Um automobilista morreu carbonizado na madrugada deste sábado, na sequência de uma colisão entre uma viatura ligeira e um camião, na Estrada Nacional Número Um (EN1), no Distrito Municipal da Katembe, Cidade de Maputo. O acidente provocou ainda dois feridos.
O sinistro ocorreu nas primeiras horas da manhã e destruiu completamente a viatura ligeira, que se incendiou após o embate, impossibilitando o condutor de escapar às chamas.
No camião seguiam duas pessoas. Uma sofreu ferimentos graves e a outra contraiu ferimentos ligeiros. Ambas foram socorridas e transportadas para uma unidade hospitalar, onde recebem assistência médica.
O proprietário do camião afirmou que, de acordo com as informações que lhe foram transmitidas, o veículo seguia normalmente no seu percurso quando ocorreu a colisão.
As circunstâncias em que o acidente se deu continuam por esclarecer. Contudo, a Polícia de Trânsito admite, como hipótese preliminar, que o sinistro tenha resultado de uma alegada circulação em contramão por parte do condutor da viatura ligeira. As investigações prosseguem para o apuramento das causas do acidente.
Até ao fecho desta edição, as viaturas sinistradas permaneciam no local do embate, enquanto decorriam os trabalhos das autoridades competentes.
As lixeiras a céu aberto estão cada vez mais a desagradar os munícipes de Nampula. O facto curioso é que na lixeira municipal é o próprio Município a promover o depósito desorganizado de lixo.
Na Estrada Nacional n.º13, a escassos quilómetros do centro da cidade de Nampula, situa-se a lixeira municipal onde o lixo já é depositado na berma da estrada. Ou seja, são os próprios funcionários de Salubridade que promovem a anarquia no momento de depósito de lixo. Os que vivem nas proximidades estão agastados.
Em plena zona densamente habitada há um monte de lixo que está quase a completar 10 anos. E antes que o lixo tape as estradas e mergulhe os munícipes nas doenças, a edilidade pensa num aterro sanitário para melhor gestão e processamento do lixo, mas o problema é que para sair do papel depende dos outros e tem custos em dólar.
A associação Nacional de Professores, ANAPRO denúncia supostas irregularidades no processo no pagamento de horas extras na província de Cabo Delgado.
Segundo explicou Wahito Avito, porta voz da ANAPRO na província ” a maior parte dos professores estão a receber muito abaixo do quem tem direito e ninguém dá explicações sobre o assunto. Por exemplo, alguns professores que deveriam receber cerca de trinta mil meticais, estão a ser pagos dez mil e outros até chegam a receber apenas mil meticais”.
Está situação, de acordo com a fonte, esta a deixar alguns professores desmotivados e desesperados.
“Os professores estão desmotivados e alguns nem têm esperança de receber o valor que lhes é devido há vários anos. Isso pode afectar a classe que já estava moralizada após o governo garantir a disponibilidade de fundos para o pagamento de horas aos professores”. lamentou Wahito Avito
Outra preocupação da ANAPRO em Cabo Delgado está relacionada com a demora no enquadramento de alguns professores da província que estão sem salários há cerca de dois anos.
“Alguns professores estão sem salários por falta de enquadramento na função pública. Está situação está a criar transtornos para a classe bem como para as suas famílias que estão a enfrentar dificuldades para suportar o alto custo de vida, acrescentou a fonte.
OPAIS procurou obter esclarecimentos sobre as preocupações dos processos colocadas pela ANAPRO junto do governo, mas todas tentativas redundaram em fracasso.
O presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat, diz que a sua nomeação como o quinto vice-presidente da Confederação Africana de Futebol deve contribuir para o desenvolvimento do futebol no país e na região. Sidat afirma que a nomeação é o reconhecimento da dedicação que faz pela modalidade no país, em particular pelas selecções nacionais.
Moçambique faz história no futebol africano, ao ver o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, nomeado para o “conclave” do organismo que gere a modalidade no continente africano. Feizal Sidat foi eleito, primeiro, para o Comité Executivo da CAF, e muito recentemente nomeado um dos vice-presidentes do organismo.
Para Sidat, a sua nomeação é fruto de muito trabalho à frente dos destinos do futebol moçambicano, com enfoque para as selecções nacionais, que nos últimos anos têm registado bons resultados em todos os escalões e géneros.
