Skip to main content

O País – A verdade como notícia

A Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal em seniores masculinos será sorteada sexta-feira, às 18h00, na Faculdade de Educação Física e Desportos da Universidade Pedagógica, em Maputo. Na mesma ocasião, terá lugar a reunião técnica desta competição que contará com a participação de oito equipas, nomeadamente Ferroviário de Maputo, campeão nacional; Ferroviário da Beira; vice-campeão nacional; A Politécnica, terceiro classificado; Desportivo, Maxaquene, Costa do Sol, Ferroviário de Nacala e Vaz Basket Team.

A competição compreenderá três fases, sendo que a primeira terá lugar de 8 a 16 de Julho com a disputa da fase regular, em Maputo, a segunda de 22 a 25 de Julho, na Beira, na qual jogam-se as meias-finais num “play-off” a melhor de três jogos, e a última de 27 de Julho a 2 de Agosto, com a realização da final num “play-off” a melhor de cinco jogos.

A primeira fase, de acordo com a organização, será disputada num sistema de todos contra todos numa única volta, sendo que os quatro primeiros classificados seguem para as meias-finais do certame, num cruzamento entre o primeiro e o quarto e segundo e terceiro classificados. As equipas participantes deverão inscrever 14 jogadores na competição, sendo que em caso de lesão ou outra impossibilidade comprovada, os clubes poderão substituir por outro.

Lembre-se que o Ferroviário de Maputo conquistou, ano passado, o título após vencer     o seu homónimo da Beira por 69-56 no quinto jogo do ”play-off” da final.

 

Os “tricolores” continuam apostados em somar mais pontos no Moçambola Zap. No jogo de hoje, mesmo sem fazer um jogo brilhante, Maxaquene marcou por duas vezes na baliza da Associação Desportiva de Macuácua. Primeiro, por intermédio de Bruno, quando ainda decorria a primeira parte do jogo.

Na segunda parte, AD Macuácua tentou incomodar, protagonizando alguns lances de perigo, mas foi a turma tricolor que, pela segunda vez, conseguiu marcar, por via de um autogolo apontado por Maior. Até ao final da partida, o resultado que afunda ainda mais a equipa de Gaza, com sérios riscos de não conseguir a manutenção, não mudou.

Analisando o jogo equilibrado entre as duas equipas, o Técnico-Adjunto da AD Macuácua, Sérgio Chirrime, defendeu que a sua equipa entrou bem no jogo, mas que o Maxaquene soube aproveitar os lances de golo. “Tentamos reverter a situação, mas não conseguimos. Maxaquene está de parabéns. O que nos resta agora é continuar a trabalhar para reverter a situação. Acreditamos que que nos próximos jogos vamos deixar o lugar em que nos encontramos agora”, assumiu o Técnico-Adjunto da AD Macuácua.

Quanto à equipa vencedora, Manuel Valói, Técnico-Adjunto do Maxaquene, reconheceu que a sua equipa não fez um grande jogo. “A primeira parte foi apática. O que mais importa é que conseguimos marcar e garantir os três pontos. Acreditamos que, nos jogos que nos restam, iremos abandonar a posição em que nos encontramos”.

O jogo entre Maxaquene e AD Macuácua insere-se na 19ª jornada do Moçambola Zap, prova liderada pela União Desportiva de Songo, que hoje venceu ao Ferroviário de Maputo.

 

Por pouco a selecção portuguesa perdia o prémio de consolação, na Taça das Confederações, disputada na Rússia. No jogo contra México, a equipa americana entrou vencendo, com auto-golo do defesa português Luís Neto, aos 54 minutos. Com um a zero, a equipa mexicana ocupava o terceiro lugar.

Não obstante, porque o futebol é um jogo com 90 minutos e que só termina depois do apito do árbitro, os portugueses esmeraram-se por um resultado melhor. Assim, aos 90+1, o central do Real Madrid, Pepe, subiu até à área mexicana para empatar o jogo, correspondendo a um cruzamento longo de Ricardo Quaresma. Assim, porque minutos depois o árbitro apitou para o fim do tempo regulamentar, as duas equipas foram ao descanso.

De regresso ao jogo, quando passavam 104 minutos do prolongamento, Gelson tenta dar um chapéu a Layún, que, no lance, leva a mão à bola. O árbitro assinalou penalti, cobrado por Adrien Silva. Foi o 2-1 para a selecção portuguesa, que assim ocupa o terceiro lugar da Taça das Confederações.  

 

O Chile entrou bem no jogo da final, que decorreu na cidade de São Petersburgo, bem disposto a levar o “canecão” para América. Mas o pragmatismo alemão não permitiu que a taça saísse da Rússia para o outro lado do oceano. Ainda na primeira parte, a renovada selecção alemã marcou o único golo do encontro, por intermédio de Stindl, aos 20 minutos do encontro.

Na segunda parte, a equipa comandada por Joachim Low controlou o jogo, impedindo que os chilenos chegassem à baliza com perigo. Nem Alexis Sánches, Vidal ou Vargas conseguiram bater Ter Stegen, muito atento aos ataques do Chile. Não obstante, aos 84 minutos, Sagal, jogador chileno, teve uma enorme oportunidade para empatar o jogo e adiar a decisão do encontro ao prolongamento. Nada. Estando na grande área alemã, Sagal rematou mal e por cima da baliza.

