O Governo da província de Tete entregou 180 cabeças de gado bovino a produtores dos distritos de Angónia, Tsangano e Macanga, numa iniciativa destinada a aumentar a produção e a produtividade agrícola, bem como a melhorar as condições de vida das famílias rurais.
Do total de animais distribuídos, 60 foram destinados ao distrito de Angónia, 78 a Tsangano e 42 a Macanga. Dos 180 bovinos, 120 destinam-se à tracção animal e 60 fêmeas à reprodução, devendo beneficiar 120 famílias produtoras.
Segundo o governador de Tete, Domingos Viola, o apoio pretende promover a transição da agricultura tradicional, baseada no uso da enxada, para sistemas de produção semi-mecanizados, com recurso à tracção animal, permitindo aos produtores aumentar as áreas de cultivo e reduzir os custos de produção.
Viola apelou aos beneficiários para que utilizem os animais de acordo com os objectivos definidos, de modo a garantir o impacto esperado da iniciativa no aumento da produção agrícola.
O distrito de Tsangano, considerado um dos celeiros agrícolas da província de Tete, está entre os principais beneficiários do programa. Para Alberto Luís, produtor abrangido pela iniciativa, a disponibilização do gado representa uma oportunidade para reduzir os encargos com a contratação de mão-de-obra e tornar a actividade agrícola menos dispendiosa.
A entrega das cabeças de gado enquadra-se no Programa de Cadeias de Valor Agrícolas (PROCAVA), que visa contribuir para a redução da pobreza, o reforço da segurança alimentar e nutricional e a promoção de meios de subsistência resilientes nas zonas rurais.
Implementado em 75 distritos de Moçambique, ao longo de dez anos e em duas fases, o PROCAVA tem como objectivo aumentar o rendimento líquido das famílias rurais através do desenvolvimento de cadeias de valor agro-alimentares resilientes às mudanças climáticas.
O programa abrange, entre outras áreas, a produção de hortícolas sob irrigação, carne vermelha, avicultura, mandioca e leguminosas, privilegiando as cadeias de valor com maior potencial de desenvolvimento em cada província.
O Banco de Moçambique procedeu, esta sexta-feira, à entrega oficial da Praça do Metical, localizada na cidade de Quelimane. A cerimónia de inauguração foi presidida pelo edil da autarquia, Manuel de Araújo.
Erguida entre a Avenida 1 de Julho e a Travessia 1 de Julho, nas imediações da filial do Banco de Moçambique, a Praça do Metical torna-se a oitava do género construída no país. Esta iniciativa visa preservar locais de relevância histórica e valorizar a moeda nacional, promovendo também espaços de lazer, bem-estar e educação financeira para os cidadãos.
Na ocasião, Manuel de Araújo destacou que a praça representa mais do que um espaço físico: é um tributo à soberania nacional e um presente simbólico aos munícipes, num mês em que a cidade de Quelimane celebra 83 anos da sua elevação à categoria de cidade. O edil apelou ainda ao bom uso e conservação do espaço.
Por sua vez, o Governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, explicou que a criação destas praças tem como objetivo enaltecer o metical como pilar da autonomia financeira e económica do país, além de simbolizar a identidade moçambicana.
Zandamela acrescentou que a Praça do Metical será também um espaço de convivência, lazer e oportunidades para a realização de ações de educação financeira, promovendo o bem-estar dos munícipes e visitantes.
Com esta iniciativa, o Banco de Moçambique reafirma o seu compromisso com a valorização da moeda nacional e com a promoção de um sistema financeiro sólido e inclusivo.
Sean “Diddy” Combs aguarda ainda pela decisão do tribunal que irá definir a medida da pena a cumprir pela condenação por dois crimes de transporte para prostituição. No entanto, a sua defesa já está a envidar esforços para conseguir um perdão do Presidente dos EUA, Donald Trump.
A advogada Nicole Westmoreland, uma das mandatárias do músico e empresário, admitiu à CNN a existência de contactos nesse sentido com a Casa Branca. “Segundo sei, entrámos em contacto e tivemos conversas sobre um perdão”, declarou ao canal de televisão norte-americano.
