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O Ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, anuncia a conclusão das obras de reabilitação da estrada Quelimane–Namacurra, com cerca de 70 quilómetros de extensão. Segundo o governante, faltam apenas neste momento observar um troço de 4,6 quilómetros na entrada da cidade de Quelimane.

As obras arrancaram no segundo semestre de 2020 e tinham conclusão prevista para 2023. No entanto, diversos constrangimentos, sobretudo fenómenos climáticos extremos, condicionaram o cumprimento dos prazos inicialmente estabelecidos.

O ministro dos transportes e logística, João Matlombe, deslocou-se ao local para avaliar o andamento dos trabalhos e anúncio a conclusão dos trabalhos. 

No âmbito do programa Mais Estradas, o ministro visitou igualmente o troço Malei–Maganja da Costa, com o objetivo de aferir o nível de preparação da província para o arranque das obras. O projeto encontra-se atualmente na fase de concurso público.

Ainda em Quelimane, Matlombe visitou a área destinada à implantação de um terminal de combustíveis, uma infraestrutura prevista no âmbito do projeto de concessão do Porto de Quelimane, recentemente aprovado pelo Conselho de Ministros.

De acordo com o ministro, o terminal será estratégico para reforçar a capacidade logística da região e responder à procura crescente de combustíveis, incluindo para o mercado do Malawi.

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O INAM prevê a ocorrência de chuvas moderadas a fortes (30 a 50 milímetros em 24 horas), localmente muito fortes (mais de 50 milímetros em 24 horas), acompanhadas por vezes de trovoadas e ventos com rajadas em todos distritos nos distritos da cidade e província de Maputo,  Gaza, Inhambane, Sofala, Zambézia e Tete. 

Na província de Inhambane, o mau tempo vai afectar  os distritos de Zavala, Inharrime, Jangamo, Panda, Homoíne, Morrumbene, Massinga, Funhalouro, Vilankulo e Cidades Maxixe e Inhambane, a partir da tarde desta terça-feira.

O fenómeno poderá afectar também a zona centro do país, concretamente nas províncias de Sofala, Manica, Tete e Zambézia, desta feita a partir de amanhã, com chuvas fortes localmente muito fortes acompanhados de trovoadas e ventos com rajadas.

O INAM recomenda a tomada de medidas de precaução e segurança face às chuvas, trovoadas e vento forte.

Os directores das escolas secundárias Eduardo Mondlane e Noroeste 1 garantem que os mecanismos de segurança montados nas escolas não abrem espaço para o vazamento de exames, antes da sua realização. Os gestores afirmam que, em caso de fraude, é possível rastrear a escola visada, através do código contido em cada envelope.

Há cerca de uma semana, o Ministério da Educação decidiu cancelar os exames finais da 9ª classe, por detectar fraude que envolveu a violação dos envelopes contendo as provas.

Alberto Cossa, director da Escola Secundária Noroeste 1, explica que os exames são distribuídos às escolas minutos antes do arranque do processo, por funcionários da Direcção Distrital da Educação e agentes da PRM. Na escola, cabe ao director da instituição garantir a sua inviolabilidade. 

“Ao receber os exames, nós levamos os exames até a cabine do director, que é a sala com maior segurança, para que não haja violação. E o controlo é directamente com o director da escola, esperando a hora indicada para distribuirmos os enunciados nas salas. Então, para nós, garantimos a segurança. Além do director, está cá a segurança interna, que são os nossos guardas, está cá a PRM para poder auxiliar na segurança desses exames”, explicou com detalhes o director. 

É em envelopes plásticos, lacrados, em números exactos dos júris a examinar que os exames são recebidos, e o director da escola é quem garante que nenhum esteja aberto antes do tempo.

Por isso, o director da Escola Secundária Eduardo Mondlane garante que o vazamento não parte da escola.

“Os exames são recebidos pelo director da escola, acompanhados pelo director-adjunto, encaminhados para o Gabinete do Director, um sítio seguro, com a presença da polícia. E 30, 40 minutos depois, o exame vai à sala de aulas. Não há espaço para o vazamento do exame. Não há espaço, assegurou Martinho Namburete.

Ademais, fala de codificação de envelopes, facto que pode facilitar o esclarecimento, em caso de vazamento. 

“Os envelopes levam código. À medida que são distribuídos, é sabido que o exame que foi à escola X leva o código X. Então, em caso de vazamento, não é muito difícil perseguir o rasto a partir do código que os envelopes levam.”

Uma vez que o código apenas está indicado no envelope, questionámos o gestor sobre a identificação dos enunciados, ao que respondeu: “Não tenho muito detalhe, mas acredito que, se sumir um exame, sabe-se que saiu do envelope B, por exemplo. E este envelope B está na instituição X”. 

