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O País – A verdade como notícia

Papa Francisco diz que Deus está a ser rejeitado em Belém, na Palestina, devido a intensificação da guerra e o rugir das armas. Francisco falava, este domingo, durante a celebração da missa do galo.

O Sumo Pontífice escalou a basílica de São Pedro, este domingo, para dirigir a missa do galo.

Perante 6.500 pessoas que enchiam a basílica, enquanto alguns milhares também se encontravam na praça seguindo a missa por ecrãs, Papa Francisco começou a homilia falando da situação na faixa de Gaza.

“Esta noite o nosso coração está com Belém, onde o Príncipe da Paz continua a ser rejeitado pela lógica perdedora da guerra, com o rugir das armas que também hoje o impedem de encontrar um albergue no mundo”

A restante homilia do Papa foi dedicada ao momento do nascimento de Jesus, que decorreu num momento “do recenseamento de toda a terra,
De acordo com líder, este momento “manifesta, por um lado, a congeminação demasiada humana que atravessa a história: a de um mundo que busca o poder e a força, a fama e a glória, onde tudo se mede com os êxitos e os resultados, com as cifras e os números.

Francisco assegurou que existe o risco de viver o Natal com uma ideia pagã de Deus, como seu fosse um amo poderoso que está no céu; um deus que se alia com o poder, com o êxito mundano e com a idolatria do consumismo.

Durante a homilia, o pontífice também rejeitou a ideia que se tem de Deus, um deus distante e irritável, que se porta bem com os bons e se enfurece com os maus; de um deus apenas útil para resolver os problemas e para livrar dos males.

“Ele, pelo contrário, não usa a varinha mágica, não é o deus comercial do tudo e do agora mesmo. Não nos salva carregando num botão, mas aproxima-se para mudar a realidade desde dentro”.

O Papa também lamentou que entre os católicos esteja implantada a ideia mundana de um deus distante a controlador, rígido e poderoso, que ajuda os seus a impor-se sobre os demais.

A Ucrânia vai celebrar pela primeira vez o natal no dia 25 de Dezembro e não mais a 7 de Janeiro segundo o calendário ortodoxo russo. Com a medida, a Ucrânia pretende abandonar a herança russa.

A decisão foi anunciada pelo próprio presidente ucraniano, que argumentava que a decisão permitia aos ucranianos viver a sua própria vida, com as suas próprias tradições e feriados.

A medida é, também, um afastamento ucraniano da Igreja Ortodoxa russa, que tem sido aliada de Moscow na invasão em grande escala que começou em fevereiro de 2022

Este é o segundo ano consecutivo que a Ucrânia celebra o natal num contexto de guerra.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas denunciou a morte de 136 funcionários da organização na Faixa de Gaza. António Guterres diz que a morte dos funcionário e algo jamais visto na história da organização

Há luto na Organização das Nações Unidas. 136 funcionários da ONU foram mortos desde que começou a Guerra na Faixa de Gaza em Outubro passado. 

O Chefe das Nações Unidas disse que este é um acontecimento inédito na História da Organização.

Esta sexta-feira, um funcionário e toda a sua família foram mortos durante um ataque aéreo orquestrado por Israel. 

Outras 18 pessoas morreram depois de o exército de Israel bombardear uma casa no campo de refugiados de Nuseirat, no centro da Faixa de Gaza.

António Guterres lamentou o ocorrido dizendo que os funcionários da ONU e civis não são os alvos da Guerra. 

Durante uma outra ofensiva,nesta sexta-feira, os aviões israelitas destruíram uma fábrica de dessalinização de água na cidade de Jabalia, no norte da Faixa de Gaza.

Os combates no Sudão entre o exército e as Forças de Apoio Rápido (RSF) originaram a “maior crise de deslocados do mundo”, declarou a ONU.

De acordo com a Organização Internacional para as Migrações (OIM), citada pelo Observador, cerca de 300.000 pessoas fugiram de Wad Madani no período que antecedeu os combates, elevando a população de deslocados para 7,1 milhões”, dos quais 1,5 milhões se refugiaram nos países vizinhos.

Por seu turno, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) avançou que pelo menos 150.000 crianças foram forçadas a fugir das suas casas no estado de Al-Jazira “em menos de uma semana”.

Um ataque israelita matou, ontem, pelo menos 12 pessoas e feriram dezenas, incluindo crianças e mulheres, que foram recuperadas dos escombros, no sul da Faixa de Gaza, na fronteira com o Egipto. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde controlado pelo Hamas.

De acordo com um comunicado da autoridade de saúde na Faixa de Gaza, citada pelo Notícias ao Minuto, a ofensiva israelita teve como alvo casas e uma mesquita, a poucas centenas de metros do hospital kuwaitiano em Rafah.
Segundo a fonte, dezenas de casas foram atingidas.

A recente guerra entre Israel e o Hamas foi desencadeada após um ataque sem precedentes do movimento islamita palestiniano em território israelita a 07 de Outubro.

O Supremo Tribunal americano de Colorado decidiu que Donald Trump não pode concorrer nas eleições presidenciais de 2024.  A instituição diz que o ex-presidente é inelegível por ter promovido uma rebelião em 2021, durante o ataque ao Capitólio.

Com uma maioria de quatro votos a favor e três contra, o Supremo Tribunal do Colorado decidiu que o ex-presidente Donald Trump está desqualificado para as eleições presidenciais norte-americanas agendadas para 2024.

Esta desqualificação limita-se a apenas um Estado dos Estados Unidos da América, no caso o de Colorado.

Segundo escreve a imprensa internacional, a decisão é justificada pelas acções de Trump durante as últimas eleições. 

“Donald Trump participou numa insurreição ao incentivar o ataque ao Capitólio, e por isso, não é um candidato elegível. Agiu com a intenção específica de incitar à violência política e direcioná-la para o Capitólio, a 6 de Janeiro de 2021, com o objectivo de impedir a certificação da eleição”, justificou o Tribunal.

Com isso, o nome  do ex-presidente republicano será retirado do boletim de voto no Colorado. 

Trata-se do primeiro tribunal dos Estados Unidos a aplicar a cláusula de desqualificação a Donald Trump. Entretanto, apesar de cingir-se apenas ao Colorado, o Supremo Tribunal dos EUA poderá decidir alargar a inelegibilidade de Donald Trump a mais estados.

O Ex-presidente Donald Trump lançou a sua pré-candidatura a presidente dos Estados Unidos da América em Novembro do ano passado.

Os eleitores da República Democrática do Congo (RDC) vão às urnas esta quinta-feira.

O secretário-geral da ONU, António Guterres apelou, esta terça-feira, às autoridades da da República Democrática do Congo (RDC), aos líderes políticos, à sociedade civil e à Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI) para que garantam que todos os eleitores elegíveis tenham acesso às assembleias de voto e votem livremente, sem medo de intimidação ou perseguição política.

A campanha para as eleições presidenciais de 20 de Dezembro na República Democrática do Congo (RDC) começou em todo o país, no passado dia 19 de Novembro e foi marcada pela tensão e por incidentes violentos, incluindo a morte de dois candidatos às eleições legislativas, escreve a RTP.

O secretário-geral apelou a todos os agentes políticos e apoiantes para que evitem qualquer tipo de acção que incite à violência ou exacerbe o discurso de ódio contra certas comunidades, grupos étnicos ou mulheres, como Marie-Josée Ifoku Mputa, a única mulher candidata.

Cerca de 300 mil pessoas fugiram nas últimas 72 horas, muitas delas a pé, de Wad Madani, sul de Cartum, Sudão, devido aos combates entre o exército sudanês e as forças paramilitares de Apoio Rápido, informou hoje a ONU.

Informações preliminares de equipas no terreno no estado da Al Jazira indicam que pelo menos 250 mil a 300 mil pessoas deslocadas internamente fugiram desde o início dos combates a 15 de Dezembro de 2023, segundo um relatório da ONU, citado pelo Notícias ao Minuto.

Os residentes afectados procuraram refúgio no estado de Sennar, deslocando-se depois aos estados de Gedaref, Kassala e Nilo Azul.

Por sua vez, o director sudanês do Conselho Norueguês para os Refugiados, William Carter, afirmou na sua conta na rede social X (antigo Twitter) que os deslocados “têm muito pouco para sobreviver, vivendo a maioria em abrigos improvisados e sem comida”.

O sismo de magnitude 6,2 que abalou partes das províncias de Gansu e Qinghai, no noroeste da China, na segunda-feira à noite, provocou pelo menos 126, informou a imprensa estatal.

O terramoto, ocorrido numa região remota e fria do país, com as temperaturas a chegarem aos 15 graus negativos, deixou ainda mais de 500 pessoas feridas, danificou casas e estradas e interrompeu o fornecimento de energia e as telecomunicações, escreve o Notícias ao minuto.

A televisão estatal CCTV informou que 105 pessoas morreram na província de Gansu e outras 11 na província vizinha de Qinghai. O terramoto ocorreu a uma profundidade de 10 quilómetros (seis milhas), pouco antes da meia-noite de segunda-feira.

O terramoto atingiu a vila de Jishishan, em Gansu, a cerca de 5 quilómetros de Qinghai. O epicentro foi a cerca de 1.300 quilómetros a sudoeste de Pequim, a capital da China.

As operações de resgate estão a decorrer, de acordo com a imprensa local.

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