“Diddy” encontra-se atualmente numa prisão federal, na sequência do veredito que o absolveu de três dos cinco crimes pelos quais era acusado pelo Ministério Público. Os três crimes dos quais foi absolvido eram os mais graves: conspiração para extorsão, tráfico sexual de Casandra Ventura e tráfico sexual da ex-namorada “Jane”.
Porém, os dois crimes de transporte para prostituição pelos quais foi considerado culpado no início de Julho podem levar à aplicação de uma pena máxima de 10 anos por cada crime, ou seja, um total de 20 anos. A equipa jurídica do músico e empresário, de 55 anos, tentou ainda obter a libertação sob fiança até à audiência de Outubro que vai definir a sentença, mas um juiz federal recusou esta segunda-feira libertar Sean Combs.
O Comité Provincial da Frelimo em Inhambane reuniu-se esta sexta-feira, 8 de Agosto de 2025, em mais uma sessão ordinária, convocada para avaliar a execução das actividades planificadas pelo Comité Provincial do partido, Conselho Executivo Provincial, Conselho de Representação do Estado, Circulo Eleitoral, bancada da Frelimo na Assembleia da República na Assembleia Provincial.
A reunião foi presidida pela primeira-secretária provincial, Adélia Macucule, teve como objetivo central analisar o grau de concretização das metas estabelecidas e promover um debate aberto sobre a vida do partido e do seu governo ao nível da província. A dirigente afirmou que este tipo de encontros é o espaço adequado para identificar pontos fortes e desafios, com vista à procura de soluções concretas para o bem-estar das comunidades.
Macucule assinalou que, nos primeiros seis meses do ano, se registaram sinais de esforço por parte dos órgãos e estruturas do partido, mas alertou para a necessidade de verificar se não existe uma desconexão entre as promessas feitas e as acções efectivamente realizadas no terreno. Sublinhou que a população espera resultados tangíveis, e não apenas planos e discursos, destacando como prioridades a melhoria do funcionamento das escolas, o atendimento digno nos hospitais, a construção de estradas que reduzam distâncias e o fornecimento regular de água potável.
“Não estamos aqui para tapar o sol com a peneira, mas para afirmar com clareza que a confiança que o povo deposita em nós não pode ser desperdiçada”, disse, defendendo que a presença da Frelimo deve ser sentida não apenas em comícios e reuniões, mas na resolução de problemas concretos do quotidiano.
Dirigindo-se aos comités distritais, Adélia Macucule destacou a necessidade de quadros mais mobilizadores, próximos das bases, comprometidos com a disciplina política e com a causa popular.
No que respeita ao Conselho Executivo Provincial, a primeira-secretária afirmou que é preciso “mais acção e menos protocolo”, defendendo que os líderes devem sair dos gabinetes, visitar as comunidades e conhecer de perto as condições reais de vida da população. Segundo Macucule, é essencial que os dirigentes se sintam incomodados perante situações como as de crianças a aprender sentadas no chão ou mães a percorrer longas distâncias para obter cuidados básicos de saúde.
A dirigente acrescentou que “não basta falar em nome do Estado”, sendo necessário representá-lo com sentido de urgência, humanidade e resultados concretos. Para Macucule, o momento exige correção de rumos, reorientação e aceleração do trabalho, lembrando que o tempo disponível até ao final do ano é limitado.
A dirigente realçou que a história de luta e conquistas da Frelimo em Inhambane só tem valor se for honrada com trabalho sério e entrega diária. Apelou para que cada participante na sessão assuma um compromisso pessoal de servir melhor, afirmando que “quem não serve ao povo não serve à Frelimo”.
Durante o encontro, Macucule reconheceu o empenho dos militantes na mobilização e participação durante a passagem da Chama da Unidade Nacional pela província, momento que descreveu como de grande envolvimento popular. Saudou ainda as atividades realizadas no âmbito das comemorações dos 50 anos da independência nacional e dos 63 anos da fundação da Frelimo, destacando a importância das ações de confraternização como reflexo de coesão interna.
A terminar, recomendou que o debate ao longo da sessão decorresse com abertura e honestidade, reforçando que a união, a coesão, a crítica construtiva e a disciplina devem pautar todos os trabalhos.
