São, ao todo, cerca de 670 professores e formadores de Gaza, Maputo e Maputo Cidade que reclamam o pagamento de mais de ” 2,5 milhões de meticais em ajudas de custo”. Os beneficiários afirmam ter contraído dívidas para fazer face às despesas durante a formação e acusam o Ministério da Educação e Cultura de não cumprir o pagamento dos subsídios.
Em representação da Direcção Provincial da Educação, o chefe do Departamento de Educação Geral, Licínio Albino, confirma a existência da dívida, mas não avançou detalhes sobre o montante global em causa.
Albino explica que o pagamento ainda não foi efectuado devido a inconsistências nos dados fornecidos pelos professores, incluindo erros nos números de identificação e nas contas bancárias.
“Falha de um dígito, troca de outro dígito”, explicou Licínio Albino, acrescentando que os erros impediram o sistema de identificar correctamente alguns beneficiários.
A instituição diz ter devolvido o processo à origem para a correcção dos dados e garante que a documentação já foi novamente encaminhada à entidade competente para o pagamento.
Entretanto, apesar da pressão dos professores, a Direcção Provincial da Educação em Gaza não consegue indicar uma data concreta para a transferência dos valores, limitando-se a garantir que o pagamento poderá ocorrer “a qualquer momento”.
Licínio Albino reconhece que a demora levou os professores a recorrer aos meios de comunicação social, apresenta desculpas pelo atraso e apela à paciência dos beneficiários.
A Direcção Provincial da Educação diz ainda que cada um dos 645 professores deverá receber 1.800 meticais por dia de participação na formação, mas não avançou o montante global a pagar.
Os professores contestam este valor e afirmam que a ajuda de custo prevista é de 6 mil meticais por dia. Perante a divergência, exigem uma reunião urgente com a ministra da Educação e Cultura para obter esclarecimentos, bem como a responsabilização da directora nacional de Formação de Professores.
Pelo menos 22 pessoas morreram na última semana, devido à cólera, no Sudão, elevando, assim, o número para 2.515 mortes, desde Agosto de 2024. Os dados são do Ministério da Saúde daquele país.
O Sudão enfrenta uma emergência sanitária cada vez mais grave. O Ministério da Saúde daquele país avança que 22 pessoas morreram na última semana, vítimas de cólera.
Na mesma semana, houve registo de 1.575 novas infecções, totalizando 101.000 casos confirmados, desde o início da epidemia.
A doença já se alastrou por quase todo o país, num contexto em que este é assombrado também pela guerra.
Desde Abril de 2023, o país está mergulhado num conflito violento entre os militares sudaneses e as Forças de Apoio Rápido.
Segundo as Nações Unidas, mais de 20.000 pessoas foram mortas e mais de 14 milhões foram forçadas a fugir das suas casas.
Com o sistema de saúde a entrar em colapso devido à pressão combinada da guerra e da doença, o Sudão enfrenta agora uma das crises humanitárias mais graves do mundo.
A Polícia Federal do Brasil encontrou no celular do antigo presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, uma carta de pedido de asilo político destinada ao presidente da Argentina, Javier Milei. A polícia acredita que Bolsonaro pretendia fugir da justiça.
A referida carta de pedido de asilo político integra o inquérito que fez com que Jair Bolsonaro fosse indiciado por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e coação no curso do processo.
A carta, segundo a Polícia Federal brasileira, evidencia um plano para deixar o país e evitar consequências judiciais da operação Tempus Veritatis, que investiga uma trama golpista.
O texto foi localizado em formato editável e sem assinatura, com última modificação registrada em 12 de Fevereiro de 2024, data em que Bolsonaro se refugiou por dois dias na embaixada da Hungria.
Segundo a Polícia Federal, o conteúdo da carta afirma que Bolsonaro é alvo de perseguição política no Brasil e que medidas judiciais recentes teriam motivado o pedido de asilo.
