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O País – A verdade como notícia

O internacional moçambicano, Dayo, irá representar a Académica de Coimbra, clube que milita na segunda Liga Portuguesa. O avançado, de 21 anos, assinou um contrato válido por três temporadas com a “briosa”.

"Estou pronto e preparado para novos desafios da minha vida. Vou dar o meu melhor para dignificar as pessoas que confiaram em mim. Estou satisfeito com esta oportunidade de experimentar outras culturas", frisou, Dayo, em entrevista ao “Diário de Moçambique”.

O atleta disse ainda ao “Diário de Moçambique” que “não esperava tão já sair do país, mas a oportunidade surgiu e parto de cabeça erguida e com missão cumprida no meu clube de coração. É verdade que estou lesionado, mas dentro de três semanas estarei pronto para dar o meu contributo na Académica de Coimbra, onde Dário Monteiro brilhou", notou.

De acordo com o jogador, houve propostas para jogar no Egipto, mas preferiu jogar no futebol português: “"Pessoalmente, eu queria a proposta do Egito, porque era financeiramente melhor para mim. Mas o assunto saiu da minha alçada, mas não estou nada arrependido pela minha aposta porque vou ao continente onde qualquer jogador quer lá estar. Gostei da proposta e estou disposto a singrar no campeonato português e dar o salto depois para um dos clubes do topo. O primeiro desafio é ajudar a Académica a subir para a primeira divisão. Sei que não será fácil, mas com trabalho creio que é possível, com a ajuda de todos. Tenho que conhecer os meus novos colegas e me adaptar. Não quero ser mais um jogador a ir a Portugal e depois voltar sem sucesso. Quero singrar e depois ajudar a selecção Nacional a qualificar-se para o CAN. Por isso, para eu poder fazer parte do grupo dos Mambas tenho que jogar", notou.

 

Os Mambas defrontam no próximo dia 16 a selecção de Madagáscar, em Antananarivo, em jogo da primeira eliminatória para o CAN Interno, Quénia-2018. O seleccionador nacional, Abel Xavier, chamou 22 jogadores dos quais quatro estiveram presentes no Torneio da Cosafa, na África do Sul. Para fazer frente aos ilhéus, a selecção nacional começa os trabalhos na próxima semana.

Depois da fraca prestação no Torneio da Cosafa, prova na qual não passaram da primeira fase, os Mambas têm as atenções viradas para as eliminatórias para o CAN-Interno, certamente reservado a jogadores que actuam nos campeonatos locais. E hoje, em conferência de imprensa, Abel Xavier anunciou a lista de convocados para os desafios diante do Madagáscar, inserido na primeira eliminatória de acesso ao CHAN.

O primeiro está agendado para 16 de Julho, em Antananarivo, e o segundo a 26 do mesmo mês, em Maputo.

Abel Xavier disse que o objectivo passa por ganhar os dois jogo e passar a primeira eliminatória.

Questinado sobre a situação do jogador Dayo, do Ferroviário da Beira, que está lesionado o seleccionador disse “Dayo está em recuperação e contamos com ele. O jogador está confiante e quer estar presente para ajudar o grupo e o país a alcançar o objectivo traçado”.

Falando sobre as ilações tiradas da equipa do Madagascar na COSAFA, o técnico afirmou que os ilhéus têm trabalhado e têm evoluído, contudo, Moçambique tem feito um bom trabalho, daí que acredita na possibilidade de seguir em frente nesta eliminatória.

Uma vez que o Ferroviário da Beira defronta, amanhã, sexta-feira, o Al Hilal do Sudão, na Liga dos Campeões, os jogadores desta formação somente irão juntar-se ao grupo de trabalho mais tarde, conforme garantiu Filipe Johane, secretário-geral da Federação Moçambicana de futebol.

Johane avançou também que as questões de logística para o jogo da primeira mão estão garantidas.

Caso Moçambique transite a primeira eliminatória, terá pela frente na próxima etapa o vencedor da eliminatória entre Angola e Ilhas Maurícias.

 

 

A equipa técnica do Maxaquene assume que quer vencer o jogo desta quarta-feira, diante da ENH de Vilankulo, a contar para os quartos-de-final da Taça de Moçambique.

