Trabalhadores de uma fábrica de fundição de ferro, de capitais chineses, localizada na cidade da Beira, denunciam alegados maus tratos e agressões físicas no interior da empresa, apontando como autores agentes de uma empresa de segurança privada contratada para prestar serviços no local.
Segundo os denunciantes, as agressões são praticadas com recurso a varões de ferro e ocorrem durante o horário laboral, alegadamente como forma de punição sempre que um trabalhador comete algum erro ou quando se verifica o desaparecimento de bens nas instalações da fábrica.
Os trabalhadores afirmam viver num ambiente marcado pelo medo e pela intimidação. Sustentam ainda que estas práticas decorrem há vários meses e que muitos funcionários já foram vítimas das alegadas agressões, mas receavam apresentar queixa por dependerem do emprego para o sustento das suas famílias.
No dia em que a equipa de reportagem se deslocou à fábrica, o gestor da empresa, ao aperceber-se de que as denúncias haviam chegado à comunicação social, terá contactado um indivíduo que, segundo os trabalhadores, se apresentou como inspector. Os denunciantes suspeitam que a sua presença visava ocultar os alegados maus tratos. O referido indivíduo chegou às instalações por volta das 18 horas, mas recusou prestar quaisquer declarações à nossa equipa.
Os trabalhadores afirmam igualmente que o caso já foi participado à Inspecção do Trabalho e a outras autoridades competentes, mas alegam que, até ao momento, não foi adoptada qualquer medida para pôr termo às supostas agressões.
A equipa de reportagem procurou ouvir a direcção da fábrica e os responsáveis pela empresa de segurança privada visada nas denúncias. Contudo, até ao fecho desta edição, não foi possível obter qualquer posicionamento.
Contactados pela nossa reportagem, o sector do Trabalho e a Polícia da República de Moçambique confirmaram ter recebido as denúncias e garantiram que irão averiguar os factos.
Enquanto decorrem as averiguações, os trabalhadores dizem continuar a exercer as suas funções sob um clima de receio, aguardando que as autoridades esclareçam o caso e tomem as medidas que se mostrarem adequadas.
Mais de metade das mulheres diagnosticadas com cancro da mama em Moçambique perderam a vida no último ano. Os números, que revelam um cenário devastador, refletem não apenas a gravidade da doença, mas também o impacto da falta de diagnóstico precoce e de acesso a tratamento especializado. A Primeira-Dama da República, Gueta Chapo, descreve a situação como alarmante e defende que o país não pode continuar a assistir, de braços cruzados, à morte silenciosa de tantas mulheres.
Foi no distrito de Jangamo, província de Inhambane, que Gueta Chapo deu o pontapé de saída para a campanha Outubro Rosa, uma iniciativa mundial que, todos os anos, mobiliza governos, instituições e comunidades para a prevenção e combate ao cancro da mama e do colo do útero. O ambiente era de esperança e reflexão, com dezenas de mulheres, profissionais de saúde e líderes locais unidos por uma causa comum: salvar vidas.
Durante a cerimónia, a Primeira-Dama foi clara e emotiva: “Estamos aqui hoje com um propósito comum, que é reforçar o nosso compromisso inabalável de garantir que nenhuma mulher perca a vida por falta de acesso ao rastreio, ao diagnóstico precoce e ao tratamento do cancro da mama. Este é um direito fundamental — o direito à saúde, à dignidade e à vida”, afirmou.
Segundo dados divulgados pela própria Gueta Chapo, em 2022 foram registados em Moçambique 2.048 casos de cancro da mama, dos quais 1.207 resultaram em óbitos. “Esses números são graves. São vidas interrompidas. São mães, irmãs e filhas que deixaram famílias em luto por uma doença que, se diagnosticada a tempo, tem cura”, sublinhou.
Em tom firme, a Primeira-Dama lembrou que a luta contra o cancro é uma responsabilidade coletiva, que deve envolver toda a sociedade — desde o setor público até as famílias: “O governo de Moçambique, através do Ministério da Saúde, tem feito esforços significativos na expansão dos serviços de rastreio e diagnóstico precoce, mas esta batalha não pode ser apenas do Estado. Requer uma mobilização nacional e internacional. Precisamos do envolvimento das comunidades, dos profissionais de saúde, dos meios de comunicação e do setor privado”, apelou.
Enquanto as autoridades discursavam, na plateia estavam mulheres que são o verdadeiro rosto desta luta. Histórias de dor e superação davam corpo à mensagem do Outubro Rosa.