Cerca de 77% do crédito concedido pelo Ecobank Moçambique encontrava-se em situação de incumprimento, segundo o relatório sobre os Indicadores Prudenciais e Económico-Financeiros do Banco de Moçambique referente ao segundo trimestre de 2025.
O documento do banco central que avalia, trimestralmente, a situação de riscos e solvência dos bancos comerciais na praça evidencia que o Ecobank lidera o incumprimento, com 76,54 por cento do crédito malparado, entre Abril, Maio e Junho.
Trata-se de um aumento de risco na carteira de crédito da instituição, visto que o crédito malparado se situou em 48,17% no trimestre anterior e 42,66% no final de 2024.
O segundo maior rácio de crédito em incumprimento é do Moza Banco, com 40,50%, que superou o seu último posicionamento de 36,58% dos créditos em incumprimento no primeiro trimestre. Na terceira posição, está o Access Bank, que conseguiu reduzir o seu NPL de 20,69% para 13,45%.
Em relação aos que mantêm o rácio dentro do limite recomendado de 5% estabelecido pelo Banco de Moçambique, estão o United Bank for Africa (2,16%), o First National Bank (2,00%), o Standard Bank (3,83%), o First Capital Bank (3,19%) e o Absa (3,84%). O Millennium bim viu o seu NPL recuar para 2,62%, enquanto o BCI registou um aumento para 13,53%.
O relatório também avalia a solvabilidade das instituições de crédito, onde é líder o M-Pesa, com 127,49%. O rácio de solvabilidade é um indicador financeiro que avalia a capacidade de uma empresa cumprir as suas obrigações financeiras de longo prazo.
O segundo mais bem posicionado é o Banco Mais, com 76,68% de solvabilidade, e em terceiro lugar encontra-se o Metropolitano, com cerca de 72%.
76,54%
Maior rácio de crédito em incumprimento, alcançado pelo Ecobank
127,49%
Maior rácio de solvabilidade, alcançado pelo M-Pesa
Os agentes não bancários lideram o mercado, apresentando uma cobertura superior a dos canais bancários. No fim de 2023, havia 5,6 agentes bancários, 4,1 agências bancárias, 8,2 ATM por 100 mil adultos e 1246 agentes não bancários por 100 mil adultos. A informação é da Estratégia Nacional de Inclusão Financeira, lançada nesta semana pelo Governo, que lança a expectativa de que 60% da população adulta tenha conta bancária numa instituição formal até 2031
A abertura do mercado aos serviços de carteira móvel contribuiu parcialmente para a expansão dos serviços financeiros no país, resultando em quase o dobro do número de agentes bancários nos últimos cinco anos.
Hoje, os agentes não bancários desempenham um papel crucial na prestação de serviços financeiros às populações não cobertas pelo sistema bancário tradicional, de tal forma que o registo mais recente é de 1246 agentes não bancários por 100 mil adultos em áreas urbanas, contra apenas 557 agentes por 100 mil adultos em áreas rurais.
A estratégia de inclusão aponta que a situação é semelhante para os canais de distribuição bancária, que também exibem uma concentração significativa nas zonas urbanas. A densidade de agentes bancários por 100 mil adultos era de 9,5 por 100 mil adultos nas zonas urbanas, enquanto nas áreas rurais era apenas de 3,2 por 100 mil adultos. Essa discrepância é notável ao considerar o número de agências bancárias, com 7 por 100 mil adultos nas áreas urbanas, em comparação com apenas 2,3 por 100 mil adultos nas áreas rurais.
O acesso a ATM segue um padrão semelhante, com 15,5 por 100 mil adultos nas zonas urbanas, contrastando com uns meros 4,2 por 100 mil adultos nas zonas rurais, descreve o documento.
“A cobertura das agências bancárias aumentou de 55% para 83% dos distritos, e os agentes bancários expandiram o seu alcance para cobrir 61% dos distritos. Os agentes não bancários alcançaram uma cobertura impressionante, atingindo 100% dos distritos até finais de 2022, promovendo a inclusão financeira em Moçambique”, avança o documento.
Ademais, o acesso à conta bancária continua a ser tendencialmente masculino e a infra-estrutura digital necessária para aceder a sistemas financeiros digitais continua a ser baixa. “Enquanto 77% dos agregados familiares em Moçambique tinham acesso a um telemóvel ou a uma televisão em 2022, apenas 3,3% tinham acesso à internet. Existe uma lacuna rural-urbana no acesso, com 4,5% dos agregados familiares urbanos a terem acesso à internet, em comparação com 2,5% dos agregados familiares rurais. Por sua vez, 52% dos adultos urbanos possuem smartphones, em comparação com 38% dos adultos nas zonas rurais”, explica o documento.
As projecções do Governo são de 60% da população adulta com conta bancária numa instituição formal até 2031. O projecto faz parte da Estratégia Nacional de Inclusão Financeira (ENIF) 2025–2031.
Aliás, a ministra das Finanças, Carla Louveira, que falava durante o lançamento em Maputo, disse que a estratégia assente em quatro pilares fundamentais visa assegurar o acesso e uso dos produtos e serviços financeiros de qualidade através do conhecimento, confiança e segurança, providos de forma responsável, que contribuam para o crescimento económico e sustentável, inclusivo e o bem-estar da população moçambicana.
Carla Louveira explicou ainda que os quatro pilares assentes na nova estratégia financeira evidenciam claramente uma evolução substancial do conceito de inclusão financeira que transcende a mera bancarização, passando a englobar a digitalização dos serviços financeiros, bem como o financiamento verde, com vista a promover maior acessibilidade, maior eficiência e inclusão sustentável para a população sem acesso ao sistema financeiro formal.
A governante reconheceu os feitos alcançados pela Estratégia Nacional de Inclusão Financeira (2016–2022), mas sublinha que persistem ainda alguns desafios, “primeiro a consolidação da estabilidade macroeconómica assente na sustentabilidade fiscal, inflação baixa e na sustentabilidade cambial, segundo, a mitigação do risco associado ao financiamento das micro, pequenas e médias empresas, as quais representam 98% do total das empresas activas no nosso país, e foi nesse contexto que o Governo criou o Fundo de Garantia Mutuária, que visa mitigar o risco de crédito assumido pelas instituições financeiras no financiamento às micro e pequenas médias empresas através da contracção e contraprestação de garantias”, salientou.
No contexto da busca por soluções estruturais, a província da Zambézia posiciona-se como uma das principais regiões com potencial de transformação económica. A participação da província na Expo Japão 2025, em Osaka, marca um passo estratégico na captação de parcerias internacionais.
Liderada pelo governador Pio Matos, a delegação iniciou contactos com empresas japonesas, destacando-se a reunião com a Nippon Koei, uma das maiores firmas de consultoria técnica do Japão, especializada em energia, agricultura, desenvolvimento urbano e infra-estruturas.
Durante o encontro, foi apresentado o projecto da barragem de Mugeba, descrito como uma solução estruturante com impacto duplo: hidroeléctrico e agrícola. A iniciativa procura aproveitar os recursos hídricos abundantes da província e a sua vasta terra fértil para impulsionar a produção local e reduzir a dependência externa de alimentos como o arroz.
Pio Matos reforçou ainda o apelo à cooperação no domínio das energias renováveis, com destaque para a solar, aproveitando o elevado índice de radiação solar da província. “Temos um potencial enorme, com terras férteis, disponibilidade de água e população jovem pronta para trabalhar”, afirmou.
Catadores de lixo vandalizaram e queimaram camião de recolha de resíduos sólidos e uma pá escavadora, esta quinta-feira, na lixeira de Hulene. Face ao sucedido o Município de Maputo diz estar em curso uma operação de busca e captura dos presumíveis autores do crime.
Os referidos malfeitores já vêm praticando vários actos criminais que deixam as pessoas com medo de passar por aquele local.
O Conselho Municipal da cidade de Maputo reagiu ao sucedido, através de um comunicado, no qual informa que ocorrem procedimentos para a responsabilização dos praticantes do acto.
“Cerca das 13h20, quando se presumia que a situação estava sob controlo a Força Conjunta recebeu informações dando conta que alguns catadores haviam cercado um camião de recolha de resíduos sólidos, bem como uma pá escavadeira, retirando a força os respectivos operadores e, em seguida, incendiado os referidos veículos. Neste momento está em curso uma operação de busca e captura dos presumíveis autores desse acto criminoso, com vista à sua responsabilizacao”, le-se no comunicado.
Refira-se que este acto foi antecedido por uma operação conjunta entre a Polícia da República de Moçambique PRM e a Polícia Municipal na área da lixeira de Hulene, por volta das 10 horas.
Esta operação culminou com a detenção de alguns indivíduos identificados como chefes de grupos de catadores, que desde o período das manifestações pós-eleitorais, têm protagonizado actos de desordem e vandalismo naquela zona.
O Município de Nampula foi condenado de forma solidária a pagar uma indemnização de 4 milhões e 800 mil meticais ao jovem universitário Edmundo e mais duas crianças, todos vítimas de um acidente de viação envolvendo uma máquina escavadora do município. Entretanto, Edmundo e seu advogado não estiveram presentes, alegadamente porque não foram notificados
A sentença foi lida na ausência do ofendido e do seu advogado que moviam o processo, sendo que o motorista da máquina escavadora foi condenado a 3 meses de prisão por ofensas corporais involuntárias e três meses de multa.
“A pena de prisão será substituída por multa à taxa diária de 200 mil meticais. Vai também culminar no pagamento de 400 mil meticais de imposto de justiça. Deverá o arbítrio pagar a título de indemnização a favor das vítimas solidariamente com o Conselho Municipal da Cidade de Nampula, ao abrigo dos fundamentos acima exposto por danos não patrimoniais, mostrando o número 1 do artigo 94 do Código de Processo Penal, conjugado com o artigo 483 e 496, todos do Código Civil, nos seguintes montantes: Edmundo Francisco José Maducai, no valor de 4 milhões, Anísia da Berta José Wascheck, no valor de 500 mil, e Fáusia da Berta José Wascheck, no valor de 300 mil meticais”, sentenciou o juíz da causa, Arnaldo de Deus Facitela.
Trata-se de um problema que a actual direcção do Município encontrou e o advogado da edilidade disse que houve tentativas fracassadas de um acordo extra-judicial com o ofendido. Sobre a sentença, Carlos Coelho disse que era prematuro fazer uma leitura.
“O ofendido Edmundo pedia 200 milhões de meticais, enquanto o Ministério Público, com relação aos menores, pedia 300 mil meticais para uma delas. Particularmente em relação ao pedido do ofendido Edmundo, com todo respeito e humildade, é um valor, quanto a nós, absurdo”, disse Carlos Coelho.
Em relação à sentença em si, Coelho disse que não pode afirmar estarem totalmente satisfeitos, mas “o Conselho municipal é um órgão colegial, e obviamente que, nós como advogados, vamos levar esta decisão ao Conselho Municipal”, que posteriormente poderá se pronunciar.
O advogado de Edmundo diz que tanto ele, como o ofendido não foram notificados da data de leitura da sentença, por isso não se fizeram presentes. Com relação à sentença, Edmane Adriano, advogado de Edmundo Muanamucane, disse que “é prematuro avançarmos com aquilo que, efectivamente, vamos levar a cabo, até porque temos 20 dias para podermos recorrer da decisão, tomando como base que trata-se de um processo comum”, disse.
O acidente, lembre-se, foi causado por deficiências mecânicas na máquina escavadora que fez uma descida desgovernada e colheu frontalmente Edmundo que estava numa motorizada e mais duas crianças que estavam na berma da estrada onde a máquina acabou imobilizada.
O Baía de Pemba Futebol Clube poderá ficar fora do campeonato nacional de futebol por causa de dívidas com os jogadores que não auferem salários há cerca de dois meses.
Os atletas e a equipa técnica do Baía de Pemba Futebol Clube ameaçam paralisar as actividades devido ao atraso de salários.
Apesar do atraso de salários que está a complicar a vida dos atletas e da equipa técnica, o Baía de Pemba Futebol Clube vai, pelo menos neste fim-de-semana, realizar o jogo com o Ferroviário de Lichinga.
Além da ameaça de paralisação das actividades por parte dos atletas e da equipa técnica, o Baía de Pemba Futebol Clube recebeu uma nota da Federação Moçambicana de Futebol para, no prazo de cinco dias, resolver todos os problemas relacionados com dívidas, sob o risco de ficar fora do Campeonato Nacional de Futebol.
A direcção do clube prometeu pronunciar-se oportunamente sobre o caso.