Os alunos entrevistados pela nossa equipa foram unânimes em afirmar que “este acto é errado, uma vez que a nota alcançada, após a fraude, não é real, não prova a capacidade do aluno, e isso é falso”.

Quase uma semana depois, o Ministério da Educação e Cultura ainda não veio a público explicar os contornos do vazamento daqueles exames, no distrito de Milange, província da Zambézia.

O número de mortos pelas cheias que atingiram a ilha de Sumatra, no oeste da Indonésia, voltou a aumentar esta segunda-feira, atingindo 502, com mais de 500 pessoas desaparecidas, anunciou a agência de gestão de catástrofes.

Este último balanço eleva o número total de mortes nas recentes cheias que afectaram a Indonésia, a Tailândia, a Malásia e o Sri Lanka para mais de mil.

O piloto internacional moçambicano, Cristian Bouchė, representa o país e o Automóvel Touring Clube de Moçambique (ATCM ) no Mundial de Karting Rotax no Bahrain, o International Karting Circuit, no Médio Oriente, concretamente na Ásia.

O talentoso piloto já se encontra na Ásia e está com a moral em alta para fazer uma boa prestação para o país no Rotax Max Challenge Grand Finals.

A escolha de Cristian Bouchė para representar Moçambique no Mundial da Rotax RMC é o culminar da grande prestação que vem alcançado com sucesso nos últimos anos em todas as competições onde está inserido.

Na presente época desportiva, com competições de SuperPicanto internas e regionais de Karting, o experiente piloto teve um bom desempenho, conquistou o 3º lugar no Campeonato Sul-Africano Rotax DD2 e 3º lugar no África Open (Zwartkops).

A presente edição do Mundial de Karting Rotax RMC conta com a participação de mais de 60 nações, divididas em cinco categorias, nomeadamente Micro Max, Mini Max, Júnior Max, Sénior Max, DD2 Masters, e nas classes eléctricas, E20 Senior Masters.

A participação regular dos pilotos nacionais nas competições regionais do campeonato de Karting Rotax RCM na África do Sul tem estado a elevar a imagem de Moçambique e está a contribuir positivamente para o alcance dos bons resultados.

O trabalho que está a ser desenvolvido com sucesso pela Direcção do ATCM e pelos departamentos na componente desportiva fez com que o país aumentasse, nos últimos anos, a participação de pilotos nacionais nas competições internacionais, europeias de automobilismo, o que constitui um grande ganho e projecção a nível mundial.

O Presidente da República, Daniel Chapo, enalteceu, na tarde deste domingo, na Vila de Songo, província de Tete, a União Desportiva do Songo pela conquista do título de campeã nacional do Moçambola 2025, feito alcançado com cinco jornadas de antecedência.

A intervenção do Chefe do Estado teve lugar à margem das celebrações dos 18 anos da reversão da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) para Moçambique, evento que reuniu dirigentes, trabalhadores, membros da comunidade local e diversas entidades nacionais.

No seu pronunciamento, o Presidente Chapo sublinhou que a vitória da UDS “transcende o futebol e simboliza a capacidade de superação, organização e espírito de unidade que caracteriza o povo moçambicano”.

“Gostaríamos de aproveitar esta ocasião para endereçarmos as nossas felicitações à União Desportiva do Songo (UDS) pela conquista inequívoca do Moçambola 2025, o nosso campeonato nacional de futebol”, referiu o governante.

O Presidente Chapo prosseguiu nas felicitações ao clube: “A UDS sagrou-se campeã nacional a cinco jornadas do fim do Moçambola, neste momento com 56 pontos, tendo fixado um recorde digno de realce: 17 vitórias consecutivas, o que é obra. Parabéns, hidroeléctricos, parabéns rapazes da UDS! Estendemos o nosso aceno simpático à equipa técnica, aos gestores do clube e à HCB, entidade patrocinadora do clube. Não queremos ser injustos, deixando a claque da UDS de lado. Parabéns, Songo!!!”

O Chefe do Estado realçou ainda que o sucesso alcançado pela UDS demonstra o impacto positivo das parcerias estratégicas entre o sector empresarial e o desporto nacional, destacando a HCB como um exemplo de responsabilidade social corporativa que estimula o desenvolvimento humano e social da Vila do Songo e de toda a província de Tete.

Durante a cerimónia, o Presidente Chapo foi presenteado com uma camisola oficial da UDS, autografada por todos os jogadores da equipa principal, gesto interpretado como sinal de gratidão e reconhecimento pelo apoio que o Chefe do Estado tem manifestado ao sector desportivo e pela “atenção especial” que atribui às iniciativas que promovem a juventude, a inclusão e a coesão social.

O estadista aproveitou a ocasião para elogiar o papel da equipa técnica, dos dirigentes do clube e dos adeptos da UDS, afirmando que “o futebol é uma paixão nacional, capaz de unir comunidades, mobilizar energias positivas e projectar Moçambique, para além das suas fronteiras”.

