Skip to main content

O País – A verdade como notícia


ÚLTIMAS

Destaques

NOTÍCIAS

O Presidente da República, Daniel Chapo defendeu a necessidade de criação de um  ecossistema de financiamento, reformas institucionais e medidas de  protecção das pequenas e médias empresas nacionais, como  condições fundamentais para o desenvolvimento de uma indústria de  construção moçambicana forte, competitiva e sustentável. 

Falando em audiência que concedeu nesta quarta-feira (21), à Federação Moçambicana de Empreiteiros, que tinha por finalidade fazer a análise dos desafios do sector da construção, o Chefe do  Estado manifestou concordância com os aspectos apresentados no  documento de trabalho, considerando-o uma boa base para  aprofundar a reflexão sobre os constrangimentos que afectam os 

empreiteiros nacionais e identificar soluções concretas para o seu  crescimento. 

Na ocasião, o Presidente da República destacou a importância de valorizar e dar prioridade às pequenas e médias empresas nacionais,  sobretudo na execução de pequenas obras públicas, incluindo a  possibilidade de estabelecer limites específicos que permitam uma  maior participação destas empresas nos concursos e contratos  públicos. 

O Presidente da República defendeu igualmente a necessidade de  prosseguir com as reformas destinadas à desburocratização dos  procedimentos, bem como de estabelecer um cronograma de  pagamento das dívidas aos empreiteiros, tendo em conta a evolução  da economia nacional. Sublinhou que a regularidade e a flexibilidade  dos pagamentos são determinantes para melhorar o desempenho das  empresas, assegurar a continuidade das obras e evitar situações de  abandono. 

Segundo o Chefe do Estado, o cumprimento dos prazos contratuais  não depende exclusivamente dos empreiteiros, mas também dos  donos das obras e da capacidade de assegurar os pagamentos nas  diferentes fases de execução. Explicou que os atrasos aumentam os  custos operacionais das empresas, devido à manutenção dos  estaleiros, ao pagamento dos trabalhadores e a outras despesas não  previstas, reduzindo a rentabilidade dos projectos. 

No domínio do financiamento, o Presidente da República considerou  que não é possível desenvolver uma indústria nacional de construção  sem linhas de crédito acessíveis, específicas e adequadas às  características do sector. Para o efeito, apontou o papel estratégico  do Banco de Desenvolvimento de Moçambique na criação de  mecanismos que permitam aos empreiteiros nacionais obter  financiamento com base nos contratos de obras adjudicadas, mesmo  antes do pagamento pelo Estado. 

A título de exemplo, referiu experiências internacionais de  financiamento à construção, defendendo que Moçambique deve  desenvolver mecanismos semelhantes para fortalecer as empresas 

nacionais, promover a sua expansão e criar condições para que, no  futuro, possam competir nos mercados regional, continental e  internacional. 

No final, o Presidente da República reafirmou a disponibilidade do  Governo para continuar o diálogo com os representantes do sector,  incluindo as estruturas ligadas às obras públicas e à reforma dos  projectos estratégicos, com vista ao aprofundamento das propostas  apresentadas e à construção de soluções conjuntas. 

Sublinhou que o objectivo é criar uma verdadeira indústria nacional de  construção, capaz de gerar emprego, dinamizar a economia,  fortalecer o empresariado moçambicano e contribuir para o  desenvolvimento sustentável do País. 

Vídeos

NOTÍCIAS

18 cidadãos de nacionalidade estrangeira, entre eles bengali, paquistanesa e Etíope, em situação de imigração clandestina, foram interpelados no distrito de Gorongosa, em Sofala, pelas Forças de Defesa e Segurança, quando se faziam transportar de forma deplorável, na parte traseira de um camião atrelado, com destino a província de Maputo.

Foi graças a uma denúncia popular que as autoridades ficaram a saber que  18 imigrantes ilegais viajavam num camião, que transportava caldo e lâmpadas e faziam o trajeto Nampula-Maputo. 

“Olhando ou fazendo leitura dos passaportes, denota-se que estes cidadãos terão saído dos seus países de origem nos dias 8  e 12 e terão aterrado num dos aeroportos em Malawi e lá violaram as fronteiras”, disse  Francisco Chambal, porta-voz do serviço de Migração em Sofala.  

O motorista do camião foi detido indiciado de auxilio a imigração ilegal, que é um acto criminal, além de ser uma infracção migratória. O motorista afirmou que os migrantes clandestinos entraram no seu camião no distrito de Mocuba, província da Zambézia.  

“Apareceu alguém aliciando-me por valores, e eu acabei aceitando”, disse o motorista. 

