Um automobilista morreu carbonizado na madrugada deste sábado, na sequência de uma colisão entre uma viatura ligeira e um camião, na Estrada Nacional Número Um (EN1), no Distrito Municipal da Katembe, Cidade de Maputo. O acidente provocou ainda dois feridos.
O sinistro ocorreu nas primeiras horas da manhã e destruiu completamente a viatura ligeira, que se incendiou após o embate, impossibilitando o condutor de escapar às chamas.
No camião seguiam duas pessoas. Uma sofreu ferimentos graves e a outra contraiu ferimentos ligeiros. Ambas foram socorridas e transportadas para uma unidade hospitalar, onde recebem assistência médica.
O proprietário do camião afirmou que, de acordo com as informações que lhe foram transmitidas, o veículo seguia normalmente no seu percurso quando ocorreu a colisão.
As circunstâncias em que o acidente se deu continuam por esclarecer. Contudo, a Polícia de Trânsito admite, como hipótese preliminar, que o sinistro tenha resultado de uma alegada circulação em contramão por parte do condutor da viatura ligeira. As investigações prosseguem para o apuramento das causas do acidente.
Até ao fecho desta edição, as viaturas sinistradas permaneciam no local do embate, enquanto decorriam os trabalhos das autoridades competentes.
O Mamelodi Sundowns da África do Sul e o Pyramids do Egipto são os finalistas da Liga dos Campeões Africanos de Futebol, depois de eliminarem o Al Ahly do Egipto e o Orlando Pirates da África do Sul, respectivamente. A final da prova disputa-se em duas mãos, a 25 de Maio e 1 de Junho próximos.
Jogo de destaque das meias-finais entre Al Ahly do Egipto e Mamelodi Sundowns da África do Sul, eternos rivais africanos nos últimos anos. Depois do nulo na primeira mão havia muita expectativa e os egípcios foram os primeiros a quebrar o gelo ainda na primeira parte, quando Taher Mohamed abriu o marcador aos 24 minutos.
Os sul-africanos sabiam que um empate servia para a qualificação e correram atrás do prejuízo e o esforço foi gratificado ao apagar das luzes quando Yasser Ibrahim marcou na própria baliza para desalento dos donos da casa.
Estava tudo encaminhado para uma final sul-africana, até porque o Orlando Pirates, na outra meia-final, esteve duas vezes em vantagem no jogo, mas no final acabou por permitir um golo que acabou com o sonho dos vizinhos.
Fiston Mayele foi quem deu o golpe final que coloca o Pyramides na sua primeira final africana, a disputar-se a 25 de Maio e 01 de Junho, respectivamente.
A Assembleia da República (AR) aprovou, esta sexta-feira (25), o Programa Quinquenal do Governo (PQG) 2025-2029. O instrumento foi aprovado com 190 votos a favor e 26 contra.
O Programa Quinquenal do Governo 2025-2029 foi aprovado, mesmo sem consenso, entre as bancadas parlamentares, depois de um debate que dividiu opiniões.
A bancada da Frelimo considera que o instrumento é promissor para acelerar o desenvolvimento do país.
“Achamos nós que uma vez sendo as respostas daquilo que são as preocupações do povo, as suas necessidades, era incoerente não votar a favor”.
A bancada do Podemos, mesmo depois de apresentar um parecer negativo, também juntou-se a Frelimo e votou a favor.
“Nós votamos a favor do PQG porque as nossas ideias já estão lá incluídas, seria incoerente votarmos contra”.
A Renamo e o MDM afirmaram que o PQG não projecta resultados concretos, e por isso, votaram contra a aprovação da proposta.
“Nós reprovamos o PQG por não trazer nada de novo, ou seja, os moçambicanos continuarão a viver uma grande desgraça, crianças continuarão desnutridas, continuará a falta de medicamentos nas unidades sanitárias, a partidarização vai continuar no presente quinquénio”, explicou Arnaldo Chalaua, o porta-voz da bancada.
