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O País – A verdade como notícia

O Governo quer expandir minas de produção de ouro nas províncias de Manica e Cabo Delgado, apostando no associativismo. Para o efeito, o ministro dos Recursos Minerais e Energia escalou há dias as indústrias mineiras activas na província de Tete.

As restrições da pandemia da COVID-19 resfriaram os níveis de produção do sector mineiro. Grande parte das indústrias reviu em baixa o seu plano de negócio para 2020.

O ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela, efectuou há dias uma visita às unidades de produção mineira activas em Tete, com destaque para a maior mina de produção de ouro, cuja contribuição para os cofres do Estado tende a crescer.

Segundo Max Tonela, o plano passa por criar mais unidades de produção de ouro, através da aposta no associativismo.

Com uma produção à volta de 20 a 30 quilogramas por mês, os gestores da mina de ouro de Tete esperam aumentar os níveis de produção a curto prazo.

Da visita a maior mina de ouro, o governante manteve encontro com alguns operadores mineiros que queixaram-se da morosidade na tramitação de alguns documentos.

Ainda em Tete, Max Tonela visitou a mina da Vale Moçambique, que viu parte das operações paralisadas devido à pandemia.

O Governo projecta uma recuperação gradual do sector mineiro a partir do próximo ano.

Entrou em funcionamento uma nova filial do Banco de Moçambique, na sexta-feira, na cidade de Chimoio, província de Manica. O Presidente da República, Filipe Nyusi, inaugurou a infra-estrutura que fará com que os bancos comerciais, sobretudo, e citadinos daquela urbe deixem de recorrer à cidade da Beira, em Sofala, para levantar e depositar dinheiro, em somas avultadas. São 200 quilómetros de uma cidade para outra.

O edifício ocupa uma área de 2.500 metros quadrados. Trata-se de uma construção de arquitectura moderna e resiliente a mudanças climáticas.

Após a inauguração do empreendimento, Filipe Nyusi disse que a entrada em funcionamento da filial marca o fim do martírio dos bancos comerciais para realizar operações bancárias.

“Com a inauguração da filial de Chimoio, os bancos que operam na província de Manica passam a dispor, localmente, de serviços de depósito e levantamento de numerários junto do Banco Central, reduzindo os riscos e custos associados”, explicou o Chefe de Estado.

Segundo Nyusi, as operações de tesouraria deverão ser facilitadas e menos onerosas. Deve ainda haver maior celeridade no provimento de notas e moeda nacional em perfeitas condições.

Por sua vez, o governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, agradeceu a todos que tornaram possível a construção do edifício em Manica.

Com a inauguração da filial de Chimoio, o Banco de Moçambique já tem representações em todas as capitais provinciais.

Norberto Mahalambe, gestor de negócios da Bayer em Moçambique, diz que a firma trabalha com alguns híbridos locais para permitir que a cultura do milho alcance níveis de produtividade de 8 a 10 toneladas por hectares. Esta é uma das experiências a partilhar.

“Com os nossos híbridos também, nós fizemos ensaios e temos produtividade que foram de 10 até 14 toneladas por hectare, produtividades nas condições de produtores familiares, praticamente, só com um pouco mais de disciplinas”, referiu Norberto Mahalambe.

Já no algodão, com a genética local, a solução da empresa pode proporcionar rendimentos na casa de 1500 a 2000 quilogramas por hectare. “Estamos a falar de aumentos significativos em relação àquilo que é a produtividade corrente que se consegue através dessas soluções”.

No entender do gestor de negócios da Bayer em Moçambique, a MOZGROW é uma plataforma que cria condições para a troca de experiências entre os moçambicanos e o mundo fora. É lá onde a empresa espera partilhar os serviços que presta, entre eles, a assistência técnica aos produtores.

“A componente da Bayer que está activa aqui em Moçambique é o que chamamos de ciência das culturas que integra sementes, nomeadamente, sementes do milho, integra também uma marca de hortícolas, mas essencialmente as nossas actividades centram-se na solução do controle de pragas e doenças das várias culturas, pragas problemáticas como o lagarto do funil, nós apresentaremos a nossa solução”, explicou Mahalambe.

O Absa Bank Moçambique considera que a aposta no agro-negócio pode ser uma saída para a substituição da importação de alimentos por produção local. O banco vai participar da IIª edição da MOZGROW e espera dar o seu contributo para o desenvolvimento do agro-negócio no país. No entender do director da Banca Agrícola do Absa Bank Moçambique, Marcelino Botão, os debates que serão realizados e as experiências a serem partilhadas na plataforma de agro-negócio vão impulsionar a produção de alimentos no país.

“Olhando para os temas fundamentais do evento deste ano, nós vemos que é uma oportunidade de o país olhar para o seu interior e ver que mesmo nas condições impostas pela COVID-19, o país pode criar condições para alimentar o seu mercado com a produção doméstica. Portanto, nós achamos que este evento vai trazer, ao de cima, estas oportunidades que nós temos localmente para que no médio ou longo prazo possamos começar a substituir as importações”, defende o director da Banca Agrícola do Absa, Marcelino Botão.

O gestor bancário refere ainda que a plataforma é uma oportunidade para os jovens moçambicanos se envolverem cada vez mais no agro-negócio. Para tal, o banco comercial espera contribuir, no evento, com alternativas para que haja segurança alimentar no país.

“Nas experiências que o banco quer trazer, em primeira instância, está o leque de produtos e serviços que o banco tem disponíveis para apoiar o sector (Agricultura), para apoiar a agro-indústria não só como uma forma de contribuir para o crescimento do negócio das empresas e dos intervenientes nas cadeias e nos ecossistemas agrícolas, mas também como uma forma de o banco se revelar um apoiante incondicional que também usa essa oportunidade para fazer negócio”, revelou o director da Banca Agrícola do Absa Bank Moçambique.

Marcelino Botão entende ainda que é chegado o momento de Moçambique pensar no agro-negócio como uma saída para uma maior empregabilidade dos jovens e das mulheres, assim como para reverter o cenário de desnutrição que afecta milhares de crianças no país.

A segunda edição da MOZGROW é promovida numa altura em que dados das Nações Unidas apontam que, no mundo, cerca de 14 por cento dos alimentos produzidos são perdidos após a colheita e antes de chegarem aos consumidores. Ao mesmo tempo, mais de 40 por cento das crianças moçambicanas sofrem a desnutrição crónica. O assunto será reflectido na plataforma de agro-negócio organizado pela FUNDASO.

A directora executiva da organização privada que actua em áreas de interesse público com enfoque no desenvolvimento sustentável, Balbina Inroga, explica as razões da escolha do lema deste ano.

“A MOZGROW, na sua primeira edição, teve o foco voltado para a questão do agro-negócio em todas as cadeias de valor. Para este ano, decidimos trazer aqui uma forte componente que é a educação alimentar e nutricional, daí o alinhamento com o Dia Mundial da Alimentação (16 de Outubro). Também porque o agro-negócio é, por excelência, uma actividade fundamental para a produção, disponibilidade e acessibilidade dos alimentos, juntamos toda esta cadeia e vamos trazer aqui um foco na educação alimentar e nutricional”, explanou a directora executiva da FUNDASO, Balbina Inroga.

O lema para este ano da MOZGROW é: Produzir, Valorizar, Nutrir e Preservar. Devido às limitações impostas pela pandemia da COVID-19, o evento será transmitido através da televisão, assim como através de plataformas digitais e terá diversos participantes.

“Contamos com a participação de intervenientes nacionais e internacionais que irão partilhar suas experiências sobre os caminhos para a transformação estrutural da produção familiar, integrando-as em cadeias de valor estratégicas e contribuindo, desta forma, para o aumento da produção e para uma produção sustentável dos alimentos, bem como para o aumento do rendimento familiar e para a segurança alimentar no país”, sublinhou Balbina Inroga.

Para participar, esclarece Inroga, os interessados poderão enviar suas questões através das plataformas que serão usadas para a transmissão do evento, nomeadamente, o Facebook do jornal “O País” e da MOZGROW, os aplicativos STV Play e da FUNDASO, assim como o Instagram da MOZGROW.

Para a presente edição está também preparada uma programação especial de uma semana que inclui a exibição de reportagens, entrevistas e debates em plataformas digitais e no canal STV Notícias.

A empresa pública, Electricidade de Moçambique apresentou esta sexta-feira, em Maputo, o seu plano estratégico de negócio para os próximos cinco anos. A estratégia passa por expandir o acesso à corrente eléctrica e apetrechamento de infra-estruturas.

Com as contas “no vermelho”, a EDM já aponta para mexidas na tarifa de energia a partir do próximo ano. A empresa quer aumentar tarifa de energia em 10%.

O director do Gabinete Estratégico e Desempenho da EDM, António Nhassengo, justifica que o aumento da tarifa visa “equilibrar as contas”.

Para a materialização do seu plano de negócios, a Electricidade de Moçambique já está a mobilizar os recursos financeiros necessários, no valor de 1.6 bilião de dólares norte-americanos.

Caso o Governo não aprove o agravamento da tarifa de energia proposta pela EDM, os gestores da empresa alertam que a rentabilidade manter-se-á negativa, com um cumulativo de 127% negativo no quinquénio 2020-2024.

O relatório anual sobre a actividade seguradora em 2019 apresentado pelo Instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique (ISSM) mostra que as 21 empresas de seguros operantes em Moçambique produziram 15,950.1 milhões de Meticais, um aumento de 21.2% comparando ao ano anterior, 2018. No referido período em análise, a empresa pública de seguros, EMOSE deteve 22.9% da quota global do mercado, um crescimento de 0.9 pontos percentuais.

O ano de 2019 foi, certamente, um ano em que a produção do sector segurador do país recuperou-se consideravelmente, segundo mostra o ISSM, visto que, no ano transacto, o sector havia registado uma produção de 13,158.9 Milhões de Meticais, ou seja, um crescimento de apenas 1% na sua produção.

Produção por segmento

As empresas de seguros do segmento Não Vida produziram 13,813.6 milhões de Meticais, ou seja, um peso de 86.4% na produção global do ano em análise. Já as empresas do segmento Vida contribuíram em 13.4%, tendo produzido 2,136.5 milhões de Meticais em 2019.

O ramo de seguro de automóvel registou a alteração mais notável, tendo contribuído em 25.8% para a produção global do segmento Não Vida, enquanto que, no ano anterior, 2018, o seu peso foi de 29%, um decréscimo de 3.2 pontos percentuais.

Apesar desse decréscimo, o relatório aponta que este ramo foi o que mais vendeu apólices de seguro dentro do seu segmento. “No período em análise, foram comercializados 798,002 apólices de seguro, com destaque para a modalidade Automóvel com cerca de 56.7% do total das apólices comercializadas”, lê-se no documento.

Outra alteração notável que se pode constatar ocorreu no ramo de acidentes pessoais e doença, cujo peso na produção do segmento subiu 4.4 pontos percentuais, tendo contribuído 30.8% em 2019, contra os 26.4% de 2018.

Posicionamento no mercado

O ranking das seguradoras não sofreu grandes alterações nas 10 primeiras empresas do mercado, sendo que a EMOSE permanece líder, assim como as duas que lhe seguem e juntas formam três empresas que detém maior quota no mercado segurador no país.

 

Celebra-se hoje o Dia Internacional do Algodão. Em Moçambique, esta cultura de rendimento gera receitas para o Estado na ordem de mais de 30 milhões de dólares anuais. O grande desafio é a criação de fábricas de fiação para o aproveitamento completo das potencialidades que podem ser geradas pela cultura.

Produzido maioritariamente na região norte, principalmente nas províncias de Nampula, Cabo Delgado e Niassa, o algodão é uma cultura que gera rendimentos para mais de 200 mil produtores rurais. A produção e comercialização dessa cultura não obedece a lógica de outros produtos, sendo que esse que neste caso usa-se o sistema de concessão.

“O Estado assina contratos de fomento e extensão rural, atribuindo áreas para a promoção desta cultura às empresas concessionárias, as quais assistem as famílias que estejam directamente envolvidas na produção e comercialização desta cultura. As províncias da zona Norte contribuem com mais de 70% do total da produção nacional, sendo que pela densidade de empresas que lá existem, o maior número de produtores está nessas províncias”, explicou Frei Sualé, delegado do Instituto de Algodão e Oleaginosas na província de Nampula.

O interlocutor, que superintende as províncias do norte e parte da província da Zambézia, avançou que “em Moçambique, o algodão é praticado por cerca de 250 mil famílias, representando uma fonte segura de rendimento para mais de 1.500.000 habitantes rurais”.

“Mais de um milhão de meticais constitui a receita resultante da produção do algodão, valor através do qual as famílias conseguem” enfrentar a “insegurança alimentar. Têm acesso ao vestuário, a instrumentos agrícolas, à saúde e educação, entre outros bens. Ao longo da sua cadeia de produção e manuseamento, o algodão cria mais de 20.000 postos de trabalho assalariado, incluindo os sazonais”, disse a fonte.

Segundo o delegado do Instituto de Algodão e Oleaginosas em Nampula, mais do que gerar renda para as famílias rurais, o algodão produz receitas para o Estado.

“O algodão é grande contribuinte do Produto Interno Bruto (PIB), capta divisas, gera uma receita de 30 a 50 milhões de dólares anuais, contribuindo positivamente para o equilíbrio da balança de pagamentos”, detalhou o responsável.

Nesta época, devido à oscilação do valor dessa matéria-prima no mercado internacional, o quilograma do algodão de primeira deveria ser comercializado a 19 meticais. Entretanto, o Executivo decidiu subsidiar os produtores com acréscimo de seis meticais, passando a custar 25 meticais o quilograma.

“Trata-se de uma medida que satisfaz o produtor, pois com essa intervenção do Governo, o produtor não sai lesado e pode ter rendimentos para fazer investimento familiar. Com essa intervenção, o Governo pretendia, também, viabilizar a produção do algodão caroço e estimular a rotatividade de culturas, através do incentivo de culturas de ciclo rotativo, para aumentar e salvaguardar a renda das famílias rurais. Consequentemente, espera-se um efeito positivo na produção da próxima campanha, através do aumento do número de produtores e de áreas de produção”, explicou Frei Sualé.

ALGODÃO GERA 50 BILIÕES DE DÓLARES NO MUNDO  

Vista como uma matéria-prima que pode ser utilizada em vários sectores, muitos países têm apostado na produção do algodão, sendo que a China aparece como uma referência global na produção deste produto.

“A importância deste produto à escala global é notável, considerando que 75 países nos cinco continentes produzem esta cultura, envolvendo cerca de 100 milhões de famílias, com uma produção mundial de 25 milhões de toneladas. O algodão produz uma receita anual de 50 biliões de dólares, sendo que a China é o maior produtor e consumidor do total da fibra produzida anualmente, enquanto os Estados Unidos da América são o terceiro maior produtor e o maior exportador”, disse Sualé.

MOÇAMBIQUE PRECISA DE INDÚSTRIAS PARA APROVEITAR O ALGODÃO

Manuel Delgado, gestor de uma das empresas que fomenta o chamado ouro branco, processa e vende fibra de algodão, na província do Niassa e considera que o país tem potencial para ter mais rendimentos com esta cultura.

“Temos que correr para a industrialização do nosso país. Com a quantidade de algodão que se produz temos que ter indústrias de fiação, indústrias têxteis, roupa e fardamento. Só assim iremos multiplicar os benefícios do algodão com a geração de mais empregos, dinamização da economia do país e da vida de todos os envolvidos na cadeia de produção dessa cultura”, entende Manuel Delgado.

O algodão produzido e processado em Moçambique é vendido para países como Vietname, Malásia, Tailândia, China, Singapura, Bangladesh e Japão.

VIDAS TRANSFORMADAS PELO ALGODÃO NO NIASSA

A cultura do algodão está a transformar a vida de produtores no norte do país. Rasul Wiliam é disso exemplo. Produtor de referência no distrito de Mecanhelas, província do Niassa, tem duas esposas e oito filhos.

O agricultor contou que o algodão está a trazer benefícios na sua vida. “Graças a essa actividade consegui comprar uma motorizada, consegui tratar a minha carta de condução em Lichinga, construí uma casa melhorada coberta de chapas de zinco e consigo alimentar a minha família e os meus seis trabalhadores”, disse alegre.

Graças ao seu empenho, há um ano, o cidadão beneficiou de um trator, no âmbito do fomento da cultura, com o qual pretende aumentar a sua produção, pois tem uma meta: “comprar um carro porque tenho muitas dificuldades de transportar a minha produção”.

“Mais ainda, tenho muitas dificuldades quando saio para a província da Zambézia, onde procuro trabalhadores para o período de colheita. Tenho que depender de “chapas” para os transportar e tenho que percorrer toda essa distância de motorizada. Acredito que com um pouco mais de esforço irei conseguir”, afirmou o agricultor, esperançado.

Quem também está a lutar é Xavier Nloco. Produtor do distrito de Cuamba, localidade de Timane. Ele encontra no algodão um produto que impulsiona outros negócios.

“Tenho duas lojas e procuro diversificar as minhas actividades. Todas eu consegui graças ao algodão. Com esta cultura consegui construir três casas melhoradas, construí um muro na minha casa, tenho corrente eléctrica e consigo alimentar os meus filhos”, alegrou-se Xavier.

Mesmo sendo uma referência na comercialização de peças de bicicletas e produtos alimentares, ele não pára de sonhar. “Quero uma viatura. Com ela poderei desenvolver melhor a minha actividade. Esses produtos que tenho na barraca compro em Nampula e no Malawi” mas “tenho enfrentado dificuldades para trazer até aqui à localidade. Com uma viatura, a minha vida seria mais facilitada”, terminou.

A empresa Aeroportos de Moçambique assumiu, hoje, ter registado, até ao momento, prejuízos em cerca de 24 milhões de dólares, devido aos impactos da pandemia do Coronavírus. A empresa garante estar a trabalhar para receber certificação internacional em saúde, de modo a receber mais voos

COVID-19 e os seus impactos continuam a marcar os diversos sectores e a arrasar as contas em diversas empresas. A empresa Aeroportos de Moçambique (ADM) diz ter registado até Setembro passado cerca de 24 milhões de dólares em prejuízos, devido à pandemia.

Conquanto, apesar de, por um lado, somarem-se prejuízos, por outro cresce a perspectiva da retoma dos voos em larga escala. E para isso, é necessário que os aeroportos estejam preparados e haja condições sanitárias mais adequadas contra o Coronavírus.

“Temos procurado implementar todas medidas que foram anunciadas pela autoridade reguladora da aviação civil, para garantir que tenhamos a certificação como um aeroporto seguro, em termos de contaminação da COVID-19. O processo já começou e esperamos que dentro de um, ou mês e meio, tenhamos essa certificação”, revelou o PCA da ADM.

Nesta fase, para a retoma gradual de voos internacionais, já foram seleccionados alguns países que têm reciprocidade com Moçambique. A título de exemplo estão a Etiópia, África do Sul, Portugal, Qatar e Turquia. “Foram alguns desses países que foram seleccionados para essa fase, e que há um número de frequências que está permitida sendo que, ao longo do processo, vão aumentando o que poderá fazer com que as companhias aéreas possam fazer mais voos por semana, para além dos actuais dois voos”, avançou Chaves.

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