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O País – A verdade como notícia

O Presidente do Sri Lanka foi impedido, esta terça-feira, de partir para o exílio no estrangeiro por funcionários da imigração no aeroporto da capital, escreve o Notícias ao Minuto que cita a agência de notícias France-Presse (AFP).

Os funcionários da imigração recusaram o acesso de Gotabaya Rajapaksa à sala VIP no aeroporto de Colombo para carimbar o passaporte, quando o chefe de Estado queria evitar o terminal aberto ao público, por temer a reação das pessoas.

Rajapaksa ainda não se demitiu, o que prometeu fazer esta terça-feira para permitir uma transição pacífica de poder.

O chefe de Estado e a mulher tinham pernoitado numa base militar perto do aeroporto internacional, após perderem quatro voos que os poderiam ter levado para os Emirados Árabes Unidos.

O gabinete do Presidente, segundo o Notícias ao Minuto, não está a divulgar informações sobre a localização do ainda chefe de Estado, mas Rajapaksa continua a ser o comandante-chefe do exército, com recursos militares à disposição.

Pela mesma razão, tem ainda a opção de abandonar o país num navio militar em direcção à Índia ou às Maldivas, disse uma fonte de defesa.

Se o Chefe de Estado se demitir como prometido, o primeiro-ministro, Ranil Wickremesinghe, será automaticamente nomeado Presidente em exercício até que o parlamento eleja um deputado para exercer o poder até ao fim do actual mandato, ou seja, até novembro de 2024.

No entanto, Wickremesinghe está também a ser contestado por manifestantes acampados fora do palácio presidencial, que há mais de três meses exigem a demissão do Presidente face à crise económica sem precedentes do país.

Rajapaksa é acusado de má gestão económica, que levou o país a assumir a incapacidade de financiar as importações mais essenciais para os seus 22 milhões de habitantes, devido à falta de moeda estrangeira.

O resultado provisório da autópsia ao corpo do antigo presidente de Angola José Eduardo dos Santos não aponta para qualquer irregularidade, contrariando assim as acusações da família, segundo a SIC Notícias, que cita fonte oficial do governo angolano.

A estação nota que este resultado provisório já foi comunicado à delegação do governo de Angola que se encontra em Barcelona e que o resultado definitivo só deverá ser conhecido dentro de alguns dias, ainda esta semana.

De acordo com a mesma fonte, se o resultado final da autópsia confirmar a ausência de irregularidades, inicia-se a organização para que os restos mortais de José Eduardo dos Santos sejam transportados para Angola.

 

UNITA QUER FAMÍLIA A DEFINIR ALTURA E LOCAL DO FUNERAL

A UNITA, principal partido da oposição angolana, defende que deve ser a família de José Eduardo dos Santos, o antigo presidente angolano, a definir quando e onde será realizado o funeral, escreve o Observador.

As exéquias fúnebres de José Eduardo dos Santos estão a ser negociadas entre a família e o governo angolano, havendo divergências no clã, com alguns dos seu filhos a opor-se à entrega imediata do corpo a Luanda.

O Executivo angolano declarou que pretende fazer um funeral de Estado, mas a decisão não foi bem acolhida pelas filhas mais velhas, em particular Tchizé dos Santos.

Tchizé dos Santos afirma que essa não era a vontade do pai e que José Eduardo dos Santos não queria ser sepultado em Angola enquanto João Lourenço, o actual presidente, que concorre a um novo mandato nas eleições gerais marcadas para 24 de agosto, estiver no poder.

Numa declaração política divulgada ontem, a UNITA e as forças patrióticas pela alternância (plataforma conhecida como Frente Patriótica Unida) renovam os seus pêsames e mostram-se favoráveis a um “funeral condigno”, em que será a família a escolher o momento e o lugar para a sua realização “segundo a tradição africana de Angola, para qual os mortos devem ser honrados e respeitados e o luto da sua família confortado”.

José Eduardo dos Santos morreu, na sexta-feira, em Barcelona, onde estava internado.

 

 

O presidente do Sri Lanka, Gotabaya Rajapaksa, anunciou hoje formalmente a demissão, com efeito a partir da próxima quarta-feira, confirmando a declaração de sábado após os protestos que culminaram com o assalto à residência oficial.

“O presidente, Gotabaya Rakapaksa, informou oficialmente o primeiro-ministro, Ranil Wickremesinghe, que vai renunciar tal como tinha sido anunciado previamente”, disse o gabinete de imprensa do primeiro-ministro, citado pelo Notícias ao Minuto.

Numa mensagem dirigida a Mahinda Yapa Abeywardena, presidente do Parlamento, o Chefe de Estado anunciou no sábado passado a renúncia que agora se torna efectiva a partir do dia 13 de Julho.

