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A Direcção Provincial do Género, Criança e Acção Social em Gaza confirma dois casos de violência contra menores e anuncia investigação à familiares e diagnóstico social para determinar quem poderá garantir a segurança das crianças. Num dos casos, uma avó é acusada de agredir e obrigar uma criança a ingerir as próprias fezes.

Os dois casos de violência contra menores, registadas esta Terça-feira preocupam as autoridades da área da criança em Gaza, que dizem estar a trabalhar para garantir a protecção das vítimas depois da detenção das pessoas acusadas dos maus-tratos.

O primeiro caso envolve uma criança proveniente da província de Inhambane, que terá enfrentado de acordo com Chefe de Departamento de Criança, dificuldades em utilizar correctamente a sanita, situação que terá sido incompreendida pela avó com quem vivia.

“Esta avó não compreendeu que aquela prática resultava da inocência da criança, do desconhecimento do procedimento do uso do autoclismo”, explicou Nhabete.

A incompreensão da situação terá resultado em agressões e na obrigação de a criança ingerir as próprias fezes.

“Violentava a criança e inclusive obrigava a criança para comer aquela sujeidade”, revelou o responsável.

No outro caso, uma mãe é acusada de maltratar e agredir o próprio filho de várias formas.

As duas mulheres de 38 e 30 anos de idade estão detidas, entretanto, as autoridades dizem que ainda é necessário apurar se existe outra pessoa que possa representar perigo para as crianças no meio familiar.

É neste contexto que está a ser realizado um diagnóstico social mais aprofundado, com o objectivo de avaliar o ambiente familiar e determinar quem deverá ficar responsável pelas vítimas.

A Direcção Provincial do Género, Criança e Acção Social diz que a prioridade é identificar um espaço onde as crianças possam permanecer em segurança e receber a devida protecção.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, conversaram ao telefone ontem sobre a situação política internacional. Um dos focos da conversa bilateral foi a guerra no Irão.

Num contexto em que o mundo procura encontrar saídas paras as guerras que envolvem vários países, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos pediu para ter uma conversa com seu homólogo da Rússia, Vladimir Putin.

O pedido foi aceite e a conversa foi por via telefónica, na noite desta segunda-feira. Durante cerca de uma hora, os presidentes falaram sobre a situação sócio-política internacional, com destaque para a guerra no Irão. 

Coube ao assessor presidencial russo, Yuri Ushakov, confirmar a conversa tida como produtiva entre as partes, que também abordou as negociações para o fim da guerra que tem lugar na Ucrânia. 

Putin sugeriu uma solução política e diplomática rápida para o conflito no Irã, que inclui a avaliação dos contactos já mantidos entre os líderes dos países do Golfo Pérsico, o presidente do Irã e líderes de outros países.

Por sua vez, o presidente dos EUA apresentou a Putin sua avaliação da evolução da operação militar conjunta em curso dos EUA e Israel.

O assessor de Putin referiu ainda que Trump reiterou seu interesse em ver  um cessar-fogo em breve na Ucrânia, que tenha uma duração de longo prazo.

O papa Leão XIV pediu que “cessem o quanto antes” as hostilidades no Médio Oriente e transmitiu “profunda dor” pelas vítimas dos bombardeamentos, entre elas “muitas crianças” e um sacerdote assassinado no Líbano, quando realizava trabalhos humanitários.

O papa Leão XIV expressa a sua profunda dor por todas as vítimas dos bombardeamentos destes dias no Médio Oriente, pelos numerosos inocentes, entre eles muitas crianças, e por aqueles que lhes prestavam ajuda, como o padre Pierre El-Rahi, sacerdote maronita, assassinado em Qlayaa [Líbano]”, informou o Gabinete de Imprensa da Santa Sé.

 A partir do Vaticano, o gabinete acrescentou que o pontífice “acompanha com preocupação o que está a acontecer e reza para que cessem o quanto antes todas as hostilidades”.

