A Ministra da Educação, Samaria Tovela, apelou à paciência dos professores que reclamam o pagamento de horas extraordinárias em atraso, reconhecendo a legitimidade das suas reivindicações, mas sublinhando que o Estado não dispõe de capacidade financeira para liquidar toda a dívida de uma só vez.
A governante reagia à nova onda de paralisação das aulas protagonizada por docentes que exigem a regularização dos valores em dívida. Apesar de reconhecer o direito dos professores a reclamarem os seus créditos, Samaria Tovela considera que a interrupção das actividades lectivas não constitui a melhor forma de protesto, por prejudicar milhares de alunos.
A ministra alertou ainda que os docentes que aderirem à paralisação poderão enfrentar implicações e procedimentos administrativos previstos na lei.
Recorde-se que o Governo anunciou ter regularizado integralmente o pagamento das horas extraordinárias referentes ao ano de 2022 e parte de 2023. Contudo, continua por liquidar o remanescente desse ano, bem como a totalidade dos valores correspondentes a 2024.
O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou, esta quinta-feira, o envio de mais 5.000 soldados para a Polónia, dias depois de ter anunciado a retirada do mesmo número de militares norte-americanos da Alemanha.
Donald Trump publicou na sua rede social Truth Social, esta quinta-feira, uma declaração segundo a qual irá enviar 5 mil soldados à Polónia e justificou que a decisão resulta da forte relação entre os dois países.
“No seguimento da vitória eleitoral do atual presidente da Polônia, Karol Nawrocki, a quem tive a honra de dar o meu apoio, e das nossas relações, tenho o prazer de anunciar que os Estados Unidos enviarão para a Polónia mais 5 mil militares”, anunciou Trump.
O anúncio surge dois dias após o vice-presidente dos EUA ter informado que o destacamento planeado de tropas norte-americanas na Polônia tinha sido adiado.
Estes movimentos de tropas norte-americanas estão a ser acompanhados de perto, depois de o Presidente dos EUA ter ameaçado punir os aliados europeus que não apoiassem a sua guerra contra o Irão.
No mês passado, o Pentágono já havia anunciado a retirada de 5 mil soldados da Alemanha e a decisão foi interpretada como uma reacção às críticas do chanceler alemão, Friedrich Merz, à falta de estratégia norte-americana no conflito contra o Irão.
No mesmo período, Trump afirmou que a redução poderia ser ainda maior e informou que ponderava retirar tropas também da Itália, após a primeira-ministra Giorgia Meloni, ter defendido o Papa Leão XIV dos ataques do líder norte-americano.
Um grupo de jovens raparigas da cidade de Chimoio, em Manica, beneficiou, esta semana, da entrega de kits de empreendedorismo no âmbito do programa de apoio ao emprego feminino. Com financiamento da agência italiana de cooperação para o desenvolvimento, o projecto está em curso nas províncias de Manica, Tete e Maputo.
O programa visa criar condições para a participação activa das jovens em actividades económicas, reduzir a dependência financeira e combater as uniões prematuras.
Avaliado em 3,5 milhões de euros, o programa decorre até Dezembro e inclui formação prática, entrega de material de trabalho e acompanhamento técnico.
Na cerimónia, Teodora Bomba, gestora do projecto em Manica, afirmou que a entrega constitui um passo concreto para garantir a autonomia das jovens.
As beneficiárias afirmaram que os kits representam uma oportunidade para iniciar pequenos negócios e sustentar as famílias.
Lourenço Lindonde, Secretário de Estado em Manica, destacou o impacto da iniciativa na redução do desemprego e na promoção do papel da mulher no desenvolvimento económico.
O projecto arrancou há dois anos e prevê abranger, até Dezembro deste ano, cerca de três mil beneficiárias em três províncias do país: Manica,Tete e Maputo.
Rudêncio Morais é o jovem confiado pelo Governo para gerir os negócios de petróleo e gás nos quais o Estado está envolvido. Trata-se do novo presidente do Conselho de Administração da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH).
Foi nomeado há cerca de uma semana pelo Conselho de Ministros e tem a missão de transformar as reservas de hidrocarbonetos em riqueza para o País. Um dos seus focos deverá ser a Bacia do Rovuma, onde há projectos bilionários.
De princípio, sua tarefa é bastante complexa. Deve garantir que Moçambique tire maior proveito das reservas de gás que possui, principalmente na Bacia do Rovuma, província de Cabo Delgado, actualmente assombrada pelo terrorismo.