A introdução do texto alega que ele sofre retaliações por razões ideológicas e políticas, e que busca protecção em solo estrangeiro diante do que considera injustiças em curso.
Pelo menos 79 pessoas morreram esta terça-feira, num acidente de viação no Afeganistão. As vítimas estavam num autocarro superlotado que transportava afegãos expulsos do Irão.
O acidente na rodovia Herat-Cabul que ocorreu na noite da última terça-feira, envolveu uma moto, um caminhão e um autocarro, segundo o governo local.
O autocarro transportava refugiados afegãos expulsos do Irão, parte de um êxodo de centenas de milhares de pessoas, que estavam a caminho da fronteira para Cabul.
As autoridades afegãs apontaram que o autocarro pegou fogo após o acidente e que o número de mortos era de 79, com 17 crianças entre os mortos.
Os afegãos referem que os acidentes de trânsito têm sido comuns no Afeganistão devido à precariedade das estradas, situação agravada por décadas de guerra e motoristas que não seguem as regras.
Nas cerimónias fúnebres de Francisco Carrilho, realizadas na manhã desta quinta-feira, na Igreja Santa Ana da Munhuana, na Cidade de Maputo, coube à Directora de Informação do Grupo SOICO, Olívia Massango, fazer chegar à família enlutada a mensagem de condolências da instituição que o falecido empresário ajudou a fundar.
Durante o elogio fúnebre, o Grupo SOICO manifestou o seu respeito e a sua consideração diante de um dos seus mais ilustres fundadores. Segundo disse Olívia Massango, Francisco Carrilho não foi apenas um sócio-fundador, foi um visionário, um homem que acreditou na comunicação como força transformadora da nação. Por isso mesmo, acrescentou a jornalista, a sua memória continuará a ser inspiração permanente e indestrutível no coração da SOICO e de Moçambique.
Desde os primeiros dias da SOICO, foi com fé que Francisco Carrilho ajudou a erguer as bases da STV, do jornal O País, da SFM e as bases de tudo o que hoje o grupo é.
Para a SOICO, continuou Olívia Massango, a grandeza de Francisco Carrilho não se mede pelas palavras, mas pelas obras, pelo homem que foi, com dom de motivar a toda gente à sua volta, transformando desafios em esperança.
Francisco Carrilho é lembrado como um homem íntegro e de bom carácter. Dele o Grupo SOICO aprendeu que a grandeza da organização se mede com o carácter dos seus dirigentes. Por isso, a sua partida deixa um vazio profundo, mas também um legado que se impõe como farol para todos os dirigentes e colaboradores da empresa.
De igual modo, acrescentou Olívia Massango, em nome da SOICO, a maior homenagem a Francisco Carrilho é continuar-se com a obra que ele começou, com a mesma coragem, ética e paixão. Esse é o compromisso solene do grupo, como instituição.
Por fim, a Directora de Informação do Grupo SOICO disse que a vida de Francisco Carrilho não se apaga, “o seu exemplo viverá sempre connosco. Por isso, hoje não dizemos adeus, mas obrigado, pela visão, sonho e amizade”.
A cidade da Matola, na Província de Maputo, volta a ser palco do Matola Sundown in the Garden, uma experiência que regressa no dia 27 de Setembro, com espectáculo que cruza os artistas moçambicanos e angolanos.
A primeira edição do ano combina música ao vivo, presença de vários DJ, para além de animação cultural que contempla feira gastronómica, activações de marcas e momentos de intercâmbio entre participantes.
O público poderá viver, desta vez, uma experiência única com a fusão entre artistas moçambicanos e angolanos, o que reforça o compromisso do projecto em criar pontes entre culturas e aproximar diferentes expressões musicais africanas.
Criado em 2017, ao longo das suas edições, o evento já recebeu artistas nacionais e internacionais que marcaram o público com performances inesquecíveis, entre eles, Pérola, Edmázia Mayembe, Anna Joyce, Sir Trill, Scotts Maphuma, Landric, entre outros.