Sublinhou, igualmente, que o “ambiente vibrante” da Vila do Songo, motivado pela conquista, demonstra a força da identidade local e o orgulho de uma população que se revê na sua equipa.

O Presidente da República afirmou que o Governo continuará a trabalhar para fortalecer as bases do desporto nacional, apoiando políticas que melhorem as infra-estruturas, reforcem a formação de atletas e promovam competições mais inclusivas e dinâmicas.

Acrescentou que “uma nação que investe no desporto investe na juventude, na saúde e no futuro”.

Com este título, a União Desportiva do Songo reafirma-se como uma das principais potências do futebol moçambicano, “consolidando anos de crescimento sustentado e elevando novamente o nome da Vila do Songo e da província de Tete aos mais altos patamares do desporto nacional”.

O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, endereçou uma mensagem à Nação por ocasião do Dia Mundial de Luta Contra a SIDA, assinalado nesta segunda-feira, apelando a uma reflexão profunda, à união de esforços e à renovação do compromisso nacional para superar as crises e transformar a resposta ao HIV e SIDA no país.

Sob o lema “Superando as crises, transformar a resposta ao HIV e SIDA”, o Presidente Chapo sublinhou que a data “nos convoca a uma profunda reflexão sobre o nosso compromisso e união na luta contra este flagelo”.

O Chefe do Estado destaca os avanços significativos alcançados por Moçambique na prevenção, na testagem e no tratamento. “Graças ao trabalho incansável dos nossos profissionais de saúde, das comunidades, da sociedade civil e dos parceiros de cooperação, milhões de moçambicanos têm hoje acesso a serviços essenciais que salvam vidas. A todos eles, endereçamos o reconhecimento e a gratidão da Nação”.

Apesar dos êxitos, o Presidente da República alerta para os desafios que ainda persistem e que exigem maior determinação, que incluem o estigma e a discriminação, as desigualdades no acesso aos cuidados e as novas infecções.

O estadista moçambicano sublinha que, apesar dos desafios enfrentados pelo País, é possível e urgente construir uma resposta mais forte, inovadora e cada vez mais humanizada ao HIV e SIDA, renovando o apelo à mobilização de famílias, escolas e todas as forças vivas da Nação, para agir lado a lado em prol de um futuro risonho para os moçambicanos.

O Presidente da República termina reiterando o “firme empenho do Executivo em continuar a trabalhar para que Moçambique avance, supere crises e transforme a resposta ao HIV e SIDA, devolvendo esperança, dignidade e bem-estar para todos”.

O governador de Nampula, Eduardo Abdula, escalou, nesta segunda-feira, a localidade de Chipene, distrito de Memba, uma das zonas recentemente marcadas pela insegurança, conforme havia prometido.

Acompanhado pela imprensa, que segundo disse realça o compromisso assumido de garantir transparência e acompanhamento público da situação no terreno, Eduardo Abdula cumpre a promessa que tinha garantido às famílias acolhidas em Alua-Sede, que seria o primeiro a regressar ao terreno, acompanhado de jornalistas, para avaliar as condições de segurança antes do retorno dos deslocados.

Em contacto directo com a comunidade, Abdula fez um discurso duro e emotivo, explicando que os ataques e os vídeos violentos difundidos nos telemóveis fazem parte de uma estratégia de terror usada pelos insurgentes para provocar a fuga massiva das populações.

“Sabem o que é que o bandido faz? O bandido vem de surpresa e com violência. Depois corta a nossa cabeça. Cria terror, pânico. E hoje, no mundo moderno, começa a passar isso nos telefones”, afirmou, alertando que até localidades onde não houve ataques acabam por entrar em pânico, devido às imagens.

Segundo o governante, o objectivo dos terroristas é claro: forçar o abandono das zonas que consideram estratégicas e com potencial económico. “O terrorista está à procura das nossas riquezas. Por isso é que nos assustam aqui”, disse o governador de Nampula.

Eduardo Abdula garantiu que as Forças de Defesa e Segurança destruíram várias bases inimigas nos últimos 15 dias, mas reforçou que a vigilância comunitária é fundamental. “Temos infiltrados aqui, que vendem a vida do seu povo em troca de duas quinhentas. Se a comunidade não nos ajudar, não vamos fazer muita coisa”, avisou.

O governador sublinhou que está a visitar pessoalmente as localidades para aferir o nível de segurança e preparar o regresso seguro das famílias deslocadas. “Eu estou aqui para ver com os meus olhos. A fé tem de ser acompanhada de coragem. Não podemos deixar estes indivíduos ocuparem o nosso território”, disse.