Uma delas, de 57 anos, escolheu o anonimato, mas aceitou partilhar o seu testemunho. “A situação começou a agravar-se e comecei a ter corrimentos e sangramentos. Fiz quimioterapia no Hospital Central de Maputo durante seis meses. Agora já me sinto bem, estou muito melhor”, contou, com um sorriso tímido de quem venceu a batalha mais dura da vida.
Outra mulher, de apenas 33 anos, descobriu através de um autoexame que tinha cancro da mama. “O doutor disse-me que precisava tirar toda a mama. Tive muito medo, porque sou a primeira pessoa na família com esta doença. Mas percebi que não havia outra saída senão seguir as recomendações médicas”, relatou.
Hoje, curada, ela reconhece que a sua sobrevivência foi fruto da atenção que teve ao próprio corpo. “Acredito que, se eu não tivesse feito o autoexame, não estaria viva. Quando a doença é descoberta tarde, já não há cura”, afirmou, com a voz embargada, mas cheia de força.
Gueta Chapo, sensibilizada pelos relatos, destacou a importância de dar continuidade às campanhas de sensibilização e de aproximar os serviços de rastreio das comunidades mais distantes. “É vital que todas as mulheres, independentemente da sua origem, da sua cor ou da sua religião, possam fazer o rastreio precocemente. Quando o cancro é detetado cedo, é possível tratá-lo e garantir a cura”, disse, num tom que misturava compaixão e determinação.
A Primeira-Dama elogiou ainda o trabalho dos profissionais de saúde e dos parceiros que apoiam o combate ao cancro. “Quero expressar a minha gratidão ao Ministério da Saúde pelo esforço técnico e humano dedicado a esta causa. E agradeço aos nossos parceiros institucionais, comunitários e internacionais pela solidariedade e compromisso contínuo. Aos líderes comunitários, muito obrigada por levarem a mensagem às nossas comunidades”, afirmou, arrancando aplausos da plateia.
Num discurso que combinou emoção e pragmatismo, Gueta Chapo apelou também aos homens para se envolverem: “Convido os nossos papás a aderirem aos serviços de saúde e a acompanharem as mulheres. Não esperem pelo mês de outubro — todos os dias as nossas unidades sanitárias estão abertas, os nossos profissionais estão lá para atender. A morte não avisa, por isso devemos prevenir”, alertou.
Ao longo da cerimónia, ficou claro que o Outubro Rosa não é apenas uma campanha simbólica, mas um movimento que pretende transformar mentalidades e salvar vidas. Em Moçambique, onde o cancro ainda é um tema rodeado de tabus e medo, falar sobre a doença é, também, um ato de coragem.
No encerramento, a Primeira-Dama deixou uma mensagem que ecoou entre os presentes: “Cuidar da mulher é cuidar do futuro das famílias, das comunidades e do país. Não se trata apenas de saúde, mas de justiça social, de equidade e de desenvolvimento sustentável.”
O evento terminou com centenas de mulheres a inscreverem-se para o rastreio gratuito do cancro da mama e do colo do útero — o primeiro passo de uma jornada que Gueta Chapo quer ver multiplicada por todo o território nacional.
O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, exaltou hoje, em Maputo, o papel dos professores na construção de uma sociedade instruída, justa e desenvolvida, ao receber uma saudação da classe docente por ocasião do 44º aniversário da Organização Nacional dos Professores (ONP), celebrado a 12 de Outubro.
O Chefe do Estado afirmou que “ser professor é formar carácter, é inspirar sonhos e é tocar o futuro com as mãos do presente”, destacando a docência como uma missão nobre e indispensável ao progresso nacional.
No seu discurso, o Chefe do Estado felicitou todos os professores do país pela dedicação e sentido de compromisso, afirmando que “o professor é o arquitecto do profissional moçambicano e, quiçá, da nossa sociedade, no geral”. Sublinhou que, mais do que transmitir conhecimentos, o professor contribui para a formação moral e cívica das novas gerações, sendo “a forja do homem novo e o farol cintilante que guia a sociedade da ignorância para a sabedoria”.
O Presidente Chapo prestou homenagem especial aos professores que exercem a sua missão em contextos difíceis, particularmente nas zonas afectadas pelo terrorismo, cheias, ciclones e outras adversidades. “Mesmo em situações adversas, sempre encontram alternativas para garantirem que o processo de ensino-aprendizagem não pare. Por este acto de coragem, peço uma grande salva de palmas para esses profissionais!”, declarou.
O governante reconheceu o empenho do Ministério da Educação e Cultura e da ONP no apoio à classe docente, sublinhando que a valorização do professor é um compromisso assumido pelo Governo.
Recordou que “celebrar o Dia do Professor é mais do que reconhecer uma profissão; é valorizar uma missão e reconhecer um dom que Deus deu a cada um dos professores”.
O Chefe do Estado condenou, com veemência, os actos de vandalização de escolas registados em várias províncias, denunciando que 139 escolas e dezenas de outras infra-estruturas públicas foram destruídas durante manifestações violentas, com prejuízos estimados em 32,2 mil milhões de meticais.
“Destruir uma escola é destruir o futuro de uma Nação inteira”, afirmou, orientando as autoridades competentes a responsabilizarem exemplarmente os infractores.
Ademais, alertou que tais práticas “machucam os corações de todos os professores, magoam a alma de todos os pais e ferem o bom senso de todos os cidadãos do bem”, apelando à sociedade para isolar os promotores de violência. Acrescentou que os recursos destinados à reconstrução das escolas poderiam ser aplicados em novas infra-estruturas, medicamentos e transporte público.
Reconhecendo os desafios ainda existentes no sector, o Presidente da República mencionou a sobrecarga de trabalho, o excesso de alunos por turma e o atraso no pagamento das horas extraordinárias. “O Governo não ignora esta dívida, nem pretende ignorar esta situação. Está em curso um plano de pagamento faseado e continuaremos a
agir na medida da disponibilidade possível dos recursos financeiros”, garantiu.
O Chefe do Estado reafirmou o compromisso de investir na expansão da rede escolar e na melhoria das condições de trabalho dos professores. Lembrou que, nos últimos cinco anos, foram construídas mais de 6.500 novas salas de aula e que o Governo prevê edificar pelo
menos 1.500 por ano. “Valorizar o professor não se esgota no pagamento do salário. É investir nas condições de vida do professor, da sua família e também do trabalho”, destacou.
Por seu turno, o presidente da ONP, Rosário Quive, afirmou que a presença dos professores junto ao Chefe do Estado simboliza “o compromisso inabalável de colaborar com o Governo na construção de uma educação verdadeiramente para todas as crianças, jovens e adultos”.
Reiterou que a ONP continuará a ser uma voz activa na defesa dos direitos dos professores e na promoção de um ensino de qualidade, inclusivo e transformador para Moçambique.
O director da Faculdade de Ciências de Linguagem, Comunicação e Artes da Universidade Pedagógica de Maputo, Paulino Fumo, considera que, apesar dos avanços registados nas últimas décadas, a educação moçambicana enfrenta hoje desafios significativos que comprometem a qualidade do ensino. Segundo o especialista, factores como a superlotação de turmas, a insuficiência de recursos, a motivação reduzida dos professores e a instabilidade curricular dificultam o processo de aprendizagem e a consolidação de um ensino verdadeiramente inclusivo e eficaz.
“Estamos a lidar com situações em que um único professor é responsável por turmas de 60, 70 ou mais alunos, muitas vezes distribuídos em dois ou três turnos diários. Como podemos garantir qualidade quando os docentes não têm condições adequadas para acompanhar cada estudante?”, questiona Fumo. O director alerta que, embora o ensino seja centrado no aluno, sem infraestrutura adequada e professores motivados, o objectivo de formar cidadãos críticos e preparados para os desafios do país permanece distante.
Fumo destaca que a introdução das línguas locais no sistema de ensino representa um avanço estratégico, permitindo uma educação mais inclusiva e culturalmente relevante. No entanto, a implementação efectiva depende da formação de professores capacitados para actuar em diferentes realidades regionais, respeitando as especificidades linguísticas e culturais de cada comunidade.
Outro desafio emergente apontado pelo Director da Faculdade de Ciências de Linguagem, Comunicação e Artes da Universidade Pedagógica de Maputo é a incorporação da inteligência artificial (IA) na educação. Segundo o professor, o uso de tecnologias digitais oferece oportunidades de personalização do ensino, avaliação mais precisa e gestão pedagógica mais eficiente. “A IA pode ser uma ferramenta poderosa, mas exige investimentos, formação contínua e infraestruturas adequadas. Sem estes elementos, o seu impacto permanece limitado”, explica.
Além destes factores, ressalta que a constante alteração dos currículos dificulta a consolidação de práticas educativas consistentes. “A mudança permanente dos programas compromete a estabilidade do ensino e impede que professores e alunos alcancem resultados sólidos. Precisamos de currículos estáveis, adaptáveis à realidade regional, mas que permitam consolidação e progresso ao longo do tempo”, sublinha.
