Skip to main content

O País – A verdade como notícia

A saúde de Céline Dion voltou a interferir na sua carreira. A cantora canadiana de 55 anos viu-se, mais uma vez, obrigada a cancelar os 42 espectáculos marcados para a Europa entre 2023 e 2024 devido a uma doença rara, que afecta as suas cordas vocais.

O anúncio acontece quatro meses depois de a artista ter sido diagnosticada com síndrome da pessoa rígida, problema neurológico que causa contração involuntária dos músculos e que tem afectado as suas cordas vocais.

Num anúncio partilhado no Twitter, a cantora com mais de dois mil prémios, numa carreira de 43 anos, destacou que continua o tratamento contra a rara doença neurológica que a tem obrigado a cancelar dezenas de concertos da digressão “Courage World Tour” e pediu desculpa por falhar mais este compromisso.

Em Dezembro de 2022, a artista cancelou vários concertos pela mesma razão.

A digressão europeia ia acontecer a partir do final de Agosto e até ao início de Outubro em sete cidades europeias. Outras 17 cidades iam receber o espectáculo já em 2024. Todos os bilhetes comprados serão reembolsados.

Céline Dion referiu que o distúrbio não permite que use as suas cordas vocais para cantar do jeito que está acostumada.

O Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, nomeou uma comissão de três membros para investigar se o país forneceu armas à Rússia através de um navio. A medida surge após as acusações feitas pelos Estados Unidos de América.

Em comunicado de imprensa, a Presidência da África do Sul diz que pretende apurar as circunstâncias que levaram o navio a estar atracado na Cidade do Cabo e um suposto carregamento de armas, em Dezembro passado.

Por isso mesmo, Ramaphosa decidiu avançar com uma investigação face à gravidade das denúncias, o grau de interesse público e o impacto do assunto nas relações internacionais da África do Sul.

Os pronunciamentos do embaixador norte-americano, Reuben Brigety, sobre o navio em causa, foram feitos a 11 de Maio.

A presidir a comissão que vai investigar as acusações, está um juiz reformado. A comissão sul-africana tem 6 semanas, após sua nomeação, para concluir a investigação, e deverá apresentar o seu relatório ao Presidente Ramaphosa no prazo de 2 semanas após a finalização do trabalho.

Recep Tayyip Erdogan, há 20 anos no poder, foi reeleito este domingo, após a segunda volta das eleições presidenciais e vários líderes mundiais felicitaram o Presidente turco pela vitória.

Vários chefes de Estado, como Volodymyr Zelensky, Vladimir Putin, Emmanuel Macron e Nicolás Maduro felicitaram o Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, pela sua vitória na segunda volta das eleições que decorreram ontem, escreve o Notícias ao Minuto.

Na rede social Twitter, o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, felicitou o Erdogan e disse que espera desenvolver a cooperação com a Turquia para a “segurança e estabilidade da Europa e fortalecer ainda mais” a parceria estratégica em benefício dos dois países.

Também no Twitter, o presidente francês, Emmanuel Macron, destacou que os dois países “enfrentam imensos desafios em conjunto, como o regresso da paz à Europa e o futuro da Aliança Euro-Atlântica”.
“Juntamente com o Presidente Erdogan, a quem felicito pela sua reeleição, continuaremos a avançar”, ressaltou Macron.

No ‘site’ do Kremlin, o Presidente russo, Vladimir Putin, depois de felicitar o chefe de Estado turco, considerou que a sua vitória “é o resultado lógico” do trabalho à frente do país, assim como “uma prova clara do apoio do povo turco aos seus esforços para fortalecer a soberania do Estado e conduzir uma política externa independente”.

O ex-presidente norte-americano Donald Trump, na rede social Truth Social, também felicitou Erdogan “pela sua grande e bem merecida vitória na Turquia”.

O Presidente da Venezuela, segundo o Notícias ao Minuto, Nicolás Maduro, comemorou a vitória eleitoral do seu homólogo turco na sua rede social Twitter e partilhou imagens do chefe de Estado turco.
“A Venezuela celebra o triunfo do nosso irmão e amigo Recep Tayyip Erdogan, que foi vitorioso nas eleições presidenciais e parlamentares”.

As felicitações chegaram também da Arménia, com o primeiro-ministro, Nikol Pashinyan, a manifestar o desejo de “continuar a trabalhar juntos para uma total normalização das relações entre os dois países”.

Agora é oficial. O Conselho Eleitoral da Turquia confirmou a vitória de Recep Tayyip Erdogan, na segunda volta das eleições presidenciais, que decorreu este domingo, escreve a imprensa internacional.
O presidente turco foi reeleito, ontem, com 52% dos votos.

“Com base nos resultados provisórios, foi constatado que o Sr. Recep Tayyip Erdogan foi reeleito Presidente da República”, disse o presidente do Alto Comité Eleitoral da Turquia, Ahmet Yener, citado pelo Observador.

Dados avançados pela Rádio França Internacional (RFI), que cita a agência estatal Anadolu, com 99,43% das urnas abertas, o Conselho Eleitoral deu a vitória a Erdogan, com 52,14% dos votos. O seu opositor, Kamal Kiliçdaroglu, terminou esta segunda volta com 47,86% dos votos.

Os resultados oficiais finais deverão ser anunciados no início da próxima semana. No entanto, Ahmet Yener explica que com uma diferença de mais de dois milhões de votos entre os candidatos, os restantes votos não contados não alterarão o resultado.

Ainda antes da confirmação do Conselho Eleitoral, Erdogan já se tinha declarado vitorioso, enquanto o adversário lamentou o resultado.

“A nossa nação confiou-nos a responsabilidade de governar o país pelos próximos cinco anos”, disse Erdogan num discurso ao início da noite deste domingo, em frente à sua residência em Istambul.

“Concluímos a segunda volta das eleições presidenciais com o apoio do nosso povo. “Se Deus quiser, seremos dignos da vossa confiança, como temos feito nos últimos 21 anos”, disse Erdogan.

“O resultado destas eleições mostrou, mais uma vez, que ninguém pode ter a coragem de mudar as liberdades e as conquistas deste país. Não há ninguém que possa ameaçar a Turquia”, sublinhou.

Perante os apoiantes, o chefe de Estado, que está há 20 anos no poder, garantiu que vai cumprir “todas as promessas feitas ao povo” e salientou que cada eleição é “um renascimento”.

Por seu lado, o opositor Kemal Kiliçdaroglu expressou a sua “tristeza” pelo futuro da Turquia.

“Estou profundamente triste com as dificuldades que o país enfrenta”, disse o candidato derrotado e líder do principal partido da oposição da Turquia, falando na sede do seu partido, em Ancara, após a reeleição do Presidente Erdogan.

A continuidade do Presidente Recep Erdogan, islamista conservador na liderança da Turquia há 20 anos, será hoje decidida na segunda volta das eleições presidenciais, perante o rival Kemal Kiliçdaroglu, centro-esquerda e laico.

Erdogan, que desde 2017 assumiu um estrito regime presidencialista com crescentes características autoritárias, consolidou-se como favorito na primeira volta ao obter 49,5% dos votos expressos (muito perto da fasquia dos 50% que evitaria uma segunda ronda), face aos 44,9% do líder opositor, que contestou os resultados oficiais.

Segundo escreve a DW, Recep Tayyip Erdogan apelou aos apoiantes para que votem a partir das primeiras horas e para que convençam aqueles não votaram na primeira volta a ir às urnas. Já Kemal Kiliçdaroglu, num comício em Ancara, exortou “aqueles que amam a sua pátria” a “proteger as urnas”.

Na primeira volta, a 14 de Maio, a taxa de participação eleitoral foi de 87,04%, mais 0,8 pontos percentuais do que em 2018.

Kiliçdaroglu lidera uma coligação da oposição, invulgarmente unida, composta por conservadores, partidos seculares e nacionalistas. Comprometeu-se a aumentar a segurança, aliviar a crise económica e a expulsar milhões de requerentes de asilo da Turquia.

Erdogan, cujo partido obteve a maioria no parlamento a 14 de Maio, prometeu salários mais altos, mais investimento e políticas sociais mais conservadoras.

O chefe do exército do Sudão pediu, ontem, ao Secretário-geral da ONU, que demita o representante especial das Nações Unidas no país. Abdel Fattah al-Burhan afirma que Volker Perthes não tem sido eficaz na promoção dos interesses do Sudão.

Durante uma conferência de imprensa em Cartum, capital do Sudão, Abdel Fattah al-Burhan, chefe do exército sudanês, expressou a sua insatisfação em relação à actuação do actual representante da Organização das Nações Unidas no país e solicitou a sua demissão.O também presidente do Conselho Soberano de Transição do Sudão afirmou que o diplomata não tem sido eficaz na promoção dos interesses do Sudão.

Para o líder do exército sudanês, o representante especial da ONU tornou-se uma fonte de más influências.

O general Al Burhan detalha que Volker Perthes deu uma impressão negativa do papel e da imparcialidade da organização internacional e desinformou nos seus relatórios, ao alegar que havia um consenso sobre o acordo-quadro.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, diz-se chocado com o pedido de que devia substituir o representante especial das Nações Unidas no Sudão.

 

Depois de a febre ter obrigado a uma paragem, o Papa Francisco retomou este sábado as suas audiências com o público.

Na agenda deste sábado, segundo o porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni, estão marcadas várias audiências privadas.

Amanhã, domingo, o líder da igreja católica vai presidir, em público, à missa de Pentecostes na Basílica de São Pedro e à oração do Regina Caeli no Vaticano.

Para segunda-feira está previsto um encontro com o Presidente da Itália, Sergio Mattarella.

O Papa prevê visitar Portugal em Agosto, na Jornada Mundial da Juventude.

O porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni, informou na quinta-feira que, devido a quadro estado febril, o Papa havia cancelado as audiências que teria na sexta-feira.

 

Camarões, Chade e Níger iniciaram esta sexta-feira uma campanha para imunizar 21 milhões de crianças com menos de 5 anos contra a Poliomielite, na maior campanha de vacinação contra a doença em África desde 2020, anunciou esta sexta-feira a OMS, citado pelo Observador.

A campanha, segundo a OMS, será também alargada na próxima semana à República Centro-Africana, onde foram detectados até agora sete casos de poliovírus tipo 2 este ano.

Num comunicado citado pela fonte, a directora da agência da ONU para África, Matshidiso Moeti, afirmou que o calendário desta campanha garantirá que um grande número de crianças nos quatro países receba a vacina ao mesmo tempo, o que melhorará a imunidade contra a Poliomielite numa vasta área geográfica.

A directora regional sublinhou que se trata de uma oportunidade para “colmatar as lacunas de vacinação” criadas pela pandemia de COVID-19, quando as restrições impediram muitas crianças de aceder àquelas vacinas.

De facto, de acordo com a OMS, a região do lago Chade, onde se encontram três dos quatro países onde está a decorrer a campanha de imunização, é um dos locais com maior percentagem de crianças que não receberam qualquer tipo de vacina.

Embora os quatro países estejam livres do Poliovírus selvagem autóctone, o Poliovírus circulante tipo 2, a forma mais prevalente de Poliomielite em África, ainda persiste, tendo sido detetados mais de 400 casos em 14 países do continente no ano passado.

A OMS afirma que, desde o início de 2023, foi detectado na Nigéria e foram confirmados seis casos no Chade, para além das sete infeções na República Centro-Africana, segundo a OMS.

A poliomielite pode circular entre populações insuficientemente imunizadas, pelo que a detecção de surtos e o lançamento de campanhas de vacinação são essenciais para os conter.

A poliomielite é uma doença infecciosa causada por um vírus que não tem cura e cujos sintomas incluem febre, fadiga, vómitos e dores de cabeça e, em alguns casos, pode causar paralisia dos membros.

 

“Chegou o momento de permitir que a voz de África ressoe em todo o mundo”. Estas são palavras do chefe de Estado das Comores e presidente em exercício da União Africana (UA) em 2023, numa cerimónia na sede da organização, em Adis Abeba, para comemorar o Dia de África.

No Dia de África, assinalado esta quinta-feira, Azali Assoumani voltou a defender a presença permanente da organização pan-africana no G20 (grupo de países industrializados e emergentes) e no Conselho de Segurança da ONU.

Assoumani afirmou que, durante o seu mandato à frente da organização pan-africana, tentará “convencer os homólogos do G20 da necessidade urgente de a União Africana se tornar membro de pleno direito desta instituição”.

“Através desta presença permanente, a nossa organização, a União Africana, terá a oportunidade de dar a sua opinião sobre as grandes decisões económicas e financeiras que lhe dizem respeito”, observou.

O líder da União Africana reiterou o apelo a reformas que permitam ao continente dispor de um ou mesmo mais lugares permanentes no Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Esta nova representação, acrescentou, serviria para “pôr fim à injustiça que sempre foi infligida” ao continente africano.

+ LIDAS

Siga nos