O “Matola Sundown” aposta em experiências imersivas que celebram a identidade local, ao mesmo tempo que promovem a circulação de artistas e a troca cultural entre países.
“Mais do que um concerto, o projecto tem desempenhado um papel importante no fortalecimento da economia criativa, estimula o turismo cultural, o que gera oportunidades para jovens artistas e fortalece o ecossistema cultural da Matola e da região. Com o regresso marcado para Setembro, o “Matola Sundown” reafirma a sua relevância no panorama artístico nacional e regional, a consolidar a sua identidade como projecto que valoriza a cultura, a diversidade e o talento africano”, adianta o comunicado de imprensa sobre o evento que pretende colocar a cidade da Matola no mapa da cena artística nacional e regional, atraindo públicos diversos.
A província de Inhambane está prestes a viver um momento histórico na sua trajectória de desenvolvimento económico. O Conselho Executivo Provincial e a MozParks Holding formalizaram um memorando de entendimento para a criação de dois parques industriais, um em Inhassoro e outro em Jangamo, avaliados inicialmente em cerca de 2 milhões de dólares, com implementação faseada.
A escolha destes distritos combina factores estratégicos fundamentais. Inhassoro e Jangamo beneficiam de proximidade aos projectos de gás natural, areias pesadas e transformações energéticas em curso no país, acessibilidade a portos e rodovias, e um forte potencial agrícola e turístico que pode sustentar novas cadeias de valor. Essas características posicionam os parques como pólos de atracção para investimentos, com capacidade para integrar empresas de sectores como agroindústria, manufactura leve e logística.
Durante a cerimónia de assinatura, o governador Francisco Pagula destacou que o acordo vai muito além de um compromisso institucional. Segundo ele, os parques industriais “vão criar um ambiente que promova a integração de micro, pequenas e médias empresas, permitindo que empreendedores locais conquistem espaço na cadeia de fornecimento dos grandes projetos energéticos”. Para Pagula, a iniciativa representa uma resposta concreta ao desafio da diversificação econômica, reduzindo a dependência do turismo, um setor vulnerável à sazonalidade.
A MozParks Holding, representada pelo CEO Onório Manuel, enfatizou que a empresa busca consolidar um modelo de parques industriais sustentáveis, com planejamento e gestão moderna. “Queremos espaços onde empreendimentos nacionais e internacionais operem de forma eficiente, com infraestrutura partilhada, logística integrada e incentivos que promovam competitividade”, afirmou o gestor, citando como modelo bem-sucedido o Parque Industrial de Beluluane (Maputo), que abriga mais de 70 empresas de 18 nacionalidades, emprega cerca de 10 mil trabalhadores e acumulou mais de 3 mil milhões de dólares em investimentos.
Além da geração direta e indireta de empregos, a província espera que a implantação dos parques estimule o fortalecimento de cadeias produtivas municipais, leve a capacitação técnica de jovens e favoreça o surgimento de novos empreendimentos locais. O plano, conforme autoridades, dá ênfase à inclusão econômica, ao envolver pequenos empresários no fornecimento de insumos, serviços de apoio e mão de obra especializada.
O contexto atual consolida a importância desta aposta. Inhambane luta para diversificar sua economia, desde os impactos da pandemia — que afectou turismo, pesca e informalidade. A industrialização surge, portanto, como oportunidade de reequilibrar a economia e dar um rumo mais sustentável no médio e longo prazo.
O memorando prevê a criação de uma estrutura de governança compartilhada entre governo e MozParks, com critérios claros para uso das terras, infraestrutura inicial já projetada e serviços de apoio, como eletrificação, tratamento de águas e acesso rodoviário. A expectativa é que os parques sejam operacionalizáveis dentro dos próximos 18 a 24 meses, com previsão de transformarem Inhambane em uma plataforma exportadora competitiva e integrada à economia nacional.