Entretanto, Wickremesinghe, que ascendeu ao cargo de primeiro-ministro em Maio também anunciou a renúncia no passado sábado, mas até ao momento não oficializou a declaração.

Ainda segundo o Notícias ao Minuto, a Chefe de Estado e o primeiro-ministro anunciaram a demissão depois de um protesto sem precedentes, que após ultrapassar a barreira policial, terminou no interior das residências oficiais de Rajapaksa e de Wickremesinghe.

O Sri Lanka enfrenta um agitado período de protestos motivados pela grave crise económica que atinge o país, a pior desde a independência do Império Britânico, em 1948.

Este ano, aumentou a profunda escassez de medicamentos, alimentos e combustíveis, provocada, em parte, pelo grande endividamento, políticas governamentais erradas, além dos efeitos da série de atentados na Páscoa e da pandemia de COVID-19 sobre o sector do turismo.

Carlos Ibrahimo Aik abandonou o basquetebol após ter sido suspenso pelo Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Basquetebol por um período de nove meses, alegadamente por se ter concluído que “não ficou provado o conteúdo das declarações do treinador do Clube Ferroviário de Maputo” no processo em que acusava árbitros de corrupção. Parece mentira, mas é verdade!

Colocou o dedo na ferida, num assunto polémico quanto sensível, que é abordado em voz “baixa”. Denunciou, em Abril último, um suposto esquema de corrupção no basquetebol moçambicano. Disse, a plenos pulmões, após o duelo em que o Ferroviário de Maputo perdeu com o seu homónimo da Beira (56-43), que havia corrupção no basquetebol moçambicano, particularmente, na arbitragem. “Existem dois grupos de árbitros: o primeiro aspecto é que aqueles que são corruptos e recebem por apitar, estou a falar com conhecimento de causa; o segundo é que há, aqui, aqueles que são ignorantes. Não é possível que, num jogo de basquetebol e numa final, o protagonista seja o árbitro”, disparou o titulado e experimentado “coach”.

De imediato, e a uma velocidade de cruzeiro, a Liga Moçambicacana de Basquetebol (LMB) suspendeu o reconhecido “coach” por um período de 30 dias e, causa-efeito, anunciou a criação de uma Comissão de Inquérito para “investigar” o caso.

Aik foi ouvido pela Comissão de Inquérito da Liga Moçambicana de Basquetebol que, em comunicado datado de 8 de Julho, refere que, quando instado a apresentar provas sobre as suas acusações, este não as mostrou, “tendo-se limitado a reiterar que já não as tinha”.

É, segundo a nota a que “ O País” teve acesso, a partir desta constatação e socorrendo-se da análise feita pelo Conselho de Disciplina e pelo Conselho de Direcção da LMB ao Relatório da Comissão de Inquérito, que se concluiu que  “não ficou provado o conteúdo das declarações do Treinador do Clube Ferroviário de Maputo”.

Consultado o seu Regulamento de Disciplina de 2009, actualizado dez anos depois, ou seja, em 2019, o Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Basquetebol puniu por “injúrias e difamação” o treinador do Ferroviário de Maputo por nove meses, a contar de 9 de Abril.

Após a decisão da LMB, Aik, que fazia parte do Conselho Técnico da Federação Moçambicana de Basquetebol no actual elenco, disse um basta. Dito de outro modo: abandonou a modalidade da bola ao cesto que tanto serviu e alegrou os seus amantes.

“Caros amigos, como podem ver, o corrupto no basquetebol sou seu. O meu percurso no basquetebol termina aqui. Já informei à Federação Moçambicana de Basquetebol sobre a minha decisão. Um abraço a todos”, escreveu, em jeito de despedida, Carlos Ibrahimo Aik, no grupo “Turma do Basquetebol”.

Ponto final de uma longilínea carreira de “coach”, de cerca de 40 anos, tendo como pontos altos os dois títulos africanos de clubes conquistados em 1991 e 2019.

Na “catedral” do basquetebol moçambicano, Carlos Ibrahimo Aik conduziu, em 1991, a geração de ouro – Aurélia Manave, Esperança Sambo, Telma Manjate, Marta Monjane, Amélia Gune, entre outras craques que jogaram muito. Muito mesmo.

E esta conquista foi, e não é curioso devido à qualidade dos seus actores, no mesmo ano em que Cairo, Egipto, esteve aos pés de Moçambique, que açambarcou a medalha de ouro nos então Jogos Panafricanos (hoje com a designação de Jogos Africanos).

Vinte e oito anos depois (2019), Carlos Aik levou o Ferroviário de Maputo à conquista do Campeonato Africano de clubes, após vencer o Interclube de Angola, por 91-90, numa finalíssima dramática realizada no “Indoor Cairo Stadium”.