Para a porta-voz do MDM, Judith Macuacua, “o MDM votou contra o PQG e a ENDE, tendo em conta que estes documentos não trazem metas claras daquilo que são os anseios da população”.
O Programa Quinquenal do Governo (PQG) 2025-2029 preconiza, dentre vários objectivos, acelerar o crescimento económico inclusivo e sustentável, com foco na diversificação da economia, criação de emprego, modernização de infraestruturas e gestão racional dos recursos naturais, tendo em vista visando a redução da pobreza e das desigualdades sociais e espaciais e o estabelecimento dos alicerces para a independência económica do País.
Para a viabilização destas áreas, o documento indica que o Governo primará pelo desenvolvimento e modernização de infra-estruturas integradas e resilientes de modo a fortalecer o acesso e as ligações entre os diferentes sectores socioecónomicos.
“Por outro lado, a manutenção de um ambiente macroeconómico estável, a digitalização e inovação tecnológica, a modernização e fortalecimento dos transportes e logística, constituem condições necessárias para a promoção do crescimento económico e desenvolvimento sustentável”, lê-se na Proposta do PQG 2025-2029.
O documento explica que, na área agrária, o foco das intervenções do Governo será direcionado para investimentos na modernização do sector, desenvolvimento de cadeias de valor prioritárias, fortalecendo os polos de produção agrária, capacitação dos pequenos produtores, facilitação do acesso aos insumos, ao financiamento e ao seguro agrícola.
Segundo o Governo, o Sector de Turismo também receberá uma atenção especial, com o objetivo de estimular e fortalecer o sector, incluindo as indústrias culturais e criativas, através da melhoria de prestação de serviços, implementação de políticas para promover destinos turísticos sustentáveis e exploração do potencial do ecoturismo da gastronomia, do turismo marítimo e costeiro por forma a criar mais empreendedores locais e aumentar a demanda pelo turismo doméstico.
No que concerne aos Recursos Minerais, Hidrocarbonetos e Energia, o Governo pretende promover o desenvolvimento da capacidade local de exploração, gestão sustentável, transparente e inclusiva dos recursos e assegurar a aplicação efectiva dos pressupostos do conteúdo local e o alinhamento dos planos de investimento das multinacionais com as prioridades de desenvolvimento nacional.
Para impulsionar a economia, o Governo focar-se-á na competitividade e eficácia dos corredores de desenvolvimento e na criação de redes de transporte interligados com os centros logísticos.
“Na área da educação, os investimentos se concentrarão na educação básica e profissional, desenvolvendo competências técnicas relevantes para o mercado de trabalho”, indica o documento que sublinha que, área da saúde, o objectivo é expandir o acesso e a qualidade dos serviços, garantir a disponibilidade de medicamentos e a formação de profissionais, ligando-se ao abastecimento de águas, as intervenções visam expandir a cobertura e modernizar a infraestrutura existente para consumo e produção
O Ministério da Educação e Cultura (MEC) diz que cumpriu com 92.7% da meta estabelecida para a distribuição do livro escolar durante os 100 dias de Governação. Falando, esta sexta-feira, durante uma conferência de imprensa, o porta-voz da instituição disse haver êxitos também na distribuição de certificados do ensino técnico-profissional.
Foi no âmbito dos 100 dias de governação que o Ministérios da Educação e Cultura chamou a imprensa, esta sexta-feira, para falar das metas alcançadas na distribuição do livro escolar e certificados do ensino técnico profissional.
Dos seis mil livros prometidos para o primeiro semestre deste ano, o Governo diz ter superado as expectativas, segundo disse Silvestre Dava, Porta-voz do Ministério da Educação e Cultura
Quanto à distribuição dos certificados para o ensino técnico-profissional, o sector fala de bons resultados, mas reconhece haver ainda muitos desafios.
O Ministério da Educação e Cultura garante que o processo de certificação poderá conhecer novas dinâmicas nos próximos tempos.