Concluindo, o governador sublinhou que “se este plano for executado com eficiência e transparência, Inhambane pode se transformar no principal motor industrial do sul do país”. O desafio agora é garantir que o avanço seja apoiado por políticas públicas firmes, incentivos adequados e monitoramento contínuo — para que a promessa possa, de fato, reverberar em transformação econômica e qualidade de vida para a população.
A Universidade Pedagógica de Maputo (UP-Maputo) e a Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPCT) rubricaram, ontem, um memorando de entendimento com o objectivo de desenvolver acções conjuntas nas áreas da inovação, incubação de startups, transformação digital, certificação e patenteamento, formação de capital humano, desenho curricular e desenvolvimento comunitário.
Segundo uma publicação da universidade, para os signatários do acordo, Jorge Ferrão, reitor da UP-Maputo, e Orlando Zobra, PCA da ENPCT, o instrumento poderá fomentar a aproximação entre a academia e o sector produtivo nacional, impulsionar o desenvolvimento de soluções inovadoras e tecnológicas voltadas às necessidades do país.
Para Ferrão, o acto carrega um valor simbólico depois do primeiro acordo entre as duas instituições assinado em Dezembro de 2018.
“Este é um gesto de continuidade, mas também de renovação, que marca um novo capítulo da cooperação entre solidez da relação institucional construída ao longo dos anos e, por outro, a visão partilhada de que a educação, a ciência e a tecnologia devem caminhar lado a lado como motores centrais da transformação do nosso país”.
Ainda de acordo com o reitor da UP-Maputo, a criação de um Centro de Dados Académico e Tecnológico constituirá um marco fundamental para a digitalização das infra-estruturas e para a inserção plena do país na economia digital.
“Mais do que formar profissionais, queremos formar transformadores sociais, inovadores e empreendedores, cidadãos capazes de conceber soluções criativas para os desafios locais e nacionais”.
Por sua vez, Zobra enalteceu a pertinência de cooperação interinstitucional, tendo avançado que o memorando vem marcar mais uma etapa das relações de cooperação que só podem ser firmadas com afinidades profundas e douradoras para o alcance de resultados para ambas instituições.
“De hoje em diante, o memorando vai servir de instrumento de cooperação, esperando que esta caminhada conjunta traga frutos, não só à empresa, mas à Universidade igualmente, pois é isto que queremos fazer e queremos fazer com auxílio da UP- Maputo”.
A ENPCT no âmbito do acordo poderá prestar apoio técnico e, sempre que possível, financeiramente, em projectos conjuntos de inovação e empreendedorismo, disponibilização espaços, serviços, orientação e acompanhamento às startups e grupos de investigação da UP-Maputo, para além de participar na revisão e concepção de programas curriculares voltados à inovação e desenvolvimento local, e facilitar o acesso a plataformas de certificação e registo de propriedade intelectual.
Os académicos moçambicanos Severino Ngoenha, Benjamim Alfredo e Teodoro Waty defendem a necessidade de o país repensar o Direito leccionado e aplicado, sob pena de este ficar ultrapassado. Segundo os estudiosos, Moçambique pode estar a perder nas negociações de contratos internacionais, devido à desactualização do seu sistema judiciário.
“O Direito na construção de Moçambique: conquistas, desafios e perspectivas” foi o tema da mesa-redonda promovida pela Universidade Eduardo Mondlane. No centro do debate, estiveram Benjamim Alfredo, Teodoro Waty e Severino Ngoenha, que expuseram as suas ideias e visões sobre a qualidade do Direito no país, 50 anos após a independência.
Benjamim Alfredo, profundo conhecedor do Direito nacional, considera que o sistema moçambicano se encontra ultrapassado e limitado, defendendo ser urgente uma mudança de paradigma no ensino e na aplicação da justiça.
“O nosso Direito acaba por revelar limitações quando os contratos assinados com empresas multinacionais incluem cláusulas oriundas de sistemas jurídicos totalmente diferentes do nosso. Temos imensa dificuldade em interpretar e, sobretudo, compreender o alcance e o objectivo dessas cláusulas. Porquê? Porque o nosso ensino continua demasiado preso ao sistema romano-germânico”, afirmou o académico.
