Um automobilista morreu carbonizado na madrugada deste sábado, na sequência de uma colisão entre uma viatura ligeira e um camião, na Estrada Nacional Número Um (EN1), no Distrito Municipal da Katembe, Cidade de Maputo. O acidente provocou ainda dois feridos.
O sinistro ocorreu nas primeiras horas da manhã e destruiu completamente a viatura ligeira, que se incendiou após o embate, impossibilitando o condutor de escapar às chamas.
No camião seguiam duas pessoas. Uma sofreu ferimentos graves e a outra contraiu ferimentos ligeiros. Ambas foram socorridas e transportadas para uma unidade hospitalar, onde recebem assistência médica.
O proprietário do camião afirmou que, de acordo com as informações que lhe foram transmitidas, o veículo seguia normalmente no seu percurso quando ocorreu a colisão.
As circunstâncias em que o acidente se deu continuam por esclarecer. Contudo, a Polícia de Trânsito admite, como hipótese preliminar, que o sinistro tenha resultado de uma alegada circulação em contramão por parte do condutor da viatura ligeira. As investigações prosseguem para o apuramento das causas do acidente.
Até ao fecho desta edição, as viaturas sinistradas permaneciam no local do embate, enquanto decorriam os trabalhos das autoridades competentes.
O exército de Israel disse, esta quarta-feira, que seus “caças completaram uma série de ataques contra alvos militares no oeste do Irão”.
Eles disseram que “aproximadamente 25 caças atingiram mais de 40 componentes de infra-estrutura de mísseis direccionados ao Estado de Israel, incluindo locais de armazenamento de mísseis e agentes militares do regime iraniano”.
Além disso, disseram esta manhã que “atingiram cinco helicópteros de ataque iranianos AH-1 que estavam em uma base militar na área de Kermanshah”.
Aviões de guerra israelitas bombardearam a capital do Irão durante a noite, enquanto o Irão lançava uma pequena barragem de mísseis contra Israel, sem relatos de vítimas.
Uma autoridade iraniana alertou que qualquer intervenção dos EUA no conflito “seria uma receita para uma guerra total na região”.
Os últimos ataques israelitas atingiram uma instalação usada para produzir centrífugas de urânio e outra que produzia componentes de mísseis, disseram os militares.
O Presidente da República de Moçambique recebeu uma mensagem oficial de felicitações do Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, por ocasião da celebração do 50º aniversário da Independência Nacional, a assinalar-se no próximo dia 25 de Junho.
Na mensagem, Donald Trump parabeniza o Chefe do Estado moçambicano e todo o povo de Moçambique pela data histórica, destacando a resiliência da população e o potencial do país, particularmente nos seus vastos recursos naturais.
“A população resiliente e os vastos recursos naturais do seu país oferecem muitas oportunidades para parcerias que promovam a segurança e a prosperidade dos Estados Unidos e de Moçambique”, escreveu Trump.
De acordo com a Presidência, o Presidente norte-americano destacou ainda os investimentos dos EUA em Moçambique em sectores estratégicos como o gás natural, minerais essenciais, internet, comunicações e agricultura, sublinhando que essas iniciativas, aliadas aos laços interpessoais entre os dois países, demonstram o fortalecimento contínuo da cooperação bilateral.
A mensagem termina com uma nota de compromisso: “Estamos ansiosos para trabalhar com Moçambique na busca de objectivos mútuos.”
Em comunicado, o organismo refere que os oito encontros tiveram um total de 340 mil espectadores, sendo que o jogo inaugural entre o anfitrião Inter Miami e os egípcios do Al Ahly (0-0) foi visto ao vivo por 60 mil pessoas e a partida entre o Paris Saint-Germain e o Atlético Madrid (4-0), por 80 mil.
Segundo o organismo máximo do futebol mundial, os ingressos mais procurados são os dos jogos Real Madrid-Pachuca, Bayern Munique-Boca Juniors, do grupo do Benfica, e ainda o Flamengo-Chelsea.
Para impulsionar a competição e evitar que alguns dos maiores estádios pareçam demasiado vazios, como na partida entre o Chelsea e o Los Angeles FC, à qual assistiram cerca de 22 mil pessoas num estádio com capacidade para 70 mil, a FIFA ofereceu promoções para a compra de determinados ingressos.
Segundo a organização, estes benefícios na compra de bilhetes deverão manter-se ao longo da prova.
O Mundial de clubes está a ser disputado num formato inédito para 32 equipas, sendo 12 europeias, entre as quais Benfica e FC Porto, 11 da América e outras nove dos continentes africano, asiático e oceânico.
O Presidente da República, Daniel Chapo, manifestou grande apreço pela qualidade do ensino oferecido pela Academia Aga Khan, localizada na cidade da Matola, e apelou à expansão de iniciativas semelhantes noutras regiões do país.
A visita decorreu na manhã desta quarta-feira, durante a qual o Chefe do Estado teve a oportunidade de conhecer o funcionamento da instituição e de se inteirar dos programas promovidos pela Rede Aga Khan para o Desenvolvimento. Segundo afirmou, trata-se de um modelo de educação de excelência que alia um currículo internacional a uma forte componente de formação de liderança.
“Estamos bastante impressionados. O balanço que estamos a fazer desta visita é extremamente positivo”, declarou o Presidente, destacando a diversidade cultural da comunidade escolar e a inclusão de estudantes provenientes de diferentes províncias moçambicanas e de países como Síria e África do Sul, muitos dos quais beneficiários de bolsas.
Durante a visita guiada às instalações — que incluem dormitórios, biblioteca, refeitório, clínica e espaços desportivos — Chapo enalteceu a qualidade da infraestrutura e das condições de vida proporcionadas aos alunos. Sublinhou ainda a relevância do ensino bilingue (português e inglês), particularmente num país membro da Commonwealth, classificando-o como “estratégico para o futuro do ensino moçambicano”.
Ao abordar as celebrações dos 50 anos da independência nacional, que terão lugar a 25 de Junho, o estadista ligou o papel da educação ao desenvolvimento do país, frisando que instituições como a Academia Aga Khan contribuem para a formação de líderes capazes de transformar Moçambique.
“A Academia tem como objectivo a formação de líderes do futuro”, afirmou.
Além do sector educativo, o Presidente destacou o papel social desempenhado pela Fundação Aga Khan em Moçambique, que actualmente desenvolve projectos em áreas como saúde, agricultura, nutrição, empreendedorismo, sociedade civil e resiliência climática nas províncias de Cabo Delgado, Nampula, Niassa e Maputo.
Chapo reforçou a importância do ensino privado como parceiro estratégico do Governo e defendeu a partilha de experiências com o sector público.
“Achamos que é uma experiência que vale a pena ser replicada”, disse, concluindo com o desejo de aprofundar a cooperação com a fundação para promover mais projectos de desenvolvimento em benefício do país.
O sector da Educação em Inhambane anunciou um desembolso de mais de 200 milhões meticais, valor destinado ao pagamento de horas extras a 5.142 professores, referentes aos anos de 2022 e 2023. O pagamento, realizado em fases, surge após meses de reivindicações por parte dos professores, que ameaçavam paralisar as aulas caso não recebessem os seus direitos.
Em entrevista ao “O País”, Manuel Liquelique, director provincial de Educação e Cultura em Inhambane, explicou a estratégia por detrás do processo de pagamento. “O que está a acontecer é que o pagamento de horas extras ao nível nacional é feito em fases. A primeira fase já foi concluída, e estamos a aguardar a segunda fase, que brevemente terá a sua comunicação. Falamos aqui que 74% dos professores já foram pagos, tanto que estão nas salas a trabalhar,” afirmou.
Apesar dos progressos, ainda restam por pagar cerca de 50 milhões meticais, montante relativo às horas extras de 2023. Em relação ao ano de 2024, a validação dos pagamentos aguarda a conclusão do trabalho pela Inspecção Geral das Finanças. “Para o ano de 2024, as horas ainda estão a ser trabalhadas. Recebemos esta semana a Inspeção Geral das Finanças, que está a fazer o seu trabalho e posteriormente, os colegas serão pagos,” garantiu Liquelique.
O impacto do pagamento parcial é visível no ambiente escolar. Embora tenha aliviado a tensão entre os docentes, a dívida restante ainda é motivo de preocupação. “Estamos a trabalhar para resolver tudo. A nossa meta é garantir que todos recebam, mas o processo segue uma lógica de fases e priorizações,” destacou o diretor provincial.
A reunião provincial de planificação do setor da educação foi o espaço escolhido para partilhar estes dados e discutir as prioridades para o próximo ano letivo. Mais do que abordar os atrasos nos pagamentos, o encontro foi uma oportunidade para traçar estratégias que visem melhorar as condições do setor e evitar interrupções no ensino.
Participantes do evento sublinharam a necessidade de maior transparência e celeridade nos pagamentos, considerando que os professores desempenham um papel fundamental no desenvolvimento da província. “Não podemos permitir que a demora nos pagamentos continue a afetar a motivação dos nossos professores. Eles são os pilares do futuro das nossas comunidades,” afirmou Liquelique.
O pagamento de horas extras tornou-se um símbolo dos desafios administrativos e financeiros enfrentados pelo setor da educação em Inhambane. Os 74% de pagamentos realizados representam um avanço, mas o restante da dívida e a pendência para 2024 refletem a necessidade de melhorias na gestão e na comunicação entre as instituições envolvidas.
Com cerca de 5 mil professores beneficiados até agora, o setor da educação demonstra que há vontade de resolver os problemas. No entanto, a dívida restante e as pendências para o ano seguinte ainda são um lembrete de que muito trabalho precisa ser feito para estabilizar o setor e garantir que a educação continue a ser uma prioridade em Inhambane.
Suposta promessa de emprego terminou em tragédia no município de Xai-Xai, na província de Gaza. Um jovem de 35 anos de idade encontrado sem vida nas matas do posto administrativo de Chicumbane, distrito de Limpopo, após convite de um casal agora fugitivo.
De acordo com os familiares, ele saiu a convite supostamente de um casal da família Mabasso, no dia 4 deste mes com promessa de emprego, na praia de Xai-Xai. Sucede que o jovem esteve em parte incerta.
A família do finado conta que o casal que terá alegadamente levado o jovem sabia que ele tinha dificuldades na comunicação e diz não saber por que motivos ele foi abandonado e posteriormente encontrado morto e com sinais de ferimentos nos pés.
Um dos familiares conta que o casal levou o jovem para o mercado grossista de Xai-Xai e chegado lá tiveram uma discussão que culminou a agressão do finado. Na madrugada desta quarta-feira, veio a notícia da sua morte e que o corpo foi enterrado sem conhecimento da família nas matas de Chicumbane.
“Eles entererraam o nosso familiar de qualquer maneira. Queremos o nosso filho para fazermos um funeral digno. A família Mabasso não tem legitimidade para fazer o que fez com o nosso filho. Levaram a ele vivo”, conta um dos familiares.
A família do malogrado junto de autoridades do bairro participaram o caso à polícia, mas as causas da morte geraram divergência e confusão entre as famílias envolvidas.
A família Mabasso, acusada de ser responsável pela morte do jovem, confirma que o finado foi solicitado a realizar algumas actividades domésticas na residência do casal, que agora se encontra na África do Sul, mas nega envolvimento na sua morte.
A família nega a acusação segundo a qual o casal terá espancado o jovem, assim como o facto de estar supostamente envolvida na sua morte. A Polícia da República de Moçambique (PRM) afirma que a corporação confirma a ocorrencia do crime e garante estar a trabalhar para o esclarecimento do caso e responsabilização dos infractores.
Pelo menos 34 pessoas morreram, neste ano, na província de Manica, em consequência de acidente de viação. A condução sob efeitos de álcool e velocidade excessiva estão entre as principais causas.
Os dados sobre acidentes de viação em Manica apresentam um quadro negro devido a aumento de mortes. Só no primeiro trimestre deste ano, Samuel Mussaita, responsável do Departamento Técnico no INATRO em Manica, fala de mais de 30 mortes causadas por acidentes rodoviários.
“Este ano, tivemos uma coisa de 18 casos, comparativamente ao ano transato, que tivemos 13 situações de acidente. Em termos de consequências, tivemos uma subida relativamente ao número de óbitos, comparativamente ao ano transato. Neste ano, tivemos uma subida de 34 casos, comparativamente aos sete casos do ano de 2024. Os feridos graves, tivemos também uma relativa subida de 18 casos”, avançou o responsável.
O INATRO diz-se preocupado com transportadores de passageiros que se fazem à estrada, sem habilitação para o efeito.
“Estamos a ter situações de condutores, que estão a circular na via pública, sem carta de compatíveis: condutores de transporte de passageiros sem estarem habilitados com cartas para serviço público. Também temos condutores de viaturas particulares sem que estejam munidos de seguros e caducidade das vias de inspecção”, concluiu.
O Mamelodi Sundowns da África do Sul tornou-se na primeira equipa africana a vencer no Mundial de Clubes, que decorre nos Estados Unidos da América. Os sul-africanos derrotaram o Ulsan Hyundai da Coreia do Sul por uma bola sem resposta.
Era a estreia da terceira equipa africana na competição, depois do Al Ahly do Egipto e do Esperance da Tunísia, que somaram empate e derrota respectivamente. O Mamelodi Sundowns queria somar a primeira vitória para África e no início até teve dificuldades, mas cedo equilibrou o jogo.
Iqraam Rayners chegou a introduzir a bola na baliza dos coreanos, mas o VAR anulou por alegada falta sobre o guarda-redes.
Cresceu o Mamelodi que logo a seguir marcou mesmo, pelo mesmo jogador, após passe certeiro na zona central, a atirar a contar, aos 36 minutos.
Dois minutos depois, Iqraam Rayners voltou a balançar as redes coreanas, mas mais uma vez o VAR interveio para anular por fora de jogo.
O Sundowns ainda queria mais, mas o guarda-redes do Ulsan esteve atento.
Na segunda parte houve poucas oportunidades, com as duas equipas à procura do golo que não mais apareceu e o jogo terminou com vitória do Sundowns à tangente.
O vice-campeão europeu, Inter de Milão, não foi para além de um empate a um golo diante do Monterrey do México. Apesar de uma boa entrada dos italianos, foram os mexicanos os primeiros a marcar por Sérgio Ramos, de cabeça, aos 24 minutos.
O Inter correu atrás do prejuízo e só chegou ao empate aos 42 minutos pelo suspeito do costume, Lautaro Martinéz, numa jogada combinada.
Nos outros dois jogos do dia, Fluminense do Brasil e Borussia Dortmund da Alemanha empataram sem golos e River Plate da Argentina venceu Urawa Reds do Japão por 3-1.
O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, concluiu, esta terça-feira, sua visita ao Canadá, país que sediou a cúpula do G7, durante a qual países não membros participaram da Cúpula de Divulgação dos Líderes do G7, com foco em questões ligadas a segurança energética.
De acordo com a presidência sul-africana, Ramaphosa fortaleceu os laços com o país anfitrião, o Canadá, e trabalhou no alinhamento estratégico com outros membros do G7.
Embora muito aguardado e sugerido por Ramaphosa antes da cúpula, uma reunião bilateral entre o líder sul-africano e o presidente americano Trump não ocorreu.
O encontro teria sido uma oportunidade potencial para melhorar as relações após uma visita desastrosa de Ramaphosa à Casa Branca em Maio, durante a qual Trump acusou a África do Sul de cometer um “genocídio” contra os sul-africanos brancos.
Contudo, Trump deixou a cúpula um dia antes, citando a situação explosiva no Oriente Médio como motivo para seu retorno aos Estados Unidos.
O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, disse em suas considerações finais, na noite de terça-feira, que a saída antecipada de Trump deveu-se à situação “extraordinária” no Oriente Médio, e não a qualquer coisa que tenha ocorrido durante a cúpula.

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