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As Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) contam, a partir de agora, com novos militares habilitados para integrar as forças de comandos, na sequência do encerramento do 31.º Curso de Comandos, realizado na cidade de Nacala, província de Nampula.

O curso teve como objectivo dotar os militares de conhecimentos e técnicas específicas para o cumprimento de missões que exigem elevado nível de preparação física, táctica e psicológica.

Durante a cerimónia, que contou com a presença de altas patentes militares e outras entidades, os formandos participaram em actos protocolares e demonstraram parte das competências desenvolvidas durante a formação.

A cerimónia de encerramento foi marcada por demonstrações de disciplina e preparação militar, com os novos comandos a exibirem as capacidades adquiridas ao longo do processo de formação.

A conclusão do 31.º Curso de Comandos representa mais uma etapa no processo de preparação das FADM para responder aos desafios de defesa e segurança do país, particularmente em contextos que exigem unidades com capacidade de actuação especializada.

 

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Dois membros do pessoal da segurança morreram, na madrugada desta segunda-feira, após um avião de carga  derrapar em direcção ao mar, no aeroporto de Hong Kong. O acidente ocorreu durante a aterragem.

Dois funcionários  que se encontravam num veículo em serviço no aeroporto internacional de Hong Kong morreram, depois de um avião de carga Boeing 747 proveniente do Dubai ter derrapado na pista durante a aterragem e colidido com o veículo em que seguiam, empurrando-o para o mar. 

O aparelho, operado pela transportadora turca ACT Airlines em nome da Emirates, ficou parcialmente submerso, mas os quatro tripulantes a bordo escaparam ilesos.

A Emirantes reagiu ao sinistro e explicou que o voo sofreu danos ao aterrar em Hong Kong e que era um avião de carga alugado com tripulação. 

Sobre as causas do acidente, a companhia aérea assegura que ainda estão a ser investigadas, incluindo as condições meteorológicas, da pista e do próprio avião.  

O exército israelita lançou novos ataques aéreos no sul de Gaza, alegando responder a uma “flagrante violação” do cessar-fogo por parte do Hamas, e suspendeu o acesso à ajuda humanitária ao enclave. 15 pessoas morreram durante a ofensiva.

As Forças de Defesa de Israel iniciaram uma série de ataques contra alvos terroristas do Hamas, no sul da Faixa de Gaza, segundo anunciou o exército israelita, em comunicado. 

Os bombardeamentos atingiram a zona oriental de Khan Yunis e a área de Rafah, no sul do território.

Em resultado da ofensiva, pelo menos 15 pessoas morreram, incluindo seis civis.

Israel justifica que os ataques são uma resposta aos disparos do Hamas, entretanto o movimento islamita nega as acusações e assegura que permanece comprometido com o cessar-fogo.  

O cessar-fogo prevê a retirada gradual do Exército israelita da Faixa de Gaza, a libertação de reféns e prisioneiros e a entrada de ajuda humanitária no território, além da futura formação de um novo governo sem a participação do Hamas.

O sistema de baixa pressão atmosférica que se formou a leste da Ilha de Madagáscar atingiu, nesta segunda-feira, o estágio de Tempestade Tropical Moderada e foi baptizado com o  nome de “CHENGE”, informa o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), sublinhando que o fenómeno ainda não constitui perigo para Moçambique.

No comunicado enviado ao “O País”, o INAM explica que “este sistema tem potencial de atingir o canal de Moçambique no estágio de baixa pressão no dia 25 de Outubro” do ano em curso. “Contudo, o mesmo fenómeno ainda não constitui perigo para a costa nem a parte continental do nosso país”. 

A instituição refere que continua a monitorar a evolução do sistema e apela à população para que continue a acompanhar a informação meteorológica e os avisos difundidos pelas autoridades nacionais competentes.

O Presidente da República, Daniel  Chapo, manteve, neste domingo, em Genebra, um encontro  com a comunidade moçambicana residente na Suíça, no quadro da  sua visita de trabalho à Confederação. No diálogo, o Chefe do Estado  destacou os principais objectivos da missão, centrados no  estreitamento das relações bilaterais, na partilha da experiência  moçambicana na gestão de desastres e na mobilização de  investimento e apoio multilateral. 

O Presidente Daniel Chapo explicou que a sua presença  na Suíça está directamente ligada à diplomacia climática,  destacando o papel de liderança de Moçambique na prevenção e  resposta a desastres naturais. 

“É verdade que o objectivo principal que nos leva a esta terra é  participarmos num fórum de alto nível para falarmos sobre o nosso  trabalho em Moçambique que está relacionado com os desafios que  o mundo tem hoje por causa das mudanças climáticas,” afirmou. 

O estadista realçou a experiência do país, que sofre ciclicamente de  fenómenos como cheias, inundações e ciclones. “Nós temos tido uma  experiência em que quando temos estas calamidades ou estes  desastres naturais o número em termos de óbitos e danos que são  causados não tem sido significativo em relação àquilo que é a  dimensão de cada desastre ou calamidade,” frisou. 

A União Africana elegeu  Moçambique como campeão regional na área de prevenção de  desastres e calamidades naturais, distinção que reflecte a experiência  acumulada do país na mitigação dos efeitos das mudanças climáticas  e na implementação de mecanismos eficazes de prevenção e gestão  de riscos. 

Neste contexto, Daniel Chapo explicou que a  participação de Moçambique no fórum de alto nível sobre mudanças  climáticas visa partilhar essa experiência com a comunidade  internacional. Informou que o país pretende mostrar ao mundo como,  a partir da sua própria realidade, tem conseguido reduzir o impacto de fenómenos extremos e contribuir para um esforço global de  adaptação e resiliência climática. 

Além da vertente climática, o estadista moçambicano sublinhou o  desejo de aprofundar os laços de amizade e cooperação com a  Suíça, recordando que essas relações são excelentes e remontam ao  período anterior à independência nacional. Acrescentou que a visita  visa estreitar ainda mais essa parceria histórica, consolidando a  cooperação entre os dois países. 

O Presidente da República explicou que a visita à Suíça tem  igualmente como objectivo mobilizar investimentos que impulsionem o  crescimento económico, social e político de Moçambique. Sublinhou  a importância de envolver o sector privado nesse esforço, destacando  que a atracção de novos investidores constitui uma das principais  metas da sua deslocação ao país europeu. 

Ademais, salientou que Genebra, sede de diversas organizações  internacionais e multilaterais, incluindo as ligadas às Nações Unidas,  oferece uma oportunidade estratégica para mobilizar esses parceiros  e obter apoio ao desenvolvimento de Moçambique. 

O Chefe do Estado elogiou a contribuição dos moçambicanos  residentes no exterior, destacando que o seu trabalho e empenho  beneficiam tanto o país de acolhimento quanto Moçambique. 

Durante o encontro, os membros da comunidade apresentaram as  suas preocupações. Entre os temas abordados, está a questão relacionada ao desembaraço de contentores de doações provenientes da Suíça, em que o dirigente moçambicano defendeu a revisão de políticas  alfandegárias para facilitar a entrada de bens de apoio humanitário e  agrícola.

A Associação Cultural Xitende realiza a apresentação do livro do ensaísta e crítico literário moçambicano, Francisco Noa, na Universidade Save, nesta terça-feira. A apresentação do livro intitulado “José Craveirinha, Esse Mandarim” terá a apresentação do escritor, Elísio Miambo.

A apresentação da obra  “José Craveirinha, Esse Mandarim”  marca o segundo dia de actividades do Festival Internacional de Poesia, que se realiza de 20 a 25 de Outubro em Gaza, na cidade de Xai-Xai, e conta com a participação de Portugal, Angola, Brasil e Moçambique, o país anfitrião.

O livro é uma homenagem no contexto do centenário do poeta-mor, José Craveirinha. O ensaísta e crítico literário, Francisco Noa, reflete sobre a vida e obra de Craveirinha, destacando o seu impacto histórico, cultural e existencialista, no espaço pátrio dos países em que o português é língua oficial, sobretudo, e noutros quadrantes. Este livro apresenta diversas comunicações feitas em diversos fóruns e eventos.

O Conselho Municipal de Maputo vai disponibilizar, entre os dias 1 e 10 de Novembro, 15 novas praças públicas de internet grátis. A informação foi partilhada,  este domingo, no lançamento das festividades dos 138 da cidade de Maputo.

A inclusão digital ainda é um desafio, em parte, devido a dificuldades no acesso à Internet. 

Em resposta a esta preocupação, está em vista a entrega de 15 novas praças digitais de acesso à Internet grátis, na cidade de Maputo. A informação foi partilhada, este domingo, em conferência de imprensa, pela provedora de Municípios, Cândida Bila. 

“O Conselho Municipal vai fazer a entrega de 15 praças gratuitas de WI-FI para benefício de todos os munícipes da nossa cidade. Este é um processo que está em construção, estamos a trabalhar com parceiros para a sua materialização”, explicou.

Mesmo sem especificar onde estarão localizadas as novas praças de internet grátis,  Cândida Bila explica que a entrega poderá ocorrer entre os dias 1 e 10 de Novembro, no âmbito dos 138 anos da cidade de Maputo, período que contará com diversas actividades, entre as quais, “teremos o festival de Batuque, o festival dos Mercados, onde queremos capitalizar tudo o que os munícipes vendem nos mercados, tendo em conta a educação financeira para potência-los. Teremos espetáculos musicais, a feira de Arte, Saúde, Gastronomia e Serviços, a Gala Municipal”.

A edilidade explicou que as actividades agendadas visam estimular a convivência social entre os munícipes da capital do país.  

“As actividades inseridas nestas celebrações tem o obejctivo de promover os valores da boa convivência social, aproximar os munícipes da gestação municipal e proporcionar às crianças autoconhecimento e estimular valores de cidadania”. 

As festividades dos 138 anos da Cidade de Maputo terão o seu auge no dia 10 de Novembro, com a deposição de uma coroa de flores, na Praça dos Heróis,  pelo edil Razaque Manhique. 

A Associação Black Bulls venceu, no sábado, no Complexo Desportivo de Tchumene, a formação do River United da Nigéria por uma bola sem resposta, em jogo da segunda eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos. 

Num jogo em que o campeão moçambicano entrou apático, os nigerianos assumiram as despesas da partida quase em toda a primeira parte, criando inúmeras oportunidades de golo, tendo valido a atenção do guarda-redes internacional moçambicano, Ernani Siluane. 

Apesar dessa entrada fulgurante do River United, os “touros” conseguiram evitar que fossem ao intervalo a perder. Na segunda parte, o representante moçambicano voltou transfigurado, mais balanceado ao ataque, fruto de algumas mexidas feitas pelo técnico português, Hélder Duarte. 

Sem ser meros espectadores, os nigerianos estremeceram, em algumas ocasiões, a baliza de Ernani Siluane, que respondeu à altura das investidas. Lançado na segunda parte, Moktar Diallo resolveu a equação do jogo com o seu golo, respondendo a uma assistência de Stephen. 

Com este resultado, a Black Bulls parte para o jogo da segunda “mão” em vantagem na eliminatória, partida agendada para dia 25 deste mês em solo nigeriano. 

O representante moçambicano precisa apenas de um empate com ou sem golos para garantir o apuramento para a segunda fase na prova. 

O Presidente da República endereçou, hoje, uma mensagem ao povo  moçambicano por ocasião do 39.º aniversário da morte do Presidente  Samora Moisés Machel, primeiro Chefe de Estado de Moçambique,  falecido a 19 de Outubro de 1986. 

Na sua mensagem, Daniel Chapo destacou o legado  histórico, patriótico e revolucionário de Samora Machel, sublinhando  que o seu exemplo continua a inspirar as actuais e futuras gerações na  defesa da soberania nacional, na promoção da unidade e da moçambicanidade, bem como na consolidação da paz e do  desenvolvimento. 

“O Presidente Samora Machel dedicou a sua vida à libertação de  Moçambique e à construção de um Estado independente, unido e  solidário. O seu pensamento visionário e o seu compromisso com a  dignidade humana permanecem como pilares fundamentais da nossa  identidade nacional e da nossa caminhada colectiva”, afirmou o  Presidente.

O Chefe do Estado recordou que foi sob a liderança de Samora  Machel que, a 25 de Junho de 1975, Moçambique proclamou  solenemente a sua Independência Nacional, momento que marcou o  triunfo da luta do povo moçambicano pela liberdade e  autodeterminação. Nesse contexto, sublinhou que preservar esta  conquista é um dever patriótico e uma responsabilidade de todas as  gerações. 

“Devemos continuar a honrar a herança de independência e  soberania que o Presidente Samora Machel nos legou, trabalhando  com dedicação, unidade e sentido de missão para que o nosso País  avance firmemente no caminho do progresso e da justiça social”,  referiu. 

O estadista moçambicano apelou ainda aos moçambicanos para  que mantenham viva a memória de Samora Machel, através da  prática dos valores que sempre defendeu: o patriotismo, o trabalho, a  integridade e o amor ao próximo. Sublinhou que honrar a sua memória  é continuar a lutar por um Moçambique mais próspero, inclusivo e  pacífico, onde cada cidadão contribui activamente para o bem  comum.

O Presidente da República concluiu a sua mensagem exortando a  todos os moçambicanos a renovarem o espírito de unidade e de  esperança, reafirmando que o caminho trilhado por Samora Machel é  um guia seguro para a construção de um futuro de progresso,  liberdade e harmonia social. 

Na sequência do naufrágio da embarcação CARA, ocorrido na madrugada de 16 de Outubro de 2025, nas proximidades da Boia P, na Baía da Beira, a Autoridade Reguladora do Transporte Marítimo (ITRANSMAR) diz que as buscas pelos sete tripulantes ainda desaparecidos, dos quais seis de nacionalidade indiana e um moçambicano, continuam em curso.

Segundo um comunicado,  ITRANSMAR declara Estado de Alerta e apela à colaboração activa da comunidade marítima e costeira, em especial dos pescadores, armadores e operadores das embarcações de boa fé, para a vigilância e comunicação imediata de qualquer indício ou aparecimento de corpos ou destroços associados ao naufrágio.

As zonas sob maior atenção e patrulhamento compreendem a Praia Nova, Grande Hotel, Veleiro, Desaguador, Clube Náutico, Biques, Estoril, Régulo Luís, Rio Maria, Njalane, Casa Partida e Chinamacondo, bem como as praias dos distritos de Muanza, Cheringoma, Buzi e Marromeu.

No âmbito das buscas, o ITRANSMAR mantém-se em contacto permanente com as comunidades pesqueiras e marítimas e reitera que continuará a coordenar as acções com as instituições parceiras – INAMAR, Marinha de Guerra, PCLF, SENSAP e outras entidades locais – de modo a garantir uma resposta rápida e eficaz às exigências da operação.

A Autoridade Reguladora do Transporte Marítimo reitera ainda o seu compromisso com a segurança da navegação e a preservação da vida humana no mar, apelando a todos os intervenientes no sector marítimo para que redobrem a vigilância, a prudência e a solidariedade neste momento crítico.

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