Por conhecer a casa, onde ingressou no ano de 2014 como geólogo de pesquisa, o homem que se segue na gestão da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) tem uma vantagem. Resta agora colocar em prática os seus pensamentos.
Tem formação em Geologia pela Universidade Eduardo Mondlane (licenciatura) e em Engenharia Geológica e de Minas pela Universidade de Coimbra, em Portugal (mestrado), segundo informações partilhadas pela empresa.
Embora ainda jovem, Morais carrega consigo uma larga experiência, tendo já exercido, entre vários cargos, o de presidente do Conselho de Administração da Companhia Moçambicana de Gasoduto (CMG), uma das filiais da ENH.
É através da CMG que a ENH participa na Companhia de Gasoduto da República de Moçambique. De 2020 a 2024, foi administrador de pesquisa e produção na ENH, onde foi também assessor de engenharia e desenvolvimento de projectos.
No seu currículo consta ainda que é escritor, membro da Associação Geológica Mineira de Moçambique, onde foi vice-presidente entre os anos de 2019 e 2022. Desde 2016, é consultor credenciado pelo Ministério dos Recursos Minerais.
Em 2025, Rudêncio Morais lançou o livro “Pesquisa de Hidrocarbonetos em Moçambique”, que faz uma análise crítica sobre a exploração de hidrocarbonetos no País e as suas implicações económicas, sociais, ambientais e políticas.
Foi ainda docente de geoestatística e avaliação de recursos minerais e petrolíferos. Com esta bagagem, o novo timoneiro da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos assume o compromisso de dar o melhor de si para o País.
Desde já, promete dinamizar a utilização do gás natural em vários sectores de actividade, um desafio antigo. Actualmente, o gás extraído em Moçambique é usado por uma minoria da população e empresas, nas províncias de Maputo e Inhambane.
“Sobre o gás veicular, continuaremos a criar condições para que mais viaturas possam consumir este produto que Moçambique produz”, prometeu numa das suas primeiras intervenções após a sua nomeação para o novo cargo.
Morais compromete-se ainda em promover a utilização do gás natural como matéria-prima para produzir fertilizantes, um dos principais insumos para o sector da agricultura que ocupa grande parte da população moçambicana.
Entre os fertilizantes que poderão ser produzidos estão a ureia e o amónio. Espera-se ainda produzir o metanol. Depois de conferir posse ao novo PCA da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, a primeira-ministra exigiu trabalho.
Neste contexto, Benvinda Levi desafiou Morais a dinamizar os grandes projectos da Bacia do Rovuma e as iniciativas de monetização do gás no País, de modo a maximizar os benefícios para o desenvolvimento socioeconómico.
Benvinda Levi quer ainda, com a nomeação, que o gás natural seja utilizado como matéria-prima estratégica para a produção de combustíveis e produtos petroquímicos, para impulsionar os sectores agrícola e industrial do País.
Morais substitui Ludovina Bernardo, que ocupou o cargo por cerca de dois anos, desde Agosto do ano de 2024. Assume a função num contexto em que o gás de Pande e Temane está prestes a acabar, ou seja, poderá acabar no ano de 2028.
Como alternativa ao gás prestes a terminar, a Sasol, operadora do projecto de gás de Pande e Temane, poderá recorrer ao gás da Bacia do Rovuma, no projecto Coral Norte, liderado pela empresa italiana Eni.
No ano em que o referido gás vai acabar, espera-se que arranque o projecto de gás do consórcio liderado pela norte-americana ExxonMobil, para se juntar ao operado pela empresa italiana Eni, que exporta gás natural desde o ano de 2022.
Outro projecto estruturante é o da TotalEnergies, cuja Decisão Final de Investimento já foi tomada, e espera-se que se invistam cerca de 20 biliões de dólares, dos quais, USD 4,5 mil milhões serão gastos em bens e serviços no País.
O Presidente da República, Daniel Chapo, entregou, esta quinta-feira, dois sistemas de abastecimento de água nos distritos de Mandimba e Mavago, na província de Niassa, reafirmando o compromisso do Governo em continuar a melhorar, de forma gradual, as condições de vida das populações.
As infra-estruturas fazem parte de um projecto que abrange igualmente os distritos de Majune e Muembe, no quadro do reforço do acesso à água potável naquela província do norte do país.
Durante a cerimónia de inauguração do sistema de abastecimento de água de Mandimba, o Chefe do Estado afirmou que a obra representa um avanço importante para as comunidades locais, estimando-se que mais de 60 mil pessoas sejam actualmente beneficiadas, número que poderá ultrapassar 80 mil no futuro.
“Viemos aqui para entregar o vosso sistema de abastecimento de água”, declarou o Presidente, acrescentando que o Executivo pretende expandir o acesso à água em diferentes regiões do país.
Segundo Daniel Chapo, os sistemas resultam da cooperação entre Moçambique e o Japão, que financiou o projecto no âmbito da parceria bilateral para o desenvolvimento.
“Conseguimos construir este sistema graças aos nossos irmãos, o povo do Japão, que trabalha connosco como um país irmão”, afirmou.
O Governo japonês considera que a iniciativa se enquadra igualmente nos esforços de apoio ao desenvolvimento do Corredor de Nacala, visando melhorar o bem-estar das comunidades e assegurar benefícios duradouros às populações.
Na sua intervenção, o estadista moçambicano defendeu que a paz e a segurança são indispensáveis para o desenvolvimento do país, apelando às populações para rejeitarem actos de violência motivados por rumores e desinformação.
“Não há nenhum país no mundo que se desenvolva sem paz e segurança”, afirmou, alertando para a circulação de informações falsas em algumas regiões do país.
O Presidente condenou igualmente boatos relacionados com alegados desaparecimentos ou atrofiamento de órgãos genitais masculinos, classificando tais informações como tentativas de desestabilização social.
“É mentira! É boato! Querem distrair o povo. São inimigos do desenvolvimento e da paz”, declarou.
Daniel Chapo considerou ainda que os novos sistemas de abastecimento de água irão reduzir o sofrimento das famílias, sobretudo das mulheres e raparigas, tradicionalmente responsáveis pela recolha de água.
“Hoje, com torneira em casa, já não precisa de acordar cedo para procurar água. Basta abrir a torneira no quintal e a água sai”, afirmou.
Segundo o Presidente, a proximidade do acesso à água poderá igualmente contribuir para melhorar a frequência escolar e aumentar a produtividade das famílias.
O Chefe do Estado revelou ainda que o Governo lançou recentemente, em Maputo, o programa nacional ProÁguaS, destinado a mobilizar financiamento e acelerar a expansão dos sistemas de abastecimento de água em todo o território nacional.
“O nosso objectivo como Governo é criar melhores condições de vida para o povo”, afirmou, acrescentando que o programa pretende reforçar o acesso à água “do Rovuma a Maputo, do Índico ao Zumbo”.
O Presidente apelou igualmente à conservação das infra-estruturas e defendeu a necessidade de os consumidores contribuírem para a sustentabilidade dos sistemas através do pagamento pelos serviços prestados, de modo a garantir recursos para manutenção, tratamento da água e expansão da rede.
Na parte final do discurso, Daniel Chapo incentivou as famílias a aproveitarem a disponibilidade de água para reforçar a produção agrícola doméstica, promovendo o programa “uma família, uma horta”.
“Com água em casa e esta terra fértil que estamos a ver aqui em Mandimba, não faz sentido continuarmos a comprar certas coisas”, afirmou.
O Presidente reconheceu ainda que Mandimba continua a enfrentar desafios ligados ao acesso à água, estradas, energia, escolas, hospitais e medicamentos, assegurando, contudo, que o Governo continuará a responder às preocupações das populações de forma gradual.
A crise de combustíveis prossegue e agora, para além das viaturas particulares, agrava a pressão sobre a agricultura, já de rastos após três vagas de inundações em Gaza. Os agricultores denunciam a subida dos custos de produção e exigem medidas estruturantes para aliviar o sector do sufoco.
Os preços dos combustíveis estão cada vez mais insuportáveis para quase todos os sectores de actividade. Os produtores agrícolas engrossam as estatísticas das vítimas da subida dos preços dos combustíveis nos distritos de Xai-Xai, Guijá e Chókwè, na província de Gaza.
“É um sofrimento. Tentamos produzir sem sucesso. Afinal, aonde vamos com este sofrimento? Até quando, não se sabe. Talvez eles [o Governo] possam saber”, questionou uma produtora do distrito de Chókwè.
Por sua vez, Estevão Mugabe, de 65 anos de idade e produtor há mais de 30 anos, considerou que, além do agravamento dos preços dos combustíveis, a persistência da indisponibilidade do gasóleo nos postos de abastecimento agrava a pressão sobre a agricultura no chamado “celeiro da nação”.
“Tenho mais de 10 hectares que esperam por intervenção. Além disto, trabalho com quatro associações agrícolas. Mas estamos há quase um mês à procura de gasóleo sem êxito”, lamentou.
E porque há um mês se perde mais tempo à procura de combustíveis, os prejuízos não param de aumentar.
“Estou a perder receitas na ordem dos 30 a 40 mil meticais. Pedimos pelo menos 20 ou 40 litros por dia”, concluiu.
Na sequência das mexidas em alta dos preços do gasóleo, cultivar os campos agrícolas com recurso a tractor ficou mais caro. Os operadores de tractores passaram a cobrar entre 4.500 e 5.000 meticais por hora, contra os anteriores 3.000 meticais. A isto somam-se outros custos, incluindo sementes, denunciou Miguel Lopes, líder de uma associação agrícola do Guijá.
“Estamos perante uma guerra sem solução. Estamos desesperados. Não há comida, produção, gado, nem tractores. Temos sementes, mas como iremos relançar a produção?”
Com mais de 40 rombos nos diques de defesa nos distritos de Chókwè e Xai-Xai, os produtores destacam que a inoperacionalidade das motobombas faz com que os agricultores acumulem ainda mais prejuízos.
“Preocupa-me como alimentar-me. Não temos motobomba para puxar a água das machambas para as valas. Não há produção e toda a baixa está cheia de água, incluindo a minha machamba, onde já estão a pescar”, considerou outro produtor.
Além disso, o assoreamento das valas após as cheias é também apontado pelos produtores de Xai-Xai como entrave para um sector com potencial para aliviar a inevitável subida dos preços dos alimentos nos mercados locais.
“Já não era necessário vivermos dependentes de Chókwè, de Maputo ou da Boane. Na época fresca, esta machamba poderia abastecer todo o Xai-Xai em produtos agrícolas, mas nada está a ser feito, porque as valas não estão limpas”, disse a líder de uma associação agrícola de Xai-Xai, Rita Amade.
Além de sementes, os agricultores pedem uma intervenção estruturante do Governo para tirar o sector agrícola do sufoco.
“Aqui nós semeamos milho, hortícolas, feijão e cebola, mas tudo isso está a ser devastado. Mesmo que precisemos dessa ajuda, quando há inundações nada pode ser feito. Portanto, não há como alguém poder desbravar a sua machamba”, apelou Mário Mavaie, líder comunitário de Xai-Xai.
Refira-se que a conjugação das três vagas de inundações deixou prejuízos avaliados em quatro mil milhões de meticais no sector e mais de 160 mil produtores em risco de fome.
O Millennium Bim e a Visão Mundial irão implementar, na província de Nampula, um programa para reduzir o problema da desnutrição. A iniciativa será implementada no âmbito da assinatura de um memorando de entendimento entre as partes e consiste na promoção de programas de segurança e educação alimentar.
Dados do sector da saúde apontam que mais de 1200 crianças foram internadas naquela província, só nos primeiros três meses deste ano, devido a desnutrição crónica.
Com vista a minimizar o problema, o banco Millennium Bim e a organização não governamental World Vision Moçambique assinaram, esta quinta-feira, na cidade de Maputo, um memorando de entendimento para a implementação de uma iniciativa denominada “Zero Malnutrição em Tropene”.
“Já chegou a hora de nos unirmos e de forma decisiva atacarmos de uma vez por todas a desnutrição infantil, uma das principais causas de mortalidade em menores de 5 anos em Moçambique. Esta é uma faixa etária, recorde-se, que cerca de um terço das nossas meninas e meninos sofrem de desnutrição crônica, com consequências graves no crescimento físico e no desenvolvimento cognitivo da criança, tornando-se irreversíveis depois dos dois anos de idade”, explicou Maria Carolina da Silva, directora Nacional da World Vision.
O programa será implementado pela World Vision Moçambique e será financiado pelo Millennium Bim.
“Através desta parceria com a World Vision Moçambique, será possível implementar uma intervenção estruturada no distrito de Memba, província de Nampula, com impacto directo em crianças e famílias em situação de maior vulnerabilidade. Não se trata de uma acção pontual, mas de um trabalho contínuo que combina nutrição, educação e envolvimento comunitário com acompanhamento ao longo do tempo. Temas como a nutrição infantil exigem respostas coletivas e articuladas. O sector privado pode e deve ser parte ativa deste esforço, trabalhando em complementaridade com as instituições públicas e organizações com experiência no terreno. Para este efeito, associamos-nos à World Vision porque tem presença no terreno, experiência comprovada e capacidade de transformar apoio em resultados concretos, onde isso mais importa. Para o Millennium BIM, este tipo de iniciativa reflete uma convicção clara”, disse Rui Pedro, Presidente do Conselho Executivo do BIM.
