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O País – A verdade como notícia

O chefe de gabinete e ministro porta-voz do Governo do Japão, Yoshihide Suga, venceu hoje a eleição interna do Partido Liberal Democrata (PLD), no poder, para suceder ao primeiro-ministro Shinzo Abe, que abdicou do cargo por motivos de saúde.

Yoshihide Suga, de 71 anos, obteve 377 votos contra 89 para o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros, Fumio Kishida, e 68 para o antigo ministro da Defesa, Shigeru Ishida, anunciou o PLD, escreve a Lusa.

O escrutínio fechado foi limitado aos parlamentares e aos representantes do partido nas 47 regiões do país.

Depois de eleito pelo partido, o nome do novo líder ainda terá de ser ratificado pelo parlamento (Dieta) como novo primeiro-ministro, cargo que deverá manter até setembro de 2021, quando ia terminar o mandato de Shinzo Abe à frente do PLD.

A ratificação, de acordo com a Lusa, irá decorrer numa sessão parlamentar extraordinária convocada para quarta-feira, conforme foi acordado pelo PLD e pelo principal bloco da oposição.

Shinzo Abe, de 65 anos, bateu o recorde de longevidade como primeiro-ministro japonês. No final de Agosto, anunciou a intenção de deixar o cargo por motivos de saúde, diz a fonte que citamos.

O primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva anunciou que decorre o processo de elaboração de um programa de emergência para fazer face à destruição provocada pelas fortes chuvas que caíram nos últimos dias no arquipélago, sobretudo na cidade da Praia.

O chefe do Governo cabo-verdiano fez o anúncio numa mensagem publicada ao final da tarde deste domingo, após visitar, durante a manhã, vários bairros da cidade da Praia atingidos pelas fortes chuvas que caem desde a madrugada de sábado.

De acordo com a DW, Ulisses Correia e Silva garantiu que o Governo está empenhado para, em conjunto com a Câmara Municipal da Praia, dar a “devida resposta à situação difícil” que encontrou em bairros como Achada Mato, Jamaica, São Paulo ou Fonton.

“Depois de reunir o Gabinete de Crise, também hoje, temos as informações necessárias para pôr de pé um programa de emergência, que, em primeiro lugar, visa desobstruir as vias, fazer as limpezas e reconstruir as infraestruturas que foram atingidas, particularmente os muros e outras. A prioridade absoluta é proteger as pessoas e os seus bens”, afirmou.

O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, acrescentou ainda que iria reunir hoje o Gabinete de Crise do Governo, para “acompanhar mais de perto toda a situação e tomar as medidas necessárias e urgentes”.

O governo de Israel aprovou este domingo um confinamento total de três semanas a partir de 18 de Setembro até de Outubro para travar a segunda onda do Coronavírus, que atingiu um dos índices de mortalidade mais elevados do mundo na última semana.

O novo confinamento vai coincidir com três celebrações religiosas muito importantes para os judeus: O Rosh Hashaná (Ano Novo judeu), Yom Kipur (Dia do Perdão) e o Sucot (os Tabernáculos).

Durante este período, os habitantes não poderão ir além de 500 metros da residência excepto para actividades desportivas individuais, e as escolas, hotéis e centros comerciais vão encerrar.

Haverá um limite de dez pessoas em reuniões em espaços fechados e de 20 ao ar livre, os supermercados e farmácias poderão funcionar, mas o restante comércio só se for de entregas ao domicílio.

O setor público diminuirá os seus trabalhadores ao mínimo, e o sector privado poderá continuar a trabalhar com normalidade, mas não será permitido receber clientes.

Após anunciar o confinamento e as regras impostas, o primeiro-ministro israelita, Benjamín Netanyahu disse que “estas medidas têm um custo muito alto para todos nós.

“Mas só se cumprirmos as regras, e confio que o faremos, derrotaremos o vírus”, acrescentou o ministro.