No segundo jogo entre as duas equipas, nesta edição da Taça das Confederações, a vitória sorriu para a selecção campeã do mundo, depois de na fase do grupo terem empatado a uma bola.

Além de conquistar a Taça das Confederações, Alemanha ficou com outros títulos individuais, como Melhor Marcador do torneiro, para Timo Werner, e Melhor Jogador, para o capitão Draxler.

 

A selecção nacional de futebol perdeu, ontem, diante do Madagáscar por 4-1, em jogo da terceira jornada do grupo "B" do Torneio da Cosafa, que decorre na África do Sul.

Com esta derrota, os Mambas falharam o acesso aos quartos-de-final desta competição.

O “Caldeirão” do Chiveve será palco, esta tarde, da partida de extrema importância para o Ferroviário da Beira pois os “locomotivas” precisam de uma vitória para continuar firmes na luta e seguir para a fase seguinte da prova.

Um empate compromete bastante as aspirações e em caso de derrota o representante moçambicano diz adeus à Liga dos Campeões.

No campo de Ferroviário, tudo estava a ser preparado ao detalhe de modo a que a partir das 15 horas os dois conjuntos meçam forcas. Os adeptos apesar de reconhecer o poderio do adversário sonham com uma vitória.

O Presidente do clube Ferroviário, Boaventura Mahave, garantiu estar tudo a postos para o jogo. Mahave alimenta fortes esperanças da sua equipa conquistar uma vitória e pediu o apoio incondicional do público.

O Ferroviário da Beira empatou, hoje, diante do Étoile du Sahel da Tunísia por uma bola, em jogo da quinta jornada da Liga dos Campeões africanos. O  campeão nacional entrou para este jogo com a dura missão de se redimir da dura goleada sofrida na primeira jornada diante do Étoile du Sahel da Tunísia por 5-0. Mas foram os visitantes a entrarem melhor para o jogo, pressionando os donos da casa com várias jogadas de perigo.

As incursões dos “locomotivas” do Chiveve eram quase nulas, com dificuldades de chegar a baliza contrária.

Aos 27 minutos o Ferroviário da Beira cria perigo num remate batido por Marrage, mas a sai desenquadrado. Depois do lance os donos da casa despertaram e passaram a correr atrás do golo. Passou a se assistir um jogo bastante equilibrado com ambas as equipas a demonstrarem claras intenções de sair desta partida a vencer, mas o zero a zero manteve-se até ao intervalo.

No reatamento do jogo, os donos da casa entraram melhor que o adversário e criaram situações claras de golo, dificultando deste modo a vida dos tunisinos.

Depois de várias tentativas eis que o golo dos “locomotivas” de Chiveve apareceu, por intermedio de Chelito Omar, num lance onde faz um toque de mestre e bate o guardião contrário para o delírio dos adeptos.

Continuavam a pressionar os donos da casa a procura do segundo tento da partida, mas a pecar na finalização.

Aos 80 minutos veio o balde de água, Nhabomba ao tentar defender o adversário contrário comete falta e o árbitro da partida assinalou grande penalidade.

Chamado a cobrar o avançado Samariss do Étoile du Sahel bate forte e restabelece a igualdade no marcador, um para cada lado. Os dois técnicos foram fazendo algumas substituições mas em vão, pois o resultado não mais se alterou.

Com este resultado a equipa tunisina garante a sua qualificação para a fase seguinte, sendo que o Ferroviário da Beira é obrigado a vencer o Al Hilal do Sudão e esperar que a equipa do Al Merreikh também do Sudão não vença na última jornada.

Arrancou, na tarde de ontem, o Campeonato Nacional de Basquetebol em seniores femininos. Prova que junta cinco equipas, sendo quatro delas da capital do país e uma forasteira, o Ferroviário da Beira. As “locomotivas” de Maputo iniciaram a defesa do título, de campeã nacional, com uma vitória diante do seu homónimo da Beira. Com uma boa organização defensiva e ofensiva o Ferroviário da capital venceu por expressivos 78-48 pontos.

Com um jogo claramente superior ao das suas adversárias, as “locomotivas” de Gerson Novela, venceram de forma tranquila e convincente. Com o cinco base, que conquistou o campeonato da cidade de Maputo, o destaque foi para Odélia Mafanela durante o primeiro período. O Ferroviário de Maputo conseguiu desestabilizar as visitantes que até entraram bem e pressionantes no jogo. O fim do primeiro período mostrava o placar de 24-14, a favor das “locomotivas” da capital.

No segundo período, quando se esperava mais do Ferroviário da Beira, o homónimo de Maputo alavancou a sua superioridade, apostando, nesta fase do jogo, em lances triplos. Onélia Mutombene, Odélia Mafanela e Anabela Cossa destacavam-se nesta missão. Entretanto, as visitantes foram forçando com jogadas de penetração à zona interior, muitas vezes bem anuladas pelas bases do Ferroviário de Maputo. Foi-se ao intervalo com o resultado de 44-23.