O projecto vai beneficiar crianças, mulheres grávidas e lactantes e consiste em apoiar acções integradas com foco nas comunidades em situação de maior vulnerabilidade.
Trata-se de uma iniciativa de responsabilidade social avaliada em mais de 1.5 milhão de meticais.
A República Democrática do Congo cancelou o estágio de pré-temporada da selecção nacional de futebol em Kinshasa, após um surto de ébola no leste do país.
A equipa agora continuará os preparativos na Bélgica, enquanto as autoridades respondem à crise de saúde, que já teria causado mais de 130 mortes.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto uma “emergência de saúde pública de interesse internacional”, embora tenha ressaltado que não o classifica como uma pandemia.
Um porta-voz da equipa, Jerry Kalemo, afirmou que os amistosos na Europa acontecerão conforme o planejado. A equipa está a preparar-se para a sua primeira participação numa Copa do Mundo desde 1974.
A selecção nacional de futebol da República Democrática do Congo enfrentará a selecção nacional da Dinamarca na Bélgica, no dia 3 de Junho, e a selecção nacional do Chile na Espanha, no dia 9 de Junho.
As autoridades também disseram que o período de concentração em Kinshasa foi cancelado, devido às restrições de viagem relacionadas aos Estados Unidos, um dos países-sede da Copa do Mundo, juntamente com México e Canadá.
As autoridades de saúde pública dos EUA proibiram a entrada de pessoas que não sejam cidadãos americanos e que tenham estado recentemente na República Democrática do Congo, Uganda ou Sudão do Sul.
Todos os jogadores, assim como o treinador Sébastien Desabre, estão baseados fora do país, o que significa que as restrições não devem afectar o elenco agora que o período de treinos local foi cancelado.
De acordo com relatos, esperava-se que o evento planeado para Kinshasa atraísse fãs e autoridades, incluindo o presidente Félix Tshisekedi.
Kinshasa fica a cerca de 1800 km da província de Ituri, a leste, onde o surto começou. Nenhum caso foi relatado na capital.
As autoridades de saúde ainda trabalham com dois números diferentes. A Organização Mundial da Saúde relatou 139 mortes em cerca de 600 casos suspeitos, enquanto o Ministério da Saúde do Congo informou à emissora estatal RTNC que 159 mortes foram registadas.
O surto é causado pela rara cepa Bundibugyo do vírus ébola. Actualmente, não existe vacina aprovada para essa variante, e a OMS afirma que o desenvolvimento de uma pode levar até nove meses.
A cidade de Quelimane acolheu, nesta quinta-feira, as cerimónias provinciais de celebração do Dia Mundial da Diversidade Cultural, data instituída pela UNESCO com o objectivo de promover o respeito entre diferentes culturas e incentivar o diálogo entre os povos.
As celebrações reuniram membros do Governo, artistas e fazedores de arte da província da Zambézia. O evento ficou marcado por desfiles culturais, actuações artísticas e momentos de reflexão sobre a necessidade de preservação da identidade dos povos, valorização das tradições e defesa da dignidade humana.
A directora provincial da Cultura e Turismo, Ângela Serrote, que também brindou os presentes com uma actuação musical, destacou que a Zambézia possui um mosaico cultural rico e diversificado, capaz de reforçar a união, a convivência e a aproximação entre os moçambicanos.
Segundo a responsável, a diversidade cultural deve ser encarada como uma riqueza colectiva e um instrumento para fortalecer a paz e a coesão social. Actividades culturais diversas marcaram as celebrações do Dia Mundial da Diversidade Cultural em Quelimane.
A cidade de Quelimane acolheu, esta quinta-feira, as cerimónias provinciais de celebração do Dia Mundial da Diversidade Cultural, data instituída pela UNESCO com o objectivo de promover o respeito entre diferentes culturas e incentivar o diálogo entre os povos.
As celebrações reuniram membros do Governo, artistas e fazedores de arte da província da Zambézia. O evento ficou marcado por desfiles culturais, actuações artísticas e momentos de reflexão sobre a necessidade de preservação da identidade dos povos, valorização das tradições e defesa da dignidade humana.
A directora provincial da Cultura e Turismo, Ângela Serrote, que também brindou os presentes com uma actuação musical, destacou que a Zambézia possui um mosaico cultural rico e diversificado, capaz de reforçar a união, a convivência e a aproximação entre os moçambicanos.
Segundo a responsável, a diversidade cultural deve ser encarada como uma riqueza colectiva e um instrumento para fortalecer a paz e a coesão social.
Actividades culturais diversas marcaram as celebrações do Dia Mundial da Diversidade Cultural em Quelimane.

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