Ao transportador foram prometidos 60 mil meticais que seriam pagos no destino. O indiciado disse que durante o percurso de Mocuba a Gorongosa, cerca de 600 quilómetros, ia falando telefonicamente com a pessoa que lhe contactou  para transportar os imigrantes clandestinos.

“Mantia [contacto] para me mandar alimentação, mas de lá para cá, o número já não chama”

A direcção  provincial de Migração de Sofala não tem dados em relação aos objectivos que moveu esses indivíduos a escalarem Moçambique. 

“De facto é complicado para nós trazer as actividades que eles vinham desencadear e porque houve essa vontade de conhecer Moçambique  usando esses mecanismos ilegais, pois nos seus passaportes não detêm nenhum visto que os habilita a entrar em território nacional. Daí que é difícil para as autoridades definir qual é o motivo da vinda deles”, explicou o porta-voz do Serviço de Migração. 

Os ilegais, que serão deportados neste domingo, não quiseram falar à imprensa. 

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que pretende impor tarifas de 50% sobre os produtos importados da União Europeia (UE) a partir de 1 de junho. A medida, revelada através de uma publicação na rede social ‘Truth Social’, surge em resposta ao que Trump considera ser a estagnação nas negociações comerciais com o bloco europeu.

Na sua publicação, o Presidente criticou duramente a UE, acusando-a de ter sido criada com o objectivo de explorar os Estados Unidos em termos comerciais. Trump afirma que as discussões entre ambas as partes não têm produzido avanços e apontou uma série de queixas, incluindo barreiras comerciais, o IVA, sanções a empresas, barreiras não monetárias, manipulação cambial e processos judiciais contra empresas norte-americanas, que, segundo ele, têm contribuído para um défice comercial “totalmente inaceitável”.

“Vou recomendar a aplicação de uma tarifa directa de 50% sobre todos os produtos da União Europeia, com início a 1 de Junho. Produtos fabricados nos EUA estarão isentos desta taxa”, declarou Trump.

Esta medida foi anunciada pouco depois de outra ameaça do Presidente, direcionada à Apple. Trump afirmou que poderá impor tarifas de 25% sobre a empresa caso esta não transfira a produção de iPhones para território norte-americano.

Todos os mineiros que estiveram presos durante mais de 24 horas numa mina de ouro, na África do Sul, regressaram à superfície, segundo anunciou um operador da mina à imprensa local. 

Os mineiros estavam presos desde quinta-feira na mina de ouro de Kloof, 60 quilómetros a oeste de Joanesburgo, depois de um guincho utilizado para aceder ao poço ter sido danificado num acidente, informou a empresa mineira Sibanye-Stillwater.

Segundo a Reuters, numa primeira fase, foram trazidos a superficie 79 mineiros, por volta das 13 horas, os outros foram resgatados seis horas mais tarde. 

Segundo escreve Notícias ao Minuto, foi decidido não utilizar as vias de evacuação de emergência, o que teria obrigado os mineiros a percorrer distâncias mais longas.

Esta é uma das minas de ouro mais profundas exploradas pela Sibanye-Stillwater. Os familiares dos mineiros reuniram-se à porta do local.

O incidente, cujos pormenores não são conhecidos, ocorreu na quinta-feira.

A indústria mineira emprega centenas de milhares de pessoas na África do Sul, país vizinho de Moçambique e que foi o primeiro exportador mundial de platina e um dos principais exportadores de ouro, diamantes, carvão e outras matérias-primas.

De acordo com o Minerals Council South Africa, uma organização patronal do setor da mineração, 42 mineiros morreram em 2024, em comparação com 55 no ano anterior.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que pretende impor tarifas de 50% sobre os produtos importados da União Europeia (UE) a partir de 1 de junho. A medida, revelada através de uma publicação na rede social ‘Truth Social’, surge em resposta ao que Trump considera ser a estagnação nas negociações comerciais com o bloco europeu.

Na sua publicação, o Presidente criticou duramente a UE, acusando-a de ter sido criada com o objectivo de explorar os Estados Unidos em termos comerciais. Trump afirma que as discussões entre ambas as partes não têm produzido avanços e apontou uma série de queixas, incluindo barreiras comerciais, o IVA, sanções a empresas, barreiras não monetárias, manipulação cambial e processos judiciais contra empresas norte-americanas, que, segundo ele, têm contribuído para um défice comercial “totalmente inaceitável”.

“Vou recomendar a aplicação de uma tarifa directa de 50% sobre todos os produtos da União Europeia, com início a 1 de Junho. Produtos fabricados nos EUA estarão isentos desta taxa”, declarou Trump.

Esta medida foi anunciada pouco depois de outra ameaça do Presidente, direcionada à Apple. Trump afirmou que poderá impor tarifas de 25% sobre a empresa caso esta não transfira a produção de iPhones para território norte-americano.

O presidente do Município de Maputo, Rasaque Manhique, fez a entrega de meios de recolha de lixo ao pelouro de salubridade, nomeadamente camiões e contentores. Rasaque pediu que os meios sejam bem usados e para benefício da população.

São, ao todo, 100 contentores de lixo e seis camiões que vão ajudar na recolha dos resíduos sólidos que foram entregues esta sexta-feira para limpeza na cidade de Maputo. Os contentores novos chegam para substituir os que existiam e que foram vandalizados no âmbito das manifestações pós-eleitorais.

Em relação aos camiões, quatro deles são compactadores e outros dois que servem para o transporte dos contentores de lixo. Quatro camiões são novos e dois são condicionados.

Rasaque Manhique apela aos munícipes para que usem os contentores para depósito de resíduos sólidos. No entanto, não revelou os valores envolvidos na aquisição dos meios entregues.

Acesso limitado à terra infra-estruturada, custo elevado dos materiais de construção são alguns dos desafios que barram o acesso à habitação condigna, no país, numa altura em que menos de cinco por cento dos jovens têm acesso ao crédito habitacional. O ministro das Obras Públicas sugere a revisão de mecanismos financeiros para acabar com este problema. 

Dados do Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos apontam que mais de 80 por cento da população moçambicana continua a viver nos assentamentos informais. O facto deve-se ao acesso deficitário à habitação condigna.

Em parte, a dificuldade de acesso à habitação condigna é agravada pelos custos elevados dos materiais e falta de financiamento. Aliado ao problema da  falta de habitação condigna estão os impactos das mudanças climáticas. 

O Ministro das Obras Públicas defende adopção de medidas urgentes. Fernando Rafael falava, esta sexta-feira, na Cidade de Maputo, na abertura de uma reunião que visava discutir estratégias para garantir que a habitação seja acessível para todos. 

O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo promulgou e mandou publicar, esta sexta-feira, a lei de alteração da Lei n.º 13/2019, de 23 de Setembro, que regula a organização, composição e funcionamento do Conselho Nacional de Defesa e Segurança.

A promulgação ocorre ao abrigo do número 1 do artigo 162 da Constituição da República de Moçambique.

A lei em causa foi recentemente aprovada pela Assembleia da República e submetida ao Presidente da República para efeitos de promulgação. 

“Após análise, o Chefe do Estado verificou que a alteração aprovada não contraria os preceitos da Constituição da República”, diz a Presidência da República.

Ainda está em curso o trabalho de investigação para aferir os envolvidos e motivações do incêndio a sete viaturas num ataque ao longo da EN1 em Marínguè, província de Sofala, no dia 8 de Abril. A informação é do ministro do Interior, Paulo Chachine, que chama atenção para novos sinais do terrorismo no país.

O ataque e incêndio a sete viaturas em Marínguè, ao longo da Estrada Nacional Número 1, aconteceu a 8 de Abril e, quase um mês e meio depois, o Governo diz estar a trabalhar para aferir os reais motivos.

Sobre os recentes ataques à reserva do Niassa, Paulo Chachine afirma que a situação criou um clima de incertezas, mas garante que tudo está a ser feito para a devolução da ordem.

O ministro do Interior alerta, ainda, para o risco de nascimento de novos focos de terrorismo, ao avaliar pelas últimas incursões no norte do país.

Paulo Chachine falava na manhã desta sexta-feira à margem da cerimónia de passagem à reserva de 1.027 agentes da PRM, dentre Oficiais, Comissários, Superintendentes e Inspectores.

Na ocasião, o governo disse que a corporação é desafiada a adoptar novas medidas para o combate a crimes complexos.

O governador da Zambézia defende que o Malawi deve usar o porto de Quelimane para tirar vantagens comparativas. Pio Matos diz que  o Malawi utiliza portos da Beira e Nacala em detrimento de Quelimane que até está mais próximo daquele país. 

A vizinha República do Malawi acolhe de 22 a 29 deste mês a 35a Feira Internacional de Comércio sob o lema “Promovendo a Transformação Económica por meio de Industrialização Liderada pelo Sector Privado”.

O evento representa uma oportunidade ímpar para as empresas sediadas na Zambézia, estabelecerem conexões com o sector privado do Malawi.

Lazarus Chakwera visitou o pavilhão da Zambézia . Na ocasião, Pio Matos falou sobre o Porto de Quelimane, uma Infraestrutura muito pouco utilizada no manuseamento de cargas e que pode ser útil para o Malawi e a Zambézia. 

A participação da Zambézia na 35a feira Internacional do Malawi reforça a cooperação bilateral e regional, promovendo oportunidades de negócios, parcerias comerciais e investimento transfronteiriço

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Galeria