A decisão de aplicar um novo confinamento foi alcançada após uma reunião dos ministros do Governo, que durou mais de sete horas e que, segundo os meios locais, provocou gritos e acusações cruzadas, esteve marcada também pela demissão do ministro da Construção e Habitação, o ultraortodoxo Yaakov Litzman, além de vários ministros que alertaram para os danos que o confinamento vai provocar na economia.

Pela primeira vez em quatro anos, todas as barragens que abastecem à cidade sul-africana retêm água em níveis satisfatórios, em cerca de 95% da capacidade total.

A cidade que parecia estar a viver o princípio do apocalipse vê seus problemas de abastecimento de água resolvidos. Todas as barragens que abastecem Cape Town, neste momento, retêm água em 95% da sua capacidade.

Kevin Winters, professor sénior de Ciências Geográficas Ambientais na Universidade de Cape Town, explica como é que as barragens estão cheias agora.

“O que realmente fizemos melhor foi gerir a água, e é por isso que essas barragens estão tão cheias neste momento”, disse ele.
Segundo Winters, a cidade foi capaz de reduzir 15% da procura pelo líquido mais precioso.

Apesar desta melhoria, as restrições no consumo de água bem como as tarifas de água não serão reduzidas, pelo menos, por agora.

“Estamos actualmente no nível um de restrições hídricas, pelo que um nível abaixo desse não seria uma restrição”, explicou Xanthea Limberg, membro do comité municipal dos Serviços de Águas Residuais. Contudo, Xanthea acrescenta que uma avaliação será feita no final desta época chuvosa, para determinar que tipo de restrições serão adequadas para o “próximo período hidrológico”.

Mesmo diante de boas notícias, a cidade permanece em alerta, pois avizinha-se um clima mais quente e com menos chuva.

Portanto, os cidadãos são apelados à economizar água, para evitar que escassez deste recurso deixe de ser uma possibilidade e torne-se uma realidade.

A empresa chinesa Coyote Bioscience desenvolveu um equipamento de testagem rápida para a COVID-19, com o apoio do governo local. O aparelho tem a capacidade de analisar quatro amostras simultaneamente, em aproximadamente 30 minutos, segundo explica Li Xiang, presidente da firma.

Este é considerado um avanço que revoluciona a capacidade de testagem e pode contribuir para uma resposta rápida à doença.
Com o novo equipamento, as amostras são colectadas e de seguida introduzidas na máquina de testagem, o que reduz as fases de análise e consequentemente o risco de contaminação das amostras durante o processo.

“Um laboratório padrão é altamente exigente, tanto em termos de pessoal, espaço e hardware. Para um hospital (…) sem um laboratório é muito dispendioso” disse Li.

Fora os custos com equipamento, o método tradicional exigia, também, pessoal altamente qualificado.

Agora, pela simplicidade da nova invenção, uma enfermeira competente pode realizar os testes.

O equipamento teve a aprovação da Administração Nacional de Produtos Médicos, em Julho. O Conselho de Estado tornou obrigatória a aquisição do mesmo em todos hospitais até finais de Agosto.

O equipamento ganhou destaque na recém-Feira Internacional de Comércio de Serviços da China, realizada em Pequim, entre 04 e 09 do corrente mês.

Seis pessoas morreram e outras 26 desapareceram na noite deste sábado devido a um deslizamento de terra provocado por chuvas fortes na noite deste sábado, no Nepal.

Segundo o administrador do Governo local, Baburam Khanal, citado pela Lusa, equipas de resgate e moradores locais do distrito de Sindhupalchowk, leste da capital,  conseguiram tirar os seis corpos soterrados debaixo das casas e continuam a procura dos restantes desaparecidos.

De acordo com o Ministério do Interior do país,  deslizamentos são frequentes durante o período de monções, que termina este mês, acrescentou a fonte.

Uma fábrica de carne nos Estados Unidos foi multada, esta quinta-feira, por violar regras de higiene e segurança que protegem os trabalhadores contra o novo Coronavírus.