Fumo também aponta que a formação docente, embora tenha registado avanços desde a independência, ainda é insuficiente para atender à demanda crescente de profissionais qualificados, especialmente no ensino primário. “Os institutos de formação e universidades trabalham arduamente, mas o país ainda precisa de mais estratégias para preparar professores que respondam às necessidades específicas de cada comunidade”, observa.
O especialista lembra que o país tem avançado em vários aspectos desde 1975, com a expansão da rede escolar, massificação do ensino e criação de programas de formação docente, mas a realidade diária nas escolas continua a desafiar o potencial de progresso. A infraestrutura escolar, em muitas regiões, permanece inadequada, com crianças a estudar em condições precárias, sem materiais suficientes e em ambientes improvisados, como salas temporárias ou mesmo debaixo de árvores.
O tema ganha maior relevância com a celebração do Dia do Professor, comemorado este domingo a nível internacional. Para Fumo, a data não deve servir apenas para homenagens simbólicas, mas como um momento de reflexão sobre a necessidade de valorizar os docentes, garantir melhores condições de trabalho e reconhecer a importância da profissão na construção do país. “Restaurar a dignidade do professor é restaurar a dignidade da escola e da educação”, conclui.
O ministro do Interior, Paulo Chachine, defendeu, hoje, que a investigação e a inovação científica devem ser pilares fundamentais no combate aos desafios contemporâneos da segurança pública. O apelo foi feito durante a abertura das XX Jornadas Científicas da Academia de Ciências Policiais (ACIPOL), edição 2025, em Maputo.
Sob o lema “ACIPOL, Por Uma Investigação e Inovação Científica Para Responder aos Desafios Contemporâneos da Segurança Pública”, o evento reúne académicos, investigadores e profissionais da área para debater soluções baseadas em evidências que contribuam para a estabilidade e a paz social.
O governante destacou que fenómenos como a insurgência em Cabo Delgado, os raptos e outras formas de criminalidade exigem respostas científicas e inovadoras. “O combate ao terrorismo e à criminalidade organizada não é apenas um dever estratégico, mas um imperativo moral e uma defesa intransigente da dignidade humana”, afirmou.
Sublinhou ainda que a função policial deve ir além da aplicação da lei, devendo incluir o respeito pelos direitos humanos, o diálogo e a mediação. “A Polícia tem o dever de promover uma sociedade justa, segura e de igualdade”, frisou.
O ministro apelou à ACIPOL para reforçar o seu papel como centro de produção de conhecimento e formação de quadros comprometidos com a paz e a coesão social. “Vivemos tempos que exigem respostas mais sofisticadas, baseadas em investigação rigorosa e inovação constante”, concluiu, ao declarar abertas as XX Jornadas Científicas da ACIPOL.
Houve tumulto no distrito de Lago, na província de Niassa. Seis pessoas contraíram ferimentos durante uma disputa numa empresa mineira levada a cabo por investidores chineses. Houve disparos e a população já pensava tratar-se do alastramento do terrorismo para aquela zona.
São tiros que levaram a população do distrito de Lago a pensar que se trata de uma invasão terrorista ao distrito de Lago em Niassa. Afinal não é bem assim. São duas empresas chinesas, que durante a disputa de uma concessão mineira acabaram em tumultos, o que causou o ferimento de seis pessoas.
A empresa detentora de licença de exploração mineira também desmente informações postas a circular dando conta do alastramento da insurgência para o distrito de Lago.
Abordado sobre o assunto, o Secretário de Estado de Niassa, Silva Livone reagiu através de uma mensagem enviada à nossa Redacção, nos seguintes termos.
“Não constitui à verdade a ocorrência de ataques na nossa Província. Confirmo sim, que há duas semanas, duas empresas mineiras entraram em confrontos que resultaram em um ferido. Como medidas, apreendemos as armas, decretamos a suspensão das actividades das empresas e instauramos um processo judicial junto à Procuradoria do Distrito de Lago”, lê-se no documento.
O caso ocorreu há cerca de duas semanas e as actividades mineiras ainda estão paralisadas
42 pessoas morreram num acidente de autocarro de passageiros numa região montanhosa do norte da África do Sul. A informação foi partilhada pelas autoridades locais.
O acidente ocorreu este domingo, envolvendo um autocarro que transportava cidadãos do Zimbabué e do Malawi, que viajavam para os seus países de origem.
Em comunicado emitido, na manhã desta segunda-feira, o governo provincial de Limpopo explicou que o caso ocorreu a cerca de 90 quilômetros da fronteira quando o condutor perdeu o controle do veículo.
Entre as causas do acidente, as autoridades apontam para a fadiga do condutor e problemas mecânicos na viatura.
Em resultado do acidente de viação, 42 pessoas morreram e 38 encontram-se hospitalizadas devido aos ferimentos.
Até a manhã desta segunda-feira, as equipas de resgate ainda se encontravam no local para socorrer mais vítimas.
A selecção ganesa volta a uma fase final, quatro anos depois de ter sido eliminada na fase de grupos do Mundial de 2022, já depois de ter sido anteriormente afastada na fase de grupos da prova em 2014, na qual mediu forças com Portugal, nos quartos-de-final do Mundial 2010 frente ao Uruguai e nos oitavos-de-final da mesma competição em 2006 diante do Brasil.
Em Accra, a selecção ganesa começou a fazer a festa no arranque da segunda parte, através de um golo do médio Kudus, dos ingleses do Tottenham, tento que foi suficiente para levar de vencida as Comores e confirmar definitivamente o apuramento.
Com as 10 jornadas disputadas, o Gana assegurou o apuramento com 25 pontos, mais seis do que Madagáscar, sete do que o Mali, 10 do que Comores, com a República Centro Africana a ter oito e Chade apenas um, surpreendentemente frente aos ganeses.
A derrota por 4-1 frente ao Mali afastou Madagáscar da possibilidade de chegar ao play-off de apuramento, ao qual ficou mais perto de chegar o Burkina Faso, que venceu a Etiópia, por 3-1, ocupando, para já, um dos quatro lugares de acesso a essa eliminatória, reservados aos quatro melhores segundos.
Para a 23.ª edição do Mundial, a ser disputado por 48 selecções entre 11 de Junho e 19 de Julho de 2026, nos Estados Unidos, no Canadá e no México, têm, além dos três anfitriões, presença garantida 18 países, incluindo as selecções africanas do Egipto, Marrocos, Tunísia e Argélia.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já está em Israel, para a libertação dos reféns, na Faixa de Gaza, sob o acordo de cessar firmado entre Israel e Hamas.
Segundo a CNN, ao embarcar para a viagem, Trump afirmou que “a guerra acabou”. Falando a bordo do avião Air Force One, Trump disse que o cessar-fogo será mantido e que um “conselho de paz” deverá ser rapidamente estabelecido para Gaza.
Trump também elogiou o papel do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e do Qatar.
Sara Costa, João Borges de Oliveira, Eduardo Tchandja, e o ensaísta e crítico literário moçambicano, Francisco Noa, são alguns dos rostos do VIII Festival Internacional de Poesia (FIP) em Moçambique, que se realiza de 20 a 25 de Outubro, na província de Gaza.
Moçambique acolhe a oitava edição do Festival Internacional de Poesia, um evento que contará com nomes sonantes da Literatura. De Portugal, a escritora Sara Costa e o escritor João Borges de Oliveira, de Angola, o poeta Eduardo Tchandja, do Brasil, a pesquisadora e ensaísta actualmente radicada em Moçambique, Suely Vasconcelos, de Moçambique, o ensaísta e crítico literário, Francisco Noa, o ensaísta e pesquisador, Alberto Mathe, o ensaísta e pesquisador, Aurélio Ginja, o ensaísta e pesquisador, José dos Remédios.
Ainda de Moçambique, o evento contará com a presença da poeta Hera de Jesus, o poeta Léo Cote, o escritor e cineasta, Alex Dau, o escritor Jorge de Oliveira, o escritor Dragon bee Yoni, o sociólogo Elísio Macamo, o poeta Fernando Absalão, o escritor e editor Jessemusse Cacinda, e entre outros.
Os convidados juntam-se ao elenco da Xitende, composto por diversos escritores tais como: o Almeida Cumbane, o Acácio Massingue, a Begnen Zaqueu, a Deusa d’África, o Dom Midó das Dores, o Edson Pereira, o Elísio Miambo, o Estevão Zitha, o Jordão Domingos, o Lahissane, a Matilde Matema, o Mbalapala, o Mupfana wa Xithokozelo, o Otildo Justino Guido, e músicos como Adérito Luis, Bartolomeu Hassane e Marcos de Aurora.
Associação Xitende realiza esta oitava edição no presente ano em que celebra seus 29 anos de existência e continua firme na sua visão de ser um veículo de dinamização e divulgação da Literatura

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