Para Alfredo, não apenas está em causa a identidade jurídica do país: o Direito moçambicano, na sua perspectiva, já não consegue dar resposta aos problemas da sociedade.
“Mesmo aqueles que criaram o sistema romano-germânico já o estão a abandonar. Na Europa, já não existe esta rigidez de dizer que o sistema é este ou aquele. Temos de repensar o Direito também na perspectiva de que ele não serve apenas para nos relacionarmos com o mundo, mas, em primeiro lugar, para resolvermos os nossos próprios problemas”, defendeu.
Já o docente universitário Teodoro Waty sublinhou que o Direito é fundamental para o desenvolvimento de uma sociedade, mas que em Moçambique carece de um reajuste profundo, uma vez que identifica os problemas mas não consegue oferecer soluções.
“O Direito tem vindo a identificar a corrupção, mas não implementa políticas de boa governação e transparência para a combater. O Direito procura a pacificação, mas não percebe que os conflitos e a instabilidade interrompem a execução das políticas e desviam recursos e capacidades para a segurança, em detrimento do desenvolvimento”, disse Waty, lançando críticas severas ao sistema.
O académico alertou ainda para a fragilidade das leis moçambicanas. “Em determinados momentos, para garantir certeza e segurança jurídicas, a lei apresenta disposições ambíguas, o que leva a interpretações variadas e inconsistentes, resultando em decisões injustas e desiguais. O Direito, qual rei nu, está sujeito a pressões externas, que se traduzem num baixo nível de conformidade”, lamentou.
Por sua vez, Severino Ngoenha reflectiu sobre os dilemas do sistema jurídico nacional, sublinhando a discrepância entre as normas aplicadas e os costumes sociais do país.
“Parece existir uma discrepância enorme entre o nosso Direito positivo e a nossa sociologia e antropologia. Podemos falar de uma geografia assimétrica do Direito: os nomes que usamos e as leis que temos não são extraídos das nossas culturas, mas impostos a partir de modelos estrangeiros”, argumentou.
A mesa-redonda realizou-se no âmbito das comemorações dos 50 anos da Independência Nacional e das reflexões em torno da melhoria dos serviços e políticas públicas.
Foi suspensa em Incoluane toda equipa de fiscalização de trânsito composta por 20 autoridades, que estavam em serviço na madrugada em que ocorreram os acidentes que resultaram em 35 mortes. Em 13 dias o relatório do inquérito deverá apontar as causas e os responsáveis. O Secretário de Estado dos transportes e logística quer medidas duras para acabar com impunidade e corrupção nas estradas
Pelo menos 35 Pessoas morreram, esta segunda-feira, na sequência de dois acidentes de viação em Gaza e Maputo. Trata-se de semi-colectivos de passageiros, que atravessaram o posto de fiscalização de Incoluane antes das 05 horas, o que viola o diploma ministerial que proíbe a circulação de transportes semi-colectivos interprovincial e internacionais de passageiros das 21 às 5 horas.
Face ao cenário foi suspensa, nesta terça-feira, toda equipa de fiscalização rodoviária, que estava em serviço, trata-se de grupo de mais de 20 homens de diferentes especialidades policiais
A comissão de inquérito que investiga as causas e responsáveis pelo acidentes deverá em 13 dias apresentar um relatório definitivo que vai abrir espaço para medidas mais duras a vários níveis.
Chinguane Mabote falou ainda de semi-colectivos de passageiros “intocáveis”, aliás, de gente com poder que se vale da corrupção para perpetuar irregularidades, que, vezes sem conta, resultam em tragédias e sangue nas estradas
O Secretário de Estado dos transportes e logística fez estes pronunciamentos no posto de fiscalização de Incoluane, à margem do último dia de trabalho em Gaza, após acidente que matou 11 pessoas e deixou feridas outras 8 em Chongoene.