O antigo Presidente da República prestou, esta sexta-feira, homenagem ao Papa Francisco, na Cidade de Maputo. Segundo Nyusi, muitos ensinamentos foram deixados pelo Santo Padre, como o caso de olhar para as pessoas vulneráveis e garantir a reconciliação no país.
Filipe Nyusi e a sua esposa estiveram, esta sexta-feira, na Nunciatura Apostólica para render homenagem ao Sumo Pontífice.
Nyusi recordou do encontro que teve com o Papa Francisco em 2018, no Vaticano, em que o Santo Padre mostrou-se preocupado com a situação do país. O líder máximo da Igreja Católica deu conselhos ao então Presidente da República de Moçambique.
Foi a convite de Filipe Nyusi que o Papa Francisco veio a Moçambique, em Setembro de 2019.
O Presidente da República, Daniel Chapo, defendeu, esta sexta-feira, em Bulawayo, a intensificação da cooperação económica entre Moçambique e Zimbabwe, durante a abertura oficial da 65a Edição da Feira Internacional do Zimbabwe (ZIFT 2025), onde foi convidado de honra.
Na sua intervenção, o Chefe do Estado destacou que “A cooperação com a República do Zimbabwe tem grande significado para Moçambique, não apenas pela partilha de fronteiras comuns, mas pelos profundos laços históricos de convivência política, económica e cultural”.
A Feira Internacional do Zimbabwe, que decorre sob o lema “Industrialização: Criando Cenário Económico Integrado”, acolhe líderes empresariais, industriais e representantes de diversos países e sectores. Chapo considerou que o evento representa uma plataforma privilegiada para a promoção da robustez e competitividade económica na região, destacando a importância da inovação tecnológica nas áreas da indústria, agricultura e serviços.
Daniel Chapo referiu que a realização da edição da ZIFT coincide com dois marcos importantes: os 45 anos da Independência do Zimbabwe e a preparação da edição 60 da Feira Internacional de Maputo (FACIM 2025), a decorrer em Agosto, no âmbito das celebrações dos 50 anos da independência de Moçambique.
“A nossa participação neste evento tem como objectivo central colher as experiências dos principais intervenientes no ramo industrial, agrícola, transportes e logística”, explicou o Chefe do Estado, reforçando que Moçambique pretende impulsionar a recuperação económica e fortalecer o sector privado, com impactos directos nas comunidades e na vida da população.
Outrossim, apontou as potencialidades naturais dos dois países como base para a construção de economias complementares, mencionando as reservas de ouro, lítio e cobre no Zimbabwe, e as terras aráveis, recursos minerais, gás natural e corredores logísticos de Moçambique. “Somos dois países irmãos, e estaremos sempre juntos”, declarou.
O Presidente da República reafirmou o compromisso de Moçambique em acolher investimentos zimbabweanos, particularmente através do Corredor da Beira e das infra-estruturas logísticas que interligam os dois países. “Os projectos de investimentos directos estrangeiros de capitais do Zimbabwe vão continuar a ser acarinhados em Moçambique, porque somos irmãos”, enfatizou.
O estadista aproveitou a ocasião para convidar os participantes a estarem presentes na FACIM 2025, entre 25 e 31 de Agosto, garantindo que será uma oportunidade para reforçar parcerias e promover as potencialidades económicas de Moçambique. “Temos que continuar juntos, porque a união faz a força”, afirmou, reiterando o papel da industrialização como motor de desenvolvimento e criação de emprego.
Ao encerrar a sua intervenção, o Presidente Chapo declarou oficialmente aberta a edição 65 da ZIFT, adianta a nota de imprensa da Presidência da República.
O Presidente da República, Daniel Chapo, emitiu um comunicado à Nação, por ocasião do Dia Mundial de Luta contra a Malária, assinalado a 25 de Abril. Na sua comunicação, o Chefe de Estado sublinha a importância de uma mobilização conjunta e sustentada para erradicar esta doença, que continua a afectar severamente a saúde pública no país.
