As Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) contam, a partir de agora, com novos militares habilitados para integrar as forças de comandos, na sequência do encerramento do 31.º Curso de Comandos, realizado na cidade de Nacala, província de Nampula.
O curso teve como objectivo dotar os militares de conhecimentos e técnicas específicas para o cumprimento de missões que exigem elevado nível de preparação física, táctica e psicológica.
Durante a cerimónia, que contou com a presença de altas patentes militares e outras entidades, os formandos participaram em actos protocolares e demonstraram parte das competências desenvolvidas durante a formação.
A cerimónia de encerramento foi marcada por demonstrações de disciplina e preparação militar, com os novos comandos a exibirem as capacidades adquiridas ao longo do processo de formação.
A conclusão do 31.º Curso de Comandos representa mais uma etapa no processo de preparação das FADM para responder aos desafios de defesa e segurança do país, particularmente em contextos que exigem unidades com capacidade de actuação especializada.
O Vice-Presidente da Tanzânia, Emmanuel Nchimbi, apresentou a sua demissão, anunciando o afastamento definitivo da vida política activa e do serviço público. Nchimbi declarou estar convicto de que a Presidente Samia Suluhu Hassan pretendia a nomeação de um sucessor diferente para o cargo. A saída, que se tornará efectiva no dia 4 de Setembro, ocorre num momento de notória crispação política e de renovadas dúvidas sobre a liberdade de imprensa no país.
O anúncio foi formalizado na terça-feira, dia 25 de Agosto, tendo Nchimbi comunicado por escrito à Chefe de Estado a sua decisão. O governante revelou ter prometido, em Agosto de 2025, que renunciaria caso a Presidente desejasse um Vice-Presidente diferente, convicção que afirma agora possuir “sem sombra de dúvida”.
Esta decisão surge poucas semanas após as autoridades terem suspendido, por um período de seis meses, a licença de publicação do jornal crítico MwanaHALISI, que havia noticiado resistências de Nchimbi face às pressões para a sua saída, sugerindo um desentendimento entre ambos. As autoridades alegaram que a publicação violou os padrões profissionais de precisão e imparcialidade.
A gestão da Presidente Samia Suluhu Hassan, que obteve uma vitória eleitoral esmagadora com 98% dos votos, tem sido alvo de severas críticas por observadores internacionais, agravadas pelos distúrbios que, após a última elecção, resultaram na morte de centenas de cidadãos.
Embora inicialmente elogiada pela abertura democrática e pela menor restrição aos partidos da oposição e aos órgãos de comunicação social, a administração de Hassan é agora acusada pelos seus críticos de regressar às políticas restritivas que caracterizaram o consulado do seu antecessor, John Magufuli. Actualmente, a Tanzânia ocupa a 117.ª posição num total de 180 países no índice de liberdade de imprensa.
A vacatura no cargo de Vice-Presidente impõe agora à Presidente o complexo desafio de proceder a uma nova escolha num cenário político extremamente sensível. A retirada de Nchimbi, após menos de um ano no exercício de uma das funções mais elevadas do Estado, confere uma camada adicional de incerteza à estabilidade política da Tanzânia.
A Guiné-Bissau vai votar, no próximo domingo, 30 de Agosto, uma nova Constituição que prevê um reforço significativo dos poderes do Presidente da República e uma profunda reformulação do sistema político, numa altura em que o país se prepara para realizar eleições gerais em Dezembro.
O referendo acontece menos de um ano depois de os militares terem tomado o poder através de um golpe de Estado, ocorrido um dia antes de as autoridades eleitorais anunciarem os resultados das eleições presidenciais.
A proposta constitucional atribui ao Chefe do Estado poderes para nomear e exonerar o Primeiro-Ministro e os membros do Governo, criar ou extinguir ministérios e presidir ao Conselho de Ministros. O Presidente poderá igualmente dissolver o Parlamento em caso de grave crise política e, em determinadas circunstâncias, exonerar o Governo.
