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As Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) contam, a partir de agora, com novos militares habilitados para integrar as forças de comandos, na sequência do encerramento do 31.º Curso de Comandos, realizado na cidade de Nacala, província de Nampula.

O curso teve como objectivo dotar os militares de conhecimentos e técnicas específicas para o cumprimento de missões que exigem elevado nível de preparação física, táctica e psicológica.

Durante a cerimónia, que contou com a presença de altas patentes militares e outras entidades, os formandos participaram em actos protocolares e demonstraram parte das competências desenvolvidas durante a formação.

A cerimónia de encerramento foi marcada por demonstrações de disciplina e preparação militar, com os novos comandos a exibirem as capacidades adquiridas ao longo do processo de formação.

A conclusão do 31.º Curso de Comandos representa mais uma etapa no processo de preparação das FADM para responder aos desafios de defesa e segurança do país, particularmente em contextos que exigem unidades com capacidade de actuação especializada.

 

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Os sectores da saúde e de  Educação lideram o ranking das instituições do estado que consomem água e não pagam nas províncias de Gaza e Inhambane, na sequência, a Empresa Águas da Região Sul acumulou um prejuízo de mais 540 milhões de Meticais. A informação foi avançada em Xai-Xai, no arranque da campanha de recuperação da dívida que vai abranger mais 23 clientes até Dezembro.

Várias instituições do estado devem milhões à empresa Águas da Região Sul. São mais 192 milhões de meticais em dívida acumulada por várias entidades públicas, sendo que fasquia maior é dos sectores da Saúde e Educação nas províncias de Gaza e Inhambane.

“Também  está com um percentual maior na ordem de 192 milhões. Em termos de instituições, estamos a dizer que nós temos instituições a nível da educação, temos a saúde”, sublinhou  Tomás Langa,  Director Comercial Águas da Região Sul (Adrs).

Encontram-se, também, na “linha vermelha” clientes domésticos, comerciais e industriais, englobando ao todo 98 mil clientes, na sua maioria de Gaza.”Cerca de 540 milhões no seu total. Concretamente, Xai-Xai, Chókwé,  Chibuto, Inhambane e Maxixe. Mas temos na categoria doméstica que está neste momento, na ordem de 300 milhões” 

E porque a situação afeta, entre outros, a expansão e melhoria da rede de abastecimento, a empresa Águas da Região do Sul arrancou nesta sexta-feira uma campanha de renegociação das dívidas.  

“Significa que um cliente que está com uma dívida, por exemplo, de 10 milhões, nós abrimos mais espaço,  e olhando para aquilo que é a capacidade financeira desse cliente. O mínimo, 200, 200, 300, 400, depende. Cada situação é uma situação. A nossa campanha está prevista até 31 de dezembro.E são 5 mil clientes, correspondendo a cerca de 23 mil pessoas que serão beneficiadas” concluiu.

Entre eles Blessing e Esmeralda residentes no posto administrativo de Patrice Lumumba em Xai-Xai, que acumularam uma dívida de mais de 10 mil meticais e por conta disto viram as torneiras fecharem-se por quase um ano.

“Mesmo para poder cozinhar e preparar algo para poder comer, era mesmo um desafio.Por conta de uma dívida de 5 mil, fiquei sem água sensivelmente por um ano e meio.Chegamos a um acordo pagar 600 meticais  mensalmente” frisou Blessing, residente em Patrice Lumumba.

Por conta do roubo de água e vandalização da rede, a empresa regista mensalmente perdas na ordem 33 milhões de meticais.

A seleção nacional de hóquei patins viaja neste domingo para Angola, onde vai participar do Campeonato Africano da modalidade. O seleccionador Nacional diz que o grupo parte com o objectivo de se qualificar para o mundial, mas sabe que não será tarefa fácil.

Apesar da falta de competições internas, a seleção nacional ambiciona voltar a disputar o mundial, mas para tal terá de passar no teste em Angola, durante o campeonato africano de Hóquei que arranca na segunda-feira em Angola.