A notificação da multa de 13.494 dólares aconteceu esta quinta-feira pela Administração de Segurança e Saúde no Trabalho, que concedeu à empresa, 15 dias úteis para responder ou contestar as conclusões.

A violação provocou a infecção de mais de mil trabalhadores, que resultou em quatro mortes, anunciou em comunicado a agência do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, a Occupational Safety and Health Administration.

Esta é a primeira vez que uma empresa é multada nos Estados Unidos por violar regras de higiene e segurança relacionadas com o novo Coronavírus.

Com 3.700 empregados, a fábrica fornece 5% da carne de porco consumido em todo o país, tendo sido encerrada a 13 de Abril, depois de 300 dos seus trabalhadores terem testado positivo para a COVID-19.

11 de setembro de 2001, uma data que ficou na memória de bilhões de pessoas do planeta, marcada pela queda das Torres Gêmeas, em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

Há 19 anos, os Estados Unidos da América viveram o maior terror  dentro do seu território, numa sequência de ataques protagonizados pela Al-Qaeda.

O ataque terrorista aos Estados Unidos não apenas chocou o mundo, mas deu origem às guerras do Afeganistão e do Iraque com a caça a Osama bin Laden (Al-Qaeda), provocou a crise económica de 2007 afectando os mercados mundiais, transformou a segurança dos aeroportos e abalou a convivência entre o ocidente e o mundo islâmico com as ameaças terroristas, escreve a SIC Notícias.

No dia 11 de Setembro de 2001, os Estados Unidos viram o seu país ser atacado por terroristas da Al-Qaeda. Quatro aviões comerciais foram sequestrados, dois colidiram intencionalmente contra as Torres Gémeas do World Trade Center. Ambos os prédios desmoronaram-se duas horas após o impacto.

O terceiro avião de passageiros colidiu contra o Pentágono, a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, no Condado de Arlington, Virgínia, nos arredores de Washington.

O quarto avião caiu em um campo aberto próximo na Pensilvânia, depois de alguns passageiros e tripulantes terem tentado retomar o controlo do aparelho. Os sequestradores tinham reencaminhado o voo para a capital norte-americana.

Não houve sobreviventes em qualquer dos voos. No total, quase três mil (3.000) pessoas morreram durante os ataques, incluindo civis e os 19 sequestradores a bordo dos aviões

Dez pessoas morreram, esta quarta-feira, na Colômbia, durante protestos contra a morte de um homem vítima da violência da Polícia. Segundo as autoridades locais, citadas pela Lusa, os protestos foram desencadeados pela morte de um advogado após o uso repetido de uma arma eléctrica por dois polícias em Bogotá.

O homem, de 46 anos, foi imobilizado no chão por dois agentes e sujeito a repetidos choques eléctricos, um incidente que causou indignação no país, fazendo lembrar o caso do afro-americano George Floyd, sufocado por agentes da polícia, nos Estados Unidos, em finais de Maio.

De acordo com as autoridades, entre os mortos estão sete jovens entre os 17 e os 27 anos, em Bogotá e mais três pessoas em Soacha, uma cidade perto da capital.

Em um dos casos, uma jovem de 18 anos que não participava nas manifestações foi atingida por uma bala perdida, segundo a agência de notícias espanhola Efe, citada pela Lusa.

Só em Bogotá, foram registados 379 feridos nos confrontos, dos quais 66 atingidos com armas de fogo, numa noite caótica em que foram incendiadas instalações policiais em várias partes da cidade.

Segundo o ministro da Defesa, Carlos Holmes Trujillo, os dois agentes que atacaram o advogado “já são objecto de uma investigação disciplinar e criminal”.

Os manifestantes voltaram às ruas, ontem, quinta-feira, e para além da capital colombiana, os protestos estenderam-se também à cidades como Medellín, Cali, Barranquilla, Manizales, Pereira e Cúcuta.

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