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O País – A verdade como notícia

O ex-presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, reiterou, ontem, que a invasão russa da Ucrânia nunca teria acontecido se ainda estivesse na Casa Branca e que poderia resolver o conflito em 24 horas.

As declarações foram feitas no lançamento da sua campanha eleitoral para as presidenciais de 2024, em Colúmbia, no estado da Carolina do Sul.

“Eu já vos disse antes, isto nunca teria acontecido com a Rússia”, referiu Trump no seu discurso, acrescentando que o presidente russo, Vladimir Putin, nunca teria entrado na Ucrânia se fosse ele o líder norte-americano, escreve o Notícias ao Minuto.

“E mesmo agora eu podia resolver isso em 24 horas. É tão horrível o que aconteceu. Essas cidades estão demolidas agora”, frisou.

Esta não é a primeira vez que Trump afirma que teria conseguido evitar o conflito. Em Abril, numa entrevista, o republicano revelou que ameaçou Putin “como ele nunca foi ameaçado antes”.

Trump considerou ainda que o “mundo ficará em pedaços” devido à gestão de Joe Biden, e de outros líderes mundiais no conflito entre a Ucrânia e a Rússia.  “Há um monte de gente estúpida a liderar”, disse Trump, que acrescentou que se os líderes mundiais “não forem inteligentes, podemos acabar numa guerra nuclear”.

 

DONALD TRUMP LANÇA CAMPANHA ELEITORAL

O ex-Presidente norte-americano Donald Trump lançou oficialmente, este sábado, a sua campanha eleitoral para as eleições presidenciais de 2024. Trump promete que o actual Chefe de Estado, Joe Biden não conseguirá mais quatro anos de governação.

A corrida às presidenciais de 2024 nos Estados Unidos da América começou com o lançamento da campanha eleitoral do ex-Presidente Donald Trump, cerca de três meses após ter anunciado a sua recandidatura à Casa Branca.

No seu discurso, durante uma aparição em Colúmbia, no Estado da Carolina do Sul, Trump disse estar convicto de que Joe Biden não será reeleito: “Esta campanha é sobre o futuro, sobre problemas. Joe Biden pôs os Estados Unidos da América no caminho rápido para a ruína e para a destruição. Vamos garantir que não consiga mais quatro anos”.

Na sua campanha, Donald Trump inclui questões de imigração e crimes que afectam o país e promete adoptar políticas diferentes das de Joe Biden.

“Precisamos de um líder que se levante pela América”, afirmou Trump advertindo que as eleições presidências de 2024 serão a última oportunidade de salvação para os Estados Unidos da América.

Até o momento, Donald Trump é o único candidato declarado para as eleições presidenciais de 2024.

A Organização Mundial da Saúde alerta para o aumento do número de mortes pela COVID-19 no mundo. A falta de vacinas e outros suplementos continuam a ser a causa do aumento de casos da doença

Passam esta segunda-feira três anos desde que a COVID-19 foi declarada Emergência de Saúde Pública Internacional pela Organização Mundial da Saúde.

Dados apresentados pelo director geral da OMS, Tedros Adhanom, indicam que o número de mortes pela pandemia viral tende a subir.

Em Outubro do ano passado, o número de mortes semanais relatadas era de menos de 10 mil por semana, enquanto na semana passada foram registadas cerca de 40 mil, mais da metade na China.

Tedros Adhanom lembrou ainda que o levantamento das restrições para evitar a propagação do SARS-CoV-2 na China levou a um aumento acentuado nas mortes no país mais populoso do mundo.

O dirigente, que falava na abertura da 14.ª reunião do Comité de Emergência da OMS sobre a COVID-19, referiu também que a resposta global à doença continua com falhas, porque em muitos países vacinas, terapias e diagnósticos essenciais na prevenção de doenças graves, salvando vidas ainda não chegaram aos que mais deles precisam.

As Nações Unidas (ONU) denunciaram, esta sexta-feira, que o número de sírios que sofre de fome atingiu um novo recorde após 12 anos de guerra civil.

“Na Síria, a fome atingiu um nível nunca visto em 12 anos. Doze milhões de pessoas não sabem como vão conseguir a próxima refeição. A estes, há a juntar outras 2,9 milhões de pessoas em risco de passar fome”, revelou o Programa Alimentar Mundial (PAM) num comunicado, citado pelo Notícias ao Minuto.

Segundo a Organização, mais de 90 por cento da população síria vive abaixo da linha da pobreza desde que começou em 2011 a sangrenta guerra no país, que matou quase meio milhão de pessoas e devastou a infraestrutura.

A Síria, cuja economia entrou em colapso, é agora o sexto maior país com mais pessoas em risco de insegurança alimentar.

Os preços dos alimentos na Ístria, que também foi atingida pela seca, cólera e COVID-19, aumentaram 12 vezes nos últimos três anos e a malnutrição infantil e materna também está a “aumentar a um ritmo sem precedentes”, acrescentou o PAM.

Se a comunidade internacional não ajudar a Síria, o país corre o risco de enfrentar “outra onda de emigração em massa”, disse nesta semana o director do PAM, David Beasley, durante uma visita à Síria.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, diz que Putin não é ninguém e que está fora de questão negociações de paz, enquanto soldados russos pisarem solo ucraniano.

Falando em entrevista a um canal de televisão britânico, Zelensky explicou que um encontro com Putin, para dialogar, “não é interessante”, afirmou o chefe de Estado ucraniano, porque me encontrei com ele […] antes da invasão em larga escala. E deparei-me com um homem que disse uma coisa e fez outra”.

O Kremlin também não se mostra interessado num encontro com Zelensky. ‘Há muito que [Zelensky] deixou de ser um possível interlocutor [para o diálogo] com o Presidente Putin”, referiu esta quinta-feira o porta-voz da Presidência russa, Dmitry Peskov, citado pela DW.

“O Presidente ucraniano não resolveu o problema [na região] de Donbass. Não cumpriu os acordos de Minsk [para um cessar-fogo], já sabia que não os ia cumprir. Estava a preparar-se para a guerra”, acusou.

Na quarta-feira, os aliados da Ucrânia confirmaram que vão enviar tanques pesados para combater a ofensiva russa. A Alemanha prometeu 14 tanques Leopard 2 A6, que deverão chegar à Ucrânia entre o final de março e o início de abril. A Polónia deverá fornecer outros 14 tanques Leopard 2, de fabrico alemão, agora que tem “luz verde” de Berlim. E os Estados Unidos prometem enviar 31 tanques Abrams. O apoio ocidental não agrada a Rússia.

Vinte e sete pastores morreram e vários ficaram feridos na explosão de uma bomba na Nigéria. De acordo com as autoridades locais, citadas pelo Notícias ao Minuto, a região atingida, no centro do país, é conhecida pela tensão étnica e religiosa.

Os pastores e os seus rebanhos estavam na aldeia de Rukubi, na fronteira entre os estados de Nassarawa e Benue, quando uma bomba explodiu no meio deles.

“Constatamos que 27 pessoas morreram na explosão, bem como um grande número de animais”, disse o oficial da polícia do estado de Nassarawa.
Maiyaki Muhammed Baba disse que o total de vítimas mortais poderá ainda aumentar.

A polícia ainda está a investigar a origem da explosão.

Por sua vez, um grupo que representa pastores afirmou que a explosão foi causada por um ataque do Exército nigeriano.
“Foi um ataque aéreo. Matou 27 pessoas do grupo”, disse Lawal Dano, da Associação de Criadores de Gado Miyetti Allah da Nigéria.

Após semanas de disputas geopolíticas, chegou um momento importante na guerra da Ucrânia.

Os Estados Unidos (EUA) e Alemanha anunciaram esta quarta-feira que vão enviar tanques de guerra avançados do modelo Leopard 2 às tropas de Kiev.

Na Alemanha a medida foi anunciada pelo chanceler alemão, Olaf Scholz, citado pela CNN Brasil.

O anúncio de Washington seguiu ao de Berlim, que permitirá que outros países que operam Leopard 2 também enviem alguns dos blindados para os ucranianos. É o caso da Polónia que pediu autorização para enviar 14 de seus 244 tanques. Noruega, Finlândia e Espanha também dizem estar interessadas, escreve a Folha de São Paulo.

Washington avisou que estava a finalizar os planos para enviar aproximadamente 30 tanques Abrams para a Ucrânia, segundo duas autoridades americanas familiarizadas com as deliberações.

A Bulgária vai realizar no dia 2 de Abril próximo as quintas eleições gerais em dois anos. O anúncio foi feito esta terça-feira pelo presidente do país, Rumen Radev, citado pelo Notícias ao Minuto.

O chefe do Estado búlgaro disse que vai emitir o decreto correspondente a 3 de fevereiro, data em que será dissolvido o parlamento. Assim se encerra o mais recente ciclo de incapacidade dos partidos políticos do país para formar Governo, após as eleições de 02 de Outubro passado, escreve o jornal de Notícias.

Essas eleições foram ganhas pelo partido populista conservador GERB, que ficou à frente do partido pró-europeu Continuemos a Mudança (PP), ambos com um número insuficiente de assentos parlamentares para formar um executivo a solo.

Os dois grupos parlamentares não conseguiram formar Governo, nem o Partido Socialista da Bulgária (BSP), quinto classificado nas eleições e o último a devolver, hoje, ao Presidente da República o mandato para nomear um executivo.

O parlamento búlgaro está muito fragmentado, com sete partidos mantendo vetos cruzados e divididos a favor e contra a Rússia após a sua ofensiva contra a Ucrânia, entre outras “linhas vermelhas”.

A líder do BSP, Kornelia Ninova, devolveu ontem a Radev o terceiro e último mandato para formar um novo Governo para o país.
Uma das principais linhas divisórias entre os partidos é a forte resistência do BSP, um partido ex-comunista com relações históricas com Moscovo, em fornecer ajuda militar à Ucrânia.

Além disso, os socialistas rejeitam que o país balcânico, o mais pobre da União Europeia (UE), entre na Zona Euro em 2024, como está previsto.

A Nova Zelândia já tem um novo primeiro-ministro. O sucessor de Jacinda Ardern, Chris Hipkins, tomou posse, esta quarta-feira, como 41º primeiro-ministro da Nova Zelândia, na sequência da demissão inesperada de Jacinda Ardern, na semana passada.

A cerimónia, segundo o Notícias ao Minuto, foi dirigida pela governadora-geral do país, Cindy Kiro.

Chris Hipkins, de 44 anos, prometeu concentrar-se nos desafios económicos enfrentados pela nação, como a inflação e uma possível recessão.
“A economia estará no centro de tudo o que fizermos”, disse Hipkins.

Hipkins foi ministro da Educação e da Polícia durante o mandato de Jacinda Ardern. Ganhou destaque público durante a pandemia do novo Coronavirus, que assumiu funções de gestor da crise.

Ardern teve na terça-feira o seu último aparecimento público enquanto chefe do governo. cargo”.

Ainda não há condições para o fim da guerra na Ucrânia. Quem o diz é o secretário-geral das Nações Unidas. António Guterres diz não haver condições para a negociação da paz.

Cerca de um ano depois do início da guerra na Ucrânia, o secretário-geral das Nações Unidas afirma que não há condições para o fim do conflito, muito menos para a negociação da paz.

O dirigente das Nações Unidas diz que a organização está, neste momento, a trabalhar para garantir assistência aos civis.

“Aquilo que nós, Nações Unidas, temos procurado fazer, para além de ajuda humanitária, é a exportação de alimentos, a evacuação em Azovstal, pondo os nossos bons ofícios ao serviço da minimização de aspectos humanitários em relação ao povo ucraniano e em aspectos económicos em relação à situação global”, disse.

Guterres considerou que a ONU tem sido bem-sucedida no trabalho que tem vindo a fazer, mesmo não havendo previsão para o fim da guerra.

“Corremos o risco desta guerra se adiar e espero sinceramente que possamos encontrar uma solução até ao final de 2023. Mas, no momento, essa solução não está à vista”, vincou Guterres.

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