El-Rahi, pároco de Qlayaa, no sul do Líbano, e capelão regional da Cáritas, morreu ontem quando tentava socorrer os afectados por um bombardeamento que ocorreu perto da sua paróquia, segundo informaram meios do Vaticano.

O sacerdote tinha-se deslocado ao local dos acontecimentos após uma primeira explosão, momento em que ocorreu um segundo ataque sobre o mesmo ponto que atingiu o religioso.

Embora tenha sido trasladado de urgência para um hospital local, faleceu pouco depois devido à gravidade dos ferimentos.

O Presidente da República,  Daniel Chapo, participa, hoje, nas  cerimónias fúnebres do General de Exército, na reserva, Lázaro  Henriques Lopes Menete, que se realizam no  Quartel-General das Forças Armadas de Defesa de Moçambique  (FADM), na Cidade de Maputo. 

A cerimónia constitui uma homenagem das Forças de Defesa e  Segurança e da nação moçambicana à memória do General  Lázaro Menete, reconhecido pelo seu contributo na luta e no  processo de consolidação das instituições de defesa e segurança  do país. 

“A presença do Chefe do Estado nas exéquias enquadra-se na  homenagem e no reconhecimento do Estado moçambicano  pelo percurso e contributo do General de Exército na reserva  Lázaro Henriques Lopes Menete, associando-se o Presidente da  República, em nome da nação, às manifestações de pesar  dirigidas à família enlutada e às Forças de Defesa e Segurança”, lê-se no comunicado da Presidência da República.   

O reforço da escolta de viaturas na estrada número 380, que liga cinco distritos do Norte de Cabo Delgado, foi confirmado pelo representante dos empresários da região de Mueda, um dos distritos afectados pela insegurança.

Segundo Lucas Manuel, representante da CTA em Mueda, a operação desta vez ocorreu com condições mais favoráveis do que no passado, com o aumento do número de viaturas militares e membros de segurança, permitindo que os empresários chegassem aos seus destinos com maior segurança.

“A retoma da escolta desta vez foi mais ou menos com condições melhores que no passado, porque o número de viaturas militares aumentou, o número de membros de segurança também aumentou, então conseguiram sair naquele dia e chegaram aos seus destinos”, afirmou.

O representante acrescentou que o tráfego na rodovia voltou a circular normalmente, como vinha acontecendo antes deste semestre, e que os empresários se mostraram satisfeitos com o reforço.

O pedido pelo reforço da escolta vinha sendo feito há muito tempo pelos empresários, mas só após vários ataques armados o Governo reconheceu a necessidade de reforço da segurança ao longo desta principal via.

O modelo de escolta de viaturas na estrada N380 foi introduzido em 2021, depois de a via ter ficado praticamente intransitável por quase um ano, quando um grupo armado ocupou a vila de Mocímboa da Praia.

O reforço actual demonstra a continuidade dos esforços do Governo para garantir a circulação segura de pessoas e mercadorias nos distritos do Norte de Cabo Delgado, região que tem enfrentado desafios significativos de segurança nos últimos anos.

O Saxofonista moçambicano, radicado na Noruega, Ivan Mazuze, foi nomeado pela terceira vez membro do Comité da Direcção Norueguesa de Cultura para a linha de apoio destinada a organizadores de concertos e festivais na Noruega.

A Direcção Norueguesa de Cultura indicou o saxofonista, compositor e gestor cultural Ivan Mazuze, pela terceira vez consecutiva, uma nomeação que reforça a confiança depositada no seu trabalho e reconhece o seu compromisso contínuo com um ecossistema musical norueguês mais diversificado, representativo e sustentável.

Como membro do comité, Mazuze contribuirá com avaliações artístico‑culturais, com base no conhecimento do sector e uma ampla experiência adquirida tanto na Noruega como no cenário internacional. 