O desejo é manifestado em face do bom momento que a equipa atravessa no Moçambola Zap, onde nesta segunda volta ainda não conhece o sabor amargo da derrota e já subiu cinco lugares na tabela classificativa, passando da 13ª para a 8ª posição. Ou seja, em quatro jogos os “tricolores” alcançaram dois empates e duas vitórias, resultados que deixam a equipa moralizada para o embate diante da ENH de Vilankulo, para a primeira mão dos quartos-de-final da Taça de Moçambique.

O treinador do Maxaquene, Antoninho Muchanga, diz que o importante no jogo desta quarta-feira é conseguir um bom resultado, de modo a ir a Vilankulo com mais tranquilidade, para o embate da segunda mão. Esta convicção é, também, mostrada pelos jogadores, que querem vencer a ENH de Vilankulo.

Jonas, guarda-redes do Maxaquene, diz que é preciso aproveitar este momento de euforia dos “maxacas” para vencer todos os jogos que vêm pela frente, angariar maior número de vitórias e passar todas eliminatórias na Taça de Moçambique. E para isso, o apoio dos adeptos e simpatizantes do Maxaquene é fundamental para que a equipa possa vencer jogos. Já Faustino, espera dificuldades diante da ENH, mas tal como os colegas, está moralizado e motivado para a conquista do triunfo diante da turma de Vilankulo.

Relativamente aos objectivos que foram traçados para esta competição, Antoninho Muchanga diz que a equipa não está pressionada a conquistar nenhum título esta temporada, mas “há ambições pessoais de cada um, que passam por garantir esta eliminatória, chegar as meias-finais, até a grande final”. E diz mais: “afinal de contas quando se chega a final, sabe-se que as finais são para serem conquistadas”.

“Não temos as mesmas ambições do ano passado, mas se tivermos uma possibilidade de conquistar o troféu, não vamos desperdiçar”, garante Muchanga.

Mas os jogadores assumem que este ano é o ano do Maxaquene e que a derrota na final da Taça de Moçambique, ano passado, não voltará a acontecer, caso o Maxaquene chegue à final.

Recorde-se que para o Mocambola Zap, na primeira volta, os “tricolores” venceram os energéticos por uma bola sem resposta. Mas ano passado, a ENH de Vilankulo venceu os dois jogos, no Moçambola Zap.

Vários sócios, adeptos e simpatizantes do Desportivo de Maputo, testemunharam, na tarde de ontem, a tomada de posse do novo elenco do clube, que será dirigido por Inácio Bernardo, e que terá na Vice-Presidência Danilo Correia, que até então exercia as funções de presidente da Comissão de Gestão. João Figueiredo irá assumir a presidência da Assembleia Geral e Natércia Remane a presidência do Conselho Fiscal.

Para muitos, este é o momento que pode ditar o ressurgimento de uma família que durante vários anos andou desavinda. O momento da tomada de posse foi marcado pelo reencontro de várias gerações de alvi-negros, e de diferentes modalidades, algo justificado por Inácio Bernardo como sendo, a principal moeda para o sucesso dos desafios que se impõem a colectividade.

Em entrevista a O País, o novo timoneiro dos alvi-negros definiu alguns objectivos imediatos que podem ajudar o clube a sair da situação crítica em que se encontra, sobretudo em relação aos salários em atrasos com os atletas e trabalhadores.

Inácio Bernardo disse que o projecto em curso da requalificação dos espaços sociais do Desportivo irão contribuir significativamente para esse efeito, para além da busca de janelas de oportunidades para a entrada de novos parceiros que possam apoiar o clube.

O futebol, segundo Bernardo, irá merecer sempre atenção especial, até porque é o ópio do povo e o Desportivo é uma nação, que movimenta milhares de seguidores em vários cantos do país. Entretanto, as outras modalidades serão seguidas de perto, num projecto que pretende revitalizar o atletismo, dar mais força ao hóquei e consolidar o basquetebol.

Inácio Bernardo afirmou ainda que uma das suas maiores apostas será capitalizar a formação de atletas. Aliás, o Desportivo de Maputo foi sempre um celeiro de jogadores que alimentaram não só os campeonatos e selecções nacionais, mas também é o clube que mais jogadores vendeu para o estrangeiro. Daí ser um desejo de Bernardo investir forte nesse sector.