Com o barco com mastro desfeito, após a saída intempestiva de Leonel “Mabê” Manhique para o Costa do Sol, Carlos Aik “pegou” na equipa e marchou para o bicampeonato africano de clubes.

Carlos Ibrahimo Aik, primeiro treinador campeão africano de clubes, teve, também, a sua “mão” na conquista do título pelo Ferroviário de Maputo, em 2018, na capital do país. Pois é: Aik desempenhou a função de assessor técnico, tendo sido presença constante atrás do banco, dando  “dicas” ao então “coach” da equipa Leonel “Mabê” Manhique.

Curiosamente, Carlos Ibrahimo Aik foi a figura que lançou Leonel Manhique, actual treinador do Costa do Sol, para este clube, em 2011, tendo ambos conquistado a Liga Nacional de Basquetebol.

Em ano de crise, após a saída (in)esperada  do “coach” Horácio Joaquim Martins, Carlos Ibrahimo Aik, qual “bombeiro”, aceitou o desafio de treinar a equipa. Até saiu bem na fotografia.

Aik foi o homem que desenhou o projecto africano do Ferroviário de Maputo que, sob o seu comando, foi vice-campeão africano de clubes em 2006, em Libreville, Gabão. Mau grado o 1º de Agosto de Ângela Cardoso (actual treinadora-adjunto da equipa feminina), Domitila Ventura (a veloz base considerada MVP da prova), Sónia Guadalupe, Bárbara Guimarães e outras terem sido superiores na final em que venceram ao Ferroviário de Maputo, por 86-74.

No ano seguinte, Carlos Ibrahimo Aik e o “seu” Ferroviário de Maputo quedaram-se na 3ª posição, no “africano” de clubes disputado em Maputo. Uma vitória apertada sobre a então formação do ISPU (63-56) alimentou ainda mais o sonho africano.

Folha de serviço assinalável no basquetebol moçambicano, vários títulos nacionais conquistados, serviu, ainda, o país com passagens pela selecção nacional de basquetebol sénior feminino.

A chefe da diplomacia britânica, Liz Truss, anunciou este domingo a sua candidatura à liderança do partido conservador e ao cargo de primeiro-ministro britânico para suceder a Boris Johnson, que se demitiu na passada quinta-feira após uma série de escândalos.

“Lutarei nesta eleição como conservadora e governarei como conservadora”, declarou a ministra das Relações Exteriores do Reino Unido, de 46 anos, ao jornal Daily Telegraph, citado pelo Observador.

Liz Truss junta-se aos nove outros candidatos para a liderança dos conservadores, que garante a maioria na Câmara dos comuns (parlamento), e, consequentemente, para Downing Street.

A corrida para a substituição de Boris Johnson tinha já registado ao início da tarde de domingo um novo concorrente, quando a secretária de Estado do Comércio, Penny Mordaunt, apresentou a sua candidatura, juntando-se aos oito candidatos já anunciados.

São agora dez deputados conservadores, incluindo três ministros.

Na lista de candidatos incluem-se o ex-ministro da Saúde Savid Javid, o novo ministro das Finanças, Nadhim Zahawi, e o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros e da Saúde Jeremy Hunt, que enfrentou Boris Johnson em 2019 para a liderança do partido conservador.

O ministro britânico dos Transportes, Grant Shapps, anunciou a candidatura depois de Johnson ter apresentado, na quinta-feira, a demissão como líder do Partido Conservador e, por consequência, como chefe do Governo do Reino Unido.

Além de Grant Shapps, já indicaram também as suas pretensões ao cargo de Boris Johnson o ex-ministro da Economia Rishi Sunak, o presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros da Câmara dos Comuns, Tom Tugendhat, a procuradora-geral Suella Braverman e a ex-secretária de Estado para a Igualdade Kemi Badenoch.

Na segunda-feira, segundo o Notícias ao Minuto, o influente Comité de 1922, um grupo que reúne deputados conservadores sem pasta elegerá a direcção e anunciará o calendário para a escolha do novo líder do Partido Conservador.

Boris Johnson foi forçado a demitir-se depois de mais de 50 membros do seu Governo terem renunciado, em protesto contra a sua gestão política e na sequência de uma série de escândalos.

O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, instou as autoridades de segurança e as comunidades a cooperarem na detenção dos responsáveis pelos ataques armados em várias tabernas, no país, que provocaram a morte de 21 pessoas, nas últimas 24 horas, segundo um novo balanço da polícia sul-africana.

“Como nação, não podemos permitir que sejamos aterrorizados dessa forma por criminosos, independentemente de onde tais incidentes possam ocorrer. Como governo, cidadãos e estruturas da sociedade civil, todos devemos trabalhar em conjunto ainda mais de perto para melhorar as condições sociais e económicas nas comunidades, reduzir o crime violento e acabar com a circulação ilícita de armas de fogo”, salientou em comunicado, citado pelo Notícias ao Minuto, o chefe de Estado sul-africano.