Na retoma do jogo, o mais do mesmo. Pressão das visitantes rechaçada por uma boa organização defensiva da equipa da capital do país. E a seguir, o domínio do jogo, com transições ofensivas muito rápidas e aposta em lances a meia distância, com os “tiros” a saírem quase sempre certeiros. Gerson Novela, com o jogo controlado, teve ainda tempo de promover a rodagem das jogadoras que trazia no banco. O jogo chegou ao fim do terceiro período com o marcador a indicar 64-32.

O Ferroviário da Beira, bem que tentou mudar o curso do jogo, mas as suas rivais não facilitavam, ora em lances longos, ora saindo em velocidade, e Inguivilde era o destaque. Muito combativa, a atleta do Ferroviário de Maputo conseguia roubar muitas bolas nas suas adversárias e municionar o ataque da sua equipa.

Jogou-se o último período já com um resultado confortável, e Dulce Mabjaia, do Ferroviário de Maputo, aproveitou para se destacar. e do lado das “locomotivas” do Chiveve, Iolanda Francisco mostrava-se muito inconformada, mas as suas investidas não foram suficientes para inverter o resultado que terminou em 78-44

As campeãs iniciaram, assim, a defesa do título, com uma vantagem confortável e estão animadas para o embate desta tarde no pavilhão do Desportivo.

O outro jogo desta jornada inaugural entre o Maxaquene e o Costa do Sol, marcado para o pavilhão do Maxaquene, não se realizou devido à falta de corrente eléctrica no recinto. A jornada arranca dessa forma, incompleta. Esta sexta-feira realizam-se os jogos da segunda jornada, com o Maxaquene e Ferroviário de Maputo a medirem forças e a seguir o Costa do Sol defronta a Politécnica. O Ferroviário da Beira fica de fora nesta jornada.

O Ferroviário de Maputo revalidou, ontem, o título de campeão da cidade de basquetebol ao nível dos seniores masculinos, após vencer A Politécnica (77-47) no terceiro jogo do play-off da final à melhor de cinco. O conjunto orientado por Milagre “Mila” Macome fez o 3-0 na série e passou sem dificuldades no teste diante da irreverente equipa da A Politécnica.

“Show time“, lingras   

“As defesas ganham campeonatos, os ataques ganham jogos”. Recuperamos, e bem, o pensamento de Mário Palma, celebrado técnico de basquetebol que colocou Angola no olimpo de África. O Ferroviário de Maputo, aliás, Milagre “Mila” Macome, treinador, usou das suas competências para anular a A Politécnica. Uma vez mais, apostando numa defesa homem a homem, os “locomotivas” não permitiram, no primeiro quarto, a reacção dos “universitários” que tiveram imensas dificuldades para travar as suas transições rápidas em contra-ataque. Mais: Pio Matos Júnior, no papel de principal armador, foi eficaz na condução dos ataques programados da sua equipa, tendo criado, por outro lado, desequilíbrios com fortes penetrações de quebrar o joelho que culminavam ou com dois pontos, ou com a colocação da bola na zona do tiro exterior, onde apareciam Francisco “Chiquinho” Macaringue, lançador por excelência, Custódio Muchate e Ermelindo Novela, que funcionou como “shoting guard” a desequilibrar.

 Os campeões nacionais fizeram, ao cabo do primeiro quarto, o parcial de 16-3. No segundo quarto, com algumas alterações, o Ferroviário de Maputo continuou a privilegiar a defesa homem a homem. A A Politécnica, essa, melhorou significativamente com o extremo Yuran Biosse a lançar duas bombas na zona dos 6.75 metros. Do outro lado, o jogo interior alicerçado em Custódio Muchate e Edson Monjane continuava bastante forte. No jogo exterior, Francisco “Chiquinho” Macaringue provava por A+B que é um dos melhores atiradores deste país. Não espanta, aliás, que no final do segundo quarto a marcha do marcador indicasse (36-14), vantagem para o Ferroviário de Maputo.

O terceiro quarto foi mais do mesmo: com o Ferroviário de Maputo a evidenciar a sua superioridade, diga-se, face a uma A Politécnica com limitações e falta de esclarecimento ofensivo. De resto, os “universitários” tentaram dar luta, mas os “locomotivas” foram mais forte no jogo interior, com Edson Monjane e Custódio Muchate a mandarem nas tabelas. Há, igualmente, que destacar o extremo Stélio Rodrigues a fazer das suas na linha dos 6.75 metros.

Milagre Macome, apercebendo-se da vantagem confortável, fez descansar Custódio Muchate e lançou para quadra Carlos Chirindza, jovem jogador muito forte a defender. Com o comando da marcha do marcador, o Ferroviário de Maputo saiu do terceiro quarto a vencer pelo parcial de 58-26. No quarto e último período, os campeões nacionais simplesmente geriram a vantagem face a uma A Politécnica sem soluções. Os “universitários” ainda tentaram dar luta, mas os “locomotivas” foram mais fortes e revalidaram com muita facilidade o título de campeões da cidade de basquetebol.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE