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O País – A verdade como notícia

Angola acolhe, nos dias 22, 23 e 24 de Novembro próximo, a 3.ª Bienal de Luanda – Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz e Não-Violência – para abordar temáticas do continente sobre a prevenção da violência.

Para o efeito, uma comissão intersectorial, coordenada pela ministra de Estado para a Área Social de Angola, Dalva Ringote, já prepara o encontro que deve decorrer sob o lema “Educação, Cultura de Paz e Cidadania Africana como Ferramentas para o Desenvolvimento Sustentável do Continente”.

A Bienal de Luanda, encontro que resulta de uma decisão da 24ª Sessão da Assembleia de Chefes de Estado e de Governo da União Africana em 2015, deve reunir chefes de Estado e de Governo do continente e do mundo, jovens líderes e organizações internacionais.

O Governo angolano, em comunicado, refere que instituições financeiras, sector privado, sociedade civil, comunidades científicas, artísticas e desportivas devem participar também no encontro para abordar questões cruciais do continente e promover a prevenção da violência.

Um memorando de entendimento celebrado a 20 de Junho de 2023 entre o Governo angolano, através da Bienal de Luanda, e a Organização dos Estados de África, Caribe e Pacífico (OEACP), também esteve em análise a nível do órgão preparatório.

Assegurar a participação activa da OEACP e dos Estados-membros das seis regiões da organização, apoiar a mobilização de recursos de parceiros e actores e identificar iniciativas conjuntas que possam ser integradas no programa da Bienal de Luanda constituem alguns dos eixos do referido memorando.

A 2.ª Bienal de Luanda decorreu entre 27 e 30 de Novembro de 2021.

Pela terceira noite consecutiva, França viveu horas de violência nas ruas, com 40 mil polícias a tentar conter milhares de manifestantes que protestam contra a morte de um jovem de 17 anos pela polícia.

De acordo com os dados do Ministério do Interior francês, já são 667 pessoas detidas no país, na sequência desses protestos.

Numa mensagem publicada na rede social Twitter, o ministro do Interior, Gérald Darmanin, garantiu que foram dadas instruções às forças de segurança para manterem “firmeza”.

“Estas detenções recorde refletem as instruções firmes dadas pelo ministro”, declarou Gérald Darmanin, ao jornal Le Figaro, citado pelo Observador.

“A polícia recebeu instruções sistemáticas de intervenção”, escreveu o ministro Gérald Darmanin, que manifestou apoio às forças de segurança francesas “que estão a fazer um trabalho corajoso”.

Foi igualmente divulgado, pelo governo francês, que 249 polícias ficaram feridos durante a noite de quinta para sexta-feira.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, marcou uma reunião de emergência para as 13h com membros do governo para esta sexta-feira, noticiou o canal de notícias francês a BFM TV.

Por sua vez, a presidente da Câmara Municipal de Paris, Anne Hidalgo, vai realizar uma reunião de emergência às 9h00 horas locais, de acordo com o Le Parisien.

Na Bélgica, várias pessoas saíram às ruas da capital na quinta-feira para apoiar os protestos na França, incendiando veículos.

Os manifestantes reuniram-se no bairro de Anneessens, no centro de Bruxelas, atiraram pedras, partiram os vidros das paragens de autocarro e incendiaram alguns veículos. Os bombeiros foram enviados para as zonas afetadas.

Na avenida Maurice Lemonnier, no centro da cidade, registou-se um confronto entre a polícia e os manifestantes, tendo a estação de metro de Anneessens sido encerrada e a entrada de veículos na zona proibida. A polícia terá detido cerca de 10 manifestantes, revela a agência turca Anadolu.

A cantora norte-americana, Madonna, adiou uma digressão em celebração dos 40 anos de carreira, devido a uma infecção bacteriana grave, que a levou a ficar vários dias nos cuidados intensivos.

A notícia do estado de saúde e do internamento na Unidade de Cuidados Intensivos, às pressas, de um dos maiores nomes da música internacional desde a década de 1980, surpreendeu a muitos.

Madonna de 64 anos de idade desenvolveu uma infecção bacteriana grave, que a levou a ficar vários dias internada. De acordo com a imprensa internacional, o quadro da cantora apresenta melhorias, mas a artista vai continuar sob cuidados médicos.

O arranque da digressão “Celebration Tour”, em comemoração dos 40 anos de carreira da considerada “Rainha do Pop” estava marcado para 15 de Julho, no Canadá.