Este ano, a efeméride assinala-se sob o lema “Malária fora! Tempo de investir, inovar e renovar os compromissos”, que, segundo o Chefe de Estado, “chama atenção para a necessidade de impulsionar o investimento em intervenções cientificamente comprovadas para salvar mais vidas, principalmente entre as pessoas mais vulneráveis; a promoção de estratégias e abordagens inovadoras para superar os obstáculos actuais na luta contra a doença; o envolvimento activo de todos na implementação de estratégias de prevenção, respeitando o contexto local; e o nosso compromisso de criar todas as condições e ambiente necessários para a eliminação da malária.”
O Presidente Chapo destacou que, em 2024, foram registados, em Moçambique, mais de 11,5 milhões de casos de malária, cerca de 67 mil internamentos e 358 óbitos hospitalares. Apesar destes números continuarem elevados, representam uma redução de 12% nos casos, quatro por cento nos internamentos e um por cento nos óbitos, em relação ao ano anterior.
Chapo alertou que a malária continua a ser uma das principais causas de morbilidade e mortalidade no país, especialmente entre crianças menores de cinco anos. “É a causa mais comum de procura de cuidados médicos nas unidades sanitárias do país, com um impacto negativo tanto no sistema de saúde como nos outros sectores devido ao absentismo escolar e laboral e das perdas de vidas humanas”, frisou.
Reconhecendo os progressos alcançados, o estadista reiterou que “a dinâmica de transmissão da malária ensina-nos que devemos manter os esforços para preservar os ganhos e acelerar a redução do peso da doença”. Reafirmou o compromisso do Governo em continuar a priorizar “a implementação das intervenções de prevenção, diagnóstico e tratamento, das medidas para a mudança social e de comportamento, e do fortalecimento da vigilância, monitoria e avaliação, definidas no Plano de Governação”.
Apelando à acção colectiva, o Presidente da República deixou uma mensagem clara à população: “A luta contra a malária só poderá ser vencida se trabalharmos juntos e se cada um fizer a sua parte”. Por conseguinte, incentivou os cidadãos a aderirem às principais intervenções de prevenção, como a pulverização intra-domiciliária, a distribuição de redes mosquiteiras, a quimioprevenção sazonal e perenal e a vacinação. Exortou ainda à eliminação de charcos e ao cumprimento rigoroso do tratamento prescrito.
Por fim, expressou confiança na capacidade nacional de vencer esta batalha: “Acreditamos que com a implementação de intervenções de saúde pública alicerçadas na evidência científica e o reforço das parcerias multilaterais, bilaterais e público-privadas, conseguiremos alcançar o nosso desiderato de ver o país livre da malária”.
O poeta Álvaro Fausto Taruma é um dos nomes convidados para compor a programação especial do Dia Mundial da Língua Portuguesa, celebrado no próximo dia 3 de Maio, no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo.
De acordo com uma nota de imprensa, Álvaro Fausto Taruma participa com uma intervenção sonora original, parte da performance-instalação “Rádio Cósmica Mêike Rás Fân”, projecto criado por José Paes de Lira (Lirinha), que propõe uma escuta expandida da diversidade cultural e linguística da chamada galáxia lusófona.
A performance, que reúne vozes, sotaques, poemas e paisagens sonoras de artistas de países que falam português, parte da provocação: “Nós falamos a mesma língua?”
Com uma resposta poética e inédita a esta pergunta, Taruma leva à Rádio Cósmica a sua voz, a sua escuta e a sua língua, feita de múltiplas camadas, entre o ronga, o português e a memória das águas do Índico.
O autor de Matéria para um grito também contribui com a leitura de um poema autoral e a indicação de uma música que atravessa sua obra e o seu território poético.
O evento integra a programação anual do Museu, um dos mais importantes espaços de celebração da língua portuguesa no mundo, com curadoria de Luiza Romão, Ana Frango Elétrico e da Cinemateca Brasileira.
Álvaro Fausto Taruma junta-se assim a uma constelação de artistas que, juntos, celebram a língua portuguesa como um organismo vivo, mutante e plural.
Moçambique busca repetir, ou até mesmo melhorar, o desempenho obtido no COSAFA Sub-17 feminino do ano passado, quando voltar a participar na próxima edição a ter lugar em Windhoek, Namíbia, de 10 a 17 de Maio.
Após liderar o Grupo A na estreia com uma sequência de três vitórias em Joanesburgo, em Dezembro passado, Moçambique perdeu para Lesotho nas meias-finais. Este foi o melhor desempenho do país no torneio, até ao momento.
De acordo com a seleccionadora Júlia Fumo, a preparação de Moçambique para o torneio de 2025 está bem encaminhada.
“Começamos a preparação em Março, mas apenas com as jogadoras da capital do país (Maputo). Esta semana, as demais jogadoras das outras províncias do país chegam para aperfeiçoar o treinamento táctico da equipa e realizar alguns jogos de controlo”, disse Fumo em entrevista à COSAFA.
Segundo a seleccionadora moçambicana, apenas 20% do elenco deste ano participou do torneio do ano passado. Afirma que as jogadoras mais experientes têm uma vantagem em relação as que são novas no cenário.
“As jogadoras que mais se destacam são aquelas com alguma experiência nesta competição”, destacou.
Embora talvez menos experiente do que outras selecções no torneio, Fumo contará com as que jogaram no ano passado para liderar a equipa e dar o impulso necessário para o seu desempenho.
“As atletas não têm muita experiência em jogos internacionais, excepto aquelas que participaram do último torneio. Contamos com elas para trazer algum dinamismo à equipa”, acrescentou Júlia Fumo.
Embora uma campanha tão ou mais bem-sucedida do que a do ano passado seja bem-vinda, Fumo não está focada apenas no resultado deste torneio para sua equipa.
“Neste torneio, espero que possamos representar nosso país com dignidade, fazer um bom show e competir”, assumiu.
Moçambique foi sorteada no Grupo B, juntamente com as actuais campeãs regionais, Zâmbia, e Maurícias. Apenas as vencedoras do grupo e a segunda melhor colocada nos três grupos avançam para as meias-finais.
Salientar que desde que esta competição foi instituída, Moçambique não participou nas provas de 2019 a 2022, tendo estado presente em 2023, sem competir, e no ano, quando fez sua estreia, onde terminou nas meias-finais e terminou com a medalha de bronze.
Ao todo realizou quatro jogos, tendo vencido três e perdido um, marcando nove golos e sofrendo apenas dois. Ana Armando e Teresa Gogolo foram as artilheiras, com três golos cada, enquanto Judite Cumbi, Fátima Houana e Victoria Tennyson marcaram um golo cada.
O presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat, desloca-se a Acra, Gana, para participar na reunião do Comité Executivo da Confederação Africana de Futebol (CAF), agendada para este sábado, 26 de Abril de 2025.
Durante o encontro, serão abordados temas centrais do futebol africano, incluindo actualizações sobre as principais competições da CAF, como o Campeonato Africano das Nações (CAN) Marrocos 2025, o CHAN 2024 e a Liga dos Campeões, bem como a aprovação de regulamentos estratégicos, nomeações dos Vice-Presidentes da CAF, bem como dos comités permanentes da CAF para o mandato 2025-29.
A presença do Presidente da FMF nesta órgão da CAF reafirma o compromisso de Moçambique com o desenvolvimento do futebol continental e a sua participação activa nos processos de decisão da CAF.

| Cookie | Duração | Descrição |
|---|---|---|
| cookielawinfo-checbox-analytics | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics". |
| cookielawinfo-checbox-functional | 11 months | The cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional". |
| cookielawinfo-checbox-others | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other. |
| cookielawinfo-checkbox-necessary | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary". |
| cookielawinfo-checkbox-performance | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance". |
| viewed_cookie_policy | 11 months | The cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data. |