Na sua função poderá também analisar candidaturas de organizadores e festivais de todo o país, com o objectivo de fortalecer produções profissionais, promover desenvolvimento de público e elevar a qualidade artística.

“Estou profundamente grato pela confiança e motivado para continuar a contribuir com o trabalho de apoiar organizadores e festivais que criam espaços essenciais de encontro entre artistas e público em toda a Noruega”, afirma Mazuze.

Ao longo dos últimos anos, Mazuze tem sido uma figura central no panorama cultural norueguês, tanto como músico quanto como consultor cultural e desenvolvedor de programas. 

O seu trabalho destaca‑se em grande medida na competência intercultural, qualidade artística e práticas inclusivas de envolvimento de público. 

Mazuze junta-se a outros membros com diversas competências literárias e experiência na área das artes performativas na Noruega.

O comité é formado por especialistas em suas áreas de especialização que fornecem informações ao conselho cultural nacional sobre questões profissionais e melhoramento na própria área.

A Federação Moçambicana de Futebol (FMF) e a Liga Moçambicana de Futebol (LMF) procederam à assinatura do acordo de cedência dos direitos de organização do Campeonato Nacional da I Divisão – Moçambola – válido para as épocas desportivas 2025/26 e 2026/27.

O acordo foi rubricado pelo presidente da FMF, Feizal Ismael Sidat, e pelo presidente da LMF, Alberto Simango Júnior, reforçando o compromisso institucional entre as duas entidades para o fortalecimento do futebol profissional em Moçambique.

Nos termos do acordo, a FMF cede à LMF os direitos de organização do Moçambola, cabendo à Liga assegurar a gestão operacional da competição, incluindo a sua planificação, organização, coordenação logística e promoção, em estrita observância dos regulamentos, estatutos e orientações da Federação Moçambicana de Futebol.

Por sua vez, a FMF mantém o papel de entidade reguladora do futebol nacional, garantindo a supervisão institucional da competição e assegurando que o campeonato decorra em conformidade com as normas nacionais e internacionais que regem a modalidade.

A renovação deste acordo enquadra-se na estratégia de consolidação do modelo de gestão do futebol profissional no País, promovendo maior organização, sustentabilidade e valorização do principal campeonato nacional.

Com esta parceria renovada, FMF e LMF reiteram o compromisso de continuar a trabalhar de forma articulada para elevar a qualidade competitiva do Moçambola, reforçar a sua visibilidade e criar melhores condições para clubes, atletas, parceiros e adeptos.

A Vodacom anunciou a entrega de mil kits de dignidade para mulheres e raparigas, além da mobilização de cerca de 20 toneladas de bens essenciais, enquanto o Moza Banco disponibilizou um apoio financeiro simbólico para apoiar as acções sociais do Gabinete da Primeira-Dama. As partes manifestaram ainda interesse em fortalecer parcerias institucionais, incluindo a possibilidade de assinatura de um memorando de entendimento para aprofundar a cooperação em iniciativas de carácter social.

A Primeira-Dama da República, Gueta Chapo, recebeu em audiência esta segunda-feira, no seu gabinete, a directora da Fundação Vodacom, Cristina Azevedo, e o membro da Comissão Executiva do Moza Banco, Jaime Joaquim, encontros durante os quais foram anunciados apoios destinados a reforçar a assistência às populações afectadas pelas recentes cheias e a fortalecer futuras parcerias de carácter social.

Em declarações à imprensa no final da audiência, Cristina Azevedo explicou que a visita teve como objectivo a entrega de mil kits de dignidade destinados a mulheres e raparigas afectadas pelas cheias, no quadro da resposta de emergência promovida pela Fundação Vodacom.

“Foi uma boa oportunidade para a Fundação, de poder canalizar ajudar que é especificamente para mulheres e meninas, porque nós sabemos que, normalmente, é este grupo que fica mais vulnerável quando se trata de situações de emergência. Então, o que o Gabinete de Sua Excelência Primeira-Dama nos permitiu foi, no fundo, contribuir desta forma”, afirmou.