A reforma prevê ainda a redução do número de deputados, de 102 para 65, bem como a diminuição dos círculos eleitorais, de 29 para 12.
Os defensores da proposta sustentam que as alterações poderão contribuir para reorganizar e fortalecer as instituições políticas do país. Os críticos, porém, alertam para o risco de uma excessiva concentração de poderes na Presidência da República.
O professor Manuel Nobre de Barros, da Universidade Lusófona da Guiné-Bissau, considera que a reforma poderá alterar profundamente o equilíbrio entre os poderes Executivo e Legislativo, podendo conferir ao Presidente poderes praticamente ilimitados.
Entre as alterações propostas está também a introdução de um novo requisito para os candidatos à Presidência da República: a obrigatoriedade de terem residido permanentemente na Guiné-Bissau durante os cinco anos que antecedem a candidatura.
O referendo de 30 de Agosto será seguido de eleições gerais previstas para Dezembro. O processo é acompanhado com particular atenção, numa altura em que a Guiné-Bissau procura regressar a um regime civil e democraticamente eleito, depois do período de governação militar.
A principal questão que se coloca é se a nova Constituição contribuirá para reforçar a estabilidade das instituições ou se, pelo contrário, abrirá caminho para uma maior concentração do poder nas mãos do Presidente da República.
Decorre, nesta semana, a XXX Edição do M’Saho, uma das principais celebrações da timbila e da cultura Chope organizada pelo Conselho Executivo Provincial de Inhambane, com a produção da Top Produções e o patrocínio da Sasol.
Entre os dias 27 e 29, o Festival de Timbila irá combinar música, dança, workshops, palestras, feiras e intercâmbio entre artistas nacionais e estrangeiros, na vila de Quissico, no distrito de Zavala, na província de Inhambane.
Sob o signo da valorização e preservação do património cultural e com o patrocínio da Sasol, o festival vai reunir mestres artesãos, timbileiros, bailarinos, artistas, investigadores, estudantes e comunidades locais.
Pretende-se, com a iniciativa, criar espaços de aprendizagem e partilha em torno da timbila, manifestação cultural inscrita pela UNESCO na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade.
“Nos primeiros dois dias, 27 e 28, no Centro de Interpretação da Timbila, em Guilundo, a programação inclui uma residência artística dedicada à timbila, com workshops de construção e reparação de instrumentos, técnicas de execução musical e dança”, refere um comunicado de imprensa enviado ao “O País”.
Haverá também momentos de conversa entre artistas, mestres e membros da comunidade. Os visitantes poderão também participar em experiências práticas de construção, toque e dança da timbila, mediante inscrição.
“Um dos momentos de destaque será a formação da orquestra M’kwayo, composta por 35 dos melhores timbileiros provenientes de diferentes orquestras do distrito de Zavala”, avança a nota de imprensa.
Com a iniciativa, pretende-se promover a troca de conhecimentos entre diferentes gerações. A programação estende-se às escolas secundárias do distrito, através de palestras e workshops sobre música e cultura de timbila.
O festival contará ainda com momentos de gastronomia tradicional, feira de produtos locais, debates à volta da fogueira e apresentações de música e dança, proporcionando um espaço de encontro entre a comunidade, artistas e visitantes.
Já no último dia (29), o Aeródromo da Vila de Quissico será o palco central das celebrações, com apresentações de orquestras de timbila de Zavala e de outras regiões, a actuação da orquestra M’kwayo e concertos de artistas convidados, num programa que também integra Two-Ell e Classic Nova.
A XXX Edição do M’Saho terá ainda uma dimensão internacional, com a participação de artistas provenientes da Itália e dos Países Baixos, que irão actuar e partilhar experiências com artistas locais.
“Pesquisadores e estudantes estarão igualmente envolvidos na produção de um documentário sobre a dança de timbila, contribuindo para a sua documentação, promoção e preservação”, lê-se no comunicado de imprensa.