Ainda em Julho, faria uma sequência de shows nos Estados Unidos. Em Outubro, Madonna seguiria com a digressão pela Europa com shows em países como Inglaterra, França, Itália e Portugal.

O agente de Madonna disse que, em breve, serão reveladas as novas datas para os concertos que tiverem de ser remarcados.

Pelo menos 150 pessoas foram detidas, na madrugada desta quarta-feira, após um adolescente negro de 17 anos ter sido baleado no peito num posto de controlo da polícia, na cidade de Nanterre, em Paris.

O jornal diário francês Le Figaro, citado pelo Notícias ao Minuto, noticiou que depois da morte do adolescente, a polícia denunciou uma tentativa de atropelamento e fuga, embora um vídeo tenha desmentido esta versão.

O Governo enviou, entretanto, cerca de dois mil polícias para Nanterre.

“Uma noite de violência intolerável contra os símbolos da República: câmaras municipais, escolas e esquadras de polícia incendiadas ou atacadas. 150 pessoas detidas”, escreveu esta manhã o ministro do Interior francês, Gérald Darmanin, na sua conta na rede social Twitter.

A morte do jovem Nael por um polícia que alegou ter usado a arma em legítima defesa, uma versão desmentida pelas imagens de vídeo do incidente, já tinha provocado tumultos na noite anterior, nos quais cerca de 30 pessoas foram detidas, cerca de 40 veículos incendiados e 24 polícias feridos.

Na quarta-feira, após a primeira noite de incidentes violentos, concentrados principalmente em Nanterre e noutras zonas suburbanas de Paris, o Presidente francês, Emmanuel Macron, e vários membros do seu gabinete apelaram à calma e expressaram solidariedade para com a família do Nael, sublinhando que a sua morte é “inexplicável e indesculpável”.

Em Nanterre, onde os confrontos foram mais violentos, vários edifícios públicos e privados, incluindo escolas, sofreram danos significativos e inaceitáveis, por vezes irreparáveis.

O Presidente Emmanuel Macron convocou entretanto um gabinete de crise com vários ministros para lidar com a situação: a noite foi marcada por tensão e violência em vários pontos do país, saindo já dos limites de Nanterre.

Os confrontos, que se espalharam por vários municípios em redor de Paris, tinha já levado à detenção de 31 pessoas, ferimentos ligeiros em 24 elementos das forças de segurança e cerca de 40 carros queimados, indicou o Ministério do Interior francês.

Os manifestantes atacaram vários veículos da polícia, esquadras e câmaras municipais, incendiaram uma escola primária e uma loja.

O conflito no Sudão está a intensificar-se na região do Darfur, o alerta é Organização das Nações Unidas (ONU).

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) está cada vez mais alarmado com as crescentes necessidades humanitárias das pessoas afectadas pela crise no Sudão, uma vez que o número de deslocados continua a aumentar e a prestação de ajuda continua a ser severamente limitada pela insegurança e pela falta de acesso e financiamento.

Raouf Mazou, alto-comissário adjunto do ACNUR, citado pelo Notícias ao Minuto, disse aos jornalistas em Genebra que a situação no Darfur é provavelmente “a que mais nos preocupa”.

“Há uma intensificação do conflito em Darfur. A dimensão étnica que vimos no passado, infelizmente, está a voltar”, alertou o alto-comissário adjunto do ACNUR disse Mazou.

O responsável do ACNUR referiu que um número crescente de refugiados fogem também para o Chade e muitos chegam com feridos.

Até agora, o ACNUR estimou que estes confrontos mortais deixariam um milhão de refugiados em seis meses.

“Infelizmente, dadas as tendências e a situação em Darfur, é provável que ultrapassemos um milhão”, disse Mazou.

Enquanto a Agência das Nações Unidas para os Refugiados estimou que 100.000 pessoas chegariam ao Chade em seis meses, este número é agora estimado em 245.000. No entanto, o ACNUR ainda não actualizou todas as suas projecções para a região.

O Presidente de Angola, João Lourenço, felicitou esta segunda-feira o Presidente Filipe Nyusi pelo 48.º aniversário da independência nacional.

Na sua mensagem, o estadista angolano destacou as relações históricas de amizade e cooperação entre Moçambique e Angola.

“Essas relações têm ajudado a reforçar os pilares sobre os quais assentam importantes e sólidas conquistas alcançadas pelos respetivos povos”, salientou o Chefe de Estado angolano, citado pelo Observador.

João Lourenço realçou o “manancial de possibilidades de cooperação” entre os dois países e prometeu continuar a trabalhar com Moçambique no sentido de intensificar acções comuns, que favoreçam o progresso, o crescimento económico e o bem-estar das populações das respectivas nações.

O dia da Independência de Moçambique foi celebrado este Domingo.

As próximas eleições presidenciais e gerais no Gabão vão realizar-se no dia 26 de Agosto deste ano, anunciou, ontem, o governo gabonês.

Um decreto do Conselho de Ministros tornado público nas últimas horas refere a “convocação do colégio eleitoral para a eleição do Presidente da República, dos Deputados à Assembleia Nacional e dos Membros dos Conselhos Departamentais e Municipais, no sábado, 26 de Agosto de 2023”, escreve o Notícias ao Minuto.

O Chefe de Estado, Ali Bongo Ondimba, 64 anos, eleito em 2009 após a morte do pai, Omar Bongo Ondimba, que governou o país durante mais de 40 anos, ainda não anunciou se vai ser ou não candidato.

Entretanto, o Partido Democrático Gabonês (PDG), que domina o parlamento, considera-o “candidato natural” sendo que Bongo tem estado a percorrer intensamente o país há vários meses, deixando pouca margem para dúvidas.

A oposição, apresenta-se de forma muito dispersa, com cerca de 15 personalidades que já anunciaram a intenção de se candidatarem.

A Rússia suspendeu, hoje, o regime de operações anti-terroristas, estabelecido no último sábado após o grupo paramilitar Wagner ter proclamado uma rebelião contra o comando russo na guerra entre o país e a Ucrânia.

O regime-antiterrorista foi introduzido em Moscovo e nas regiões vizinhas para conter a rebelião do grupo paramilitar Wanger, no último sábado.

Este regime dá a polícia poderes acrescidos para a realização de operações. Troços importantes da estrada que liga Rostov a Moscovo foram bloqueados e foram realizadas operações para a verificação de identidade e veículos.

Esta segunda-feira, o governo russo suspendeu todas as restrições relacionadas com a implementação deste regime, entendendo que não havia ameaça á vida, á saúde e á prosperidade.

Através de um comunicado, citado pela imprensa internacional, o comité de anti-terrorismo russo assegura que a situação na região de Moscovo está actualmente estável.

No último sábado, o grupo Wagner justificou a sua rebelião contra o comando russo alegadamente por este ter invadido seus acampamentos e matado várias pessoas.

Apesar do líder do grupo Wagner ter anunciado o recuo das suas forças, ainda no sábado, em menos de 24 horas depois de ter ocupado Rostov, o regime contra terroristas vigorou até domingo.

O ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, que foi o principal alvo da rebelião lançada na sexta-feira passada pelo grupo de mercenários Wagner contra Moscovo, visitou as tropas russas em território ucraniano.

Shoigu não aparecia em público desde sexta-feira, antes da rebelião na Rússia. O ministro da Defesa manteve-se em silêncio. Esta foi a sua primeira aparição em público desde a rebelião, que terminou no fim-de-semana após negociações entre o Kremlin e os mercenários ao serviço de Putin.

A notícia é avançada pela agência de notícias russa RIA Novosti, citada pela imprensa internacional, através do Telegram.

“Shogiu visitou o posto avançado de comando do grupo ocidental de tropas na zona da operação militar especial”, afirmou uma fonte oficial do Ministério da Defesa da Rússia, citada pela RIA Novosti.
Segundo a notícia da RIA, o ministro encontrou-se com o coronel Nikiforov, que comanda aquele grupo de tropas, que o pôs ao corrente das operações militares e inspecionou o equipamento militar mobilizado para aquela região.

Aquela unidade militar continua responsável pelo “reconhecimento activo”, de modo a “revelar os planos do inimigo com antecedência e evitar a sua implementação”, diz ainda a RIA.

“Durante a visita, o responsável constatou uma elevada eficiência na identificação e destruição de equipamento militar e pontos de posicionamento inimigos nas áreas táticas da zona de responsabilidade da unidade” declarou, em comunicado publicado na plataforma Telegram, o Ministério da Defesa russo, que também divulgou um vídeo.

“Shoigu prestou especial atenção à organização de um apoio abrangente às tropas envolvidas na operação militar especial e à criação de condições para o destacamento seguro de pessoal”, continuou o ministério.
Shoigu não aparecia em público desde sexta-feira, antes da rebelião na Rússia.

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