“Isto é o reconhecimento daquilo que Moçambique tem feito nestes oito anos, ou quatro ou cinco anos na nossa presidência na Federação Moçambicana de Futebol, pelo trabalho árduo que o Moçambique tem desenvolvido, principalmente nas selecções nacionais”, avançou Sidat.
O líder da Casa do Futebol explicou que foram quatro os países elogiados pela melhor organização de gestão desportiva, para além de que a FMF foi elogiada em termos de cursos de formação, o que terá pesado na sua nomeação: “Penso que isto pesou na minha indicação”, referiu.
Nomeação feita, Feizal Sidat é o quinto vice-presidente da Confederação Africana de Futebol. A pergunta que não se cala é qual é a vantagem desta nomeação para Moçambique, para a região e para o continente.
Sidat espera que contribua para o desenvolvimento do futebol moçambicano, até porque as actuações dos vice-presidentes da CAF se circunscrevem em: “São os ‘advisors’ do presidente. Muitas vezes, nós substituímos o presidente da CAF. Ele é que vai indicar, por exemplo, se temos de estar neste encontro ou naquele encontro. Naturalmente, nós, como vice-presidentes, ele indicará um dos vice-presidentes para lhe representar em vários actos, no mundo inteiro, não só em África. Esta é uma das grandes tarefas. A outra tarefa é estar mais perto e aconselhar o presidente em algumas decisões para o desenvolvimento do futebol africano”, explicou.
Mas há mais que Feizal Sidat quer ganhar com esta nomeação: “Há várias reformas que eu já estou a estudar, uma delas é o pagamento, pela CAF, das despesas das equipas de arbitragem nos jogos oficiais, porque, conforme vimos, ano após ano, estamos a ter mais competições. Agora, o Mundial do Sub-17 é todos os anos. Quer dizer que começamos a ter acima de 12 a 13 competições anuais, incluindo futsal, futebol de praia, todas as selecções. Esse é um dos assuntos que eu vou propor dentro do Comité Executivo da CAF”, disse.
Para o ministro da Juventude e Desporto, a nomeação de Feizal Sidat é um prestígio para o país, e deve-se tirar melhor proveito. “Endereçamos os nossos parabéns a Feizal Sidat, e Moçambique sai a ganhar. Nós temos de dar o nosso apoio, o nosso carinho por esta indicação. Quando mais um moçambicano assume uma posição estratégica dentro daquilo que é o desporto mundial, para nós é de louvar, é de encorajar”, afirmou Caifadine Manasse.
Operadores turísticos de Bilene e Xai-Xai dizem estar quase falidos na sequência do cancelamento de seis mil reservas turísticas. Na sequência da crise pós-eleitoral, o nível de ocupação das estâncias turísticas caiu de 80 para 15 por cento. 8 empreendimentos turísticos fecharam definitivamente as portas deixando mais de 1500 pessoas no desemprego
O sector do turismo em Gaza continua mergulhado num mar de incertezas. Os níveis de ocupação de estâncias turísticas caíram de 80 a 15 por cento.
Os operadores turísticos que já operavam no vermelho investiram na expectativa de alavancar as contas nesta Páscoa, sem sucesso. Aliás, agentes e empresários, em particular de Bilene, falam de dívidas acumuladas, despedimentos em andamento e custos operacionais elevados, tal como diz Emmanuel Marcos, gestor hoteleiro.
“Há uma crise em que a maior parte das empresas estão fechadas, a maior parte dos operadores turísticos estão fechados”, disse, acrescentando que nesta Páscoa as coisas foram piores, afinal, “no lugar de conseguir os 100%, como tem sido todos os anos, não conseguimos encher o hotel. Entretanto, fomos arrastando com dívidas, com dívidas, mas dívidas acumuladas, dívidas com pessoal, dívidas com impostos, dívidas com outras despesas fixas” tudo ficou mais complicado.
Já Eleutério Valério, também gestor hoteleiro em Bilene, diz que no lugar de gerir o negócio, “começamos a gerir custos. Gerimos custos de modo que a melhor solução, se fosse fácil, seria fechar o negócio”.