 

Costa do Sol venceu Chingale de Tete por duas bolas a uma em partida da primeira mão dos quartos-de-final da Taça de Moçambique.

Este foi o segundo jogo entre estas duas equipas em quatro dias e muito cedo as emoções tomaram conta dos acontecimentos nas quatro linhas. Afinal os visitantes não queriam voltar a perder duas vezes com o mesmo adversário, no mesmo campo e em menos de uma semana.

Mas foi a turma da casa a criar a primeira grande oportunidade de golo, com Isac a chegar tarde ao cruzamento de Mbulu. Ainda assim era um jogo morno e sem grandes jogadas de golos.

Só ao minuto 34 é que o Costa do Sol chegou ao golo, por intermédio de Guambe, após remate forte, à entrada da grande área, que só parou no fundo das malhas de Dauda. E foi-se, assim, ao intervalo.

A segunda parte inicia praticamente com o golo do empate. Desatenção da defensiva do Costa do Sol num cruzamento de Makako, a aparecer Juvêncio num mergulho a bater Guirrugo.
Depois o árbitro do encontro foi a figura do jogo ao não expulsar Mbulu, depois de uma agressão ao seu adversário numa confusão. Apenas saiu a cartolina amarela. Aliás, o árbitro foi muito contundente com os jogadores do Chingale de Tete, acabando por mostrar quatro cartões amarelos e dois aos jogadores do Costa do Sol.

O facto mesmo é que o Costa do Sol não baixou os braços, acabando por chegar ao segundo golo por intermédio de Nelson, para delírio dos seus adeptos.

No último minuto do jogo, quase que se deitava um balde de água fria no ninho do canário, após remate de Nuno que bate com estrondo no poste esquerdo da baliza de Guirrugo.
Um alívio para os jogadores e equipa técnica, que vão a Tete com vantagem mínima para a segunda mão.

 

Seis meses depois do seu regresso ao país, o internacional moçambicano, Eduardo Jumisse, volta ao estrangeiro, desta feita para o futebol português, pela porta do Gil Vicente. Jumisse vai assinar um contrato de um ano renovável com a equipa portuguesa.

O regresso de Jumisse ao Moçambola Zap, depois de 3 anos no campeonato angolano, parecia ser o fim da linha para o médio internacional moçambicano. Afinal, foram seis anos de futebol profissional fora de portas, com passagens por Portugal, Grécia, Roménia e Angola.

Antes da sua partida, Jumisse prestou entrevista ao “O País”, que passamos a transcrever.

Como reagiu ao convite efectuado para jogar no Gil Vicente?

É com muita satisfação que recebi este convite. Estava em Angola durante três anos e por motivos que prefiro não falar acabei não renovando o contrato com o 1º de Agosto. Mas depois vim a Moçambique para representar a União Desportiva de Songo, pelo convite do mister Chiquinho Conde, mas sempre tive esperança de um dia voltar a jogar no futebol profissional na Europa ou noutro canto. Um dia desses, estando em Songo, o meu empresário ligou-me a dizer que havia interesse por parte do Gil Vicente e eu aceitei, porque era algo que já almejava há algum tempo.

O que podemos esperar de Jumisse na nova equipa?

Eu nunca fui de fazer promessas. Costumo dizer que trabalho no silêncio e os resultados falam por si. Mas vou continuar a ser o mesmo Jumisse que fui: trabalhador, com mesma humildade, empenhado e sempre querendo aprender mais. Vou encontrar um treinador que nunca trabalhei com ele e nem o conheço pessoalmente, mas mesmo assim ele ficou interessado com o que viu, através dos meus vídeos, e achou que podia ajudar. É exactamente isso que pretendo fazer, chegar lá e dar o meu contributo para alcançar os objectivos que são do Gil Vicente.

O que terá contribuído para a sua chamada no Gil Vicente?

Talvez tenha sido a minha dedicação ao trabalho, o meu empenho e também a experiência que tenho no futebol profissional, afinal são muitos anos de futebol nacional e internacional e acho que isso pesou para a minha escolha, para além das características que apresento, que terão influenciado o treinador.