O técnico moçambicano reconhece ter preparado com dificuldades os atletas, que vão lutar em duas frentes, no escalão de Sub19 e seniores.

Os jogadores que esta sexta-feira treinaram no chão do pavilhão do Grupo Desportivo de Maputo têm saudades de voltar ao contexto mundial, onde já vigoraram na lista de quatro melhores do mundo.

 

Vários doentes, em particular gestantes, crianças e idosos impedidos, desde as primeiras desta quinta-feira, de entrar no hospital provincial de Xai-Xai, por um grupo de Agentes de segurança privada que contesta a falta de salários há mais de um ano. A administradora do hospital, Elisa Fuel, reconhece a dívida e atira culpas ao Ministério das Finanças.

Lizarda Novela de 25 anos de idade que  luta contra diabetes há 5 anos conta que chegou ao local por volta das 5 horas, no entanto ficou retida na porta por quase duas horas e com seu estado a agravar não teve outra saída senão regressar abandonar a unidade hospitalar.

“Não é fácil, na verdade eu entrei lá, só que parei uma hora de tempo na aceitação.  Só para perguntar o que você quer, foi um problema, acabei cansando porque não estou bem. Saí dali, voltei e vim ficar no carro.Eu sou diabética, então vim aqui para fazer um exame de oftalmologia. Estou aqui  fora a uma hora e meia “, lamentou.

A “segurança fechou as portas porque disse que não estão a receber e fecharam as porta às seis horas”, indicou, uma acompanhante.

Em causa está uma dívida de mais de um milhão de meticais.

Por conta da agitação que se instalou, as autoridades do hospital  accionaram a polícia para repor a ordem, no entanto, sem sucesso.

Os pacientes descrevem momentos de apreensão e fazem duras críticas à direcção do hospital pela insegurança instalada por motivos financeiros. 

“Não é fácil, porque se for o caso de uma pessoa muito grave, talvez poderia morrer. Outros não conseguiam andar, mas tiveram que parar um tempo para poder entrar. Então, isso se torna complicado. Por mim, deveriam mudar a estratégia”, apelou.

O grupo alega ter accionado todas linhas para dirimir o problema, mas porque não encontrou soluções, agiu para pressionar. “Se se bloqueou a cancela, era muito mais para criar uma pressão. Para podermos apanhar uma resposta”, justificaram.

Confrontada com a situação, a administradora do Hospital Provincial de Xai-Xai, Elisa Fuel, confirma a dívida, mas diz que para já não há dinheiro e pede calma.

“Desde Abril até então, são cerca de um milhão que estamos a dever. Mas já solicitamos apoio para o pagamento desta dívida. Aguardamos essa disponibilidade financeira, dependemos do Ministério das Finanças para o pagamento de qualquer despesa”, explicou.

Enquanto isso, o grupo de 30 homens permanece no recinto hospitalar e exige das autoridades do hospital a regularização da dívida  até  final  de  Outubro em curso.

O Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, adverte ao Hamas, que não teria outra opção  senão entrar e matar os membros, se o derramamento de sangue  persistir na Faixa de Gaza. Trump aumenta as críticas  contra o Hamas, numa altura em tenta manter o seu acordo de paz em Gaza. 

Foi através de uma publicação nas redes sociais, que o presidente norte-americano, Donald Trump,  ameaçou tomar medidas severas se o Hamas não avançar com o desarmamento em Gaza.

“Se o Hamas continuar a matar pessoas em Gaza, o que não estava no acordo, não teremos outra escolha senão entrar e matá-los”, escreveu numa rede social. 

A advertência de Trump veio depois dele ter minimizado a violência interna no território desde que um acordo de cessar-fogo e libertação de reféns entre Israel e o Hamas entrou em vigor na semana passada, após dois anos de guerra.

A Casa Branca não prestou qualquer esclarecimento e o líder norte-americano não explicou como é que iria levar a cabo o seu aviso, mas Trump esclareceu mais tarde que não iria enviar tropas norte-americanas para Gaza.

Na terça-feira, Trump disse que o Hamas tinha eliminado um par de gangues que eram maus e tinha matado vários membros de gangues. 

Mas também deixou claro que tinha pouca paciência para os assassinatos que o Hamas estava a levar a cabo contra facções rivais no interior do território devastado.

O coronel do exército que tomou o poder num golpe militar foi empossado como novo líder de Madagáscar nesta sexta-feira.  A tomada de poder derrubou o Presidente Andry Rajoelina e o obrigou a fugir do seu país.

O Coronel Michael Randrianirina, comandante de uma unidade de elite do exército malgaxe, prestou juramento para se tornar o novo presidente numa cerimónia realizada na câmara principal do Supremo Tribunal Constitucional do país, perante os nove juízes do órgão.

A sua ascensão à presidência ocorreu apenas três dias depois de ter anunciado que as forças armadas estavam a assumir o poder na ilha do Oceano Índico, com cerca de 30 milhões de habitantes, localizada na costa oriental de África.

As Nações Unidas condenaram a tomada militar como uma alteração inconstitucional do governo, mas houve poucas reacções de outros países, incluindo do antigo poder colonial de Madagáscar, França.

A tomada de poder ocorreu após três semanas de protestos anti-governamentais.

O nível geral de preços registou um aumento de 4,93% no mês de Setembro último, segundo dados mais recentes publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Trata-se da segunda subida consecutiva do custo de vida, depois do incremento de 4,79% em Agosto.

Os produtos alimentares, as bebidas não-alcoólicas e os preços de aquisição de veículos automóveis foram os que mais contribuíram para o aumento da inflação anual em Setembro, medida pela variação do Índice de Preços no Consumidor (IPC) calculada pelo INE.

Os dados foram recolhidos, em Setembro findo, nas cidades de Maputo, Beira, Nampula, Quelimane, Tete, Chimoio, Xai-Xai e na província de Inhambane.

Comparativamente a Setembro do ano passado, todos os locais onde o INE fez a recolha de preços, no país, tiveram aumentos do custo de vida. Em destaque está a cidade de Tete, que teve o maior aumento dos preços, que rondou os 9,74%, seguida de Quelimane (5,77%).

Nos restantes pontos, a subida generalizada de preços comportou-se da seguinte maneira: em Xai-Xai, os preços aumentaram 5,42%; Chimoio, 5,13%; na província de Inhambane, 4,96%; em Maputo, 3,85%; na Beira, 3,82%; e na cidade de Nampula aumentaram 3,80%.

“As divisões de Alimentação e bebidas não-alcoólicas e de Restaurantes, hotéis, cafés e similares foram as que tiveram maior aumento de preços, ao variar cerca de 11,85% e 9,01%, respectivamente”, segundo os dados recolhidos pelo Instituto Nacional de Estatística.

O “O País Económico” ouviu algumas donas de casa em Maputo, para ter a sua sensibilidade em relação à variação do nível geral de preços em Agosto e Outubro. Dona Mércia diz que os preços aumentaram pelo facto de grande parte dos produtos consumidos serem importados.

“Os produtos de primeira necessidade são importados da África do Sul, então notamos aquela diferença de cinco meticais aqui, 10 meticais ali, o que no final das contas faz muita diferença no bolso de qualquer dona de casa que vai às compras”, referiu Mércia.

Para Mércia, o único produto da sua cesta básica que teve o seu preço reduzido foi o açúcar. “Estava com uma tendência de subir, mas percebi que depois baixou uns cinco meticais o quilograma, mas, em relação ao óleo, o arroz e o feijão, não senti qualquer redução do preço”.

Em relação à recente época chuvosa e à quadra festiva que se avizinha, Mércia acredita que os preços vão “disparar”, à semelhança dos anos passados. Sugere, por isso, a quem tiver possibilidade, que compre agora produtos não perecíveis para usar até Fevereiro do ano 2026.

“Quem não pode acaba sofrendo, porque preços, nesta época, sufocam. Falta tomate porque chove, temos os legumes com tendência de subir, temos as verduras cujos preços sobem e escasseiam, e os produtos de primeira necessidade disparam pela elevada procura”, explicou.

Quem também sentiu a subida generalizada de preços na Província de Maputo é a Laura, nome fictício da dona de casa. “O valor que uso para fazer o rancho da casa não foi suficiente para adquirir os produtos que normalmente tenho adquirido. Tive de largar alguns produtos”.

Laura disse que notou aumentos no preço do óleo alimentar, no preço das carnes, no preço dos produtos higiênicos. Entretanto, referiu que o preço do frango se manteve. “Quase tudo aumentou”, afirmou a dona de casa que espera uma situação pior nos meses que se seguem.

“Receio que a situação fique grave, porque vimos nos anos anteriores: produtos como hortaliças ficaram escassos no tempo chuvoso. Não temos tomate, não temos verduras. Quando há, compramos os importados, que chegam a ser mais caros para nós”, disse Laura.

Segundo Laura, “quando chega o fim do ano, para as donas de casa, é um pesadelo. Têm de fazer um exercício económico terrível. As carnes, os ovos e frangos disparam no mercado. Na verdade, nos últimos anos, já não sabemos o que é ter festas como deve ser”, segundo Laura.

O aumento do custo de vida em Agosto e Setembro ocorre depois de os preços dos bens e serviços terem registado uma redução em Julho, quando a inflação atingiu 3,96%. Na altura, a desaceleração da inflação anual foi explicada pela redução de preços dos alimentos.

Contrariamente à Laura e à Mércia, a dona Nélia diz não ter sentido a pressão dos preços nos últimos dois meses pelo facto de não ter feito compras. “Eu não senti, porque faz tempo que não faço compras. Tenho produtos em casa, felizmente”, disse Nélia.

A dona de casa revela que, desde o início deste ano, com excepção de Agosto e Setembro, os preços de produtos como açúcar, vegetais e hortícolas reduziram. “Não sei se era pela época, mas a alface, a couve, por exemplo, a tendência foi de redução, e isso aliviou o meu bolso”.

No médio prazo, o Banco de Moçambique prevê que a inflação continue abaixo de 10%, uma estimativa que reflecte, essencialmente, “a postura da política monetária, a estabilidade do metical e a tendência de redução dos preços internacionais de mercadorias”, segundo o banco.

Arrancou o julgamento de três indivíduos de nacionalidade chinesa que foram encontrados a efectuar operações mineiras na zona tampão do Parque Nacional de Chimanimani.

Assim, já são nove chineses a responder em tribunal na província de Manica por desobediência a suspensão de actividades mineiras, uma medida decretada pelo governo por conta da poluição ambiental naquela província.

Foi ao princípio da tarde desta quinta-feira que arrancou, no Tribunal Judicial do distrito de Sussundenga, a audição destes três chineses, com idades compreendidas entre 30 e 50 anos, que foram encontrados a minerar na zona de Bunga, distrito de Sussundenga.

Hericinio Ratia, procurador-chefe distrital de Sussundenga avançou que no processo sumário que carrega o número 286/2025 os chineses são acusados no crime de desobediência.  

Depois do julgamento o advogado declinou-se a prestar declarações à imprensa e os três chineses foram conduzidos à cadeia distrital de Sussundenga onde deverão aguardar pela sentença a ser proferida pela juíza da causa, Eugénia Navalha. 

A Cidade de Maputo deu mais um passo firme na consolidação da sua visão de desenvolvimento inclusivo e sustentável, com a assinatura do convénio entre o Conselho Municipal de Maputo, a Área Metropolitana de Barcelona (AMB) e a Arquitectura Sem Fronteiras de Espanha (ASFE), que visa implementar o projecto “Promoção da Equidade de Género na Mobilidade Metropolitana”.

O acordo, assinado pelo Presidente do Conselho Municipal de Maputo, Rasaque Manhique, pelo Vice-presidente da Área Internacional e Metrópole Digital de Barcelona, Jord Castellana i Gamisans, e pela Presidente da Arquitetura Sem Fronteiras de Espanha, Lúcia Garcia Cernuda Ruiz de Alda, representa o reforço da confiança da AMB na governação da capital moçambicana e na sua capacidade de liderar políticas públicas inovadoras centradas nas pessoas.

O projecto, que dá continuidade ao trabalho desenvolvido em torno do Hospital Central de Maputo, tem como objectivo tornar o espaço público mais seguro, acessível e humano, servindo de modelo metropolitano de requalificação urbana orientado pelos princípios da inclusão, sustentabilidade e igualdade de género.

Segundo o edil Rasaque Manhique, a iniciativa “vai além das infra-estruturas, pois pretende transformar mentalidades e abrir caminhos para que as mulheres tenham um papel activo na gestão do transporte público”. Através de formação técnica, capacitação e integração profissional, o projecto promoverá o empoderamento feminino no sector dos transportes, incentivando que as mulheres conduzam autocarros, gerem empresas e inspirem outras a romper barreiras históricas de exclusão.

Avaliado em 110 mil dólares norte americanos por ano, o acordo contempla ainda acções de prevenção e combate à violência baseada no género (VBG) nos transportes urbanos, reforçando campanhas municipais como “Assédio não é Passageiro” e o Protocolo STOP VBG, que traduzem a política de tolerância zero à violência adoptada pelo Município.

Para o edil Manhique, esta parceria “é um pacto de esperança genuína, que reafirma a adesão de Maputo aos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, em particular ao ODS 5 – Igualdade de Género e ao ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis, traduzindo compromissos globais em resultados locais”.

A assinatura do convénio insere-se no quadro da cooperação internacional entre Maputo e Barcelona e simboliza a confiança crescente da comunidade internacional na visão metropolitana liderada por Rasaque Manhique, centrada na criação de uma cidade mais humana, segura e inclusiva.

O Ferroviário de Maputo entra em cena no domingo, também na Arena Lalgy, onde decidiu usar como seu Quartel General para esta eliminatória.

Depois de não ter tido sucesso no Estádio Nacional do Zimpeto na eliminatória passada diante do Fanalamanga da Madagáscar, onde empatou a um golo, os “locomotivas” foram felizes na Arena Lalgy, que foi a casa emprestada dos malgaxes, ao vencer por duas bolas a uma e garantir passagem à última eliminatória de acesso à fase de grupos da Taça CAF, também conhecida como Taça Nelson Mandela.

Para esta partida, e tal como a Black Bulls, o Ferroviário de Maputo fez, neste mês de Outubro, apenas um jogo oficial, no empate a dois golos diante da Associação Desportiva de Vilankulo, em casa. Com muitos empates nas últimas 10 partidas, onde terminou igualado com o adversário em sete jogos, vencendo duas e perdendo uma, a turma moçambicana tem sido inconstante no relvado, sempre a deixar os seus adeptos com os nervos à flor da pele, tal como aconteceu nos últimos três jogos.

Desta vez, terá de se aplicar para alcançar um resultado tranquilizador, não só para os seus adeptos, mas para uma segunda mão tranquila. Aliás, o resultado negativo alcançado no sábado passado, num particular com o Tabankulo Celtics FC de Eswatini, é o reflexo do que tem sido a equipa, algo que é preciso mudar, caso queira chegar mais longe na competição africana.

Neste domingo, diante do AS Otohô do Congo, os “locomotivas” terão de puxar dos galões para imitarem o feito da Black Bulls, que no ano passado afastou esta equipa da fase de grupos da Taça CAF, com vitória fora de portas.

A equipa congolesa, talhada nestas andanças, ainda não fez nenhum jogo pelo campeonato, que ainda não iniciou, mas mostrou ser uma grande equipa ao afastar o 1º de Agosto de Angola na eliminatória passada.

Seis vezes campeão do Congo e uma vez vencedor da Taça daquele país, conquistado na época passada, o AS Otohô quer-se vingar do afastamento da fase de grupos na época passada pela Black Bulls e chegar mais longe nesta edição.

O jogo acontece no domingo, a partir das 15h00, no campo da Black Bulls, em Tchumene.

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