Felismina Ngoenha refere que encaixava por semana 700 mil meticais, mas actualmente se quer consegue arrecadar 20 mil meticais, o que embaraça o pagamento de dispensas correntes, em particular de salários.
Diante disto decidiu despedir os trabalhadores, fechar as portas e regressar a sua antiga barraca no mercado central. “Mas agora baixou com as manifestações, baixou muito, que nem 20 mil semanais não se consegue fazer. E tive que fechar as portas, voltar para o meu ninho, porque nem a renda da casa já não se conseguia fazer, nem para pagar os trabalhadores já era problema”, disse Felismina Ngoenha, também gestora hoteleira em Bilene.
Aliás, Felismina diz mesmo pelo facto de ser mulher não quer depender de ninguém e que a luta pela sua independência. “Nós não vamos depender do salário do meu filho, do salário de quem quer que seja. Nós queremos trabalhar como mulher. Nós apelamos que as manifestações parem e pararem de vez.
Os protestos pós-eleitorais estão entre as causas da paralisação do sector em Bilene, mas na lista consta ainda a subida de preços de produtos alimentares, bem como a crise de combustível agravaram os custos da operação.
“Sabendo que não há combustível em Bilene, porque normalmente os turistas quando chegam aqui querem brincar, e brincar significa usar as viaturas, usar os barcos, usar as motas, entretanto sem o combustível não podem vir. Esta sequência de acontecimentos negativos impactam a economia, impactam a situação econômica de cada empresa”, lamentou Manuel Marcos, gestor hoteleiro.
A situação se repete em Xai-Xai. Operadora no sector há mais de 18 anos, Manuela Mendes considera estar a enfrentar o pior momento da sua história como gestora de empreendimento turístico. “Neste momento opero com seis trabalhadores fixos. É a única forma que conseguir manter as portas abertas. Estamos com perdas de receitas, talvez avaliadas acima de um milhão de metical mensal”, disse.
O cancelamento de 6 mil reservas turísticas mexeu com as contas de mais 60 operadores turísticos, dos quais 8 que não aguentaram a pressão e encerraram definitivamente as portas, a situação é de conhecimento das autoridades distritais.
Raúl Momade, administrador de Bilene, lamenta a situação e revela que a mesma “prejudicou severamente os operadores turísticos e mais de 1.500 postos de trabalho ficaram em risco e deixaram de ser criados”, acrescentado ainda que “a situação reflecte-se na regulação de receitas municipais”.
Operadores turísticos em Gaza pedem ao governo linhas de financiamento com juros reduzidos com vista a recuperação económica do sector.
A União Europeia (UE) reafirmou o seu compromisso com Moçambique no apoio à assistência humanitária e no combate ao terrorismo em Cabo Delgado, durante uma série de encontros mantidos esta semana, em Bruxelas, pela ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Maria Manuela dos Santos Lucas.
Durante o terceiro dia da sua visita oficial à sede da UE, a ministra reuniu-se com a Comissária Europeia para a Preparação e Gestão de Crises, Hadja Lahbib, que assegurou a continuidade do apoio europeu às vítimas dos desastres naturais e das ações terroristas no norte do país.
No mesmo dia, Maria Manuela dos Santos Lucas teve um encontro com o Comité Político e de Segurança da UE, com quem abordou o reforço do apoio europeu no combate ao extremismo violento em Cabo Delgado, assim como os progressos no processo de estabilização política, incluindo o Compromisso Político para o Diálogo Nacional Inclusivo.
Ainda em Bruxelas, a ministra reuniu-se com Laura Ballarine Cereza, chefe da Missão de Observação Eleitoral da UE para as eleições gerais de 2024 em Moçambique. O encontro serviu para destacar o empenho do Presidente da República na reconciliação nacional e nas reformas da legislação eleitoral em curso.
O último dia da visita, 30 de abril, incluirá encontros com o Comissário europeu para as Parcerias Internacionais, Jozef Sikela, a eurodeputada Hilde Vautmans, presidente da Delegação do Parlamento à Assembleia Parlamentar África-UE, e o Secretário-geral da Organização dos Estados de África, Caraíbas e Pacífico (OEACP).
A visita da Ministra Lucas a Bruxelas teve início no dia 28 de abril e incluiu também reuniões de alto nível com a Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, o Vice-Presidente do Parlamento Europeu, Younous Omarjee, e a Conselheira para a Política Externa, Anna-Maria Boura.
As conversações centraram-se na avaliação da cooperação bilateral entre Moçambique e a UE, o papel europeu na estabilização regional, o processo do Diálogo Político Nacional e os esforços internacionais pela paz na Ucrânia.
Cerca de duzentos trabalhadores da Simbi Mining Services, uma empresa subcontratada pela mineradora Vulcan em Moatize, estão em greve desde esta segunda-feira por conta da falta do pagamento de salários há três meses. Os grevistas ameaçam permanecer no recinto onde funcionam os escritórios da empresa até o pagamento de seus vencimentos.
Ao todo, são cento e sessenta e oito colaboradores da empresa Simbi Mining Services que decidiram pela segunda vez, paralisar as actividades e amotinarem-se no recinto onde funciona a direcção da empresa por causa do não pagamento de salários de há três meses.
À nossa equipa de reportagem contaram tratar-se de salários dos meses de Fevereiro, Março e Abril deste ano e explicam que a empresa se comprometeu em fazer os pagamentos no mês passado, mas tal facto não aconteceu, e agora exigem explicações.
Os trabalhadores alegam que a greve só irá acabar quando a empresa pagar a dívida, caso contrário, ameaçam acampar no recinto da mesma até o desfecho e denunciam maus tratos protagonizados pelos gestores da empresa.
Uma equipa da inspecção geral de trabalho, juntamente com a polícia, estiveram no terreno para intermediar a situação e conter os ânimos dos grevistas, mas a presença das autoridades não intimidou os funcionários.
No entanto, a empresa comprometeu-se em fazer os pagamentos em atraso a partir do dia 15 de Maio deste ano, mas refere que as transacções bancárias serão feitas em duas fases.
Neste momento, a Simbi Mining Services não está a operar e encontra-se paralisada há cerca de dois meses. Segundo uma fonte ligada à firma, fez saber que a mesma não vai encerrar as portas, mas aguarda pela aquisição de novos equipamentos.
O Jornalista da CNN José Gabriel Quaresma diz que o apagão de eletricidade que Portugal enfrentou nesta segunda-feira, revela que o País é vulnerável apesar de possuir uma vasta rede de energias renováveis. A rede elétrica já foi restabelecida mas até aqui, ainda não são conhecidas as causas da restrição, o que leva a várias críticas ao governo português.
Portugal importa da Espanha 30% da eletricidade que necessita para iluminar o país. Esta segunda-feira, o país enfrentou um pagão que paralisou as actividades em quase todos os sectores, o que levanta duras críticas ao governo poertgues, dado que as autoridades espanholas já tinham alertado sobre a possível restrição, mas nada se fez para evitar um impacto maior.
O jornalista portugues José Gabriel Quaresma aponta que “a Repsol, marca entidade espanhola de combustíveis, já tinha alertado há cinco dias sobre a paragem inesperada do fornecimento de energia. O certo é que hoje, terça-feira, o país acordou normal, com um comunicado do governo português, com poucos pontos, muito claro, basicamente dizia-se que as escolas poderiam abrir, os serviços estão a funcionar, os de saúde, os serviços de transporte, as forças de segurança, o país está de novo com a energia elétrica, o país hoje de manhã voltou à normalidade.”
Para o jornalista portugues, José Quaresma, o apagão revela que o país é frágil em vários aspectos, apesar de possuir alternativas de energias renováveis.
“Este é um ensinamento para que se perceba que Portugal, um país cheio de paineis solares fotovoltaicos, sobretudo no Oriente Este, naquela planície, um país onde vemos aquelas ventoinhas gigantescas de energia renovável, num país que apostou na energia renovável, Portugal, vemos de repente que quando acaba a energia tradicional é o caos total, o que vem revelar que somos um país extremamente permeável, não só neste aspecto, noutros também, mas vem revelar as nossas fragilidades” disse.
Apesar do problema ter sido resolvido, inquieta José Quaresma, o silêncio do governo para explicar o que realmente levou Portugal a ficar às escuras.
“A rede em Espanha colapsou, fazendo o colapso também em Portugal, e não só como eu disse. Mas não deixa de ser estranho para leigos como eu, tentar de facto perceber o que é que aqui se passou. O mais importante de tudo é que hoje, terça-feira, voltamos à normalidade, esperemos que sem mais nenhum apagão” finalizou.
Refira-se que em 2021, Portugal deixou de produzir eletricidade a partir da queima de carvão, devido a compromissos ambientais e climáticos, passando a apostar mais em energias renováveis.
No passado dia 25, o Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Portugal, Nuno Sampaio, acompanhado pelo Embaixador de Portugal em Moçambique, António Costa Moura, pela Presidente do Camões, I.P., Florbela Paraíba, e outros membros da Delegação da Cooperação Portuguesa, visitaram o projecto Música para Todos.
De acordo com um comunicado de imprensa, a visita teve lugar nas novas instalações da Fundação MusiArte – Conservatório de Música e Arte Dramática, uma das instituições implementadoras do projecto em Maputo.
Com dimensão internacional, o projecto Música para Todos é desenvolvido por um consórcio de cinco parceiros em Portugal, Angola e Moçambique (nas províncias de Maputo e Cabo Delgado).
No evento cujas palavras de boas-vindas foram dadas pela Directora da Fundação MusiArte – Conservatório de Música e Arte dramática, Stella Mendonça, o gestor do projecto, em Maputo, Adélio Naiene, apresentou os principais resultados e impactos alcançados.
Durante a sessão, dois momentos culturais foram proporcionados, incluindo uma breve actuação da Eco’Band, composta por jovens beneficiários do projecto.
Com efeito, foi destacado que Música Para Todos tem gerado um impacto social significativo, promovendo a inclusão de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade, através da música, oferecendo-lhes formação artística de qualidade, fortalecendo competências pessoais, auto-estima e cidadania activa.
Através da prática musical colectiva, o projecto contribui também para a construção de comunidades mais coesas, resilientes e comprometidas com os valores da cultura de paz.
O Secretário de Estado, Nuno Sampaio, expressou a sua satisfação com o impacto positivo do projecto na vida dos beneficiários e elogiou os resultados obtidos. Reforçou ainda a importância da continuidade da iniciativa, incentivando o fortalecimento da cooperação cultural entre Portugal e Moçambique.
Música Para Todos, acção inserida no PROCULTURA, é financiada pela União Europeia em Moçambique, gerida pelo Camões,I.P, incluindo as embaixadas da Embassy of Ireland Mozambique e da Suíça.
A Fundação Moreira Chonguiça, em parceria com o Hospital Central de Maputo, vai celebrar, às 10 horas desta quarta-feira, o Dia Internacional do Jazz.
“O patrono da Fundação Moreira Chonguiça, Moreira Chonguiça, que foi o primeiro músico moçambicano a participar no All-Star lineup para o International Jazz Day Global Concert (concerto global do Dia Internacional do Jazz), realizado em 2024, em Tangier, Morrocos, vai efectuar uma visita ao Serviço de Oncologia (doentes com cancro) do HCM seguida da realização de um concerto no Anfiteatro do Departamento de Ortopedia, do mesmo hospital”, adianta o comunicado de imprensa.
A celebração do Dia Internacional do Jazz no Serviço de Oncologia, do Hospital Central de Maputo, segue uma tradição criada pelo etnomusicólogo e activista social, Moreira Chonguiça, desde 2019.
O evento a decorrer no HCM contará com a presença da Direcção do Hospital Central Central de Maputo, Representante da UNESCO em Moçambique, Corpo Diplomático, parceiros de cooperação, convidados, entre outros.
A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) designou oficialmente o dia 30 de Abril como Dia Internacional do Jazz, a fim de destacar o jazz e seu papel diplomático de unir as pessoas em todos os cantos do globo.
O International Jazz Day é presidido e liderado por Irina Bokova, antiga Directora Geral da UNESCO, e pelo lendário pianista e compositor de jazz Herbie Hancock, que é Embaixador da UNESCO para o Diálogo Intercultural e Presidente do Herbie Hancock Institute of Jazz.
Moreira Chonguiça é parceiro da UNESCO, desde 2016, para a concepção e produção das celebrações do Dia Internacional do Jazz em Moçambique a 30 de Abril; e também é parceiro do Herbie Hancock Institute of Jazz em New York, Estados Unidos da América, no âmbito das celebrações do Dia Internacional do Jazz.

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