Recordou ainda que os deslocados em Alua-Sede enfrentam uma situação difícil: “O povo que deixámos lá, em Alua, está a sofrer. Há gente que está a morrer de fome. Deixaram as suas machambas aqui. Por isso, vim planificar convosco o regresso das nossas famílias”.

Por outro lado, Eduardo Abdula apelou ao apoio de toda a comunidade do Posto Administrativo de Chipene, no distrito de Memba, para receber as famílias deslocadas em Alua, no distrito de Eráti, no âmbito do processo de regresso às suas zonas de origem.

Algumas famílias que já regressaram afirmam que o ambiente em Chipene é calmo e favorável para o reinício das suas vidas. No entanto, destacam que a principal dificuldade para o regresso continua a ser a falta de recursos financeiros para custear o transporte até ao posto administrativo.

O governador de Nampula encerrou com um apelo directo à comunidade: coragem, vigilância e denúncia activa de infiltrados, para impedir novos avanços dos grupos armados.

A Presidente da Assembleia da República, Margarida Talapa, participou, hoje, no Simpósio do Fórum Parlamentar da SADC, dedicado ao tema “O Impacto das Mudanças Climáticas na Mulher e na Juventude da SADC e o Papel do Parlamento na Mitigação e Adaptação”.

Durante a sua intervenção, Margarida Talapa destacou que a região da SADC é uma das mais afectadas pelos efeitos das mudanças climáticas, com fenómenos como secas, ciclones e inundações, que impactam sobretudo mulheres, jovens e crianças. “Proteger estes grupos vulneráveis é, acima de tudo, proteger o futuro da nossa região”, afirmou.

A Presidente sublinhou ainda que os Parlamentos têm um papel crucial na elaboração de legislação justa, fiscalização rigorosa e definição de orçamentos que priorizem a adaptação e mitigação dos efeitos climáticos, com enfoque na igualdade de género e inclusão social.

Entre as propostas apresentadas por Moçambique destacam-se a harmonização da legislação climática na SADC, a integração de abordagens de género e juventude nos planos de adaptação, a criação de mecanismos de acesso a financiamento para ações de adaptação e mitigação, e o reforço da cooperação regional, incluindo o uso do Centro Operativo Regional de Emergência da SADC.

A Assembleia da República de Moçambique reafirmou o seu compromisso de continuar a colaborar com os Parlamentos da região, promovendo políticas climáticas mais justas e inclusivas, numa resposta coordenada e robusta aos desafios climáticos.

O Instituto para a Democracia Multipartidária considera acertada a decisão do Governo de encerrar as actividades mineiras na província de Manica, embora reconheça que persistem falhas na legislação do sector. Em contrapartida, a Câmara de Minas de Moçambique afirma que há empresas a registar prejuízos, apesar de cumprirem integralmente a lei.

O debate sobre a reforma legal do sector mineiro, a governação e os benefícios para o país não é novo, mas ganha actualidade face ao cenário vivido em Manica.

À margem da conferência nacional sobre minerais críticos, o Instituto para a Democracia Multipartidária reiterou que a decisão do Executivo de suspender as actividades mineiras na província é acertada, ainda que persistam lacunas no quadro legal.

“A decisão governamental de encerrar o processo de exploração foi, na minha opinião, acertada. É importante que as políticas públicas e decisões governamentais tenham sempre em conta os interesses das nossas comunidades. Isso preocupa-me particularmente, até porque sou natural da província de Manica e conheço bem os efeitos ambientais que a mineração tem provocado”, afirmou um representante do IMD.

Por seu turno, a Câmara de Minas de Moçambique, que acompanha com preocupação a paralisação das actividades mineiras em Manica, alerta que existem empresas a sofrer prejuízos, apesar de cumprirem as normas.

“Há dois factores: por um lado, temos uma legislação que consideramos clara; por outro, a implementação. Muitas vezes, as boas práticas previstas na lei não são seguidas, e isso cria dificuldades. Embora reconheçamos que a decisão tem pertinência, é verdade que existem empresas lesadas que cumprem as boas práticas. Sabemos que o Governo já está a trabalhar para identificar responsabilidades e preparar uma interdição parcial”, explicou Elmer Manjate, da Câmara de Minas.

Segundo os organizadores do encontro, a reflexão surge no contexto da necessidade de uma política específica para orientar o desenvolvimento do sector dos minerais críticos existentes no país.

“Precisamos de uma lei ajustada ao nosso contexto, às nossas necessidades e às das comunidades, que também salvaguarde a soberania nacional. A adaptação da legislação para acomodar estes interesses é fundamental, bem como políticas públicas que respondam às demandas da sociedade, especialmente das comunidades afectadas”, defendeu Osman Cossing, coordenador de programas no IMD.

A reunião de reflexão, realizada nesta segunda-feira, na Cidade de Maputo, juntou representantes do Governo, do sector privado, da indústria mineira e outros intervenientes relevantes.

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