Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Nuno Ribeiro da Cunha, diretor do Private Banking do Eurobic e gestor de conta de Isabel dos Santos, foi encontrado morto na quarta-feira à noite.

"Todos os indícios apontam para que tenha sido um suicídio", confirma morte a Polícia de Segurança Pública (PSP) ao Diário de Notícias (DN), publicação portuguesa.

Ainda são escassas as informações sobre a ocorrência.

O Jornal de Negócios veiculou que Nuno Ribeiro da Cunha terá sido alvo de uma tentativa de homicídio a 7 de Janeiro corrente.

Nuno Ribeiro da Cunha, de 45 anos, foi constituído arguido juntamente com Isabel dos Santos no caso da alegada má gestão e desvio de fundos durante a passagem desta pela petrolífera estatal Sonangol, segundo, disse o Correio da Manhã.

 

O Estado angolano pede cooperação internacional para reaver fundos públicos desviados dos cofres do Estado. Angola é considerado um dos países mais corruptos do mundo, ocupando a posição 165 na lista de 180 países.

Em entrevista a Chatham House think tank, uma ONG que visa promover uma melhor compreensão dos principais temas políticos internacionais, o Ministro do Estado para Coordenação económica, Manuel José Nunes Júnior, disse que o governo angolano tem apelado à comunidade internacional a cooperar na recuperação de activos perdidos pela corrupção.

Entretanto, Nunes Júnior não especificou os países que já terá contactado para repatriação de fundos públicos.
Desde que o presidente angolano, João Lourenço, assumiu o poder em 2017, tendo prometido combater a corrupção, Angola já recuperou cerca de 5 biliões de dólares em activos que haviam sido desviados dos cofres do Estado por meio de corrupção, lavagem dinheiro e fuga fiscal.

Investigações sobre corrupção têm-se intensificado em Angola, sobretudo, contra família dos Santos que esteve no poder por 37 anos. Actualmente, decorrem investigações de corrupção sobre o caso Luanda Leaks em que a bilionária Isabel dos Santos é acusada de ter desviado mais de 110 milhões de dólares da Sonangol.
 

Um grupo armado invadiu um mercado na vila de Alamou, na província Sanmatenga, em Burkina Faso, na última segunda-feira tendo disparado contra multidão e queimado várias barracas.

Pelo menos 36 civis morreram num ataque que se suspeita ter sido levado a cabo por grupos islamitas com ligações a al-Qaida e Estado Islâmico, informaram as autoridades de Burkina Faso. O presidente Roch Marc Kabore declarou dois dias de luto nacional.

Há dois anos que a região norte de Burkina Faso tem sido ingovernável devido a ataques de jihadistas que tiveram início no país vizinho Mali.

Em Dezembro do ano passado, um comboio duma companhia mineira foi atacado, tendo havido cerca de 40 civis mortos.

 

Segundo os media dos Estados Unidos, a administração Trump planeia banir voos da Tanzânia, Nigéria, Sudão, Eritreia, Bielorrússia, Myanmar e Quirguistão no território americano, avança a agência de notícias Reuters.

Estes países são acusados de falhar no cumprimento de medidas de segurança e partilha de informação sobre terrorismo.

O Presidente Donald Trump já havia anunciado o plano de banir viagens a the Wall Street Journal.
Um membro sénior da Administração Trump disse que estes países não cumpriram com medidas de segurança, incluindo medidas anti-terrorismo e partilha de informação.

A medida poderá colocar em risco a diplomacia entre estas nações e Estados Unidos. Actualmente, cidadãos de Irão, Coreia do Norte, Somália, Líbia, Síria e Iémen e alguns funcionários do Estado venezuelano estão proibidos de viajar para Estados Unidos.

 

 

É já esta terça-feira que o Senado inicia formalmente o julgamento político do Presidente dos Estados Unidos da América. Os democratas procuram novas testemunhas e republicanos querem um processo rápido, sem sequelas políticas, informa a Euronews.

O julgamento do processo de destituição de Donald Trump teve uma fase inicial na semana passada, com o juramento do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, John Roberts, que conduzirá os trabalhos, mas inicia-se esta terça-feira a sua fase formal, onde os senadores atuarão como juízes.

Donald Trump é acusado de ter pressionado o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, a investigar a actividade do filho do seu adversário político Joe Biden junto de uma empresa ucraniana envolvida num caso de corrupção, num gesto que a Câmara de Representantes diz constituir um acto de abuso de poder, bem como de ter tentado obstruir a averiguação destes factos por parte do Congresso.

Os republicanos, que têm a maioria dos assentos no Senado, já anunciaram que tudo farão para rejeitar os argumentos que a oposição a Donald Trump inscreveu em dois artigos para a destituição.

Trump tem repetido que o processo é uma “caça às bruxas” com o objectivo de fragilizar politicamente a sua campanha de reeleição nas eleições presidenciais de novembro próximo.

 

Intensifica-se a investigação de corrupção contra a bilionária angolana, Isabel dos Santos, considerada uma das mulheres mais ricas de África.

Após a divulgação da reportagem de investigação da SIC e Expresso com parceria do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, na qual se revelam esquemas de corrupção usados por Isabel dos Santos para desviar cerca de 110 milhões de dólares da Sonangol, Portugal decidiu, esta segunda-feira, aprofundar a investigação.

A procuradoria de Portugal disse que iria acompanhar de perto a divulgação de centenas de milhares de ficheiros na posse dos media sobre o caso Luanda Leaks.

Doutro lado, o banco central português disse ter enviado um pedido de esclarecimento sobre transferências monetárias entre Angola e Dubai ao EUROBIC, um banco português no qual Isabel dos Santos dispõem de 42.5% de acções por meio de duas entidades.

Em reacção, segundo a Reuters, O EUROBIC limitou-se a dizer que iria cessar relações comerciais com entidades controladas por Isabel e com pessoas próximas a ela. A bilionária Isabel dos Santos, mais conhecida por “princesa” em Angola, nega todas as acusações que pesam sobre si, e fala de “caça a bruxas” conduzida pelo governo do presidente João Lourenço contra família dos Santos.

 

 

Decorreu este domingo em Berlim o encontro entre o primeiro-ministro do governo de Trípoli reconhecido a nível internacional, Fayez al-Serraj, e o líder das autoproclamadas tropas líbias, general Khalifa Haftar.

Também estiveram presentes os aliados dos dois líderes, sendo que a Turquia continua a apoiar o governo de Trípoli e França, Egipto, Rússia e Emirados Árabes Unidos mantêm o apoio às tropas do general Khalifa Haftar.

O encontro terminou com o compromisso de que ambos os líderes deviam continuar a respeitar o cessar-fogo alcançado em Moscovo, semana antepassada.

E para monitorar a trégua, os aliados enviaram representantes para supervisionar a situação na Líbia. Entretanto, pouco se discutiu sobre a interferência militar da Turquia e o recente encerramento dos portos líbios donde se exportava o petróleo.

De acordo com a Reuters, este bloqueio a mando do general Khalifa Haftar vai reduzir a exportação do petróleo de 1.2 milhões de barris por dia para 72 mil barris por dia. O presidente russo, Vladimir Putin, pede que não se abandone a esperança duma paz duradoura na Líbia. Mais de 150 mil pessoas ficaram deslocadas, devido ao conflito que dura há mais de nove meses.

Actualmente, o general Khalifa Haftar controla 80% do território líbio, segundo os dados divulgados pela News 24.

 

Cada dia que passa, mais informações de corrupção surgem contra Isabel dos Santos, a empresária e bilionária angolana.

Este domingo, em reportagem Luanda Leaks realizada pelo Expresso em parceria com a SIC, Isabel dos Santos é acusada de ter desviado um fundo público avaliado em 115 milhões de dólares da petrolífera estatal Sonangol para Dubai.

O desvio teria acontecido, logo após a sua nomeação para presidente de Sonangol pelo pai, José Eduardo dos Santos, ex-presidente angolano.

A reportagem foi também divulgada pelo jornal francês Le Monde, jornal britânico the Guardian e espanhol El Confidencial. A mulher mais rica de África nega todas as acusações, dizendo que Expresso e SIC são mentirosos e basearam-se em informações falsas. Isabel dos Santos tem actualmente as suas contas bancárias congeladas pelas autoridades angolanas.

 

 

 

Oleksiy Honcharuk, primeiro-ministro da Ucrânia apresentou a carta de renúncia após ter circulado nas redes sociais, nos últimos dias, uma gravação onde critica os conhecimentos “primitivos” sobre economia do chefe de Estado, que antes de assumir o cargo, em Agosto, era humorista.

Mas o Presidente ucraniano recusou a demissão.
Volodymyr Zelenskiy, afirmou que pretende, com isto, dar uma segunda oportunidade ao Governo de Honcharuk de modo a que consiga resolver as questões que preocupam a população.

Zelenskiy afirmou, ainda, que esta não é a altura para o país enfrentar uma desestabilização económica e política.

O primeiro-ministro afirmou que o áudio foi manipulado e que tem por objetivo criar atrito entre o Governo e o presidente.

O chefe de Estado lamentou o episódio e ordenou uma investigação para apurar os autores da gravação. Volodymyr Zelenskiy quer saber, ainda, que participou na alegada conversa com Oleksiy Honcharuk.

 

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE