminar do “Afrobasket”.
Na última edição do “Afrobasket”, em Kigali, Ruanda, a selecção nacional ocupou a quinta posição, após derrotar os Camarões, por 74-65.
Composição dos grupos:
GRUPO A: Costa do Marfim, Egipto e Angola
GRUPO B: Mali, Camarões e Sudão do Sul
GRUPO C: Senegal, Uganda e Guiné
GRUPO D: Nigéria, Moçambique e Ruanda
O Presidente da República reuniu-se esta quarta-feira com jovens, empresários, funcionários e agentes do Estado da província de Tete. Daniel Chapo, encoraja a juventude a seguir os ideais dos libertadores da pátria como forma de dar seu contributo para o desenvolvimento do país. Por outro, promete melhorias das condições de trabalho na função pública.
No segundo dia de visita de trabalho à província de Tete, o Presidente da República manteve encontros com jovens, empresários, funcionários e agentes do Estado com vista a auscultar as suas preocupações e principais desafios. Com a juventude, o Chefe de Estado anotou as preocupações e encorajou os mesmos a saber capitalizar as oportunidades existentes para gerar riqueza e desenvolvimento do país.
Por outro lado, funcionários e agentes do Estado também apresentaram suas preocupações relacionadas com a implementação da tabela salarial única, falta de pagamentos de horas extras e morosidade nos actos administrativos.
O Presidente da república ouviu atentamente as preocupações que afligem os agentes da função pública na província de Tete e fez saber que o Governo continua empenhado em melhorar as condições de trabalho dos funcionários.
Esta quinta-feira o estadista trabalha no distrito de Mutarara, e deverá orientar um comício e realizar o balanço das actividades inerentes à sua visita na província de Tete.
Quase 50 mil pessoas já passaram diante do caixão do papa Francisco desde quarta-feira de manhã na Basílica de São Pedro, em Roma, que permaneceu aberta durante quase toda a noite para receber os fiéis.
O anúncio foi feito pelo Vaticano nesta quinta-feira, que destaca que pelo menos 48.600 pessoas passaram pela basílica para prestar uma última homenagem, incluindo 13.000 durante a madrugada.
A basílica estava prevista encerrar à meia-noite, mas permaneceu aberta até às 5h30 para que as pessoas que estavam reunidas na praça de São Pedro pudessem despedir-se do papa Francisco.
Segundo vários testemunhos, as pessoas tiveram de esperar entre três a mais de quatro horas para entrar na basílica.
A igreja reabriu às 7h00 desta quinta-feira e uma multidão já se aglomerava na praça de São Pedro. A basílica deverá permanecer aberta até à meia-noite, mas o horário poderá voltar a prolongar-se se necessário.
Amanhã à noite se fará a cerimónia do fecho do caixão do Papa Francisco.
O funeral decorrerá no sábado, às 10h00 de Roma, na Praça de São Pedro, onde deverão estar presentes pelo menos 200 mil fiéis e 170 delegações estrangeiras.Chefes de Estado e de Governo de todo o mundo marcarão presença, incluindo o presidente dos EUA, Donald Trump, que entrou repetidamente em conflito com o papa sobre questões sociais como a imigração.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou a interrupção da sua visita à África do Sul para regressar à Ucrânia, depois dos ataques russos que fizeram pelo menos nove mortos em Kiev.
Segundo escreve o Notícias ao Minuto, os serviços de emergência da Ucrânia registaram um número ainda considerado provisório de nove mortos e 63 feridos, 42 dos quais estão hospitalizados, entre os feridos contam-se seis crianças.
Na mesma mensagem divulgada através das redes sociais, o Chefe de Estado ucraniano disse que vai regressar a Kiev após o encontro hoje com o Presidente sul-africano Cyril Ramaphosa, cancelando a restante agenda da visita à África do Sul.
Zelensky condenou os bombardeamentos russos contra a Ucrânia, apelando à Rússia para que cesse imediatamente os ataques.
Já está em liberdade condicional o motorista do transporte semi-colectivo de passageiros que causou a morte de 23 pessoas num acidente de viação. A Procuradoria distrital de Gondola diz que o processo está ainda na fase de instrução.
Há cerca de um mês, 23 pessoas morreram após embate de um minibus e um camião no posto administrativo de Cafumpe, em Gondola. A Procuradoria Distrital disse ter aberto um processo-crime para responsabilizar os autores do acidente.
Neste momento, decorre a busca de provas materiais para juntar ao processo que já está na fase de instrução.
De referir que os dois motoristas envolvidos no sinistro saíram ilesos.