Na sua comunicação Ramaphosa reiterou que “cada morte violenta é inaceitável e preocupante, e assassinatos na escala que vimos no Soweto, (arredores de Joanesburgo) em Pietermaritzburg (sudeste do país) e anteriormente em Khayelitsha (Cidade do Cabo) devem-nos estimular a um esforço colectivo para construir comunidades e tornar a África do Sul um lugar inseguro para criminosos”.

O chefe de Estado sul-africano, no comunicado, lamentou ainda a ocorrência dos incidentes, enviando condolências às famílias das vítimas e votos de rápida recuperação aos sobreviventes.

Há duas semanas, um tiroteio num bar da cidade de East London, na província do Cabo Oriental, sudeste do país, provocou a morte de 21 jovens durante uma celebração do fim dos exames.

Um tiroteio num bar do Soweto, perto de Joanesburgo, provocou 14 mortos e nove feridos na madrugada deste domingo.

No local, as autoridades confirmaram a morte de 12 pessoas e transportaram 11 para o hospital, duas das quais morreram mais tarde, disse o tenente Elias Mawela da polícia de Gauteng, citado pelo Notícias ao Minuto. Desconhecem-se os motivos do tiroteio.

O bar está localizado na zona de Orlando, no Soweto, o maior município de Joanesburgo, a sudoeste da cidade.

O tiroteio segue-se à morte de 21 jovens, há duas semanas, num bar da cidade de East London, na província do Cabo Oriental, durante uma celebração do fim dos exames.

A vítima mais jovem deste incidente, cujas causas estão ainda a ser investigadas, tinha 13 anos.

O Governo português declarou situação de contingência entre segunda e sexta-feira, permitindo que a Protecção Civil mobilize todos os meios de que o país dispõe para combater os incêndios num período em que se preveem temperaturas superiores a 45° em alguns pontos do país.

Portugal já trava um combate forte para controlar os incêndios. De acordo com os dados disponíveis na página da internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, citados pela Agência Lusa, até por volta das 08h30 locais deste sábado, estavam 2.065 homens no terreno a combater 32 fogos rurais, apoiados por 639 viaturas e sete meios aéreos.

O ministro da Administração Interna, segundo o Notícias ao Minuto, anunciou no sábado que o Governo decidiu declarar a situação de contingência entre segunda e sexta-feira, permitindo que a Proteção Civil mobilize “todos os meios de que o país dispõe” para combater os incêndios num período em que se preveem temperaturas superiores a 45° em alguns pontos do país.

José Luís Carneiro explicou que a decisão se deve à previsão de agravamento das condições meteorológicas associadas a um elevado risco de incêndio, com a conjugação de factores como a seca que se vive no país, níveis de humidade muito baixos, a previsão de ventos de várias orientações e noites muito quentes, o que não dá garantia de que haja reposição de humidade para níveis de segurança.

A secretária de Estado da administração Interna, em entrevista à SIC Notícias, reconheceu que Portugal está a enfrentar um dos “momentos mais complexos” do ponto de vista meteorológico em Portugal e que nos próximos dias a situação deve piorar.

A última actualização indica para um registo de 284 ocorrências em curso, além de 44 já debeladas. Em termos de operacionais, são mais de mil por todo o país.

O secretário-geral das Nações Unidas destacou o papel de José Eduardo dos Santos na luta pela paz em Angola e o seu exercício a favor do multilateralismo. Já Cyril Ramaphosa diz que o ex-Presidente angolano foi um revolucionário.

Morreu um dos pilares da luta de libertação de Angola, mas os seus feitos ainda revivem nas mentes e nos corações dos que acompanharam a sua trajectória e empenho na pacificação do seu país.

Da Nações Unidas, António Guterres lembra o ex-Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, como alguém que lutou para o bem-estar do seu povo, tendo conduzido o seu país à assinatura do acordo de paz, que acabou com a guerra civil em Angola.

Guterres diz que recebeu a notícia da morte de José Eduardo dos Santos com muita tristeza.

O secretário-geral das Nações Unidas lembrou que, como Presidente angolano, José Eduardo dos Santos levou a nação a tornar-se num importante parceiro regional e internacional e salientou o seu legado para o multilateralismo.

De África do Sul, Cyril Ramaphosa diz que Dos Santos foi um revolucionário que facilitou o apoio material e militar ao Congresso Nacional Africano na luta de libertação contra o regime de segregação racial do apartheid.

Já o Conselho de Segurança das Nações Unidas observou, ontem, um minuto de silêncio em homenagem a José Eduardo dos Santos e ao ex-Primeiro-ministro japonês.

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