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Um automobilista morreu carbonizado na madrugada deste sábado, na sequência de uma colisão entre uma viatura ligeira e um camião, na Estrada Nacional Número Um (EN1), no Distrito Municipal da Katembe, Cidade de Maputo. O acidente provocou ainda dois feridos.

O sinistro ocorreu nas primeiras horas da manhã e destruiu completamente a viatura ligeira, que se incendiou após o embate, impossibilitando o condutor de escapar às chamas.

No camião seguiam duas pessoas. Uma sofreu ferimentos graves e a outra contraiu ferimentos ligeiros. Ambas foram socorridas e transportadas para uma unidade hospitalar, onde recebem assistência médica.

O proprietário do camião afirmou que, de acordo com as informações que lhe foram transmitidas, o veículo seguia normalmente no seu percurso quando ocorreu a colisão.

As circunstâncias em que o acidente se deu continuam por esclarecer. Contudo, a Polícia de Trânsito admite, como hipótese preliminar, que o sinistro tenha resultado de uma alegada circulação em contramão por parte do condutor da viatura ligeira. As investigações prosseguem para o apuramento das causas do acidente.

Até ao fecho desta edição, as viaturas sinistradas permaneciam no local do embate, enquanto decorriam os trabalhos das autoridades competentes.

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Associação Desportiva de Vilankulo vs Ferroviário de Maputo e União Desportiva de Songo vs Ferroviário da Beira são os jogos de destaque dos oitavos-de-final da Taça de Moçambique ZAP. Os jogos disputam-se entre hoje e amanhã nas três regiões do país.

Ainda sem Moçambola 2024 a vista o futebol disputa jogos da Taça de Moçambique ZAP. Este sábado e domingo disputam-se os oitavos de final nas três regiões do país.

Pela zona sul o destaque vai para o embate entre Associação Desportiva de Vilankulo e o Ferroviário de Maputo, na Maxixe. O Ferroviário de Gaza recebe a Black Bull, o Desportivo da Matola terá pela frente o Maxaquene e o Costa do Sol bate-se com o Incomáti.

No centro o destaque vai para o derby local entre União Desportiva de Songo e Ferroviário da Beira e o jogo entre Chingale de Tete e Textáfrica de Chimoio.

No norte há derby de Nampula entre Desportivo de Nacala e Ferroviário de Nampula, enquanto Desportivo de Pemba recebe Ferroviário de Lichinga.

Os jogos têm o seu início a partir das 14h00.

 

A SADC iniciou, esta semana, a retirada das suas tropas que ajudavam na restauração da paz e da segurança no leste da República Democrática do Congo, onde o grupo armado Movimento 23 é acusado de criar instabilidade.

Terminou a Missão da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) que, há mais de um ano, apoiou o Governo de Kinshasa a restaurar a paz e a segurança no leste da República Democrática do Congo. 

A retirada já havia sido determinada em Março passado. Segundo um comunicado da SADC, a retirada das tropas começou em Abril último.

“A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral iniciou, oficialmente, a retirada do leste da República Democrática do Congo desde 29 de Abril de 2025. A retirada está a ser efectuada por via rodoviária, passando pela República do Ruanda rumo aos respectivos países contribuintes com tropas”, lê-se no comunicado. 

O mesmo documento diz ainda que “esta acção está em conformidade com a directiva da Cimeira Extraordinária de Chefes de Estado e de Governo da SADC, realizada a 13 de Março de 2025, que anunciou o termo do mandato da Missão da SADC e aprovou a sua retirada faseada, bem como dos resultados do encontro ocorrido em Goma, a 28 de Março passado”. 

A missão foi destacada para a República Democrática do Congo no dia 15 de Dezembro de 2023 e era composta por Malawi, África do Sul e Tanzania.

“A SADC reafirma o seu empenho contínuo na paz e segurança regionais e continua empenhada em apoiar os esforços diplomáticos e políticos no sentido de uma resolução sustentável do conflito no leste da República Democrática do Congo”.

O leste da República Democrática do Congo RDC continua a registar instabilidade militar atribuída ao grupo Movimento 23 de Março.

O Governo liderado por Donald Trump planeia reduzir o número de serviços de informação dos EUA, e ter menos 1 200 funcionários, cortando sobretudo nas novas contratações, segundo noticiou, sexta-feira, o jornal The Washington Post.

As fontes anónimas ligadas ao processo citadas pelo jornal referem que o Governo republicano já informou os congressistas sobre o plano, que seria implementado ao longo dos anos e passa pela redução de funcionários da CIA (Agência Central de Informações) e da Agência de Segurança Nacional (NSA, em inglês).

O plano, que não está ligado ao controverso Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), liderado pelo magnata da tecnologia Elon Musk, envolve principalmente a redução de contratações que cobririam as perdas de centenas de oficiais de inteligência que optem pela reforma antecipada nos próximos anos.

O projecto foi noticiado pela primeira vez pelo The Washington Post depois de a diretora de inteligência nacional, Tulsi Gabbard, e o diretor da CIA, John Radcliffe, terem pedido a eliminação das demissões.

A pedido do próprio Trump, eliminaram também os programas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) das suas agências e despediram funcionários.

Como resultado, 19 funcionários da CIA e do Gabinete da Direção de Inteligência Nacional processaram o Governo, e uma ordem temporária de um juiz federal congelou as demissões.

Estas reduções de pessoal ocorrem numa altura em que a própria CIA procura reforçar a vigilância à China ou alocar mais recursos contra o tráfico de fentanil.

A agência chefiada por Gabbard, que coordena mais de uma dúzia de agências, avisou recentemente que as agências de informação estrangeiras — especialmente da China — estão a tentar recrutar antigos funcionários do governo federal dos EUA.

Os juristas Esmeraldo Matavele e Alberto Langa afirmam que o suposto envolvimento dos juízes expulsos da magistratura judicial em casos de corrupção e cobranças ilícitas, além de manchar a classe, pode aumentar a descredibilidade, em relação aos tribunais.

De um conjunto de deliberações tomadas pelo Conselho Superior de Magistratura Judicial, estão as medidas mais pesadas, a demissão e expulsão de juízes por violarem a lei.

O presidente da Associação Moçambicana de Juízes diz que não se pode ainda tomar a culpabilidade dos juízes expulsos como um dado certo, mas afirma que a se comprovar o seu envolvimento em actos de corrupção, a classe fica manchada.

“A população terá toda a razão quando nos criticar, terá toda a razão quando perder a confiança pelos tribunais, mas nós como poder judicial devemos  provar o contrário ao cidadão ”.

Matavele diz que o contexto de vulnerabilidade dos magistrados judiciais abre espaço para serem tentados a se envolverem em actos de corrupção.

Por sua vez, o Jurista Alberto Langa explica que o envolvimento em actos criminais, por parte de quem deveria garantir justiça, pode contribuir para a descredibilização do sector. 

“Cresce a tendência de descredibilização da máquina da administração da justiça, estamos a assistir as pessoas a crerem menos na justiça e a optarem em fazer a justiça pelas próprias mãos…é um balde de água fria para toda máquina da administração da justiça”.

Os juízes expulsos estão envolvidos, de forma separada, no julgamento da polémica em torno da exportação de feijão boer a partir de Nacala, condenação de um menor de idade, por não se ter verificado a idade do arguido, em Nampula e na cobrança ilícita de valores para libertar um cidadão, este último caso ocorrido em Nampula. 

 

O sol de sexta-feira ainda mal tinha despontado no horizonte, mas as ruas de Inhambane já fervilhavam de actividades atípicas. Agentes da polícia e fiscais municipais posicionavam-se em pontos estratégicos da cidade, prontos para iniciar uma operação de fiscalização que prometia trazer ordem ao setor de transportes, mas que acabou por mergulhar a cidade num caos sem precedentes. A ordem era clara: verificar a legalidade de todas as viaturas que operam no transporte de passageiros.

De acordo com o vereador dos Transportes do Município de Inhambane, Novais Abubacar, esta operação já era esperada. “Alertámos em mais de quatro encontros com as associações e operadores. Esta fiscalização não é uma surpresa. Infelizmente, muitos ignoraram os nossos avisos”, afirmou.

O que deveria ser uma ação de rotina transformou-se rapidamente num campo de batalha entre autoridades e transportadores, expondo as tensões acumuladas por anos de dificuldades financeiras, regulamentações rígidas e uma economia em declínio.

Os transportadores, que asseguram a mobilidade de milhares de pessoas diariamente, não esconderam a indignação. Acusam as autoridades de impor exigências desproporcionais e de ignorar o impacto económico devastador que estas ações têm sobre o setor. “Querem inspeção em dia, seguro, pintura do carro, tudo de uma vez. Mas, com os ganhos que temos, isso é impossível”, desabafou Armando, um operador visivelmente frustrado.

A situação financeira dos transportadores não é um segredo. Muitos acumulam dívidas, resultado de manifestações pós-eleitorais, aumento do custo de vida e, mais recentemente, de uma queda no número de passageiros. “Legalizar uma viatura custa entre 40 e 50 mil meticais. Não temos esse dinheiro. Pedimos um pouco de tempo, até fevereiro do próximo ano, para nos organizarmos, mas ninguém nos ouve”, explicou João, outro transportador.

Sem um entendimento entre as partes, os transportadores decidiram cruzar os braços. A decisão foi um golpe para a cidade. O transporte de passageiros parou, deixando milhares de pessoas sem alternativas viáveis para se deslocarem. As poucas carrinhas de caixa aberta que tentaram operar foram rapidamente interditadas, seja pelos grevistas, seja pelas autoridades.

Julieta Manuel, uma passageira habitual, descreveu o caos vivido. “Saí da praça para Guiua, mas o carro não avançou. Tive de esperar horas, sem saber como chegar ao meu destino. Foi desumano.”

As ruas de Inhambane, habitualmente movimentadas, tornaram-se palco de cenas de frustração. Trabalhadores desesperados por chegar ao emprego e estudantes a perderem aulas eram imagens recorrentes. O impacto humano foi palpável.

Do lado das autoridades, a narrativa é diferente. Para o vereador Novais Abubacar, a paralisação foi impulsionada por operadores ilegais que não querem cumprir as regras. “Estamos a constatar que muitos dos que pararam são transportadores ilegais. Eles querem continuar à margem da lei e estão a forçar-nos a normalizar o que não é normal”, afirmou categoricamente.

Segundo dados oficiais, existem cerca de 60 operadores na cidade de Inhambane, responsáveis por ligar bairros e assegurar a mobilidade urbana. A operação de fiscalização, dizem as autoridades, visa garantir a segurança dos passageiros e combater práticas ilegais no setor.

Com a paralisação, a cidade parou. Trabalhadores atrasaram-se para os seus postos, empresas registaram perdas e atividades essenciais ficaram comprometidas. Para os cidadãos, o custo foi ainda mais alto. Muitos recorreram a caminhadas longas, enquanto outros pagaram preços exorbitantes por alternativas improvisadas.

“É revoltante. Enquanto eles discutem, nós, que dependemos do transporte público, ficamos sem opções. É desumano”, lamentou Julieta Manuel, visivelmente exausta.

Os transportadores mantêm a sua posição: querem um período de adaptação para se regularizarem. “Estamos dispostos a cumprir as exigências, mas precisamos de tempo. Pedimos que as fiscalizações sejam suspensas até fevereiro do próximo ano. Só assim conseguiremos recuperar economicamente e cumprir com tudo o que é exigido”, sugeriu Alberto Samuel, um transportador.