A responsável acrescentou que a Fundação Vodacom mobilizou cerca de 20 toneladas de bens essenciais para apoiar as populações afectadas, com particular atenção às necessidades das mulheres e raparigas atingidas pelas inundações.

“Neste caso foi especificamente para acautelar as necessidades das meninas e das mulheres que foram, infelizmente, afectadas pelas cheias”, declarou.

Durante o encontro, as duas instituições analisaram igualmente a possibilidade de formalizar a cooperação através de um instrumento de parceria institucional. “No âmbito desta colaboração, percebemos que poderia ser uma boa oportunidade, como nós Vodacom, formalizar esta relação com o Gabinete da Primeira-Dama. Todos nós temos visto quão preocupada, quão activa Sua Excelência Primeira-Dama, Gueta Chapo, tem sido. E isso ajuda-nos a colaborar, a aprofundar aqueles que são os nossos ideais, aquilo que é o nosso objectivo”, disse.

Segundo Cristina Azevedo, as partes discutem actualmente um memorando de entendimento que deverá ser assinado em breve. “Então, hoje conversámos também sobre a possibilidade de assinarmos um memorando de entendimento entre ambas as instituições. E é com muito prazer que eu digo que será feito em breve.

Neste momento temos um texto a ser discutido. Portanto, muito em breve estaremos aqui de novo para formalizarmos, então, esta parceria entre a Fundação Vodacom e o Gabinete de Sua Excelência Primeira-Dama”.

Num encontro realizado separadamente, o membro da Comissão Executiva do Moza Banco, Jaime Joaquim, explicou que a instituição solicitou a audiência para manifestar o seu apoio às iniciativas sociais promovidas pelo Gabinete da Primeira-Dama.

“Pedimos este encontro porque reconhecemos que o Gabinete da Primeira-Dama tem um papel muito importante a desempenhar na economia de Moçambique, e o país enfrenta, neste momento, vários desafios. E nós quisemos juntar-nos ao Gabinete da Primeira-Dama no apoio que pode ser dado à sociedade”, afirmou.

Na ocasião, o Moza Banco anunciou a entrega de um apoio financeiro simbólico destinado a reforçar as acções sociais do Gabinete da Primeira-Dama, sobretudo no actual contexto de calamidades naturais.

“Portanto, viemos hoje oferecer um apoio simbólico, monetário, para que junto de outros apoios que o Gabinete da Primeira-Dama tem recebido se possa fazer face aos desafios que os moçambicanos enfrentam neste momento, particularmente num período em que se registam calamidades naturais no país. Julgamos que este apoio é muito importante para a Primeira-Dama poder levar a cabo aquilo que são os seus programas, e nós estamos muito gratos, em nome da Comissão Executiva do Moza Banco”.

Jaime Joaquim acrescentou que o Moza Banco está aberto a continuar a desenvolver parcerias que possam ajudar o Gabinete da Primeira-Dama a levar a cabo os seus programas, sobretudo no apoio às comunidades carenciadas e às populações afectadas pelas diversas calamidades naturais que se registam no país.

Liga Desportiva de Maputo, Black Bulls (pela Série A), Costa do Sol e Ferroviário de Maputo (pela Série B) garantiram lugares nas meias-finais da Liga Jogabets, o torneio de abertura da Cidade de Maputo. Os jogos disputam-se nesta quarta-feira, dia em que serão conhecidos os finalistas da prova.

Com o encerramento da fase regular da prova, a Black Bulls foi a última equipa a conseguir o apuramento nas meias-finais, depois de ter disputado o derradeiro jogo nesta segunda-feira, diante do Maxaquene.

Tratava-se de um jogo de destaque para as duas equipas que procuravam um lugar nas meias-finais da prova, tendo em conta que qualquer delas tinha possibilidade de chegar, sendo que os “touros” precisavam de um empate, enquanto os “tricolores” eram obrigados a vencer por números gordos.

As duas equipas entraram fortes, procurando o golo mais cedo, mas sem sucesso, chegando o intervalo com o nulo e a decisão deixada para a segunda parte.

Foi preciso a magia de Jafete, de cabeça, para destronar o guarda-redes da Black Bulls, após cruzamento da direita, a abrir o marcador e deixar aberta a partida. Porém, mesmo com inúmeras tentativas de marcar mais golos, o resultado terminou com vitória magra dos maxacas, ainda assim insuficiente para garantir lugar nas meias-finais.

As duas equipas terminaram com o mesmo número de pontos, mas a Black Bulls beneficia do maior número de golos e termina em segundo lugar, atrás da Liga Desportiva de Maputo, que nesta jornada empatou sem abertura de contagem diante do Vulcano.

Para cumprir calendário, Mahafil derrotou o Estrela Vermelha de Maputo por 3-1 e ambos ficam eliminados da prova.

Pela Série B, qualificam-se para as meias-finais as duas melhores equipas do grupo, ambos dos Moçambola, nomeadamente o Costa do Sol e o Ferroviário de Maputo. 

Os “canarinhos” terminaram na primeira posição depois de mais uma vitória na prova, desta feita diante do Ntsondzo, com Amadou, Davis e Mbulu a apontarem os golos do Costa do Sol, e Djeny a reduzir aos 93 minutos.

Por seu turno, o Ferroviário de Maputo acabou por garantir a vaga nas meias-finais após vitória categórica diante do Matchedje por duas bolas sem resposta com golos apontados por Hoopsi e Laque.

Os “locomotivas” precisavam de vencer o jogo, sob pena de ficarem arredados, uma vez que os “militares” também perseguiam a vaga, mas a sua superioridade acabou por vincar e a passagem, garantida.

Nas meias-finais, a disputarem-se na quarta-feira, a Liga Desportiva de Maputo, única equipa que não seja do Moçambola, defronta o Ferroviário de Maputo, enquanto Costa do Sol e Black Bulls se digladiam por um lugar na final de domingo.

Os comentadores da STV, Hélder Jauana e Alberto da Cruz, criticaram a actuação do Município de Maputo na gestão de obras públicas na cidade, apontando falhas na planificação e na definição de prioridades.

Hélder Jauana destacou que a prática de asfaltar estradas e pouco tempo depois voltar a escavá-las revela um problema de organização. “Quando estás numa situação em que uma estrada é asfaltada hoje, amanhã é rebentada, escavada, o problema deixa de ser técnico, ele passa a ser um problema de planificação”, disse.

O comentador acrescentou que a gestão da coisa pública exige responsabilidade. “Cada metical que nós empregamos deve ser para resolver um problema e cada metical que nós duplamente empregamos para a mesma acção deve se responsabilizar quem o faz”, frisou.

Por sua vez, Alberto da Cruz criticou a falta de priorização das obras, apontando que bairros periféricos continuam a sofrer com problemas estruturais, enquanto outras zonas recebem intervenções constantes. 

“Se aqui na Baixa, nós, por exemplo, vimos ontem que encheu a água… se há uma prioridade, esta prioridade devia ser a drenagem nas zonas onde o povo está”, disse.

Da Cruz ressaltou ainda a situação de residentes de bairros como Albazine e Magoanine, afectados por cheias. “Agora que estamos a falar, há gente que não consegue ou não dormiu nas suas casas porque houve inundações… o município pode pegar o dinheiro que existe e investir onde há um problema real e poder resolver aquele problema de tal forma que não haja necessidade de a STV e outros canais irem a estes lugares reportarem situações dramáticas e muitas das vezes desumanas”, concluiu.

O debate dos comentadores evidencia a necessidade de uma planificação mais eficiente e de uma definição clara de prioridades para evitar desperdício de recursos públicos e melhorar a qualidade de vida dos munícipes.

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