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O País – A verdade como notícia

O Presidente dos Estados Unidos da América reforçou a equipa que vai defendê-lo no senado no julgamento de destituição que começa na próxima terça-feira.

Donald Trump conta com apoio do constitucionalista Alan Dershowitz e o antigo procurador Kenneth Starr.

A Euronews avança que Alan Dershowitz é conhecido, nos Estados Unidos, como o “advogado das estrelas”, tendo defendido personalidades como o antigo jogador de futebol americano O. J. Simpson, o antigo campeão mundial de pesos pesados de boxe, Mike Tyson, o realizador Roman Polansky, o financeiro Jeffrey Epstein, acusado de exploração sexual de menores, ou Harvey Weinstein, o produtor de Hollywood que está a ser julgado por agressão sexual e violação de mulheres.

O ex-procurador independente norte-americano Kenneth Starr junta-se, também, à equipa de defesa do presidente. Starr ficou conhecido em 1998, quando liderou as investigações sobre a relação extraconjugal de Bill Clinton e a estagiária Monica Lewinsky, que levaram ao afastamento do então presidente norte-americano.

 

 

 

Tudo começou quando dezenas de pessoas juntaram-se em frente ao ministério do Interior, em Beirute, no Líbano para protestarem contra a violência da polícia dos últimos dias.

Segundo a Euronews, só em dois dias, foram detidas mais de cem pessoas. Os jornalistas, em particular, queixam-se da perseguição da polícia.

“Estamos aqui hoje porque demos um prazo de 48 horas para que seja formado um governo que satisfaça as nossas exigências. Que seja um governo independente, não relacionado com partidos políticos, formado por tecnocratas, pessoas com experiência nas áreas que vão gerir. Não nos responderam a tempo e não temos mais tempo a perder”, diz uma manifestante, CITADA PELA Euronews.

Depois de três meses de protestos por um governo que consiga fazer face à atual crise económica, as manifestações foram retomadas de forma mais violenta na terça-feira. Os manifestantes ergueram barricadas de fogo e destruíram as montras de vários bancos.

No centro das críticas, o chefe da segurança interna pediu desculpas pelo uso excessivo da força. O Líbano está sem governo desde a demissão de Saad Hariri a 29 de outubro. O primeiro-ministro interino Hassan Diab não conseguiu ainda formar um executivo.

 

 

A demissão acontece depois de Thomas Thabane ter sido indiciado de envolvimento no assassinato da sua primeira esposa há dois anos e meio. A informação do afastamento de Thabane do cargo de primeiro-ministro foi confirmada pelo seu partido, citado pela Sociedade Independente de Comunicação (SIC).

Segundo Montoeli Masoetsa, porta-voz da Convenção de Todos dos Basothos (ABC), o partido no poder, citado pela agência France-Presse, Thabane decidiu abandonar as funções no Governo mas a data da sua saída ainda não foi definida.

Lipolelo Thabane, 58 anos, foi morta por uma bala em Junho de 2017, dois dias antes da investidura de Thomas Thabane, seu marido, à frente do Governo, quando o casal estava na altura a tratar do divórcio.

Thabane foi implicado pela polícia no homicídio da sua mulher por escutas telefónicas que o localizaram no local e momento do crime.

“Nunca deixámos de o pressionar a retirar-se, agora que ele aceitou, cabe à ABC, enquanto partido maioritário, encontrar o seu sucessor”, disse Masoetsa à agência noticiosa.

Montoeli Masoetsa diz que o partido vai brevemente realizar uma conferência de imprensa (data ainda por anunciar) para nomear o sucessor de Thabane”.

O Lesoto, um dos mais pobres países do mundo, em enclave no meio da África do Sul, enfrenta sérios problemas económicos, com níveis de desemprego muito elevados, e uma epidemia de sida que atinge 23% da população de dois milhões de habitantes.

 

 

Trata-se do economista de formação, Mikhail Mishustin de 53 anos, chefe do Serviço Federal de Impostos da Rússia desde 2010. Trabalhou na área das tecnologias da informação durante a década de 1990.

Mishustin foi a escolha de Putin para suceder Dmitri Medvedev que se demitiu esta quarta-feira para “facilitar” uma revisão constitucional que pode permitir a Putin ficar mais tempo no palácio presidencial.

Putin e Mishustin encontraram-se no Kremlin, onde o Presidente russo “sugeriu que assumisse o cargo de chefe de Governo” e, segundo a agência de notícias russa Sputnik, Mikhail Mishustin já aceitou o cargo.

Agora, o russo terá de ter a aprovação do Parlamento, que vai votar esta decisão na próxima semana. O líder do partido Rússia Unida, Sergei Neverov, revelou à comunicação social russa que vai rever a candidatura de Mishustin esta quinta-feira, mas não ficou claro quando é que a Duma planeia fazer a votação.

Para o primeiro-ministro demissionário, as alterações à Lei Fundamental quando forem adoptadas “vão trazer mudanças substanciais não apenas para uma série de artigos da Constituição, mas à balança de poderes”.

Vladimir Putin foi eleito para a liderança do governo pela primeira vez em Agosto de 1999. Fez dois mandatos e, como a constituição russa não permite um terceiro, fez campanha por Dmitri Medvedev que, um dia depois de ser eleito, o escolheu como primeiro-ministro.

Volta a ganhar a presidência onde se mantém desde 2012 e onde parece agora querer ficar depois de 2024, o final do quarta mandato no Kremlin.

Alexei Navalny, líder da oposição russa, não tem dúvidas e diz que o “único” objetivo de Putin é ficar na presidência até ao fim da vida.

 

Ainda é forte a polémica em torno da queda do boing 737 que matou todas as 176 pessoas a bordo, na passada quarta-feira, no território iraniano.

Depois de assumir ter abatido o avião por engano, originou-se uma onda de manifestações em Teerão que foram, violentamente, reprimidas pelas forças da ordem.

E depois das manifestações, vieram, da opinião pública, informações que davam conta de que o Irão tentava esconder os responsáveis pela queda do avião, mas o Governo Iraniano negou tudo.

Mas não só negou tudo, como também deixou um aviso para os Estados Unidos, tidos como os perturbadores da opinião pública: “Se alguém no país, agentes dos Estados Unidos ou de outro país estrangeiro, quiser usar esta questão para perturbar a opinião pública, a nação não o autorizará. Os serviços secretos, forças de segurança e polícia vão vigiar e não deixarão que ninguém comprometa a segurança do país,”advertiu o chefe do sistema judiciário iraniano.

O Irão sublinhou que admitiu um “erro humano” por parte de um operador do sistema de mísseis, mas defende que o Exército só transmitiu os resultados das suas investigações às autoridades civis na sexta-feira, pelo que nega qualquer tentiva de esconder a verdade.

“Não houve qualquer tentativa de encobrimento. O presidente Rouhani só teve conhecimento às quatro horas da tarde de sexta-feira. Quando o comandante da defesa aérea dos Guardas da Revolução admitiu que mesmo o chefe da aviação aérea não sabia, porque é que algumas pessoas sugerem algo tão vago?” defendeu Ali Rabiei, porta-voz do governo iraniano.

O Canadá afirmou, na quarta-feira passada, que o avião ucraniano tinha sido abatido por um míssil iraniano e exige compensações para os familiares das vítimas, uma grande parte das quais canadianas.

Os responsáveis de países cujos cidadãos morreram devido à queda do avião da companhia aérea ucraniana Ukraine Airlines International vão reunir-se na quinta-feira, em Londres, por iniciativa do Canadá.

 

 

Chegou ao fim a novela envolvendo o banco técnico do Barcelona. A direcção blaugrana anunciou na noite desta segunda-feira a demissão de Ernesto Valverde e a contratação de Quique Setién como seu substituto.

O Barça anunciou a contratação de Quique Setién como novo treinador da equipa, com um contrato válido até final de 2022.

Espanhol, natural de Santander, Quique tem 61 anos de idade e tem no seu curriculum passagens por Racing Santander, Poli Ejido, Logroñés, Lugo, Las Palmas e Bétis, todas equipas espanholas e pela selecção de Guiné Equatorial.

No comando do Bétis, Quique Setién classificou a equipa para a Liga Europa, terminando a temporada no sexto lugar, além de levar a equipa até as meias-finais da Copa do Rei, na temporada passada.

O treinador assina o contrato com o Barcelona no Palco Presidente Suñol, num acto privado que terá lugar na tarde desta terça-feira. Pouco depois o novo treinador vai participar de uma sessão de fotos no Camp Nou.

A apresentação oficial e a tão aguardada conferência de imprensa terá lugar ainda na tarde desta terça-feira no auditório 1899. A estreia oficial do novo comandante azulgrana será no dia 19 de Janeiro, quando o Granada visitar o Camp Nou, em jogo do campeonato espanhol.

 

 

 

Até aqui, o Irão negava qualquer responsabilidade nesta tragédia. Este sábado, o Governo iraniano admitiu, que fez cair o avião ucraniano que se despenhou na quarta-feira, noticiou a televisão estatal iraniana.  

Os Estados Unidos e o Canadá afirmaram, citando informações dos respectivos serviços de segurança, que o acidente foi causado por um míssil iraniano.

Depois de emitido um comunicado, a esclarecer a situação, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, através das redes sociais, confirmava que a investigação, realizada pelas Forças Armadas iranianas, concluiu que o acidente se deveu ao disparo de mísseis pelo seu país.

Hassan Rouhani diz que se tratou de “um erro humano, lamentável e imperdoável" e as investigações vão continuar. “A República Islâmica do Irão lamenta, profundamente, este erro desastroso”, acrescentou o Presidente.