Enquanto as partes mantêm posições divergentes, a população de Inhambane continua a sofrer. A crise atual não é apenas sobre transporte. É um reflexo de problemas estruturais mais amplos, que incluem a falta de investimentos no setor, regulamentações desajustadas e a incapacidade de equilibrar legalidade e sustentabilidade económica.

A paralisação dos transportadores rodoviários é um alerta para a necessidade urgente de reformas no sistema de transporte público. O transporte público em Inhambane não é apenas um meio de deslocação; é o motor que mantém a economia local em funcionamento. Sem uma solução, o impacto poderá ser irreversível, afetando não só os transportadores, mas também a população e a economia da cidade.

Até que um consenso seja alcançado, as ruas de Inhambane permanecem marcadas pela ausência de viaturas e pela presença de uma população ansiosa por respostas e soluções.

 

O Instituto Guimarães Rosa, na Cidade de Maputo, inaugura, esta segunda-feira, pelas 18h, a exposição “A nossa língua”: Obras do acervo do Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa, inspirada em poemas de língua portuguesa. 

A mostra foi apresentada pela primeira vez no Instituto Guimarães Rosa, em Março de 2018. É reeditada, neste ano, em celebração ao Dia Mundial da Língua Portuguesa. 

A exposição reúne obras criadas a partir de poemas de autores da língua portuguesa, seleccionados pelo Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa (FBLP). Inspiradas em poemas nessa língua, as obras resultam do trabalho de 18 artistas, entre moçambicanos, brasileiros e portugueses, nomeadamente, A. Pedro Correia, Carmen Maria, Eneas Mapfala, Famós, Fornasini, Gemuce, Ídasse, Isa Bandeira, Larissa Ferreira, Marcos Muthewuye, Mudaulane, Nelsa Guambe, Saranga, Sílvia Bragança, Sónia Sultuane, Tomo, Ulisses e Walter Zandamela.

Concebida pelo presidente do Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa, Nataniel Ngomane, com curadoria de Jorge Dias, Coordenador-Geral do IGR – Maputo, a exposição conforma um diálogo entre a literatura e as artes visuais. 

Os escritores dos textos que falam da língua portuguesa são Caetano Veloso, Carla Veríssimo, Clarice Lispector, Deodato Pires, Desiré Leopold Essoh, Fernando Pessoa, Gilberto Mendonça Teles, Honório Roque, José Craveirinha, Mudungazi, Mutimati Barnabé João, Natália Correia, Olavo Bilac, Oswald de Andrade e Paulo Gondim.

As obras são acompanhadas de ambientação com aúdio, com leitura dos poemas seleccionados. 

A exposição é uma iniciativa da Embaixada do Brasil em Moçambique, do Instituto Guimarães Rosa Maputo e o Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa. Pode ser visitada até ao dia 07 de Junho, no Instituto Guimarães Rosa – Maputo, de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h e sábados das 10h às 14h.

 

Mais de 75 mil pessoas, residentes nos distritos de Maringue e Nhamatanda, na província de Sofala, vão ter sistemas de saneamento do meio, uma iniciativa do governo e parceiros com objectivo de melhorar a qualidade de vida dos beneficiários, com a disponibilidade de água para higiene segura.

Inúmeras comunidades rurais da província de Sofala continuam a praticar o fecalismo a céu aberto, em vez de utilizar instalações sanitárias ou latrinas, devido a falta de capacidade financeira para a construção, ou até mesmo por desconhecimento do perigo que esta prática traz.

O fecalismo a céu aberto e ausência de saneamento significa água contaminada e põe em causa a saúde e a dignidade das pessoas.

Ciente deste facto o Governo, a Agência austríaca para o desenvolvimento, a WaterAid Moçambique, e a Associação Comussanas, em parceria com os líderes comunitários dos distritos de Maringue e Nhamatanda, lançaram um projecto para inverter o cenário.

O projecto denomina-se SOFSAN, Sofala Saneamento, e vai beneficiar, numa primeira fase, 75 mil pessoas e, a longo prazo, toda a província de Sofala.

Mais do que construir infra-estruturas a SOFSAN irá fortalecer capacidades nas lideranças locais e nas mulheres como agentes de mudança no saneamento, e ainda  reforçar instituições locais para assegurar a continuidade das acções, uma iniciativa saudada pelo governo de Sofala.

Aos implementadores do projecto foi pedido para respeitar, em primeiro lugar, os hábitos e costumes das 117 comunidades onde será implementado o projecto piloto. Serão investidos mais de dois milhões de euros no referido projecto que faz parte da estratégia nacional

de saneamento rural 2021/2030,  que visa eliminar o fecalismo a céu aberto melhorando a vida das comunidades através de provisão de água e saneamento seguro.

Autoridades da República Democrática do Congo (RDC) pediram ao Senado que levante a imunidade do ex-presidente Joseph Kabila, para que possa ser julgado por acusações de apoio a uma revolta rebelde no leste do país.

O ministro da Justiça da RDC, Constant Mutamba, disse, quarta-feira, que as autoridades reuniram evidências claras, que implicam  Joseph Kabila em crimes de guerra, crimes contra a humanidade e massacres de civis e militares pacíficos, segundo Aljazeera.

Mutamba disse que o procurador-geral do exército do Congo pediu ao Senado que revogasse a imunidade vitalícia de acusação de que Kabila desfruta como ex-presidente e senador.

O ex-presidente é acusado de traição, crimes de guerra, crimes contra a humanidade e participação em movimento insurrecional”, acrescentou o ministro da Justiça.

Seu sucessor, o presidente Felix Tshisekedi, alegou, no ano passado, que Kabila estava a apoiar os rebeldes do M23 e “preparava uma insurreição”, no leste no RDC, mas Kabila negou as acusações.  

Joseph Kabila liderou o Congo de 2001 a 2019, assumindo o cargo aos 29 anos. Estendeu o seu mandato adiando as eleições por dois anos após o fim do seu mandato. 

O antigo Presidente do Congo regressou em Abril à RDC, para participar do “esforços de paz”.

O Partido Frelimo na Zambézia ainda não tem novo secretariado do comité provincial, depois da decisão da comissão política de dissolver todo o secretariado provincial, até ao círculo. A chefe da Brigada Central da Frelimo de Assistência a província da Zambézia, Margarida Talapa, apela à união e coesão entre o partido e os novos administradores. 

A dissolução do comité provincial pela comissão política ocorreu devido aos problemas que arrastavam o partido para um cenário de falta de união entre os membros ao nível interno. Por isso, já está a decorrer  o processo de eleição. Aliás, os círculos já observaram eleições, e, neste momento, decorre eleições a nível da localidade e depois seguem-se as zonas, os distritos e, por fim, a província. 

“Sabemos que na nossa província decorre um processo de eleições internas. Então, viemos para, em conjunto, fazermos a avaliação daquilo que já foi feito   e planificarmos acções subsequentes, com vista ao cumprimento daquilo que foi a decisão da comissão política”, disse Margarida Talapa. 

Talapa falou várias vezes sobre o compromisso político da Frelimo no processo de pacificação do país.

“Devemos compreender que estamos num momento em que todos nós precisamos de unir a população. Foram nomeados, há pouco tempo, dirigentes dos distritos, administradores. Queremos pedir   a união e coesão entre os nossos dirigentes do partido e os nossos administradores. Um é dirigente da acção do partido, outro da acção do Estado, mas todos são da mesma família. Entre estas duas figuras não pode haver fricções”, apelou.  

Margarida Talapa terminou destacando as várias acções, que decorreram no plano dos 100 dias de governação. 

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