Para além da programação principal, os visitantes poderão explorar outras experiências ligadas ao território e à cultura local, incluindo passeios guiados pela Lagoa de Quissico, o roteiro da timbila e a gastronomia tradicional.
Mais do que um festival de música e dança, o M’Saho afirma-se, assim, como um espaço de valorização da identidade Chope, transmissão de saberes e promoção do turismo cultural, colocando a timbila no centro de um encontro entre tradição, criação contemporânea e intercâmbio internacional, refere a nota.
A presidente da Organização da Mulher Moçambicana (OMM) e Primeira-Dama da República, Gueta Chapo, defende que os homens devem assumir a responsabilidade pela paternidade e garantir o sustento dos seus filhos.
Gueta Chapo considera preocupante a prática de algumas mulheres que atribuem a paternidade dos seus filhos a vários homens, alegadamente como forma de garantir benefícios financeiros.
A reacção surge na sequência de uma denúncia feita recentemente por uma juíza do Tribunal de Família e Menores, em Manica, segundo a qual existem mulheres que atribuem a paternidade dos mesmos filhos a diferentes homens, com o objectivo de obter apoio financeiro.
Gueta Chapo considera a situação um comportamento negativo e ressalta que é necessário distinguir os casos em que uma mulher tem filhos de pais diferentes.
“É um comportamento negativo, não é? Porque a lei já prevê que, quando um homem tiver um filho, tem de sustentar a sua criança. Então, eu acho que não é um comportamento bom, que nós, as mulheres, temos feito, em queixar várias vezes para vários homens”, afirmou Guetta Chapo.
A Primeira-Dama questiona, entretanto, como uma mulher pode exigir sustento a vários homens quando tem apenas um marido, admitindo que a situação é diferente quando existem filhos de pais diferentes.
“Eu tenho de perceber melhor como é que uma mulher queixa para três, quatro, cinco homens, uma vez que só tem um único marido, a não ser que ela tenha tido vários filhos com homens diferentes. Aí sim, ela tem direito de exigir, porque não fez os filhos sozinha”, acrescentou Gueta Chapo.
Gueta Chapo falava em Chimoio, durante uma actividade de mobilização de material para a construção do Centro de Sustentabilidade da Mulher, uma iniciativa que envolve mulheres da OMM na produção de tijolos e noutras actividades ligadas à construção.
No local, as mulheres participam directamente em todas as etapas de produção dos blocos, numa demonstração de união e aprendizagem de novas habilidades.
“Unimos-nos e mostramos que nós podemos. Aquelas que ainda não aprenderam estão a aprender aqui: uma busca água, outra carrega areia, outra mistura, as outras estão a bater a massa e depois temos o final, quando colocamos a massa na forma e tiramos o bloco”, explicou Rosa Kararadza, membro da OMM.
A iniciativa está a permitir que jovens e mulheres adquiram conhecimentos sobre a produção de materiais de construção, com o objectivo de reforçar a sua autonomia e capacidade de participação em projectos comunitários.
“Toda a mulher de Chimoio deve aprender a fabricar tijolos. Chegamos às seis horas, já aprendemos. Eu sofri um pouco aqui, porque estou a aprender de verdade”, avançou Benedita Zunguza, membro da OMM.
Para além dos tijolos produzidos pelas próprias mulheres da OMM, a Primeira-Dama mobilizou diversos materiais de construção para o local, com vista à concretização do Centro de Sustentabilidade da Mulher em Chimoio.
A iniciativa pretende envolver as mulheres na construção e, simultaneamente, promover competências práticas que possam contribuir para o seu empoderamento económico e social.
Uma agente prisional e outra mulher estão detidas na cidade de Xai-Xai, acusadas de maus-tratos contra os próprios filhos.
Uma delas terá agredido sistematicamente o filho menor de 12 anos, e outra é suspeita de agredir e tentar obrigar uma criança de sete anos de idade a ingerir fezes. Os casos já instaurados foram denunciados à Polícia da República de Moçambique (PRM) pela comunidade.
Entre as indiciadas está uma agente do Serviço Nacional Penitenciário, de 38 anos de idade, acusada de agredir de forma recorrente o próprio filho. A denúncia partiu da vizinhança, e os relatos foram posteriormente confirmados pelos restantes filhos da indiciada.
O chefe das Relações Públicas da PRM em Gaza, Carlos Macuácua, diz que a intervenção policial ocorreu depois das denúncias.
“A polícia tratou de averiguar. Encontradas as evidências, elas foram levadas para a subunidade, lavrados os autos e entregues às outras instituições para poderem ser responsabilizadas”, explicou Carlos Macuácua.
A Polícia da República de Moçambique assegura que a condição profissional da indiciada não altera o tratamento do processo, embora reconheça a particularidade de se tratar de uma agente de autoridade.
“Olhamos a situação preocupados quando é agente de autoridade envolvida. Mas o tratamento é normal de agente indiciado a um crime: lavrar o processo e entregar a outras instituições para sua responsabilização”, esclareceu Macuácua.
Na Segunda Esquadra da PRM em Xai-Xai, está também detida uma mulher de 39 anos, doméstica, suspeita de maus-tratos contra o filho, de sete anos. Neste caso, a mulher é acusada de agressões físicas e de tentar obrigar o menor a ingerir fezes.
A indiciada nega ter obrigado a criança a ingerir as próprias fezes. Diz estar arrependida e afirma que recorria a agressões depois de chamar a atenção do menor várias vezes.
Entretanto, a PRM enquadra o caso entre práticas de tratamento cruel contra a criança. “Uma é tortura, a outra é indiciada de alimentar a menor com excrementos humanos, entre outras situações de tratamento cruel a um humano”, afirmou Carlos Macuácua.
Segundo a PRM, os dois processos foram instruídos e deverão ser encaminhados às instituições competentes para a responsabilização das indiciadas.
A exposição “Pegadas do Barro”, da artista visual e ceramista Ilda Semedo, é uma mostra que transforma a cerâmica num espaço de reflexão sobre memória, identidade, pertença e continuidade, na Mediateca do BCI, em Maputo.
“Partindo da premissa de que toda a existência deixa marcas, a exposição explora a relação entre o ser humano, a natureza e a terra. Pessoas, animais, plantas e fenómenos naturais imprimem vestígios no mundo, fazendo da terra um verdadeiro arquivo vivo da memória colectiva”, avança um comunicado.
No acto de abertura, a representante do BCI, Carla Mamade, destacou a dimensão simbólica da proposta artística e a relevância da mostra. Já para Ilda Semedo, o percurso artístico que culmina nesta exposição está também profundamente ligado ao apoio familiar.
A artista agradeceu, em particular, aos pais por terem acreditado na sua vocação e incentivado a sua escolha pela arte, numa altura em que esta opção nem sempre é compreendida e valorizada no seio das famílias.
“Ser artista, contrariamente àquilo que às vezes se diz, é uma bênção e não tem nada de marginal”, afirmou Semedo, citada na nota de imprensa.
Presente na abertura da exposição, a secretária de Estado das Artes e Cultura, Matilde Muocha, destacou o percurso e o amadurecimento artístico de Ilda Semedo, bem como a sua contribuição para a formação de novas gerações.
Para a governante, a artista constitui um exemplo da capacidade da arte de servir a sociedade, quer pela criação, quer pela transmissão de conhecimento.
“Temos um modelo que pode demonstrar aquilo que a arte deve fazer na nossa sociedade: ajudar-nos a sonhar”, considerou Muocha.
Natural de Maputo, Ilda Semedo é artista visual, ceramista, designer, empreendedora e docente da Escola Nacional de Artes Visuais (ENAV), onde lecciona disciplinas de Design e Cerâmica.
A exposição “Pegadas do Barro” está aberta ao público em Maputo, até 31 de Agosto.
A paralisação das obras de construção da ponte de acesso ao bairro Inhangombe, na cidade de Quelimane, está a dificultar a mobilidade dos moradores. A infra-estrutura actualmente usada pela população encontra-se degradada e apresenta limitações para a circulação.
Agastados com a situação, os moradores pedem a intervenção urgente de quem de direito para a requalificação da infra-estrutura.
A vereação de Infra-estruturas e Urbanização do Município de Quelimane, explica que as obras foram interrompidas devido à insuficiência de recursos financeiros e à complexidade da infra-estrutura. Segundo a fonte, o Município está a procurar alternativas junto da Administração Nacional de Estradas e do Fundo de Estradas, ao nível provincial, com vista à mobilização de novos parceiros para retomar as obras de construção da ponte.
Enquanto se aguarda pela retoma dos trabalhos, a população vai enfrentando dificuldades de mobilidade para o acesso a serviços essenciais, como educação, saúde e água potável.
Os camiões de carga pegaram fogo na noite de segunda-feira, na Estrada Nacional Número 4, próximo à zona da Texlom, na Matola. Não há vítimas humanas, apesar do forte embate e das chamas que consumiram as viaturas.
Uma testemunha, que fala na condição de anonimato, conta que tudo aconteceu por volta das 21 horas, quando um dos camiões de carga encontrava-se estacionado próximo a um posto de abastecimento de combustíveis.
Segundo a testemunha, de repente, ouviu-se um forte estrondo. Tratava-se de um outro camião que embateu violentamente contra a viatura estacionada, provocando assim um incêndio que rapidamente alastrou-se às duas viaturas.
A testemunha explica ainda que pessoas que se encontravam no local conseguiram retirar os motoristas dos carros em segurança. Mas, a chegada dos bombeiros ao local terá ocorrido cerca de duas horas depois do sinistro.
Enquanto o serviço de salvamento público não chegava, as chamas iam consumindo grande parte das duas viaturas. Apesar da dimensão do acidente, não foram registadas vítimas humanas, mas o trânsito ficou condicionado.
Depois de algum tempo, a circulação das viaturas pelo local dos acontecimentos foi restabelecida. Testemunhas apontam o excesso de velocidade como uma das possíveis causas do acidente, mas as autoridades ainda não explicaram o caso.
Por várias vezes, a nossa reportagem contactou a Polícia de Trânsito para obter esclarecimentos sobre as circunstâncias do acidente e as suas prováveis causas, mas não foi possível obter qualquer resposta até ao fecho desta matéria.
Os Estados Unidos anunciaram, esta segunda-feira, o desligamento do Irão do seu sistema financeiro e ameaçam retaliar contra outros Estados que facilitem o branqueamento de capitais em nome do Irão.
O braço de ferro entre os Estados Unidos da América e o Irão tende a intensificar-se, com poucas perspectivas de entendimento para o alcance da paz desde o início dos bombardeamentos, a 28 de Fevereiro.
Esta segunda-feira, os norte-americanos avançaram para o que designam de desligamento do Irão do sistema financeiro norte-americano, incluindo sanções contra outros Estados que facilitem o branqueamento de capitais em nome do Irão.
“As equipas do Tesouro, do Estado e das Forças Armadas dos Estados Unidos estão agora a reunir-se com os seus homólogos em todo o mundo para lhes transmitir que os Estados Unidos esperam medidas concretas. Cada país tem um prazo definido para encerrar as actividades que identificámos. Se não tomarem medidas, fá-lo-emos unilateralmente, através das autoridades do Tesouro. Por exemplo, todas as sucursais do Banco Mele devem ser encerradas e permanecer inactivas”, disse Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA, alertando que “qualquer entidade que facilite o branqueamento de capitais em nome do Irão será excluída do sistema do dólar norte-americano. O relógio começou agora a contar”.
A administração Trump avisa que vai ser contundente para com os que interferirem na sua estratégia. A nova medida da administração Trump faz parte das inúmeras tentativas de intensificar a pressão sobre Teerão, meses após o início da guerra.