Esteve ao serviço da UD Songo e ajudou a equipa a ser campeã de inverno. Como avalia a sua passagem pelo Songo?

Tendo em conta que estava a regressar a casa seis depois de jogar fora, acho que foi um regresso positivo. Estivemos muito bem como conjunto, pois tínhamos projectado fazer 30 pontos na primeira volta, mas conseguimos fazer 32 pontos e isso foi bastante positivo. Fiz dois golos e muitas assistências e contribui para bons resultados da minha equipa. Penso que, com ou sem o Jumisse a ajudar a equipa, a União Desportiva de Songo vai continuar a ser a mesma equipa e no final desta temporada vamos todos comemorar.

Acredita na conquista do título?

Tenho certeza que sim. Pelo trabalho que foi feito e pelo que deixei a ser feito, acredito que com o trabalho que está a ser feito tanto pela equipa técnica, como pela direcção, este ano é da União Desportiva de Songo.

Agora vai ao Gil Vicente. Pretende terminar nesta equipa?

Eu costumo dizer que sou como uma criança: nunca paro de sonhar! Enquanto eu tiver duas pernas e duas mãos continuo sonhando. Tal como disse quando fui a Portugal pela primeira vez: quero chegar, ver e vencer. E vai ser sempre assim. Sei que muitos dão-me como velho, como acabado para o futebol pela minha idade e pensam que o futebol está a terminar para mim. Mas eu digo que o futebol só agora está a começar. E para mim, está chamada é uma prova de quando a gente sonha e acredita, tudo é possível. Enquanto tiveres mente, não pares, porque a mente é que movimenta o homem.

Uma mensagem para os adeptos e todos os que acompanham e apoiam o Jumisse.

Primeiro quero agradecer a todos eles e dizer que o facto de me apoiarem e confiarem, catalisou os meus sonhos. Prometer que vão continuar a ver o mesmo Jumisse que conhecem desde pequeno, não vai mudar nada em mim. Vou continuar a pautar pelo mesmo carácter, mesma humildade, mesmo respeito e mesma personalidade. Agradecer desde a minha esposa, meus filhos, familiares e amigos e dizer que continuem confiando e acreditando em mim.

Com uma excelente exibição da extremo Tânia Chiúle, jogadora que arrancou 29 pontos, o Maxaquene venceu, ontem, a A Politécnica (59-48) e assegurou a presença nas meias-finais do Campeonato Nacional de Basquetebol sénior feminino, etapa na qual terá pela frente o Ferroviário de Maputo, campeão nacional.

Tânia Chiúle penetrou quer pelo corredor central quer pela linha de fundo, fez o tiro curto e exterior e…colocou em sentido a A Politécnica. De resto, as “universitárias” falharam o objectivo de melhorar o quarto lugar alcançado ano passado no Campeonato Nacional de Basquetebol sénior. Mais: voltam a estar fora do pódio nas provas internas depois de, na Engen Maputo Basket, terem sido relegadas para o quarto lugar pelo Ferroviário de Maputo “B”.

Ontem, na quadra do pavilhão do Desportivo, a A Politécnica não teve esclarecimento ofensivo, não teve a capacidade de girar a bola e fazer ataques eficazes. Ao nível defensivo, conseguiu, em algum momento, forçar o Maxaquene a cometer alguns erros, sobretudo, quando optou por uma defesa a toda a largura do campo e pressão sobre a base Benezita Muchave.

Com jogadoras com enorme potencial, muitas delas com passagem pelas selecções de formação sub-16 e sub-18, a A Politécnica esteve aquém das expectativas na competição. No outro jogo realizado ontem, o Costa do Sol derrotou o Ferroviário da Beira por 72-42, terminando a fase regular em primeiro lugar. Estas equipas voltam a defrontar-se, amanhã, nas meias-finais desta competição.

As emoções do futebol moçambicano regressam amanhã em três capitais provinciais do nosso país, desta vez para as partidas dos quartos-de-final da Taça de Moçambique, a segunda maior competição do país, depois do Moçambola Zap. Maputo, Quelimane e Nampula são as cidades que vão acolher os jogos desta fase nacional desta competição, com embates de tirar fôlego a qualquer amante do futebol moçambicano. São jogos que contam para a primeira mão dos quartos-de-final da prova.

Embate de “locomotivas” em Nampula

O jogo mais importante destes quartos-de-final da Taça de Moçambique é a que vai ter lugar no Estádio 25 de Junho, em Nampula, onde os Ferroviários de Nampula e de Maputo vão se defrontar. É uma eliminatória em que uma das principais candidatas à conquista do troféu vai ter que ficar por terra, já que são duas equipas com ambições claras para esta temporada.

A conquista do campeonato nacional, o Moçambola Zap, e da Taça de Moçambique, é o que as direcções das duas colectividades se propuseram para este ano 2017.

As duas equipas estão longe dos lugares do topo da tabela classificativa do Moçambola Zap, onde o Ferroviário de Maputo está na 4ª posição com 30 pontos, a 9 pontos da líder, União Desportiva de Songo, enquanto o Ferroviário de Nampula está na 9ª posição, com 23 pontos, ou seja, menos 7 que seu adversário e menos 16 da liderança.

Assim, os objectivos podem virar claramente para esta competição, como forma de salvar a época e procurar regressar às conquistas. Os “locomotivas” de Nampula e de Maputo conhecem-se bem nos relvados, uma vez que já só nos últimos quatro anos defrontaram por 8 vezes, com o “mano” de Nampula a levar vantagem, ao somar 3 vitórias, duas derrotas e 3 empates.

Os últimos dois resultados, para a segunda volta da época passada e para a primeira volta desta época, o resultado terminou no nulo. Daí antever-se uma partida bastante difícil para estas duas equipas.

 

Detentor com tarefa fácil

O detentor do troféu, a União Desportiva de Songo, é a única equipa que vai encontrar um adversário do escalão secundário do futebol moçambicano, o Ferroviário de Quelimane, na Taça de Moçambique. Uma tarefa que se avizinha fácil, pelo menos em termos nível das equipas, uma vez que a UD Songo está no escalão principal e é líder do Moçambola Zap.

Mas esta competição é cheias de surpresas, uma vez que as ditas equipas pequenas têm surpreendido as grandes e conseguindo passar as etapas até chegar a final. Exemplo claro foi o afastamento precoce do Ferroviário da Beira, campeão nacional, por uma equipa da divisão de honra. E a UD Songo está avisada destas surpresas que pode encontrar diante do Ferroviário de Quelimane.

Uma certeza que tem a equipa de Songo, é que precisa sair de Quelimane, onde até já perdeu com o 1º de Maio, com um resultado que garanta encarrar a segunda mão com mais tranquilidade.

Maputo terá duas partidas

A capital do país terá duas partidas não menos importantes. Aliás, são jogos que envolvem equipas do Moçambola Zap, que muito bem se conhecem.

No campo do Costa do Sol, quatro dias depois, os dois “canarinhos”, de Maputo e de Tete, voltam a encontrar-se. Depois da vitória do Costa do Sol, no sábado passado, (3-0), o Chingale de Tete quer surpreender e regressar à sua província com resultado tranquilizador para o jogo da segunda mão.

Para além dos 3-0, que sofreu no sábado, na primeira volta do Moçambola Zap, o Chingale de Tete havia perdido em casa por 0-2. Desta vez, os “canarinhos” de Tete querem levar a melhor nestes quartos-de-final da Taça de Moçambique.

Já no Estádio Nacional do Zimpeto, o Maxaquene vai receber a ENH de Vilankulo. É um embate que vai servir de tira-teimas, uma vez que nestas duas épocas desportivas, houve um equilíbrio, com a balança a pender para o lado da turma agora orientada por João Chissano. Ano passado, a ENH venceu as duas partidas do Moçambola Zap e este ano, para a primeira volta do Moçambola Zap, os “tricolores” venceram à tangente.

Agora, para a Taça de Moçambique, a ser disputada em duas mãos, só resta esperar quem vai conseguir passar às meias-finais da prova e mais próximo do troféu. O Maxaquene, recorde-se, é finalista vencido desta prova, ano passado.

 

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