O avião, um Boeing 737 da companhia aérea Ukrainian International Airlines, descolou de Teerão, com destino a Kiev, despenhando-se dois minutos após a descolagem nos arredores da capital iraniana.

O acidente ocorreu horas depois do lançamento de 22 mísseis iranianos contra duas bases da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos, em Ain Assad e Erbil, no Iraque, numa operação de vingança pela morte do general iraniano Qassem Soleimani. As 176 pessoas que seguiam a bordo morreram.

 

NATO admite responsabilidade do Irão na queda de avião ucraniano

Várias equipas de peritos no Irão e outros especialistas estiveram este sábado, no local do acidente para investigar a partir dos destroços o que terá acontecido na passada quarta-feira, com o avião ucraniano que se despenhou, matando as 176 pessoas a bordo.

Ao que tudo indica, a aeronave terá sido atingida por um míssil iraniano.

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, que diz não ter “qualquer razão para não acreditar nos relatórios de vários aliados” da organização transatlântica.

Stoltenberg afirmou, em Bruxelas, ser necessário “uma investigação aprofundada” e a junção de “todos os factos”.

A Ucrânia diz que nenhuma hipótese deve ser posta de parte, mas alerta para o facto de que ainda não há provas que confirmem qualquer teoria.

De acordo com o ministro ucraniano dos Negócios Estrangeiros, os peritos “analisaram as peças da estrutura do avião, os resíduos químicos e os cadáveres das pessoas que morreram”. Até ao momento, garantiu o ministro, a informação das caixas negras, que é vital para a investigação, ainda não foi recolhida.

O Irão permitiu a equipas da Ucrânia, Canadá e Estados Unidos participar na análise dos destroços resultantes da queda do Boeing 737-800 que, esta quarta-feira, se despenhou pouco depois de ter descolado em Teerão.

Apesar de imagens recentemente divulgadas mostrarem um avião no ar a ser atingido, a Autoridade da Aviação Civil iraniana nega que a queda se tenha devido a um míssil disparado pelo sistema de defesa antiaérea do país.

 

Pela primeira vez, a Croácia vai assumir a presidência da União Europeia. Sobre a saída do Reino Unido, o primeiro-ministro croata pediu seriedade na negociação do futuro acordo de parceria entre Londres e Bruxelas.

“A presidência é um momento importante para a Croácia, completando o nosso ciclo histórico desde a independência à forte afirmação na Europa e no mundo. Sentimo-nos honrados e temos um sentido de grande responsabilidade para podermos trabalhar em benefício de todos os cidadãos da União nos próximos seis meses, promovendo e apresentando as nossas especificidades e prioridades”, afirmou o primeiro-ministro da Croácia, Andrej Plenkovic, citado pela Euronews.

 

 

O número de mortos nos fogos da Austrália aumentou de 25 para 27, e 2.131 casas ficaram destruídas, anunciou hoje, o primeiro-ministro.

“Temos a confirmação de 27 mortes e de 2.131 casas destruídas, mas estimamos que com mais avaliações dos danos, especialmente em Victoria, este número continuará a aumentar”, afirmou Scott Morrison aos jornalistas.

“Estamos muito longe do fim desta crise e deste desastre”, afirmou o governante, que anunciou apoio financeiro directo a 42 autarquias.

Scott Morrison falava em conferência de imprensa em Camberra depois de uma reunião do Conselho de Ministros, dominada pela situação dos fogos e pela tensão entre os Estados Unidos e o Irão.

Morrison fez um ponto da situação operacional no terreno, sublinhando as medidas que estão a ser tomadas em vários pontos do país, com o envolvimento das Forças de Defesa, serviços de emergência e os governos locais, estaduais e federal.

Porque o risco climatérico pode aumentar nos próximos dias, Morrison explicou que estão actualmente 1.600 reservistas destacados em vários pontos, no âmbito da operação da Força de Defesa Australiana (ADF), que mantém dois navios, o HMAS Adelaide e o HMAS Chules, no sul e sudeste do país.

“Temos equipas a trabalhar para restabelecer electricidade a milhares de casas e negócios. Há ainda muitos sem serviço. Estamos ainda a dar apoio de emergência nas zonas mais afetadas, procurando melhorar situações das infraestruturas”, disse.

A par da ADF, os serviços de emergência e os governos estaduais estão a aumentar os recursos humanos em vários pontos.

O objetivo é tentar aceder a algumas comunidades que continuam isoladas, reabrindo estradas e permitindo a chegada de apoio adicional de emergência.

Como parte do apoio imediato, Morrison disse que o Governo vai começar a distribuir a partir de sexta-feira pacotes financeiros de um mínimo de um milhão de dólares (618,5 mil euros) a 42 autarquias.

O Governo está a estudar medidas adicionais para sectores como o turismo, agricultura e pequenas e médias empresas.

 

 

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